Category Archives: Mundo

Caças dos EUA disparam contra jatos russos na Síria

© Lucas Jackson / Reuters

Aviões F-22 das Forças Armadas norte-americanas deram tiros de aviso após jatos russos entrarem em uma zona de segurança na Síria.

A informação foi divulgada nesta quinta-feira pelo Washington Examiner.

O incidente, segundo um funcionário da Defesa dos EUA ouvido pelo site, teria ocorrido ontem a leste do rio Eufrates.

De acordo com ele, as aeronaves russas, caças Sukhoi Su-25, deixaram rapidamente a área, uma zona de desescalada concordada por Washington e Moscou, após a interceptação e os disparos.
Até o momento, nem o Pentágono nem o Ministério da Defesa da Rússia se pronunciaram oficialmente sobre o assunto. Com informações do Sputnik News.

Netos de Edir Macedo negam adoção ilegal; Universal é investigada

© YouTube

Igreja Universal do Reino de Deus é alvo de uma investigação do Ministério Público de Portugal. O Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP), situado em Lisboa, apura, desde a semana passada, a ligação da instituição com uma rede internacional de tráfico de crianças.

“Existe um inquérito relacionado com essa matéria, tendo o mesmo sido remetido ao DIAP para investigação”, confirmou a Procuradoria-Geral da República em resposta à agência Lusa.

Fundada no Brasil, em 1977, pelo bispo Edir Macedo e com templo em Portugal desde 1989, a Universal é acusada, conforme matéria exibida na noite desta segunda-feira (11), pela rede portuguesa TVI, de raptar e agenciar para adoção ilegal crianças portuguesas. O esquema era feito por meio de um lar mantido em Lisboa. Netos de Macedo, Vera de Andrade e Louis Carlos de Andrade teriam sido adotados, inclusive, por meio desta “rede”. Eles são filhos adotivos de Viviane Freitas.

A Universal negou, em comunicado, as acusações. Vera e Louis aparecem, inclusive, em vídeo lançado no canal oficial da igreja no YouTube. “A TVI está dizendo coisas a nosso respeito que não são verdadeiras. Estão dizendo que fomos raptados pela cúpula da Igreja Universal. Nós não fomos raptados, fomos adotados de forma legal por uma família americana e vivemos até os nossos 20 anos com esta família nos Estados Unidos”, disse Louis Carlos.

“Queremos dizer à TVI que não é justo, de forma nenhuma, o que eles estão fazendo conosco. E queremos o direito de resposta”, pede Louis, no vídeo. A Igreja Universal tem hoje nove milhões de fiéis, espalhados por 182 países, 320 bispos e cerca de 14 mil pastores.
(Por Noticias ao minuto)

 

Explosão é registrada no centro de Nova York

© Reuters

© Reuters

Uma explosão ocorreu na manhã desta segunda-feira (11) em Manhattan, Nova York, nos Estados Unidos. Conforme o Departamento de Polícia de Nova York (NYPD) divulgou no Twitter, o estrondo ocorreu entre a Rua 42 e a 8ª Avenida – região onde ficam localizados a Times Square e o Empire State Building.
As informações preliminares são de que a explosão ocorreu nas imediações do terminal rodoviário PortAuthority (Autoridade Portuária), conforme o jornal The New York Times.

O terminal de Port Authority é o maior dos EUA, com um fluxo de 65 milhões de passageiros por ano. Abaixo dele está localizada a estação Times Square-Rua 42 do metrô.
As linhas A, C e E estão sendo evacuadas neste momento. Uma rede de televisão local declara que há feridos. As autoridades ainda não fizeram nenhuma relação com um ataque terrorista. Testemunhas contaram ao The New York Times, no entanto, que duas pessoas foram detidas. Uma estaria carregando um objeto similar a uma bomba caseira.
Noticias ao minuto

Conectando Você com o Mundo, Agora em novo endereço em Ipiaú: Rua Senhor do Bom Fim 127 em frente ao Posto Cinquentenário; Contato: (73) 35314922 Centro.

Macron diz a Netanyahu que reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel é ‘perigosa ameaça à paz’

O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, e o presidente francês, Emmanuel Macron, apertam as mãos durante entrevista coletiva conjunta no Palácio Eliseu, em Paris, no domingo (10) (Foto: Philippe Wojazer/Pool/AFP)

O presidente da França, Emmanuel Macron, disse neste domingo (10) ao primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, que a decisão de Donald Trump em reconhecer Jerusalém como a capital israelense é uma “perigosa ameaça à paz” e “contrária ao direito internacional”.
“A França continua convencida de que a única solução, conforme o direito internacional e a nossos engajamentos a longo prazo, é permitir a existência de dois Estados lado a lado, em paz, e isso só pode acontecer através da negociação. Nós apoiaremos toda a iniciativa neste sentido”, declarou Macron à imprensa, ao lado de Netanyahu.
Durante uma coletiva conjunta após o encontro, no Palácio Eliseu, sede da presidência francesa, Macron também condenou todas as formas de ataque contra Israel realizadas após o anúncio de Trump.
Ele reforçou, porém, que o único modo de resolver a crise, em sua opinião, é através do diálogo. “A paz depende da capacidade dos dirigentes israelenses e palestinos”, afirmou.
O presidente francês diz que sugeriu ao premiê israelense que um primeiro passo seja dado por Israel. “Parece-me que começar pela pausa na colonização e medidas de confiança em relação à Autoridade Palestina são gestos que evocamos com o primeiro-ministro Netanyahu que são importantes”, revelou, de acordo com a Rádio França Internacional.
Apesar de sorridente, Netanyahu deixou claro que não concorda necessariamente com Macron, a quem se referiu como “amigo” durante a coletiva. Mesmo agradecendo o apoio da França pelos “ataques terroristas” sofridos por Israel nos últimos dias, ele praticamente recusou publicamente o conselho do presidente francês.
“Se o presidente da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, quiser a paz, que ele venha negociar com Israel”, disse, afirmando que não há paz entre israelenses e palestinos porque Abbas não quer dialogar.
Ainda durante a entrevista, Netanyahu aproveitou para criticar o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, que disse que Israel é “um estado terrorista que mata crianças”.

Questionado por um jornalista, o premiê israelense respondeu: “Não tenho que receber lições de moral de um dirigente que bombardeia localidades turcas na Turquia, que prende jornalistas, ajuda o Irã a driblar as sanções internacionais e ajuda os terroristas, especialmente em Gaza”.
Netanyahu chegou neste domingo a Paris a caminho de uma reunião com os Ministros de Relações Exteriores da União Europeia na segunda-feira, em Bruxelas, na qual estes tentarão apresentar uma frente unificada após a decisão Trump sobre Jerusalém, segundo a Reuters.
Antes mesmo de deixar Israel, no entanto, o premiê enviou um aviso, dizendo que não pretende aceitar a “hipocrisia” da Europa.
“Embora eu respeite a Europa, não estou preparado para aceitar dois pesos e duas medidas”, afirmou. “Eu escuto vozes de lá condenando a declaração histórica do presidente Trump, mas não escutei condenações aos foguetes lançado contra Israel”, disse.
Netanyahu fazia referência aos disparos de foguetes a partir da Faixa de Gaza contra o território israelense.
A visita de Netanyahu a Europa foi planejada antes da declaração de Trump sobre Jerusalém.
(Fonte: G1)

Trump reconhece Jerusalém como capital de Israel

(Ahmad Gharabli/AFP)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reconheceu nesta quarta-feira Jerusalém como capital de Israel e anunciou que vai mudar a embaixada americana no país para a cidade sagrada.
“O meu anúncio hoje marca o início de uma nova abordagem do conflito entre Israel e os palestinos”, afirmou. “Julgo que esta ação seja para o melhor dos Estados Unidos e da busca pela paz entre Israel e os palestinos”.

O presidente americano garantiu que permanece comprometido com as negociações entre os dois lados. “Os Estados Unidos continuam profundamente empenhados em ajudar a facilitar um acordo de paz aceitável para ambos os lados. Pretendo fazer tudo o que estiver ao meu alcance para ajudar a forjar tal acordo”, disse.
A transferência da representação diplomática de Tel -Aviv para Jerusalém foi uma das principais promessas de campanha de Trump. O estatuto da cidade é um tema-chave no conflito israelense-palestino, e ambas as partes reivindicam a cidade como sua capital.

A questão de Jerusalém

Jerusalém abriga locais sagrados para judeus, cristãos e muçulmanos e, por isso, é central no conflito entre Israel e os palestinos. Em 1947, o Plano de Partilha da Palestina estabeleceu que Jerusalém seria administrada por um conselho tutelar da ONU, em regime internacional. A resolução, contudo, nunca foi cumprida.

Com o armistício após a Guerra de Independência de Israel, em 1949, a cidade acabou dividida pela primeira vez em seus 3.000 anos de existência –a porção ocidental controlada por Israel e a porção oriental, incluindo a Cidade Velha, onde se concentram os principais sítios de significância histórica e religiosa, controlada pela Jordânia.

A divisão da cidade marcou o imaginário social israelense, principalmente porque a Jordânia interditou o acesso de judeus (e de cristãos árabes-israelenses) a áreas sagradas da religião, dessacrando locais como o Muro das Lamentações, o Monte das Oliveiras e destruindo mais de cinquenta sinagogas.

Após a Guerra dos Seis Dias, em 1967, Israel conquistou e ocupou a porção oriental e reunificou a cidade. Desde então, o país afirma que Jerusalém unificada é sua capital indivisível. Já os palestinos reivindicam a parte oriental da cidade como futura capital de seu Estado.

Desde 1967, apesar de Israel exercer de facto sua soberania sobre Jerusalém, os locais sagrados para o Islã permanecem sob a administração do Waqf (patrimônio religioso) da Jordânia.

A posição da maior parte da comunidade internacional, incluindo os Estados Unidos, é a de que o status da cidade deve ser decidido em negociações de paz: em seu anúncio hoje, Trump esclareceu que apesar de estar reconhecendo Jerusalém como capital israelense e de ter decidido iniciar o processo de mudança da embaixada americana para a cidade, isso não significa uma mudança na posição americana ou um reconhecimento das fronteiras municipais atuais.

Todos os países mantêm atualmente suas embaixadas em Tel-Aviv, o principal centro comercial de Israel. Nem sempre isso foi assim. Mesmo sem o reconhecimento explícito de Jerusalém como capital israelense, dezesseis países já mantiveram embaixadas na cidade desde 1950: Bolívia, Chile, Colômbia, Costa do Marfim, Costa Rica, Equador, El Salvador, Guatemala, Haiti, Holanda, Panamá, Quênia, República Dominicana, Uruguai, Venezuela e Zaire (atual República Democrática do Congo). Costa Rica e El Salvador mudaram suas missões diplomáticas para a região de Tel -Aviv entre 2005 e 2006.
Embaixada americana

A transferência da embaixada dos Estados Unidos para Jerusalém e o reconhecimento da cidade como capital de Israel já eram previstos por uma lei aprovada pelo Congresso americano em 1995. A legislação determinava que a mudança deveria ser concretizada até maio de 1999, porém estabelecia a possibilidade de adiamento do prazo a cada seis meses em nome de interesses de segurança nacional americana, caso necessário.

Todos os presidentes americanos se utilizaram da cláusula de adiamento desde então –mesmo Trump, em junho de 2017, decidiu adiar a mudança por mais um período. A nova data para determinar se a mudança ocorreria ou não expirou na última sexta, 1º de dezembro, sem que houvesse sido assinada.

Desde então, muitos rumores sobre as intenções do presidente em reconhecer Jerusalém como capital israelense tomaram os noticiários. A declaração desta quarta põe um fim à dúvida sobre a posição americana, mas abre um período de incertezas na região.

Por que a decisão é tão importante?

Ao reconhecer Jerusalém como a capital de Israel, os Estados Unidos automaticamente romperam com o consenso internacional sobre a questão. Para muitos, a ação pode ser vista como um passo precipitado.

Além disso, o reconhecimento de uma nação como os Estados Unidos, eleva a posição israelense no conflito e, a longo prazo, poderia auxiliar na consolidação da soberania de Israel sobre a cidade.

Trump e o governo de Israel argumentam que o reconhecimento americano é simplesmente um reconhecimento da realidade: Jerusalém abriga todas as instituições governamentais israelenses, é o local onde embaixadores estrangeiros entregam suas credenciais ao presidente do país e onde mandatários de outras nações geralmente se reúnem com o primeiro-ministro de Israel.

Reações

A Casa Branca já havia anunciado as intenções de Trump de alterar o local da representação diplomática americana em Israel na terça-feira. Imediatamente, diversas potências mundiais reagiram à medida.

O papa Francisco, as Nações Unidas, a China e o Reino Unido foram algumas das vozes que constituíram um coro de preocupação em relação às mudanças. “Não posso calar minha profunda preocupação com a situação criada nos últimos dias sobre Jerusalém”, declarou o pontífice durante sua audiência semanal. “Faço um apelo desesperado para que todos se comprometam a respeitar o status quo da cidade, em conformidade às resoluções pertinentes das Nações Unidas”, completou.

O secretário-geral da ONU, Antonio Guterres, afirmou em diversas oportunidades que “devemos ser muito prudentes com o que fazemos”. “O futuro de Jerusalém é algo que deve ser negociado com Israel e os palestinos em negociações diretas, um ao lado do outro”, disse o enviado especial da ONU para o Processo de Paz no Oriente Médio, Nikolay Mladenov em uma entrevista coletiva em Jerusalém.

Antes mesmo do anúncio, os rumores sobre as intenções de Trump geraram reações de repúdio na comunidade árabe. A Liga Árabe pediu que Washington reconsidere sua decisão, enquanto o rei Salman, da Arábia Saudita, aliado dos Estados Unidos no Oriente Médio, advertiu que a mudança poderia desatar “a ira dos muçulmanos em todo o mundo”.

O primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, preferiu até o momento não se pronunciar sobre o assunto.

Várias facções palestinas anunciaram na terça-feira que realizarão três dias de protesto em toda a Cisjordânia contra a decisão de Trump. Segundo os líderes palestinos, marchas estão sendo organizadas com o apoio da Autoridade Palestina. Os grupos prometem mobilizar grande multidões.

Como deve funcionar a mudança de endereço da embaixada?

Do ponto de vista logístico, mudar a embaixada americana para Jerusalém não é muito difícil. Já existe um consulado dos Estados Unidos na cidade, então, teoricamente, a alteração do status da representação diplomática e a mudança do embaixador e de outros funcionários de Tel-Aviv para Jerusalém resolveria grande parte dos problemas.

Informações na mídia americana, no entanto, dão conta de que os americanos planejam construir um novo edifício na cidade, adequado às suas necessidades políticas, de pessoal e de segurança. Se essa for a opção do país, pode levar ainda alguns anos até que a embaixada dos EUA deixe Tel -Aviv.

Mapa de Jerusalém. (Arte/VEJA.com)

‘Guantánamos flutuantes’: como prisioneiros são mantidos em alto-mar

© Reuters

O governo dos Estados Unidos está levando sua luta contra as drogas para outro nível. Para conseguir isso, estabeleceu centros secretos de detenção em vários navios no alto-mar, precisamente no Oceano Pacífico.

O objetivo é parar o fluxo de cocaína e de outras drogas desde a América Central e do Sul, escreve o jornal The New York Times.

Quando esses navios capturam um barco que transporta drogas, os traficantes são levados a esses navios, interrogados e mantidos lá, enquanto a Guarda Costeira executa as diligências necessárias para transferi-los aos EUA e submetê-los a julgamento.

No entanto, este procedimento não é feito em algumas horas ou dias, de fato, pode durar semanas ou meses.

Os porta-vozes da Guarda Costeira estadunidense dizem que podem fazer isso porque os traficantes de drogas não estão formalmente presos antes de chegarem à costa norte-americana, mas alguns casos mais graves estão sendo criticados mesmo pelos responsáveis dessa entidade de vigilância marítima.

Este novo fenômeno já está sendo chamado de “Guantánamos flutuantes”, em referência à prisão instituída na base naval estadunidense em Cuba e para onde foram levados centenas de detidos acusados de terrorismo, com procedimentos que operam fora do sistema de justiça norte-americano.

Seth Freed Wessler, que relatou esta história, indicou que uma série de acordos entre os Estados Unidos e vários países da América Latina permite que o governo norte-americano realize essas operações, com base na aplicação da lei sobre o tráfico de drogas por via marítima.

Wessler narrou, ademais, o caso do cidadão equatoriano Johnny Arcentales, que era pescador, mas, diante da situação precária que estava atravessando na época, aderiu ao tráfico de drogas.

Arcentales e outro homem foram interceptados pela Guarda Costeira e mantidos em um dos navios durante 70 dias, sendo que ambos ficaram acorrentados pelos tornozelos no convés. Arcentales não sabia que seria levado para os EUA e não lhe foi permitido chamar sua família. Finalmente, ele foi levado para um porto na América Central, onde foi notificado que seria entregue à Administração Antidrogas (DEA, na sigla em inglês). Depois de passar dois meses no alto-mar, ele foi transferido para os Estados Unidos, onde foi condenado a 10 anos em uma prisão federal em Nova Jersey.

A questão da legitimidade de tais práticas de detenção da Guarda Costeira dos EUA não foi alguma vez levantada em um contexto internacional ou nos tribunais, disse Wessler.

Ele adiantou, porém, que nos Estados Unidos, alguns juízes já concordaram com os advogados que caracterizaram tais condições como tratamento desumano. No entanto, eles disseram que não há nada que possa ser feito a esse respeito, acrescentou. Com informações do Sputnik

Coreia do Norte condena Trump à morte

© Reuters Donald Trump e Kim Jong-un

A Coreia do Norte declarou nesta quarta-feira que o líder dos Estados Unidos, Donald Trump, foi condenado à morte no país por insultar o presidente Kim Jong-un. “O pior crime pelo qual ele nunca pode ser perdoado foi ousar profanar a dignidade da suprema liderança”, afirmou o editorial do jornal estatal Rodong Sinmun.
“Ele deve saber que é apenas um criminoso hediondo condenado à morte pelo povo coreano”, apontou o jornal.
O texto, que classifica o presidente americano como “depravado” e “velho escravo do dinheiro”, assegura que este “foi ridículo ao manipular a realidade” e “soltar todo tipo de maldições contra nós”, durante seu discurso de 22 minutos na Assembleia Nacional de Seul no último dia 8 de novembro.
Durante uma intervenção especialmente dura, o presidente americano denunciou as violações de direitos humanos na Coreia do Norte e se dirigiu a Kim Jong-un para dizer que se o seu avô, Kim Il-sung, buscava criar um paraíso, “o país acabou se transformando no inferno”.
As referências do político republicano à Coreia do Norte foram constantes inclusive chegou a chamar Kim “gordo e baixinho” em um tuíte, sem que os meios de comunicação oficiais de Pyongyang tenham respondido até agora a essas declarações.
Apesar dos ataques diretos, a Coreia do Norte aguardou até um dia depois de Trump encerrar a extensa excursão pela Ásia, que lhe levou também a Japão, China, Vietnã e Filipinas. O artigo do Rodong assegura que Pyongyang “observou com paciência os ridículos atos de Trump até o final”.
Declaração de guerra
O governo norte-coreano também qualificou como uma “declaração de guerra” o duro discurso de Trump durante sua visita na semana passada a Seul, no qual criticou as condições de vida dos norte-coreanos. “Os imprudentes comentários soltos por Trump durante sua excursão não podem ser vistos de outra maneira que a confirmação da hostilidade da Casa Branca contra a RPDC (sigla da República Popular Democrática da Coreia, nome oficial do país), e como uma declaração de guerra”, apontou o editorial do Rodong Sinmun.
Não foi a primeira vez que Pyongyang comparou as ações do americano a ameaças bélicas. Em julho e em setembro deste ano a Coreia do Norte fez declarações semelhantes.
A visita de Trump à Ásia esteve muito marcada pelas tensões com a Coreia do Norte e a chamada à comunidade internacional para que esteja unida na hora de condenar e pressionar o regime de Pyongyang para que ponha fim ao seu programa nuclear e de mísseis.
(com EFE)

Terremoto na fronteira entre Irã e Iraque deixa ao menos 328 mortos

Foto: Reprodução / Twitter @RudawEnglish

Um terremoto de 7,3 graus na escala Richter deixou ao menos 328 mortos na noite deste domingo (12) na região da fronteira entre o Irã e o Iraque, além de ao menos 2.530 feridos, segundo informações da rede Al Jazeera. Destes últimos, pelo menos 382 permanecem em hospitais. A maioria das vítimas é da cidade iraniana de Sarpol-e Zahab. De acordo com dados do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, em inglês), o tremor mais forte foi registrado às 21h28 (hora local, 13h em Brasília) próximo a Halabjah, no sudoeste de Sulaymaniyah, cidade situada na região curda semiautônoma no nordeste do Irã. O epicentro estava a 33,9 quilômetros de profundidade e o terremoto chegou a ser sentido no Catar, país vizinho ao Irã, separados pelo Golfo Pérsico.

Atirador de igreja no Texas era professor de estudos bíblicos

© Mohammad Khursheed/Reuters

© Mohammad Khursheed/Reuters

“Ela é p*** má”. A legenda ilustra a fotografia de uma arma semiautomática AR-15, uma das muitas compartilhadas por Devin P. Kelley. O texano de 26 anos é apontado pela polícia norte-americana como o responsável pelo tiroteio na Primeira Igreja Batista de Kingsville, em Sutherland Spring, no Texas, neste domingo (5). Pelo menos 26 pessoas morreram e outras 24 ficaram feridas. Kelley, que era professor voluntário de estudos bíblicos no local do atentado e serviu na Força Aérea até 2014, quando foi expulso por causa desconhecida, morreu durante perseguição policial no Condado de Guadalupe.

Robert Murphy, porta-voz da delegacia de Gudalupe, não informou se o atirador cometeu suicídio ou foi morto por policiais. As agências norte-americanas relatara que serviços de inteligência tentam refazer os últimos dias de Kelley e que, na noite deste domingo, agentes do esquadrão antibombas e cães farejadores entraram na casa do suspeito.

Conforme Kelley declarou previamente na rede social LinkedIn, ele se formou na New Braunfels High School, em 2009, e trabalhou em logística e suprimento na Força Aérea. Após sair das Forças Aéreas, o suspeito começou a atuar como professor de estudos bíblicos.

De acordo com o site “Gun Violence Archive”, é o 35º ataque a tiros cometido nos Estados Unidos desde outubro. Só em 2017, foram mais de 52 mil usos violentos de armas. Diretamente do Japão, onde desembarcou neste sábado (4) para dar início a uma viagem pela Ásia, Donald Trump lamentou o episódio e tentou tranquilizar os americanos. “Que Deus esteja com o povo de Sutherland Springs, Texas. O FBI e a aplicação da lei estão em cena. Estou monitorando a situação do Japão”.


(Informações: Noticias ao minuto)

Arábia Saudita intercepta míssil lançado sobre a capital Riad

Arábia Saudita intercepta míssil lançado pelo Iêmen (Youtube/Reprodução)

A Arábia Saudita interceptou um míssil lançado pela força aérea do Iêmen sobre a capital Riad, segundo informações da rede americana CNN. O míssil foi interceptado a nordeste da cidade, próximo ao Aeroporto Internacional King Khalid.
Segundo o canal El-Ekhbariya, oficial do governo saudita, o míssil “não deixou feridos, nem provocou danos”. Já o Ministério da Defesa do Iêmen disse que o ataque “abalou a capital saudita” e que a operação foi bem sucedida. Disse também que foi usado no ataque um míssil balístico de longo alcance fabricado no Iêmen e chamado “Burqan 2H”.
Um vídeo publicado no YouTube mostra o momento em que supostos projéteis da Força Aérea saudita foram lançados perto do aeroporto para interceptar o míssil.

Cenário de guerra
Uma coalizão liderada pela Arábia Saudita vem combatendo rebeldes Houthi, que são apoiados pelo Irã, no Iêmen. Os rebeldes derrubaram em 2015 o governo internacionalmente reconhecido do país. O Iêmen é cenário de uma guerra entre as forças do governo e os rebeldes huthis. Em setembro de 2014, estes últimos se apoderaram da capital, Sanaa, e de grandes extensões de território no norte do país.
Em março de 2015, o governo do presidente Abd Rabbuh Mansur Al-Hadi recebeu o apoio de uma coalizão árabe liderada por Riad. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), o conflito deixou mais de 8.650 mortos e cerca de 58.600 feridos.
(Com Estadão Conteúdo e AFP)

Tiroteio em igreja no Texas deixa vários feridos

Atirador em Sutherland Spring, no Texas, deixa feridos em uma igreja – 05/11/2017 (Liz Summers/Reuters) Homem que começou a atirar no estabelecimento foi morto pela polícia. Vítimas estão sendo levadas para hospitais da região

Um tiroteio na igreja Batista da cidade de Sutherland Springs deixou diversos feridos na manhã deste domingo. De acordo com o canal americano KSAT, um homem entrou no estabeleciomento e abriu fogo por volta das 11h30 e depois, foi morto pela polícia. 

De acordo com o jornal local Dallas Morning News, uma criança de dois anos estava entre as vítimas no local. Testemunhas afirmaram que, normalmente, aproximadamente 50 pessoas frequentam a igreja. Os feridos ainda estão sendo levadas para hospitais da região para serem atendidas. Seis helicópteros estão ajudando no transporte.

(Fonte: Veja.com)

Acidente em laboratório nuclear na Coreia do Norte deixa 200 mortos

© KCNA

Acredita-se que o colapso ocorreu durante a construção de uma nova instalação subterrânea em um site militar no nordeste da Coréia do Norte, segundo o relatório.
Ainda não há uma confirmação oficial do fato, tendo em vista as dificuldades do acesso à informação na Coreia do Norte. Segundo o jornal inglês DailyMail, o fato foi passado por uma “fonte” norte-coreana, não identificada.

De acordo com a televisão japonesa Asahi , 100 pessoas ficaram presas nos túneis e um colapso adicional aconteceu durante as tentativas de resgatá-las, aumentando o número de mortos para pelo menos 200.
Ainda segundo o DailyMail, o incidente foi resultado do enfraquecimento do solo ao redor do local onde teria sido feito o sexto teste nuclear da Coreia do Norte.

(Informações: Noticias ao minuto)

May insiste, mas um “não” ao Brexit ganha força

Primeira-ministra britânica, Theresa May, durante coletiva de imprensa em Bruxelas, na Bélgica 20/10/2017 REUTERS/Francois Lenoir

A primeira-ministra britânica, Theresa May, vai se reunir nesta terça-feira com seus ministros mais próximos para discutir qual será o novo passo do país nas negociações sobre o Brexit, o processo de saída do país da União Europeia.
A conversa desta terça-feira será liderada pelo negociador oficial no Reino Unido, David Davis, e faz parte de uma necessidade de May de conseguir algum progresso na negociação.

Os termos da saída britânica do bloco europeu estão sendo negociados desde o dia 19 de junho, mas travaram no ponto sobre o tamanho da dívida que o Reino Unido precisa quitar com a União Europeia, já que o orçamento até 2020 contava com a participação do país na divisão das contas.
A indefinição do lado britânico sobre o quanto o país estaria disposto a pagar tem atrapalhado o andamento das conversas, e já levantam um debate sobre uma antecipação de eleições, para que um novo comandante eleito tenha mais liberdade para definir como tocar o processo.

A negociação anda tão embolada que, além de a credibilidade de May estar em xeque, também se fala que o negociador da União Europeia, Michel Barnier, está tendo conversas paralelas com políticos que apoiaram o “Remain”, grupo que era a favor da permanência do Reino Unido no bloco, no referendo de junho de 2016.

O porta-voz da União Europeia, Alexander Winterstein, negou a acusação e reiterou que as portas de Barnier estão sempre abertas para o diálogo.
A União Europeia tem encorajado que haja um período de transição para a saída do Reino Unido até 2020 – mesmo que o processo de saída tenha que ser concluído até junho de 2019.

Apesar de os europeus continuarem colocando propostas na mesa, o Reino Unido não tem conseguido avançar – e Theresa May já começa a se preparar para o pior. Na reunião desta terça, também deve ser discutido com os ministros o que o país deverá fazer caso as negociações com a União Europeia sejam frustradas. Um não acordo já é uma possibilidade.

Fonte: EXAME

Milhares marcham em Barcelona contra declaração de independência

© Yves Herman/Reuters

Centenas de milhares de pessoas estão nas ruas de Barcelona neste domingo (29) para protestar contra a declaração de independência da Catalunha. Os organizadores falam em 1,1 milhão de pessoas, mas ainda não há dados oficiais das autoridades.
Entre a multidão, há cartazes que destacam o “orgulho de ser catalão”, mas pedem a permanência da região na Espanha. Em vários deles, há contestações sobre os resultados do referendo pró-separação. “38% não é a Catalunha”, diz um deles.

No referendo do início do outubro, segundo dados divulgados pelo governo regional, 43% dos moradores da Catalunha foram às urnas e mais de 90% deles se mostraram favoráveis à independência.
Quem também engrossou o coro contra a independência foi o presidente do Parlamento Europeu, Antonio Tajani, durante um evento na Itália.

“Ninguém pretende reconhecer a independência da Catalunha, que é uma região da Espanha. Trata-se apenas da vontade de uma minoria e de um governo que não teve sequer força de fazer um referendo legítimo”, disse o italiano.

Puigdemont

Destituído do cargo de presidente catalão, Carles Puigdemont pode pedir asilo político na Bélgica, é o que informa a mídia do país citando fontes do governo. Isso porque, desde que o Parlamento declarou a independência, há rumores de que o líder pode ser preso já no início desta semana.
Neste domingo, o secretário belga para o Asilo e a Migração, Theo Francken, afirmou que o governo de seu país “ainda não recebeu nenhum pedido”, mas afirmou que as “coisas podem evoluir muito rapidamente”.

“Quando vemos a situação, a repressão de Madri e as condenações que eles estão correndo o risco de sofrer, nós podemos nos questionar se haverá um processo justo”, destacou Francken reconhecendo, no entanto, que um medida do governo belga pró-Puigdemont “nos colocaria em uma posição diplomática delicada com a Espanha”.
Na última sexta-feira (27), o Parlamento catalão aprovou a declaração de independência da Espanha, com base nos resultados do referendo do início do mês. No mesmo dia, horas depois, o governo espanhol conseguiu aprovar no Senado a inédita ativação do artigo 155, que retira temporariamente a autonomia regional e faz um intervenção política.

Por conta disso, neste sábado (28), o governo de Mariano Rajoy anunciou que a vice-premier Soraya Saenz de Santamaria tornou-se a presidente da região catalã até as novas eleições, marcadas para dezembro. Com informações da Ansa.

Número de mortos em pior ataque na Somália passa de 300

© Reuters O ataque é considerado o pior da história do país

O número de mortos em um atentado com um caminhão-bomba na capital da Somália subiu para mais de 300, informaram nesta segunda-feira (16) as autoridades locais.
De acordo com Abdulkadir Adam, médico e diretor do serviço de ambulâncias Aamin Ambulance, a expectativa é de que esse número aumente ainda mais nas próximas horas. O ataque é considerado o pior da história do país.

A ofensiva ocorreu no último sábado (14) em frente ao hotel Safari, que fica perto de ministérios do governo somali e em uma rua bastante movimentada de Mogadíscio. O prédio foi amplamente destruído pela explosão. Os médicos ainda lutam para salvar centenas de feridos, muitos deles queimados. O presidente Mohamed Abdullahi Mohamed declarou três dias de luto e se juntou às milhares de pessoas que responderam aos apelos desesperados dos hospitais por doações de sangue. “Estou implorando ao povo somali para que doem”, afirmou o mandatário.

A Itália também condenou o atentado e expressou solidariedade ao povo somali. “Nosso pensamento vai para as famílias das vítimas com a esperança de recuperar os feridos”, afirmou o ministro das Relações Exteriores da Itália, Angelino Alfano, em comunicado. “Nós confiamos que o Governo Federal e os membros federais se unirão para superar essa tragédia e construir um futuro tão aguardado de paz e prosperidade para o país”, finalizou.

A explosão ainda não foi reivindicada, mas o governo culpa o grupo fundamentalista islâmico somali Al Shabab, que vem aumentando suas ações no centro e no sul do país nos últimos meses. A milícia está em guerra contra o Exército e os mais de 20 mil homens enviados pela União Africana, que contam com o apoio de drones dos Estados Unidos.

O atentado ocorreu dois dias depois de um encontro em Mogadíscio entre o presidente da Somália e expoentes do comando dos EUA na África. Além disso, três dias atrás, o governo perdeu dois membros de seu alto escalão, o ministro da Defesa Abdirashid Abdullahi Mohamed e o chefe das Forças Armadas Ahmed Jimale.
Situado no Chifre da África, o país é um dos mais vulneráveis do mundo por causa da pobreza disseminada, da atuação de milícias terroristas e da instabilidade política. Em março passado, o governo somali chegou a declarar estado de calamidade nacional por causa da fome. Com informações da ANSA.

Força Aérea de Israel elimina bateria de defesa antiaérea na Síria

© DR

A Força Aérea de Israel eliminou bateria de defesa antiaérea na Síria em resposta ao ataque, informou a assessoria de imprensa do exército israelense.
“A Força Aérea de Israel atacou e eliminou a bateria de defesa antiaérea da Síria a leste de Damasco. A bateria em questão lançou míssil contra aviões israelenses”, lê-se no comunicado.
O ataque foi realizado em resposta ao lançamento do míssil contra aviões israelenses que estavam patrulhando espaço aéreo do Líbano em operação de vigilância.
Os militares israelenses informaram em tempo real às Forças Armadas russas sobre o ataque, disse aos jornalistas um representante da assessoria de imprensa do exército de Israel.
O incidente ocorreu nas vésperas da visita do ministro da Defesa russo, Sergei Shoigu, a Israel.
Trata-se do incidente mais recente em uma longa lista de ataques mútuos entre Israel e Síria. Israel considera os ataques sírios como acidentais que estão ligados a conflitos internos, mas sempre responde com ataques contra as forças governamentais sírias. Tel Aviv declarou que mantém a política de neutralidade, mas “não vai tolerar violação de sua soberania”. Com informações do Sputnik News.

Sobe para 231 número de mortos em atentado com caminhões-bomba na Somália

Forças de Segurança resgatam um ferido em ata que em Mogadíscio, Somália (Foto: Reuters/Feisal Omar)

O atentado com dois caminhões-bomba cometido neste sábado (14) por supostos integrantes do grupo jihadista Al Shabab na capital da Somália, Mogadíscio, matou pelo menos 231 pessoas e deixou mais de 275 feridas, confirmaram à Agência Efe fontes dos serviços de saúde do país.

Os hospitais, escassos de medicamentos e sangue, estão superlotados de feridos. O ataque ao Safari Hotel e a um movimentado mercado da cidade é o pior já ocorrido na história do país com base no balanço de mortos, que ainda pode aumentar.

De acordo com a imprensa somali, a maioria dos mortos eram civis, principalmente vendedores ambulantes. Por enquanto, embora a mídia local e analistas considerem certo que Al Shabab está por trás do atentado, o grupo ainda não reivindicou a autoria do ocorrido.

Al Shabab, que em 2012 se filiou à rede internacional da Al Qaeda, controla parte do território no centro e no sul do país e tenta instaurar um Estado islâmico wahabista na Somália.

O país vive em estado de guerra e caos desde 1991, quando o ditador Mohamed Siad Barre foi derrubado, o que deixou o país sem um governo efetivo e em mãos de milícias radicais islâmicas, senhores da guerra que respondem aos interesses de um clã determinado e grupos armados.

(Fonte: G1.globo.com)

Sexo com esposa menor de idade passa a ser estupro na Índia

© pixabay

 

A exceção que permitia a relação sexual entre um homem e sua esposa menor de idade, entre 15 e 18 anos, foi derrubada nesta quarta-feira (11) pelo Supremo Tribunal da India. A partir de agora, manter relações sexuais com uma esposa que tenha menos de 18 anos além de ser considerado ilegal vai ser julgado como estupro, decisão histórica que deve afetar milhões de garotas do país.

Segundo informações do G1, casamentos para meninas com menos de 18 anos e meninos com menos de 21 anos de idade são proibidos naquele país. Porém, a prática do casamento infantil é comum em áreas rurais e atrasadas, onde as leis não são aplicadas de forma controlada, lugares em que imperam a pobreza e as normas sociais patriarcais.

Na Índia, já era considerado estupro o sexo consentido com uma menina com idade inferior a 16 anos. A exceção derrubada nesta quarta (11) faz com que também seja considerado estupro a relação sexual consentida com esposa entre 15 e 18 anos. Dados da Unicef, de 2014, revelaram que o país abriga um terço dos casamentos infantis mundo afora.
Com informações: Noticias ao minuto

Senador dos EUA: ‘ameaças de Trump podem começar 3º Guerra Mundial’

© REUTERS/Carlos Barria

O senador norte-americano Bob Corker declarou que a política do presidente dos EUA, Donald Trump, pode levar a um conflito de grande escala.
O presidente do Comitê para Relações Exteriores do Senado, Bob Corker, disse em entrevista ao jornal The New York Times, publicada no domingo (8), que as ameaças do presidente dos EUA, Donald Trump, podem levar o país à Terceira Guerra Mundial.
Segundo o senador, Trump desempenha seu cargo como se fosse um “reality show”. “Ele me deixa preocupado. Todos que se importam com nossa nação deveriam ficar preocupados”, afirmou Corker.
Além disso, o senador acusou Trump de afetar negativamente os esforços diplomáticos dos EUA através de suas publicações no Twitter.
“Houve casos que as suas mensagens no Twitter prejudicaram as negociações”, disse o senador, não dando exemplos concretos.
Anteriormente, Corker declarou que não apresentará a sua candidatura para a reeleição no terceiro mandato nas eleições intercalares em 2018. Trump comentou essa decisão no Twitter, dizendo que o senador “não teve coragem para concorrer” e que lhe foi negado o cargo de secretário de Estado por ser um dos responsáveis pelo acordo nuclear com o Irã.
Corker, por sua vez, disse que “a Casa Branca tem se tornado um jardim de infância”.
Nos últimos tempos, Washington e Pyongyang têm trocado ameaças. Trump aproveitou o seu primeiro discurso na Assembleia Geral das Nações Unidas para ameaçar mais uma vez a Coreia do Norte, prometendo destruir o país se Pyongyang não parar de colocar a segurança internacional em risco com seus testes nucleares e de mísseis. Com informações do Sputnik News.

Atirador de Las Vegas transferiu US$ 100 mil para Filipinas

© REUTERS / Steve Marcus

Antes de cometer um massacre em Las Vegas, o atirador Stephen Paddock fez uma transferência de US$ 100 mil para uma conta nas Filipinas, país de origem de sua namorada, Marilou Danley.
De acordo com a “NBC News”, a movimentação financeira ocorreu uma semana antes do tiroteio, mas as autoridades ainda não conseguiram descobrir o motivo do envio. Nascida nas Filipinas, Danley é cidadã australiana e morava nos EUA.
No momento do ataque, ela estava em Hong Kong, onde foi ouvida por agentes norte-americanos, que descartaram ligação da mulher com o massacre em Las Vegas. Com informações da ANSA.