Xi Jinping é recebido com tapete vermelho por Trump em 1ª visita de Estado em mais de 10 anos

WASHINGTON - O presidente da China, Xi Jinping, chegou aos Estados Unidos no início da noite desta quarta-feira, 23, e teve uma recepção incomum de Donald Trump
O líder americano foi ao encontro de seu homólogo ainda na pista da Base Conjunta Andrews, nos arredores de Washington, em vez de aguardar sua chegada à Casa Branca. A cerimônia de recepção contou com tapete vermelho e banda militar.

Trump aguardou Xi no pé da escada do avião, onde os dois líderes se cumprimentaram. A recepção demonstra o empenho do americano em homenagear o mandatário chinês, que faz uma visita de Estado aos EUA pela primeira vez em mais de uma década - a última ocorreu em 2015, durante o governo de Barack Obama.

Após as saudações iniciais, Trump e Xi caminharam pelo tapete vermelho, seguidos por suas esposas. Uma banda próxima tocava o hino nacional americano. Trump também sorriu durante a apresentação aérea. Ao final do hino, Trump sorriu e deu um tapinha no ombro de Xi.

Trump e Xi devem tratar de assuntos como inteligência artificial, comércio, terras raras, semicondutores e Taiwan. É possível que os dois também discutam as guerras no Irã e na Ucrânia.
A visita de Estado deve durar três dias. A programação oficial na Casa Branca começa na quinta-feira, 24, com uma cerimônia de recepção para o presidente chinês e sua mulher, Peng Liyuan. À noite, Trump oferecerá um jantar de Estado à delegação chinesa.

Na sexta-feira, 25, o presidente chinês e Peng devem retornar à sede do governo americano para um encontro com Trump e a primeira-dama Melania Trump. Depois, os dois casais visitarão os Arquivos Nacionais dos Estados Unidos.

A visita dee Xi ocorre em um momento turbulento para os dois líderes, mesmo que analistas de política externa prevejam poucos avanços significativos até o final da cúpula.
Xi supervisiona uma economia em sua pior situação em décadas. E a poucos meses das eleições de meio de mandato, Trump enfrenta baixos índices de aprovação, consequência da frustração dos americanos com os altos preços da energia, causados ??em parte pela guerra entre EUA e Israel no Irã.

Quando os dois se encontraram no ano passado na Coreia do Sul, saíram com uma diminuição da tensão após meses de uma guerra comercial cada vez mais acirrada. Essa trégua, no entanto, deve expirar em novembro.
Resta saber também se Trump confrontará Xi em outros pontos de tensão. No mês passado, Trump fez um pronunciamento em horário nobre acusando a China de interferir nas eleições de 2020. E a China tem desempenhado um papel ativo no apoio ao Irã, segundo diversos funcionários americanos, inclusive fornecendo a Teerã imagens de satélite e acesso a um satélite espião que as forças militares iranianas têm usado para realizar ataques na região.

Mas, recentemente, Trump parece estar mais focado em agradar o líder que ele descreveu como “um amigo” / Com AFP, AP e NYT

Flávio Bolsonaro procura União-PP, que avalia apoio no 2º turno com garantia para Alcolumbre no Senado

Ciro Nogueira-Foto: Augusto Tenório/Arquivo/Raphael Di Cunto
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) procurou nesta semana os presidentes do PP, o senador Ciro Nogueira (PP-PI), e do União Brasil, Antônio Rueda, para pedir o apoio dos partidos em um eventual segundo turno.

Os partidos, que juntos formam uma federação, avaliam a aliança, mas querem atrelar um apoio a um espaço num eventual governo bolsonarista e à permanência de Davi Alcolumbre (União-AP) na presidência do Senado.

Flávio Bolsonaro chegou perto de fechar uma aliança com o PP e União Brasil no primeiro turno, mas não conseguiu por falhas na sua articulação, pela explosão do caso "Dark Horse" e por uma pressão do governo Lula pela neutralidade das legendas. Como estão federados, os partidos funcionam como um só e precisam tomar uma decisão conjunta sobre um apoio formal.

Desta vez, ao contrário do que ocorreu no primeiro turno, Ciro Nogueira está propenso a apoiar Flávio numa segunda fase da disputa. De acordo com aliados, o senador se irritou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que foi ao Piauí e o chamou indiretamente de "vira-lata", apoiando adversários do PP na corrida pelo Senado.

Como mostrou a Folha, Nogueira tinha uma espécie de pacto de não agressão com Lula. Mesmo aliado ao bolsonarismo, após ser ministro da Casa Civil do governo Bolsonaro, o presidente do PP precisa angariar votos lulistas para se reeleger senador pelo Piauí, que na última eleição deu 74,25% ao petista no primeiro turno.

O pacto de não agressão previa que Lula não atacasse Ciro Nogueira diretamente e concentrasse apoio apenas em Marcelo Castro (MDB), deixando de lado Júlio César (PSD) na eleição ao Senado. O presidente do PP, então, deixaria o partido neutro na eleição presidencial.

Agora, diante da postura de Lula a favor de Júlio César e contra Ciro, o PP não teria mais compromisso com a neutralidade. Enquanto isso, segundo aliados, Flávio Bolsonaro cortejou Nogueira garantindo que não iria ao Piauí antes do primeiro turno para não expor ao eleitorado do estado, majoritariamente lulista, a relação entre os dois.

Além da sobrevivência eleitoral de Nogueira, pesa para a reaproximação a perspectiva de vitória bolsonarista em dois Poderes. Na corrida pela Presidência, lideranças do centrão voltaram a apontar favoritismo de Flávio Bolsonaro na disputa contra Lula.

A ala majoritária do centrão avalia que o escândalo do Banco Master prejudica pouco Flávio Bolsonaro diante da crise envolvendo o ministro do STF Alexandre de Moraes. A campanha bolsonarista tem colado a imagem do magistrado no presidente Lula, que passou a enfrentar dificuldades nas últimas pesquisas de intenção de voto.

A federação também é cética quanto ao impacto eleitoral do pacote de bondades preparado por Lula, por acreditar que ele foi lançado muito próximo do primeiro turno. O presidente anunciou no dia 17 de setembro um reajuste do Bolsa Família, e antes assinou medidas para conter o preço dos combustíveis.

Apesar do interesse inicial da federação União Progressista em apoiar Flávio, dirigentes do grupo pregam cautela. Primeiro, querem ter em mãos o resultado do primeiro turno para comprovar ou não o favoritismo do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro.

Segundo, União e PP também querem ter em mãos o número da bancada eleita no Congresso. O principal interesse do União Brasil é preservar Davi Alcolumbre no comando do Senado, a despeito do plano bolsonarista de assumir o controle da Casa.

O PL acredita que conseguirá uma maioria capaz de eleger um presidente do Senado alinhado à pauta do impeachment de ministros do STF. Já Alcolumbre deve contar com o apoio do governo Lula (PT) e do centrão para continuar no cargo a partir do ano que vem. Ele é contra dar sequência ao afastamento dos magistrados.

Dessa forma, a eleição para a presidência do Senado, em fevereiro de 2027, pode ser um dos entraves para um apoio a Flávio Bolsonaro. Uma reunião entre os presidentes da federação União-PP está marcada para o dia 6 de outubro, em Brasília, com a bancada eleita pela federação. Uma decisão sobre o posicionamento nacional da legenda deve sair desse encontro.

Enquanto a federação União-PP se reaproxima de Flávio Bolsonaro, os demais partidos do centrão jogam parados. No Republicanos, lideranças avaliam a eleição como aberta e trabalham para manter sua distância da disputa presidencial.

Já no PSD a situação é imprevisível. Como mostrou a Folha, aliados do presidente Lula querem garantir a neutralidade do partido. Mas a tendência do candidato da legenda à Presidência, Ronaldo Caiado, é apoiar Flávio Bolsonaro no segundo turno.

Já o presidente nacional do partido e vice de Caiado na chapa presidencial, Gilberto Kassab, tende à neutralidade e deve, no mínimo, encarecer qualquer apoio. Lideranças do Nordeste, com tendência lulista, comandam uma ala importante do PSD.

Por Augusto Tenório e Raphael Di Cunto/Folhapress

Avanço de Flávio Bolsonaro faz Lula reavaliar estratégia, e presidente deve ir a debate da Globo

Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação/PR
Antes propenso a participar apenas no segundo turno das eleições, o presidente Lula (PT) avalia ir ao debate da Globo na quinta-feira (1º), diante do avanço de Flávio Bolsonaro (PL) nas pesquisas de opinião.

O presidente ainda não tomou essa decisão, mas aliados insistem na participação do petista como forma de antecipar o embate que se dará em eventual segundo turno, apesar da avaliação de que ele será alvo dos demais participantes.

Como argumento a favor da presença dele está a necessidade de defesa do governo que estará sob ataque diante de uma audiência que atingiu 26 pontos no primeiro turno de 2022, além de proporcionar cortes de cenas para exibição nas redes sociais.

O ministro-chefe da Secom (Secretaria de Comunicação da Presidência), Sidônio Palmeira, e o presidente do PT, Edinho Silva, estão entre os defensores da participação de Lula.

O comando da campanha foi avisado que o púlpito reservado ao presidente ficará vazio caso ele falte ao debate. Outro argumento a favor é que ocorrerá no horário de pico de audiência, logo após o Jornal Nacional.

Se Lula não comparecer, há uma avaliação de que Flávio Bolsonaro também deve faltar para não responder sobre sua relação com o escândalo do Banco Master.

Em maio, foi divulgado um áudio em que o senador pede dinheiro ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para concluir um filme sobre seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Contra a presença do presidente no debate, petistas dizem que ele poderá virar alvo dos adversários, alinhados politicamente à direita, permitindo que o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro faça dobradinha com os demais candidatos.

Além disso, não haveria garantias da presença de Flávio mesmo com eventual confirmação de Lula. Embora ele condicione sua participação à do presidente, o senador do PL poderá desistir em cima da hora.

Os esforços do presidente para driblar a rouquidão também têm preocupado os assessores, por imprimirem um tom raivoso à fala de Lula.

A ausência de presidentes em debates durante campanhas à reeleição é uma estratégia conhecida. Em 2006, quando concluía seu primeiro mandato, Lula decidiu não comparecer aos encontros do primeiro turno, confiando na ampla vantagem que tinha sobre o segundo colocado –o hoje vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB, à época no PSDB).

Em 1998, Fernando Henrique Cardoso (PSDB) também não compareceu a debates. Ele venceu a eleição já no primeiro turno.

Neste ano, porém, as pesquisas apontam para um empate entre os líderes. A última pesquisa Datafolha mostrou que Lula tinha 39% e estava tecnicamente empatado com Flávio Bolsonaro, com 36%.

A distância atual entre Lula e Flávio Bolsonaro no 1º turno é a mais curta desde a primeira quinzena de maio, quando o petista marcava 38%, ante 35% do adversário.

O primeiro debate presidencial da eleição de 2026, em 23 de agosto, teve três participantes: Ronaldo Caiado, Renan Santos e Augusto Cury. O número de presentes foi o menor num debate inaugural desde 1989, quando as emissoras passaram a promover eventos do tipo.

Lula e Flávio Bolsonaro decidiram não comparecer, e Romeu Zema também anunciou desistência, atribuindo a decisão à ausência dos dois favoritos.

Por Catia Seabra/Folhapress

Ibirataia amplia política de EJA com bolsa de estudos, inclusão e acompanhamento pedagógico

Medidas adotadas entre 2025 e 2026 incluem incentivo financeiro, transporte, alimentação, fardamento, formação de profissionais e novas estratégias de inclusão

Foto: Divulgação/Decom-PMI
A Educação de Jovens e Adultos (EJA) ganhou novas frentes de atuação em Ibirataia ao longo de 2025 e 2026. A modalidade passou a contar com uma política de permanência que reúne incentivo financeiro, transporte gratuito, alimentação escolar, fardamento, acompanhamento pedagógico e formação continuada de professores e coordenadores. As medidas buscam criar condições para que jovens, adultos e idosos não apenas retornem à escola, mas encontrem suporte para continuar estudando.

Um dos principais marcos desse processo foi a criação do Programa de Bolsa de Estudos da EJA, instituído em 2025 pela Lei Municipal nº 1.276/2025. O programa estabeleceu um incentivo financeiro condicionado à frequência e ao aproveitamento escolar. Em 2026, o valor foi atualizado para R$ 120 por trimestre, conforme o Decreto nº 6.533/2026.

A iniciativa colocou a permanência escolar no centro da política municipal para a modalidade. Para muitos estudantes da EJA, o retorno à sala de aula acontece paralelamente ao trabalho, às responsabilidades familiares e a outras demandas da vida adulta. Nesse cenário, medidas de apoio podem representar condições adicionais para manter a frequência e dar continuidade ao percurso escolar.

Além da bolsa, a rede municipal disponibiliza transporte gratuito, alimentação escolar e fardamento para os estudantes da modalidade. As ações integram uma estratégia de suporte à rotina escolar e de redução de obstáculos que podem dificultar o acesso e a permanência.

Acompanhamento pedagógico passa a ter papel central

Foto: Divulgação/Decom-PMI

O fortalecimento da EJA também envolve o trabalho realizado dentro das escolas. A Coordenação Técnico-Pedagógica da modalidade mantém acompanhamento das atividades em articulação com as equipes gestoras e os coordenadores pedagógicos.

O trabalho inclui orientações aos professores, acompanhamento das práticas pedagógicas, análise das necessidades das turmas, diálogo com as equipes escolares e encaminhamento das demandas identificadas.

A mudança de perspectiva é tratar a EJA como uma política que precisa ser acompanhada continuamente, e não apenas como uma modalidade responsável pela oferta de vagas.

Isso significa observar o cotidiano escolar, identificar dificuldades, discutir estratégias pedagógicas e considerar as características específicas de estudantes que possuem diferentes idades, histórias de vida e ritmos de aprendizagem.

Formação continuada fortalece atuação dos profissionais

Foto: Divulgação/Decom-PMI

Outro eixo da política desenvolvida no período é a formação continuada dos profissionais.

Durante 2025 e 2026, professores e coordenadores participaram de encontros e atividades formativas relacionados a planejamento, metodologias de ensino, inclusão, diversidade e especificidades da Educação de Jovens e Adultos.

Em 2026, a agenda de formação ganhou continuidade, com momentos de estudo, escuta e troca de experiências. A proposta é que a qualificação dos profissionais esteja integrada ao acompanhamento pedagógico e às necessidades observadas nas unidades escolares.

A formação, dessa maneira, deixa de ser uma atividade pontual e passa a fazer parte de um processo permanente de desenvolvimento profissional e discussão das práticas realizadas em sala de aula.

Inclusão leva a EJA para novos espaços

A ampliação da política de EJA também pode ser observada em ações voltadas à inclusão.

Em setembro de 2026, uma iniciativa articulada com o CAPS envolve 30 estudantes em oficinas e atividades educativas. A experiência reúne educação, convivência e cidadania e amplia os espaços nos quais os estudantes podem desenvolver atividades relacionadas à aprendizagem.

A iniciativa reforça uma característica própria da modalidade: a necessidade de construir estratégias que considerem os diferentes públicos atendidos e suas condições de participação.

De volta à escola, mas com novas possibilidades

A trajetória da EJA em Ibirataia entre 2025 e 2026 mostra uma ampliação das ações que envolvem a modalidade. O período reúne a criação e atualização da Bolsa de Estudos, serviços de apoio aos estudantes, acompanhamento pedagógico, formação continuada e experiências de inclusão.

Mais do que assegurar uma matrícula, o desafio da EJA está relacionado à construção das condições necessárias para que o estudante permaneça na escola e avance em sua aprendizagem.

É nesse ponto que as ações desenvolvidas no período passam a atuar de forma integrada: o incentivo financeiro contribui para a permanência; o transporte facilita o acesso; a alimentação e o fardamento apoiam a rotina escolar; o acompanhamento pedagógico aproxima a Secretaria das unidades; e a formação continuada busca fortalecer quem está diretamente envolvido no processo de ensino.

A EJA atende pessoas que chegam à escola carregando diferentes trajetórias. Algumas interromperam os estudos para trabalhar, outras por questões familiares ou por circunstâncias que dificultaram a continuidade da vida escolar. O retorno representa, para esses estudantes, uma nova etapa de sua formação.

Em Ibirataia, 2025 marcou a criação de novas bases de apoio à modalidade. Em 2026, as ações passaram a incorporar também um acompanhamento mais próximo das práticas pedagógicas, a continuidade das formações e novas experiências de inclusão.

O resultado é uma política que amplia suas frentes de atuação e busca aproximar a educação da realidade de quem decide voltar a estudar.

Educação de Jovens e Adultos é, antes de tudo, uma política de garantia de direitos. E cada estudante que retorna à sala de aula representa uma nova oportunidade de construir conhecimento, recuperar projetos interrompidos e abrir caminhos para o futuro.

Fonte: Decom/PMI

Michelle posta vídeo de Rick com Bolsonaro e desabafa: “Tanta dor”

                        O artista declarou apoio ao ex-presidente em diversas ocasiões
Na tarde dessa terça-feira (22/09), Michelle Bolsonaro recorreu às redes sociais para lamentar a morte de Rick Sollo, dupla de Renner. Em uma publicação conjunta com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, a ex-primeira-dama postou um vídeo do marido ao lado do cantor sertanejo.

Michelle Bolsonaro e Tarcísio de Freitas se pronunciam sobre tragédia

No Instagram, Michelle e Tarcísio legendaram: “Infelizmente, veio a confirmação de que os cinco ocupantes do helicóptero foram encontrados sem vida.“, lamentaram logo a princípio.

Na sequência, o governador e a candidata ao Senado completaram: “Neste momento de tanta dor, deixo minha solidariedade e meus sentimentos a todos os familiares e amigos. Que Deus dê força e conforto para que possam enfrentar essa perda.“, declararam por fim.

Em seguida, na gravação, havia os dizeres: “Descanse em paz! Deus conforte familiares e amigos“, desejaram.

Em seguida, na gravação, havia os dizeres: “Descanse em paz! Deus conforte familiares e amigos“, desejaram.
Bolsonaro Instagram
Bolsonaro Instagram. Foto: Reprodução

Cantor morreu após queda de helicóptero

Em suma, Rick morreu aos 59 anos, logo após a queda de um helicóptero na Serra Catarinense. A aeronave desapareceu na segunda-feira (21/09), durante um voo entre Porto Belo e São Joaquim. Dessa forma, hoje (22/9), o Corpo de Bombeiros localizou os destroços e confirmou a morte dos cinco ocupantes.

Além do parceiro de Renner, estavam o empresário Bruno Avelar, o videomaker Paulo Soares e dois tripulantes. Enfim, as causas do acidente ainda estão sendo investigadas.
Rick havia sofrido acidente de carro em Santa Catarina

Faltam 11 dias: biometria é obrigatória para votar?

Com leitores biométricos em todas as seções eleitorais do país, urnas contam com procedimentos alternativos de identificação para garantir o exercício do voto por eleitoras e eleitores regulares

Ter a biometria cadastrada facilita a identificação do eleitor na hora da votação, mas a ausência desse dado no cadastro eleitoral não impede, por si só, o exercício do voto. Atualmente, cerca de 10,99% do eleitorado brasileiro ainda não possui biometria cadastrada por diferentes razões. Em todos os casos, o mais importante é estar com a situação eleitoral regular para poder votar no 1º e 2º turno das Eleições 2026, que ocorrem dias 4 e 25 de outubro.

A biometria é obrigatória para o alistamento eleitoral em todos os municípios brasileiros, com exceção das eleitoras e dos eleitores que se cadastram no exterior. No entanto, essa exigência se aplica à etapa de inscrição eleitoral. Para votar, o requisito é estar regularmente inscrito no Cadastro Eleitoral.

Segundo a assessora-chefe de Gestão Eleitoral (AGEL) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Sandra Damiani, a regularidade da inscrição é o que garante o direito ao voto.

“Para se alistar, é obrigatória a coleta biométrica, com exceção da pessoa que se alistar no exterior, mas essa fase já se encerrou. Para votar, tem que estar regular no cadastro eleitoral, independentemente de o eleitor ter ou não biometria ou ser eleitor no Brasil ou no exterior”, explica.

Como funciona a identificação na urna?

Todas as seções eleitorais do país contam com leitores biométricos integrados às urnas eletrônicas. Para os eleitores que possuem biometria cadastrada, a identificação ocorre antes da liberação do voto por meio da conferência da impressão digital.

A utilização da biometria adiciona uma camada extra de segurança ao processo eleitoral, reduzindo riscos de fraudes e fortalecendo a identificação da pessoa habilitada a votar.

Mas o que acontece se a digital não for reconhecida?

Nesse caso, a urna realiza até quatro tentativas de validação biométrica. Se a identificação não for confirmada, o sistema adota outro procedimento para garantir o exercício do voto.

“Se a pessoa tiver digital coletada mas a urna não reconhecer, ela vai tentar quatro vezes e, depois disso, perguntará qual o ano de nascimento do eleitor”, detalha Sandra Damiani.

Já para os eleitores que não possuem biometria cadastrada, a urna também utiliza uma forma alternativa de identificação.

“Se a pessoa não tiver digital cadastrada, mas estiver regular na urna, a urna vai pedir que o eleitor informe o ano de nascimento”, acrescenta a assessora.

E no exterior?

Nas seções eleitorais instaladas fora do Brasil, a identificação biométrica não é utilizada durante a votação.

De acordo com a AGEL, a urna utilizada no exterior não solicita a impressão digital do eleitor. Ainda assim, para votar, a pessoa deve estar regularmente inscrita e apta no Cadastro Eleitoral.

O que é a biometria eleitoral?

A biometria é o conjunto de dados físicos utilizados para identificar cada eleitora e eleitor de forma única. Na Justiça Eleitoral, o procedimento inclui a coleta das impressões digitais, da fotografia e da assinatura.

Essas informações são armazenadas no Cadastro Eleitoral e podem ser utilizadas para a identificação da pessoa tanto no atendimento eleitoral quanto no momento da votação.

Além de conferir mais segurança ao processo eleitoral, a biometria contribui para a detecção de possíveis duplicidades cadastrais, padroniza o atendimento prestado aos eleitores e torna diversos procedimentos mais ágeis e eficientes.

Os dados biométricos coletados pela Justiça Eleitoral também integram a base da Identificação Civil Nacional (ICN), programa que busca unificar e fortalecer a identificação dos cidadãos em suas relações com o Estado.
do.
AN/GO/MM

Ação "Violência Política TEM Gênero" fortalece rede de proteção às mulheres

Protocolo firmado entre TSE e Procuradoria-Geral Eleitoral amplia prevenção, denúncia e acolhimento de casos
A assinatura de um protocolo entre o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e a Procuradoria-Geral Eleitoral (PGE), o reconhecimento da Ouvidoria do Tribunal como canal especializado de atendimento e o lançamento de uma campanha de conscientização estão entre as medidas apresentadas, nesta terça-feira (22), durante a ação “Violência Política TEM Gênero”, realizada na sede do TSE, em Brasília. As iniciativas buscam fortalecer a prevenção, o enfrentamento e o monitoramento de casos de violência política contra as mulheres.

Promovida pela Comissão TSE Mulheres, em parceria com a Ouvidoria do TSE e a PGE, a ação também marcou o lançamento da campanha “Política é Substantivo Feminino”, do Ministério Público Federal (MPF) e da Justiça Eleitoral, além da apresentação de um painel de dados e de uma capacitação destinada a integrantes da Justiça Eleitoral.

Ao assinar o acordo, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, destacou que o compromisso é um marco para a Corte. O ministro reconheceu que, embora tudo esteja sendo preparado para receber quase 160 milhões de pessoas para as eleições, é preciso reconhecer que há trabalho a ser feito quando o assunto é violência política contra a mulher. "A violência política de gênero não é apenas uma agressão contra uma mulher. É uma agressão contra a própria democracia”, disse o ministro.


Na ocasião, a coordenadora institucional do TSE Mulheres, Renata Gil, afirmou que a violência não pode ser encarada como parte do jogo político. “Com esse movimento, assumimos a responsabilidade de combater essa violência, que tem gênero e desestimula a participação de mais mulheres na política”, ressaltou a juíza.

Protocolo fortalece atuação conjunta

O Protocolo de Ação Conjunta firmado entre o TSE e a PGE estabelece medidas para ampliar a informação sobre os direitos políticos das mulheres, orientar sobre a identificação de situações de violência e fortalecer os mecanismos de prevenção e denúncia. Entre as estratégias, os órgãos manterão um intercâmbio seguro de dados sobre casos de violência política de gênero.

Essas informações alimentam um painel de monitoramento da violência política contra as mulheres, sob coordenação institucional da Comissão TSE Mulheres e com apoio das unidades técnicas competentes.

O protocolo também reconhece a Ouvidoria do TSE como canal especializado de escuta, acolhimento, orientação, registro, triagem administrativa, encaminhamento e acompanhamento de manifestações relacionadas à violência política contra as mulheres.

O documento prevê o redirecionamento de manifestações entre ouvidorias sem a necessidade de novo registro ou da repetição integral do relato. Também estabelece como princípios do atendimento a escuta qualificada, a não revitimização, a confidencialidade e a informação clara sobre as providências adotadas. A manifestação anônima também poderá ser recebida e registrada. Caso contenha elementos mínimos, será encaminhada à instituição competente. Na ausência de informações suficientes, poderá ser considerada para fins de monitoramento.

Além do presidente do TSE e da coordenadora institucional do TSE Mulheres, assinaram o protocolo o vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa, o corregedor-geral eleitoral em exercício, Ricardo Villas Bôas Cueva, a procuradora regional da República e coordenadora do Grupo de Trabalho de Prevenção e Combate à Violência Política de Gênero do Ministério Público Eleitoral, Raquel Branquinho, e a juíza auxiliar da Presidência do TSE e ouvidora do Tribunal, Lucyana Said.

Campanha orienta sobre identificação e denúncia

O evento marcou ainda o lançamento da campanha “Política é Substantivo Feminino”, iniciativa do Ministério Público Federal e da Justiça Eleitoral voltada à conscientização sobre as diferentes formas pelas quais a violência política contra mulheres pode se manifestar.

Como parte do acordo entre TSE e MPF, foi lançada uma cartilha que apresenta dados e informações gerais sobre o tema, bem como elucida situações como agressões físicas e psicológicas, ameaças, constrangimentos, assédio, ataques virtuais, desqualificação e práticas destinadas a impedir, dificultar ou restringir a participação das mulheres na vida política.

Capacitação

Na ocasião, também foi apresentado um treinamento desenvolvido pela Comissão TSE Mulheres em parceria com a Escola Judiciária Eleitoral (EJE). A capacitação é destinada a magistradas, magistrados, servidoras, servidores e demais colaboradoras e colaboradores da Justiça Eleitoral e abordará a identificação, a prevenção e o enfrentamento dessas situações.

Rede de proteção

Para a ouvidora do TSE, Lucyana Said, a mulher que procura a Ouvidoria espera uma resposta do Estado. Por isso, segundo ela, embora as competências de cada instituição devam ser preservadas, os caminhos entre os órgãos precisam estar conectados.

“Cada fluxo construído evita que uma mulher tenha que começar tudo de novo, que caminhe sozinha tentando descobrir qual porta deve procurar", afirmou.


EC/JV/DB

Fux manda Alcolumbre se manifestar sobre idas de esposa de Moraes, Vorcaro e Lulinha ao Senado

Foto: Antonio Augusto/STF
                            "Presidente do Senado tem dez dias para responder ao ministro do STF"
O ministro Luiz Fux, do STF (Supremo Tribunal Federal), mandou o presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), se manifestar sobre os registros de entrada e saída do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro Alexandre de Moraes, nas dependências da Casa.

A decisão desta quarta-feira (23) também determina que Alcolumbre se manifeste sobre os acessos de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula (PT); Antônio Carlos Camilo Antunes, o "Careca do INSS"; e o sindicalista Frei Chico, irmão de Lula, ao Senado. Os três tiveram os nomes citados nas investigações envolvendo o esquema de fraudes no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Fux é o relator de ação apresentada pelo vereador de Curitiba e candidato a deputado federal Guilherme Kilter (Novo-PR), que tem o objetivo de saber se houve visitas de Viviane e Vorcaro a senadores entre 2019 e 2026.

Originalmente, Moraes havia sido sorteado para relatar o processo, mas se declarou impedido por se tratar de sua esposa.

O escritório de Viviane Barci de Moraes firmou um contrato de R$ 131 milhões com o Master e, segundo relatório da PF (Polícia Federal), o documento teria sido editado pelo próprio Moraes.

Embora Moraes tenha possíveis ligações com Vorcaro, revelações sobre Fux que vieram a público nas últimas semanas indicam que o relator também teria.

Mensagens encontradas no celular do ex-banqueiro mostram diálogos com o filho do ministro, o advogado Rodrigo Fux, em que ele chama Vorcaro de "irmão". Somado a isso, os diálogos obtidos também indicam que o dono do Master usou empresas para custear uma viagem do ministro a Nova York e um almoço em sua homenagem.

Por Anna Júlia Lopes/Luísa Martins/Folhapress

Grande Caminhada com o Time de Jerônimo e Maria das Graças acontece neste domingo em Ipiaú

A movimentação política em Ipiaú ganha um novo e importante capítulo neste domingo (27). A partir das 16h, militantes, apoiadores e lideranças locais se reúnem para a grande Caminhada do Time de Jerônimo, evento que contará com a presença marcante da ex-prefeita Maria das Graças e do candidato a deputado estadual Marcel (13073).

A mobilização promete movimentar as ruas da cidade em um ato de fortalecimento das candidaturas da base governista na região. A expectativa dos organizadores é de uma grande festa popular, reunindo moradores e simpatizantes para demonstrar o apoio à reeleição do time e aos projetos de desenvolvimento para o município.

A movimentação política em Ipiaú promete mobilizar a cidade neste domingo, 27 de setembro. A partir das 16h, militantes, lideranças e apoiadores se reunirão no Colégio Militar para dar início à Caminhada do Time de Jerônimo, ato que busca fortalecer as candidaturas e projetos da base governista na região.

O evento convoca as famílias ipiauenses a irem às ruas em apoio ao grupo político, destacando o compromisso com as ações de desenvolvimento local e regional. A expectativa dos organizadores é de um encontro expressivo e com forte engajamento popular.

Asssunto:

  • Evento: Caminhada do Time de Jerônimo em Ipiaú

  • Data: Domingo, 27 de setembro

  • Horário: 16h

  • Local de Concentração: Colégio Militar

  • Onde: Ipiaú - BA

  • Por: Radialista Zegomes: RP-0008135/BA

Apoio popular marca grande evento da campanha de Robinho e ACM Neto em Teixeira de Freitas

A mobilização política na Bahia ganhou forte impulso nesta quarta-feira (23) com a realização de um grande ato em Teixeira de Freitas. O evento reuniu uma expressiva multidão de apoiadores, consolidando o empenho local em torno da candidatura do deputado federal Robinho (4444) e da caminhada do ex-prefeito de Salvador ACM Neto (44) ao Governo do Estado.
O encontro demonstrou expressivo engajamento da população do Extremo Sul baiano, reunindo lideranças regionais, militantes e moradores que saíram às ruas para manifestar apoio ao grupo político.
Segundo os organizadores da campanha, a grande presença de público reforça o alinhamento da região com a candidatura de Robinho à reeleição na Câmara dos Deputados e com o projeto governamental liderado por ACM Neto para a Bahia.
Radialista Zegomes/RPBA-0008135

Ibirataia: SEMUS realiza palestra e reforça prevenção às ISTs, HIV, sífilis e hepatites virais

Ação promovida pela Secretaria Municipal de Saúde reuniu profissionais e comunidade para ampliar a informação e incentivar a prevenção das infecções sexualmente transmissíveis.

A Secretaria Municipal de Saúde de Ibirataia realizou, na Câmara de Vereadores, uma palestra sobre prevenção às Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs), HIV, sífilis e hepatites virais. A atividade foi conduzida pelo infectologista e clínico médico Dr. Ícaro César e teve como objetivo ampliar o acesso à informação e fortalecer a conscientização da população sobre a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do cuidado com a saúde. A iniciativa está alinhada às estratégias de prevenção e educação em saúde defendidas pelo Ministério da Saúde.
Durante a palestra, foram apresentados conteúdos voltados às formas de prevenção, à importância da testagem e à busca por atendimento nos serviços de saúde. O encontro também abriu espaço para esclarecimento de dúvidas dos participantes, reforçando que a informação é uma ferramenta essencial para reduzir a transmissão das ISTs e promover hábitos de cuidado e responsabilidade com a saúde individual e coletiva.
O secretário municipal de Saúde, Elmar Lopes, destacou que investir em ações educativas é fundamental para fortalecer a prevenção no município. "Nosso compromisso é levar informação de qualidade à população e ampliar o acesso à prevenção, ao diagnóstico e ao cuidado. Iniciativas como esta aproximam os serviços de saúde da comunidade e contribuem para uma população mais consciente e protegida", afirmou.
Fonte: Decom/PMI

Jutahy Magalhães projeta vitória de ACM Neto e vantagem superior a 500 mil votos em Salvador

Foto: Divulgação
O ex-deputado federal Jutahy Magalhães Júnior demonstrou confiança na vitória de ACM Neto (União Brasil) na disputa pelo governo da Bahia. O ex-parlamentar afirmou que os sinais do cenário eleitoral apontam para um resultado favorável ao candidato da oposição.

Na avaliação de Jutahy, Salvador deverá novamente desempenhar papel decisivo na votação de ACM Neto. Ele projeta que o candidato poderá ampliar a vantagem registrada na capital baiana durante o segundo turno das eleições de 2022.

“Em Salvador, acredito que Neto terá uma vantagem ainda maior do que em 2022, quando já obteve uma consagração, com 455.676 votos de frente no segundo turno. Nesta eleição, essa diferença ultrapassará os 500 mil votos”, declarou.

O ex-deputado também destacou uma perspectiva favorável nas dez maiores cidades do interior. Entre os municípios mencionados está Jequié, onde ACM Neto foi derrotado em 2022, mas agora conta com o apoio do ex-prefeito Zé Cocá, candidato a vice-governador na chapa oposicionista.

Segundo Jutahy, a presença de Zé Cocá poderá modificar a correlação de forças no município e fortalecer a candidatura de Neto em toda a região.

Para o ex-parlamentar, entretanto, a principal mudança em relação à eleição anterior está no desempenho esperado nas cidades pequenas e médias. Em 2022, ACM Neto acumulou derrotas expressivas em diversos municípios do interior, cenário que Jutahy acredita que não deverá se repetir.

Ele citou como exemplo Casa Nova, onde Neto terminou a disputa passada com uma desvantagem de 18.536 votos. Na avaliação de Jutahy, a diferença deverá ser eliminada ou significativamente reduzida neste ano.

“Agora, o cenário é diferente, e essa diferença vai desaparecer”, projetou.

Jutahy atribuiu a expectativa de crescimento à expansão da articulação política de ACM Neto pelo estado. Segundo ele, o candidato possui atualmente presença política nos 417 municípios baianos, condição que poderá diminuir as desvantagens até mesmo nas cidades onde a oposição não conseguir alcançar a maioria dos votos.

“Mesmo nas cidades em que não vencer, a expectativa é de que as diferenças sejam muito menores do que na eleição passada”, afirmou.

O ex-deputado também avaliou que a campanha tem conseguido levar suas propostas a diferentes regiões da Bahia e ampliar o diálogo com o eleitorado do interior.

“Esse avanço é resultado de uma campanha que tem conseguido levar sua mensagem qualificada a todas as regiões do estado e apresentar suas propostas para a Bahia”, disse.

Ao concluir a declaração, Jutahy afirmou perceber um sentimento de mudança entre os baianos e reforçou sua confiança no candidato da oposição.

“O que nos une é a certeza de que ACM Neto fará um governo muito melhor do que o que temos com Jerônimo Rodrigues. A Bahia precisa avançar e merece um futuro melhor”, declarou.

Por Política Livre

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