Ibirataia: Triangular de Baleado movimenta município com disputas e incentivo ao esporte
Operação integrada prende operadora financeira de facção baiana ligada ao CV no Vidigal
Demanda asiática por petróleo brasileiro cresce e leva exportações do País a recorde
Delação aponta aliados que acompanhavam Uldurico Júnior em visitas a presídios na Bahia
Projeto de lei no Senado propõe medidas contra assédio judicial e ameaças a jornalistas
Gilmar pede a Moraes que Zema seja investigado no inquérito das fake news
Motta e mais 6 deputados controlam R$ 1,5 bilhão em emendas antes secretas
Atirador mata oito crianças em ataques a casas nos EUA, diz polícia
Explosão de carreta com combustível deixa mortos e interdita a Via Dutra, em Barra Mansa
Governo do Estado inicia agenda em quatro municípios com entregas de infraestrutura e abastecimento de água em Iraquara
PF apreende cerca de uma tonelada de maconha em Ponta Porã/MS
Brasil vence Canadá e conquista o FIFA Series com 100% de aproveitamento
Mulher é morta a tiros em Salvador; companheiro é apontado como principal suspeito
Ipiaú: Motorista fica preso às ferragens após caminhão tombar em curva da BR-330


Jovem ipiauense morre após colisão de moto com caminhão na BR-101


Aliados pressionam Flávio Bolsonaro por promessas não cumpridas na articulação política - Por Redação
Com Jair Bolsonaro em condição de saúde que limita sua atuação direta, Flávio assumiu protagonismo nas negociações, o que aumentou a pressão interna. Em estados como São Paulo, lideranças religiosas e políticas demonstram insatisfação após promessas de apoio não se confirmarem, gerando desgaste e redução no engajamento de aliados.
A situação se repete em outras regiões, com disputas internas por candidaturas e divergências entre grupos políticos, inclusive dentro da própria família Bolsonaro. Apesar das dificuldades, integrantes do partido avaliam que o cenário ainda é administrável, enquanto tentam reorganizar as articulações para as eleições.
Após 'sem número' de pedidos, Mourão recebe Messias e diz que mantém voto contra - Por Thaísa Oliveira/Folhapress
Mourão afirma que "um sem número" de pessoas pediram, nos últimos meses, para que ele conversasse com Messias, de ministros do STF e do STJ (Superior Tribunal de Justiça) a generais.
Ele diz que, por fim, atendeu ao apelo de uma pessoa muito querida —não quis revelar quem— e agiu em nome da coerência, uma vez que também se reuniu com os outros dois indicados de Lula, Cristiano Zanin e Flávio Dino.
O senador afirma que a conversa foi cordial, mas que Messias já sabia muito bem que não poderia contar com o voto dele.
"Conversamos sobre a crise institucional, o fato de o
devido processo legal estar sendo jogado fora. No mais, foram
generalidades", diz o senador. "Ele sabe qual é a minha posição, mas
procurou demonstrar que vai ser alguém isento."
Mourão diz ter
tratado das condenações pelos ataques de 8 de Janeiro, citando o
ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), o ex-ministro general Walter Braga
Netto, de quem é próximo, e um empresário acusado de financiar com R$
500 um ônibus que levou até Brasília um manifestante que participou dos
atos de vandalismo. Messias, segundo ele, ouviu.
Na última semana, o ministro da AGU também conseguiu riscar da lista o nome de outro senador por quem ainda não havia sido recebido: Eduardo Girão (Novo-CE), pré-candidato a governador do Ceará. O encontro ocorreu na quinta (16).
"Conversei com ele, embora ele saiba o meu posicionamento
desde o início. Mas é um dever insitucional e também mantenho minha
posição, meu voto contrário", diz o senador.
Messias será
sabatinado pelo Senado no próximo dia 28, mais de seis meses após ter
sido indicado para a vaga aberta com a aposentadoria antecipada do
ministro Luís Roberto Barroso. Governistas dizem estar confiantes de que
o AGU tem hoje mais do que os 41 votos necessários.
Câmara de Ipiaú promulga lei que garante redução de 50% na taxa de esgoto
Por: Giro Ipiaú
Geddel teria feito cobranças para receber R$ 1 milhão de Uldurico Jr. após eleições de 2024, diz depoimento
“Oportunamente, observa-se que o investigado GEDDEL VIEIRA LIMA foi apontado pela colaboradora como possível beneficiário de valores oriundos da fuga do presídio de Eunápolis, ao passo que ULDURICO ALVES PINTO, genitor de ULDURICO JR., foi indicado como intermediário no repasse de vantagens indevidas decorrentes de atos de corrupção. Diante de tais elementos, o aprofundamento das investigações revela-se medida imprescindível”, apontou o Ministério Público da Bahia (MP-BA).
Ao longo do depoimento de Joneuma, é percebido que Geddel é identificado nos diálogos de um aplicativo de mensagens como “chefe”. Nas conversas, o ex-ministro, ao mesmo tempo que fazia cobranças, é mostrado como uma espécie de consultor, auxiliando Joneuma e Uldurico durante embates entre os dois.
Nas mensagens, a ex-diretora demonstrava nervosismo após a fuga dos detentos e, principalmente, após ser afastada do cargo de diretora em Eunápolis por decisão da Justiça. Em uma mensagem datada no dia 18 de dezembro, um dia após ela ser retirada do comando, Uldurico tentou acalmar Joneuma dizendo: “Geddel pediu tempo”.
Em outra ocasião, no mesmo dia, Uldurico afirmou que Geddel teria orientado Joneuma a “mergulhar” (manter discrição), pois, segundo ele, decisão da Justiça se limitaria apenas ao afastamento administrativo.
Uldurico alegava que Geddel iria ficar com metade da propina de R$ 2 milhões que seria paga pela facção Primeiro Comando de Eunápolis (PCE) em razão da facilitação da fuga de dezembro de 2024. No entanto, durante as conversas, não há menções diretas de que o ministro tinha conhecimento da colaboração entre o ex-deputado federal e o grupo criminoso.
Por/Bahia Noticias
67% dos brasileiros dizem ter dívidas financeiras, e 21%, parcela em atraso, segundo Datafolha
Dos entrevistados, 27% disseram que utilizam o crédito rotativo com diferentes graus de frequência. O rotativo é uma modalidade de crédito acionada automaticamente quando se paga apenas o valor mínimo da fatura do cartão, parcelando o restante com juros. Os que afirmam fazer isso com alta frequência somam 5% e os que usam o rotativo às vezes ou raramente são 22%.
O rotativo é a linha mais cara do mercado, com juros mensais de 14,9% em média, segundo dados do Banco Central, limitados a uma cobrança de juro anual de 100%. Desde 2024, está em vigor a norma que limita a dívida no cartão de crédito ao dobro do montante original.
"A inclusão financeira dos últimos anos e o aumento dos juros bancários acabaram elevando muito o comprometimento de renda e a própria inadimplência", afirma Isabela Tavares, economista da Tendências Consultoria.
O levantamento investigou ainda a inadimplência em contas de consumo e serviços. Entre os ouvidos, 28% afirmam que estão em atraso com elas. Os tipos de contas em atraso mais citados são de telefone/celular/internet (12% dos inadimplentes), IPTU, IPVA e carnê-leão (12%), luz (11%) e água (9%).
O tema do endividamento entrou na campanha eleitoral deste ano, e o governo Lula tem feito uma série de anúncios de medidas sobre o assunto, incluindo um programa de renegociação de dívidas e saques extraordinários do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço).
O Datafolha entrevistou 2.002 pessoas de 16 anos ou mais em 117 municípios do Brasil nos dias 8 e 9 de abril. A margem de erro é de dois pontos percentuais para cima e para baixo, dentro do nível de confiança de 95%.
A pesquisa também mostra que os brasileiros se sentem apertados financeiramente. O Datafolha calculou um índice de aperto financeiro ao pedir para os entrevistados apontarem oito diferentes tipos de restrição no orçamento nos últimos meses, como reduções de consumo, falta de pagamento de dívidas e mudanças de hábitos.
Dependendo da quantidade de diferentes tipos de contenção de gastos, os ouvidos foram classificados em diferentes índices de situação financeira: severa (sete ou oito itens com restrições), apertada (cinco ou seis), moderada (dois, três ou quatro itens) e isentos ou leves (nenhum ou um item assinalado).
A conclusão foi que 27% vivem em situação financeira apertada e 18% em condições severas, somando 45%. Já os que se enquadram na categoria moderada representam 36% do total, e aqueles classificados como isentos ou leves somam 19%.
Para enfrentar essa situação, 64% dos entrevistados disseram que cortaram gastos com lazer, 60% reduziram a quantidade de vezes que comem fora de casa, 60% trocaram marcas por outras mais baratas e 52% contaram ter reduzido a quantidade de alimentos comprados.
Além disso, 50% afirmam que reduziram o consumo de água, luz e gás, 40% deixaram de pagar alguma conta, 38% deixaram de pagar dívidas e 38% reduziram a compra de remédios.
Quando questionados de forma espontânea sobre o seu principal problema pessoal hoje, os brasileiros apontam aspectos financeiros, o que inclui falta de dinheiro/renda, endividamento, custo de vida, salário baixo e previdência como as principais preocupações (somando 37% dos ouvidos).
Dentro desse conjunto, a resposta mais frequente foi "questões financeiras/falta de dinheiro/renda", indicada por 27% dos entrevistados, seguida por "endividamento (empréstimos, contas, aluguel)", com 5%, e "custo de vida/inflação/impostos", com 2%.
Os demais temas mais citados foram saúde (18%), questões relacionadas ao trabalho (8%) e relacionamentos familiares e pessoais (5%), além de falta de tempo e frustração pessoal (3%) e problemas sociais do país (2%), entre outros. A parcela dos que dizem não ter problemas é de 14%.
De acordo com o Datafolha, 57% dos brasileiros afirmam usar cartão de crédito. Nesse universo, 13% dizem parcelar compras do supermercado no crédito sempre ou frequentemente, e 4% o fazem com contas de água e luz.
O hábito de pagar a fatura de um cartão com o limite de outro sempre ou frequentemente foi apontado por 5% dos usuários de cartão, e 10% o fazem às vezes.
Tavares, da Tendências, aponta que houve um aumento no uso do crédito nos últimos anos. "Mas os juros começaram a subir no mesmo momento. Isso, somado aos preços em alta dos alimentos, fez as pessoas recorrerem mais a modalidades de crédito emergenciais."
A pesquisa questionou os entrevistados também sobre como avaliam determinados comportamentos financeiros. Entre os ouvidos, 68% concordam com a afirmação de que as ofertas de crédito pelo celular ou pela internet facilitam muito o endividamento por impulso. Mais da metade (51%) expressaram concordância total com a afirmação de que é difícil viver sem usar o cartão de crédito para fechar as contas do mês.
Segundo Lauro Gonzalez, coordenador do Centro de Estudos em Microfinanças e Inclusão Financeira da FGV (Fundação Getulio Vargas) e professor da FGV EAESP, a maior oferta de crédito com a abertura do mercado é um dos fatores que explicam o alto endividamento.
Os demais incluem o cenário macroeconômico, com uma taxa básica de juros a 14,75% ao ano e inflação de 4,14% nos últimos 12 meses e a falta de educação financeira.
Quando o assunto é planejamento financeiro, 44% dos brasileiros afirmam fazer um orçamento detalhado e saber tudo que gastam com cada despesa, enquanto 32% têm algum tipo de controle mas não sabem todos os seus gastos. Quase um quarto (23%), porém, declara não fazer nenhum tipo de controle de gastos.
A maioria dos entrevistados (66%) disse não ter uma reserva financeira. Entre os que têm, 12% afirmam que as economias suportam menos de três meses de contas. Outros 10% conseguem se manter por três a seis meses em caso de desemprego ou invalidez apenas com os investimentos.
A pesquisa também perguntou como os brasileiros se sentem em relação à situação financeira do Brasil, e metade (49%) dos ouvidos afirmaram que se sentem mal ou muito mal.
"Se a dívida está consumindo uma parcela significativa da renda, mesmo a renda tendo evoluído positivamente, isso pode significar uma queda em termos de sensação de bem-estar, que tem efeitos eleitorais. Não estamos num momento de crise de crédito, estamos num momento em que existe uma sensação de piora no bem-estar por conta do endividamento", diz Gonzalez, da FGV.
Por Maeli Prado e Júlia Moura/Folhapress
Contas anuais de 13 câmaras municipais são aprovadas 15 de abril de 2026
Os conselheiros consideraram regulares – sem a indicação de quaisquer ressalvas – as contas de 2024 de Almadina (José Lindomar Ferreira Santos); Guajeru (Manoel Prates da Silva); Ibipeba (João de Deus Pereira da Silva); Iraquara (Suede de Jesus Neves Filho); Malhada de Pedras (Adriano Pereira Silva); Nova Redenção (Ariston Teles da Silva); Ouriçangas (Tarcísio Lima de Cerqueira); e Utinga (Erenilto Sena dos Santos).
E também opinaram pela regularidade com ressalvas das contas de 2024 de Ilhéus (Paulo Roberto Carqueija Monteiro); Itajuípe (Crispim Bento Nunes) e de Paripiranga (José Wilson de Santana).
Já em relação às contas de 2023, os conselheiros consideraram regulares com ressalvas as contas da Câmara de Esplanada, da responsabilidade de Eliana Campos da Silva, e de Eunápolis, do vereador Jorge Maecio Pires Almeida.
Pela pouca relevância das ressalvas, não foram imputadas multas aos gestores.
Cabe recurso das decisões.
Contas de mais cinco prefeituras são aprovadas
As contas aprovadas – ainda que com ressalvas – referentes ao ano de 2024 são de João Dourado (Diamerson Costa Cardoso Dourado); Mansidão (Djalma Ramos de Oliveira); Muquém do São Francisco (Gilmaria Rios Pereira); e Planalto (Cloves Alves Andrade).
Já as de 2023 – também aprovadas com ressalvas – são de Macarani, da responsabilidade da prefeita Selma Rodrigues Souto.
Após a análise e aprovação dos votos, os conselheiros imputaram multa de R$1,5 mil (Mansidão e Planalto) e de R$2 mil (Macarani e Muquém do São Francisco). Já o prefeito de João Dourado não foi multado pela pouca relevância das ressalvas.
Cabe recurso das decisões.
Brasil, México e Espanha cobram respeito à soberania de Cuba e anunciam ajuda
Os
governos de Brasil, México e Espanha divulgaram um comunicado conjunto
pedindo respeito à soberania de Cuba e anunciando que irão intensificar o
envio de ajuda humanitária. A nota não cita diretamente os Estados
Unidos, mas ocorre em meio a declarações do presidente Donald Trump
sugerindo novas ações contra a ilha. A informação é do G1.
No
documento, os países destacam a importância do respeito ao direito
internacional, à integridade territorial e à solução pacífica de
conflitos, conforme princípios da Organização das Nações Unidas. Também
manifestaram preocupação com a crise humanitária em Cuba, marcada por
falta de energia, alimentos e combustível, e defenderam medidas urgentes
para aliviar a situação da população.
Os três governos afirmaram
que pretendem ampliar a cooperação humanitária e defenderam a busca por
uma solução negociada para a crise, com base no diálogo respeitoso. O
objetivo, segundo o comunicado, é garantir que o povo cubano possa
decidir seu futuro de forma livre.
O presidente Luiz Inácio Lula
da Silva voltou a criticar ameaças de guerra e o papel de grandes
potências em conflitos internacionais, além de apontar limitações do
Conselho de Segurança da ONU. Ele também reiterou sua posição contrária
ao embargo econômico imposto a Cuba e defendeu o fortalecimento do
multilateralismo. Por Redação
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