Gilmar levou menos de 14 horas para ‘ressuscitar’ ação e blindar família de Toffoli de CPI
O ministro Gilmar Mendes levou menos de 14 horas para desarquivar uma ação antiga no Supremo Tribunal Federal e anular a decisão da CPI do Crime Organizado que determinava a quebra de sigilos da empresa Maridt, ligada à família de Dias Toffoli. O pedido foi protocolado na madrugada e, ainda no mesmo dia, o ministro acolheu a solicitação, suspendendo as medidas aprovadas pela comissão e arquivando novamente o processo, que havia sido encerrado em 2023. A informação é de Malu Gaspar, do jornal O Globo.
A estratégia da Maridt consistiu em apresentar a demanda dentro de uma ação antiga, relatada por Gilmar, evitando que o caso fosse distribuído a outro ministro. Ao conceder a decisão, ele proibiu que órgãos como Banco Central do Brasil, Receita Federal do Brasil, Agencia Nacional de Telecomunicacoes e Conselho de Controle de Atividades Financeiras enviem dados com base na determinação da CPI e determinou a inutilização de informações eventualmente já encaminhadas. O ministro ainda transformou o pedido em habeas corpus autônomo, mantendo a relatoria sob sua responsabilidade.
A CPI havia aprovado a quebra de sigilo e a convocação de irmãos de Toffoli com base em suspeitas de que a empresa pudesse estar ligada a uma rede de influência e lavagem de capitais envolvendo o Banco Master. A defesa da Maridt sustenta que a medida extrapola o objeto da comissão. Toffoli nega ter recebido pagamentos indevidos, embora relatório da Polícia Federal tenha citado repasses e conexões que motivaram questionamentos sobre sua atuação no caso.
Por Redação
Veja fotos e vídeos dos ataques no Irã e da reação do país
Estados Unidos e Israel realizaram um ataque coordenado contra o Irã na madrugada deste sábado (28), com explosões em Teerã e em ao menos outras quatro cidades. O Irã respondeu com mísseis contra Israel e ataques a bases americanas no Oriente Médio.
Acompanhe a cobertura do conflito AO VIVO
Irã lança ataques contra bases dos EUA em países do Oriente Médio
Programa nuclear iraniano está no centro do confronto com os EUA; entenda
Quem é o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã alvo dos EUA
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que o objetivo do ataque é destruir o programa nuclear iraniano e proteger o povo americano de ameaças. Já o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que a operação é para "eliminar a ameaça existencial representada pelo regime terrorista no Irã".
Diferentes companhias aéreas cancelaram voos para regiões do Oriente Médio após os ataques.
VEJA IMAGENS DO CONFLITO:
Por Redação g1
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Irã lança ataques contra bases dos EUA em países do Oriente Médio
Programa nuclear iraniano está no centro do confronto com os EUA; entenda
Quem é o aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã alvo dos EUA
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou que o objetivo do ataque é destruir o programa nuclear iraniano e proteger o povo americano de ameaças. Já o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou que a operação é para "eliminar a ameaça existencial representada pelo regime terrorista no Irã".
Diferentes companhias aéreas cancelaram voos para regiões do Oriente Médio após os ataques.
VEJA IMAGENS DO CONFLITO:
Pessoas observam enquanto fumaça sobe no horizonte após uma explosão em Teerã, Irã, sábado, 28 de fevereiro de 2026. — Foto: AP
Vestígios da interceptação de um míssil de defesa aérea são vistos, à esquerda, sobre a Cidade Velha de Jerusalém, no sábado, 28 de fevereiro de 2026. — Foto: AP Photo/Mahmoud Illean
Por Redação g1
Dário Meira volta a enfrentar risco de enchente e moradores cobram promessa do governador
As chuvas registradas nos últimos dias voltaram a causar apreensão em Dário Meira, especialmente entre moradores que vivem nas proximidades do Riacho do Meio. Na noite desta sexta-feira (27), o aumento do nível da água tem provocado temor de novos alagamentos, situação recorrente no município.
No bairro Novo, onde o riacho costuma transbordar em períodos de chuva intensa, moradores começaram a deixar suas residências diante da aproximação da água. Um vídeo gravado pelo morador e locutor conhecido como Bocão mostra o momento em que a água avança em direção às casas. Nas imagens, ele também cobra do Governo do Estado a promessa de realizar o desvio do Riacho do Meio, apontado como principal causa dos alagamentos na cidade. A obra é aguardada pela população como medida para minimizar os impactos das enchentes. Um outro morador ironiza apontado para o alagamento: “Olha o desvio de Jerônimo aí oh”.
Dário Meira tem enfrentado, nos últimos anos, diversos episódios de cheias que resultaram em prejuízos significativos para moradores. Com a previsão de mais chuva nos próximos dias, a preocupação segue elevada entre as famílias que vivem em áreas de risco.
Por: Giro Ipiaú
Simulações de coberturas jornalísticas em áreas conflagradas marcam segundo dia do Workshop De Olho na Segurança Pública
A capacitação também discutiu limites éticos, preservação de vidas e boas práticas na atuação jornalística em cenários de risco
Jornalistas e comunicadores participaram, nesta sexta-feira (26), do segundo dia do Workshop De Olho na Segurança Pública, promovido pela Polícia Civil da Bahia, em uma experiência imersiva com simulações controladas de ocorrências de segurança pública complexas. As atividades incluíram patrulhamento em área conflagrada, preservação de local de crime, gerenciamento de crise com reféns, operações de busca e salvamento, além da cobertura de conflitos e manifestações urbanas.A ação aconteceu na sede da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (CORE), próximo ao Aeroporto Internacional de Salvador. As atividades práticas do workshop foram ministradas por integrantes das equipes da Polícia Civil da Bahia, do Corpo de Bombeiros Militar (CBM), da Polícia Militar da Bahia e do Departamento de Polícia Técnica (DPT).
O repórter Müller Nunes, que atua diretamente nas pautas policiais, esteve presente nos dois dias do evento e relatou a visão dos profissionais sobre a capacitação: “É muito importante que a gente não faça apenas jornalismo, mas reflita também sobre o fazer jornalístico. Cobrir segurança pública é um cotidiano em nosso estado, e nada melhor do que aprender com profissionais da segurança, construindo uma comunicação segura e respeitosa.”
O delegado-geral da Polícia Civil, André Viana, esteve presente neste segundo dia e destacou: “Hoje, no exercício prático, os operadores dos veículos de comunicação puderam receber as melhores técnicas com o intuito de preservar a segurança no exercício da atividade. Na data de ontem, foram debatidas, de forma teórica, as atividades de comunicação, e hoje podemos vê-las na prática, criando um vínculo responsável entre as forças de segurança e os meios de comunicação.”
O evento, realizado ao longo de dois dias, ocorreu de forma inédita por meio da Academia da Polícia Civil (Acadepol), em parceria com forças de segurança, entidades de classe e instituições acadêmicas, com o objetivo de qualificar a atuação de profissionais em pautas relacionadas à segurança pública, com foco em segurança, ética e responsabilidade social.
Na quinta-feira (25), membros das forças de segurança, da Faculdade de Comunicação da Universidade Federal da Bahia (Facom/UFBA), da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj), do Sindicato dos Jornalistas da Bahia (Sinjorba) e da Associação Baiana de Imprensa (ABI), juntamente com estudantes e profissionais de jornalismo, estiveram no CineTeatro 2 de Julho, participando de palestras e painéis sobre os temas discutidos.
O delegado diretor da Acadepol, Jackson Carvalho, mediou um dos painéis, que contou com a presença do jornalista Mauro Anchieta, um dos principais nomes da editoria policial no estado. O delegado destacou: “Com este workshop, damos um passo importante na construção de uma relação cada vez mais madura, técnica e responsável entre as forças de segurança e os jornalistas, debatendo conceitos éticos e jurídicos da cobertura em segurança pública e promovendo não só o discurso, mas também a prática.”
Fonte
Guilherme Santos / Ascom-PCBA
Em vitória de Milei no Senado, Argentina reduz a maioridade penal no país de 16 para 14 anos
Lei foi aprovada no Senado por 44 votos a favor e 27 contra, e agora vai para sanção do presidente
| Foto: Reprodução/Instagram |
O Senado da Argentina aprovou nesta sexta-feira (27) o novo regime criminal proposto pelo governo de Javier Milei, que reduz a maioridade penal de 16 para 14 anos. O projeto agora convertido em lei teve 44 votos a favor, 27 contra e 1 abstenção. Ele segue para sanção do presidente, que é certa.
A discussão sobre a reforma ganhou destaque após o assassinato do adolescente Jeremías Monzón, 15, por outros menores. Os pais do garoto estiveram presentes nas sessões parlamentares em que o texto foi discutido.
O governo Milei, que possui apoio de partidos como PRO e UCR, contava com uma base sólida, embora a coligação oposicionista União pela Pátria fosse, em sua maioria, contra a reforma.
O texto estabelece penas de até 15 anos para adolescentes, com prisão aplicada apenas em casos graves, além de oferecer sanções alternativas, como tarefas comunitárias. Também se asseguram direitos processuais e a separação de menores de adultos durante a detenção.
Menores que não atingem a idade mínima estabelecida por lei, agora de 14 anos, não podem ser submetidos a processos criminais e, portanto, não são imputáveis.
O partido governista afirma que houve um aumento nos "crimes cometidos por menores" entre 12 e 15 anos, resultando em uma sensação de "injustiça" e "impunidade".
A Casa Rosada queria levar a idade de imputabilidade para 13 anos, mas decidiu manter o projeto em 14 por falta de apoio.
O Ministério da Segurança promoveu uma campanha defendendo a atualização da regulamentação de 1980, aprovada ainda durante a ditadura, considerando necessária uma "estrutura jurídica moderna" para lidar com a delinquência juvenil atual.
O partido de Milei (A Liberdade Avança) mencionou que grupos criminosos utilizam menores em crimes, pois sabem que não podem ser processados, e que o projeto visa combater essa prática.
Uma das principais entusiastas da mudança é a ex-ministra de Segurança e hoje senadora, Patricia Bullrich. "Comportamentos têm consequências, sempre", disse a senadora à imprensa. "Quem vota contra terá que assumir a responsabilidade. Ao escolher a impunidade, também se abandona as vítimas".
Os mileístas também argumentaram que quem comete um crime deve ser responsabilizado, independentemente da idade e criticaram o governo anterior, do peronista Alberto Fernández, insinuando que faltou coragem para alterar a lei atual.
Os peronistas, por sua vez, argumentaram que o texto não aborda prevenção de crimes ou oferece alternativas para redução de crimes cometidos por adolescentes.
De acordo com um relatório de 2024 da Suprema Corte argentina, as províncias com mais processos contra menores de 18 anos são Buenos Aires, Santa Fé e Córdoba, que têm alta população e infraestrutura judicial desenvolvida.
Em Buenos Aires, houve 1.802 denúncias de crimes juvenis. Santa Fé liderou com 4.551 menores no sistema de justiça juvenil, seguida por Córdoba com 2.437.
O documento mostra que a maioria dos casos, em 17 das 24 províncias, envolve crimes contra a propriedade. Esse padrão é observado em várias regiões, incluindo Buenos Aires, Córdoba, Santa Fé, Mendoza, Tucumán e Salta.
Por Douglas Gavras/Folhapress
Donald Trump afirma que considera uma “tomada de controle amigável" de Cuba
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta sexta-feira (27), que está considerando uma "tomada de controle amigável" de Cuba, enquanto Washington pressiona a ilha comunista.
“O governo cubano está conversando conosco e eles têm problemas muito sérios, como vocês sabem. Eles não têm dinheiro, não têm nada agora, mas estão conversando conosco e talvez vejamos uma tomada de poder amigável em Cuba”, disse o presidente a repórteres ao sair da Casa Branca para uma viagem ao Texas. “Sabe, temos pessoas morando aqui que querem voltar para Cuba”, justificou.
Os comentários de Trump vêm após o governo anunciar, no início da semana, que planejava permitir o envio de combustível de empresas energéticas americanas para empresas privadas cubanas. A estratégia visa tornar Cuba mais dependente dos EUA e impulsionar o setor privado da ilha, ao mesmo tempo que enfraquece o governo comunista.
Trump disse que Cuba era, "para dizer o mínimo, uma nação falida" e que o secretário de Estado Marco Rubio estava trabalhando para exercer influência sobre o governo a fim de promover os interesses dos EUA.
Lula é desaprovado por 52% e aprovado por 45%, aponta Paraná Pesquisas
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) é desaprovado por 52% dos brasileiros, aponta levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta sexta-feira, 27.Segundo a pesquisa, a gestão do petista é aprovada por 45% da população, enquanto 3% dos entrevistados não souberam responder.
O Paraná Pesquisas entrevistou 2.080 eleitores nas 27 unidades da federação entre os dias 22 e 25 de fevereiro. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais e o índice de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-07974/20262.
A diferença porcentual entre os que reprovam Lula e os que aprovam a gestão aumentou em relação ao levantamento passado. Na rodada anterior da pesquisa, realizada em janeiro, 50,6% reprovavam a gestão federal, e 46,4% aprovavam. Em pontos porcentuais, a diferença entre os índices foi de 4,2 pontos para 7 pontos em um mês.
O instituto também mediu a avaliação do governo Lula. Para 32,6%, a administração é ótima ou boa; 22,5% avaliam-na como regular, enquanto a maior parte, 43,5%, considera a gestão ruim ou péssima. Não soube ou não opinou 1,5%.
O Paraná Pesquisas divulgou na quinta-feira, 26, uma sondagem sobre o cenário eleitoral. Na pesquisa, Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) estão em empate técnico na disputa presidencial tanto no primeiro, quanto no segundo turno. No primeiro turno, o petista registrou 39,6% das intenções de voto e Flávio, 35,3%. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos. No segundo turno, o senador tem 44,4% e o petista, 43,8%.
Por Juliano Galisi, Estadão Conteúdo
Operação Sisal Forte prende 15 foragidos e apreende adolescente em ação integrada na Bahia e em Sergipe
A Polícia Civil da Bahia prendeu 15 pessoas com mandados de prisão em aberto e apreendeu um adolescente com mandado de internação provisória durante a Operação Sisal Forte, deflagrada nesta sexta-feira (27). Todos os alvos eram investigados em procedimentos vinculados às comarcas de Serrinha e Santaluz.
As prisões ocorreram nos municípios de Serrinha 8, Santaluz 3, Salvador 2, Barrocas 1, Biritinga 1 e Estância 1. Os investigados respondem por crimes como homicídio, roubo, estupro, descumprimento de medidas protetivas de urgência, além de mandados de natureza cível.
Entre os suspeitos, destaca-se a prisão de um homem investigado por homicídio e ocultação de cadáver, ocorridos em dezembro de 2023, em Santaluz, tendo como vítima Antonio Guimar Junqueira do Nascimento. Ele foi localizado por meio do Sistema de Reconhecimento Facial da SSP, na capital baiana, e capturado com o apoio da Polícia Militar.
Durante a ação integrada com a Polícia Civil de Sergipe, por meio da Delegacia Regional de Estância, as equipes tentaram cumprir mandado contra Robert Pinto de Oliveira, de 19 anos, apontado como liderança de um grupo criminoso com atuação em Serrinha e Barrocas. O investigado resistiu à prisão e entrou em confronto com os policiais, sendo atingido. Ele foi socorrido, mas não resistiu após atendimento médico. Com ele, foram apreendidos uma pistola calibre .380 e porções de maconha.
Além das prisões, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão domiciliar em Serrinha, nos bairros Santa e Mutirão, resultando na apreensão de aparelhos celulares, que serão periciados e subsidiarão os desdobramentos da operação.
A operação foi coordenada pelas Delegacias Territoriais de Serrinha e Santaluz, com apoio da 15ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin/Serrinha), do Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação (GATTI/Sisal), dos Núcleos de Inteligência, de unidades territoriais da região, além da integração com forças de segurança da Bahia e de Sergipe.
Fonte
Marcela Correia/Ascom- PCBA
Prefeitura presta atendimento a 16 vítimas e aguarda liberação dos Bombeiros para avaliar prédio atingido por incêndio no Stiep
A Prefeitura de Salvador atua com diversas equipes na ocorrência do incêndio registrado na manhã desta sexta-feira (27) em um prédio no bairro do Stiep. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) realizou o atendimento a 16 pessoas, entre vítimas liberadas no local e removidas para unidades de saúde. O Hospital Municipal de Salvador recebeu três pacientes encaminhados pelo Samu.
Assim que a Central de Regulação foi acionada, equipes foram mobilizadas para o local. Ao todo, sete viaturas do Samu foram empenhadas na ocorrência, com cerca de 20 profissionais envolvidos diretamente na operação, além da equipe de coordenação.
Os pacientes passaram por triagem clínica no local, onde foram avaliados quanto à gravidade e à necessidade de encaminhamento hospitalar.
“Trabalhamos sempre de forma integrada: Corpo de Bombeiros, equipes de saúde e regulação. Neste momento, estamos encerrando a missão, após o Corpo de Bombeiros informar que não há mais vítimas no imóvel. Eles seguem apenas com o trabalho de rescaldo e avaliação estrutural. Ainda assim, deixaremos uma ambulância no local, porque as equipes que permanecem na área podem precisar de assistência até a liberação final”, disse Ivan Paiva, gerente executivo do Samu
Vistoria – Equipes da Defesa Civil de Salvador (Codesal) também estão no local para acompanhar a ocorrência. O órgão municipal aguarda a conclusão do trabalho do Corpo de Bombeiros para iniciar a vistoria técnica na edificação atingida.
Assim que foi informada sobre o ocorrido, a Codesal deslocou ao local uma equipe composta por engenheiros e arquitetos para realizar a análise estrutural do imóvel. No entanto, por questões de segurança, a entrada no prédio só poderá ocorrer após o término do combate às chamas e do trabalho de rescaldo.
A avaliação detalhada dependerá da liberação da área pelos Bombeiros, o que pode não ocorrer nesta sexta, mas uma análise preliminar externa já apontou indícios de colapso em parte da estrutura, segundo detalhou o diretor-geral da Codesal, Adriano Silveira.
“Pelo que já é possível observar externamente, percebemos indícios de colapso em parte da estrutura, o que é algo muito grave. No entanto, faremos uma análise mais completa, delicada e aprofundada para definir as medidas necessárias. Essa avaliação será realizada não apenas pela Codesal, mas também pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT), que irá apurar as causas do incêndio e emitir um relatório técnico. A vistoria interna só poderá ser feita após o cenário estar totalmente controlado”, informou.
Por Redação/Politicalivre
PF prende homem com 261 kg de drogas em Porto Velho/RO
Porto Velho/RO. Na quinta-feira (26/2), a Polícia Federal prendeu um homem que transportava 261 kg de skunk na BR-364. A ação ocorreu durante fiscalização, quando foi abordado um veículo destinado ao transporte de carga viva que seguia de Rio Branco/AC com destino a Porto Velho.
Durante a abordagem, o motorista admitiu estar transportando substância entorpecente, que se encontrava totalmente exposta na carroceria do caminhão, sem ocultação ou dissimulação. Foram localizados cinco fardos contendo mais de 261 kg de skunk.
O condutor, juntamente com o veículo e a carga, foi encaminhado à unidade da Polícia Federal em Rondônia, onde foi lavrado auto de prisão em flagrante pelo crime de tráfico interestadual de drogas.
Comunicação Social da Polícia Federal em Rondônia
FICCO/TO desarticula organização criminosa e apreende 460 kg de cocaína
A ação é um desdobramento da operação iniciada no último fim de semana, nos dias 21 e 22/2
Palmas/TO. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Tocantins (FICCO/TO) deflagrou uma operação para desarticular uma sofisticada estrutura logística de narcotráfico transnacional. A ação resultou na apreensão de, aproximadamente, 460 kg de cocaína e em uma nova prisão em flagrante.
A ação é um desdobramento da operação iniciada no último fim de semana, nos dias 21 e 22/2. Na ocasião, uma aeronave com prefixo adulterado e com modificações estruturais foi interceptada após realizar um pouso clandestino; o piloto foi preso em flagrante.
Dando continuidade às investigações e após o trabalho de inteligência e de perseguição contínua aos integrantes da organização criminosa, as equipes mantiveram o cerco tático na região. No dia 26/2, as diligências resultaram na localização de um depósito subterrâneo em área de mata fechada.
Com o suporte técnico do 4º BPM/PMTO, as equipes encontraram o local onde a droga estava enterrada. Na localidade, foram desenterrados cerca de 460 kg de cocaína, carga compatível com a capacidade do vetor aéreo que fora apreendido anteriormente.
A ação contou com o apoio da Força Tática Cães/4º BPM/PMTO, da Agência Local de Inteligência do 14º BPM (ALI/14º BPM/PMTO), do Grupo Especial de Fronteira do Mato Grosso (GEFRON/MT) e da Polícia Civil do Estado do Mato Grosso (PC/MT).
A operação resultou na captura de um segundo envolvido na cidade de Colinas do Tocantins/TO. As investigações apontam que o indivíduo exercia a função de operador logístico de solo, sendo o responsável pelo transporte e pela ocultação do entorpecente logo após o desembarque da aeronave ocorrido no dia 21/2.
Após a conclusão dos procedimentos na Superintendência da Polícia Federal, o preso foi encaminhado à Unidade Penal Regional de Palmas, onde permanecerá à disposição do Poder Judiciário.
Se condenados, os envolvidos poderão responder pelos crimes de tráfico transnacional de drogas e de organização criminosa.
A FICCO/TO atua sob a coordenação da Polícia Federal, de forma coordenada no enfrentamento à criminalidade. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Tocantins é composta pelas Polícias Federal, Civil, Militar e Penal do Estado do Tocantins.
Comunicação Social da Polícia Federal no Tocantins
PF investiga suspeitas de “mesadas” a Lulinha em apuração sobre fraudes no INSS
A Polícia Federal pediu ao STF a quebra de sigilo bancário de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no âmbito da investigação sobre fraudes bilionárias no INSS. O pedido foi autorizado pelo ministro André Mendonça, após a PF relatar indícios de pagamentos mensais que seriam destinados a ele. A informação é da CNN.
Segundo o relatório sob sigilo, os investigadores apontam supostos repasses de R$ 300 mil mensais feitos por Antônio Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, por meio de uma intermediária. A apuração preliminar indica que os valores teriam como objetivo facilitar acessos em Brasília, o que é negado pela defesa dos envolvidos.
A PF também cita a apreensão de um envelope com o nome de Lulinha durante uma operação e mensagens que demonstrariam preocupação entre investigados após a busca. Com a quebra de sigilo autorizada, os investigadores vão analisar movimentações bancárias para verificar se houve transferências, identificar origem e destino dos valores e montar uma linha do tempo dos supostos pagamentos.
Por Redação
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Incêndio de grandes proporções atinge prédio residencial no Stiep
Um incêndio de grandes proporções atingiu um prédio residencial na manhã desta sexta-feira (27), na Rua Elisiário Silveira Andrade, no bairro do Stiep, em Salvador. Ainda não há confirmação oficial sobre feridos ou sobre o número total de moradores afetados. A informação é do G1.
As primeiras informações apontam que a explosão de um botijão de gás pode ter provocado o fogo. Pelo menos dois apartamentos foram atingidos pelas chamas, e imagens registradas por moradores mostram destroços espalhados na área externa do edifício.
Equipes do Corpo de Bombeiros Militar da Bahia foram acionadas e atuam no combate ao incêndio e no trabalho de rescaldo. As causas do incidente serão investigadas após a conclusão da ocorrência.
Divulgação
Paquistão bombardeia Cabul após declarar 'guerra aberta' contra o Afeganistão; Talibã responde com ataque de drones
Governo paquistanês disse que 'paciência acabou' e disse estar pronto para 'esmagar' o Afeganistão, contra quem declarou guerra após meses de tensões na fronteira.
O Paquistão e o Afeganistão trocaram ataques na madrugada desta sexta-feira (27), no horário de Brasília, após Islamabade ter declarado uma "guerra aberta" ao país vizinho.
Paquistão divulga imagens de bombardeio a Cabul, capital do Afeganistão, em 27 de fevereiro de 2026. — Foto: Forças Armadas do Paquistão via ReutersO Exército paquistanês bombardeou diversas cidades afegãs, incluindo a capital Cabul, e compartilhou vídeo do que afirma ser ataques na cidade (Veja acima).
Autoridades paquistanesas disseram à agências de notícias Reuters que os ataques envolveram mísseis disparados por via aérea contra escritórios e postos militares do Talibã em Cabul, Kandahar e também na província de Paktia. Testemunhas da AFP confirmaram explosões e viram caças sobrevoando as cidades.
Kandahar, uma grande cidade localizada no sul do Afeganistão, é considerada o quartel-general do Talibã e é onde fica o líder espiritual supremo do grupo, Haibatullah Akhundzada.
O Talibã por sua vez, anunciou nesta sexta-feira que conduziu "com sucesso" bombardeios com drones contra instalações militares em Islamabad, em Nowshera, Jamrud e Abbottabad, no Paquistão, no que chamou de "ataques retaliatórios". O ministro da Informação paquistanês, Attaullah Tarar, por sua vez, afirmou o país abateu drones rivais nas cidades de Nowshera, Abbottabad e Swabi, e que "não houve vítimas".
O governo do Paquistão declarou guerra contra o Afeganistão na quinta-feira após ter dito que "a paciência chegou ao limite" com o país vizinho. Os dois países haviam firmado um acordo de cessar-fogo mediado pelo Catar em outubro. Nesta sexta-feira, Islamabade afirmou estar pronto para "esmagar" o Talibã, que controla o Afeganistão.
Os ataques aéreos paquistaneses marcam a primeira vez que Islamabad mira diretamente instalações do Talibã, o que representa uma nova ruptura nas relações entre os vizinhos islâmicos, que antes eram aliados próximos. Ainda não se sabe qual proporção essas trocas de ataques podem tomar.
O Paquistão, uma potência nuclear, acusa as autoridades talibãs de oferecerem cobertura a militantes armados que lançam ataques contra seu território, o que o governo do Afeganistão nega.
O início do conflito ocorre após meses de tensões entre os países vizinhos e confrontos na fronteira. Um vídeo de troca de tiros em uma região fronteiriça chamou atenção na quinta-feira, e os embates no local continuaram ao longo da madrugada nesta sexta-feira. Soldados de ambos os países utilizam armas e artilharia para alvejar o outro lado.
Ambos os lados afirmaram que causaram mortes ao rival, porém, até a última atualização desta reportagem, ainda não há balanços de mortes divulgados desde o início dos bombardeios
Confronto na fronteira
Na noite de quinta‑feira, as forças afegãs lançaram uma ofensiva na fronteira contra as tropas paquistanesas em resposta, segundo Cabul, aos bombardeios paquistaneses do fim de semana passado.
"Alguns deixaram seus documentos (...) Não levaram nem o dinheiro, nem a ajuda que tinham recebido. Por medo, todos foram embora", contou uma testemunha à agência de notícias AFP.
O ministro do Interior do Paquistão, Mohsin Naqvi, afirmou que os ataques de sexta‑feira e outros recentes na província de Paktia são uma "resposta adequada" às ações do país vizinho.
O governo do Afeganistão confirmou os ataques aéreos. Seu porta‑voz, Zabihullah Mujahid, que horas antes havia anunciado a retomada de "operações ofensivas em larga escala" na fronteira, afirmou que não houve vítimas.
Em pleno Ramadã, as ruas de Cabul estavam tranquilas depois do amanhecer, sem uma grande presença das forças de segurança, nem postos de controle, segundo os repórteres da AFP.
Preocupados, Irã e China se apresentaram como possíveis mediadores do conflito.
O governo do Irã, que compartilha uma fronteira ao leste com Afeganistão e Paquistão - e está, por sua vez, envolvido em negociações para evitar um conflito com os Estados Unidos -, se ofereceu para "facilitar o diálogo".
As autoridades chinesas pediram às partes que mantenham a calma e atuem com moderação, para "alcançar um cessar‑fogo o mais rápido possível e evitar mais derramamento de sangue".
Relações muito tensas
Desde quinta-feira, os dois países apresentam versões contraditórias sobre a situação.
O porta-voz afegão Mujahid afirmou que "dezenas de soldados paquistaneses morreram", "vários também ficaram feridos e outros foram tomados como prisioneiros", e mais de 15 postos avançados do Paquistão caíram.
O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, desmentiu a versão afegã: "Nenhum posto paquistanês foi tomado ou danificado", enquanto os paquistaneses infligiram "graves perdas" aos afegãos.
O bombardeio das forças afegãs ocorreu após vários ataques aéreos paquistaneses no fim de semana passado nas províncias de Nangarhar e Paktia, após "recentes atentados suicidas" no Paquistão.
As relações entre os dois vizinhos pioraram consideravelmente nos últimos meses. A fronteira terrestre permanece em grande parte fechada, exceto para os afegãos que retornam ao seu país, desde os combates de outubro, que deixaram mais de 70 mortos dos dois lados.
Após um cessar-fogo inicial negociado pelo Catar e pela Turquia, várias rodadas de conversações foram organizadas, mas um acordo duradouro não foi alcançado.
O EI Khorasan, considerado um dos braços mais ativos da organização Estado Islâmico, opera nos dois países.
Quando retornou ao poder no Afeganistão, o movimento talibã impôs uma interpretação rigorosa da lei islâmica, o que priva as mulheres e as meninas do direito à educação e ao mercado de trabalho.
Após avanço nas negociações, Irã pede que EUA evitem 'exigências excessivas' para acordo nuclear
EUA e Irã relataram avanços nas negociações para limitar o programa nuclear de Teerã após negociadores dos dois países se encontrarem em Genebra na quinta (26). Ataque norte-americano contra o país do Oriente Médio ainda não está descartado.
O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, pediu nesta sexta-feira (27) que os Estados Unidos abandonem as "exigências excessivas" para alcançar um acordo, depois que delegações dos dois países participaram de negociações em Genebra.
Na quinta-feira (26), o chanceler celebrou os "progressos" registrados nas reuniões com representantes dos Estados Unidos, país que mantém uma grande presença militar no Oriente Médio e ameaça atacar o Irã se um acordo não for concretizado.
Em uma conversa telefônica com seu homólogo egípcio, Badr Abdelatty, Araghchi disse que "o sucesso neste caminho exige seriedade e realismo da outra parte, além de evitar qualquer erro de cálculo e exigências excessivas".
O chefe da diplomacia iraniana não especificou a que demandas se referia.
No âmbito das negociações, Washington citou em vários momentos o programa de mísseis balísticos e o enriquecimento de urânio no território iraniano, atividades que Teerã não deseja interromper.
No discurso sobre o Estado da União, na terça-feira no Congresso, o presidente americano Donald Trump afirmou que o Irã já "desenvolveu mísseis que podem ameaçar a Europa" e trabalha "para construir mísseis que em breve alcançarão os Estados Unidos".
O secretário de Estado, Marco Rubio, afirmou que os iranianos "não estão enriquecendo" no momento, "mas estão tentando chegar ao ponto em que finalmente conseguirão fazer".
O Irã declarou em várias ocasiões que o programa de mísseis é parte do sistema de defesa do país e descartou renunciar ao enriquecimento de urânio, insistindo que seu programa nuclear tem apenas fins pacíficos.
Contudo, Estados Unidos, Israel e outros países ocidentais suspeitam que o programa busca desenvolver uma arma atômica.
Omã, que atua como mediador entre Estados Unidos e Irã, afirmou que as duas partes terão uma reunião de nível técnico na segunda-feira, em Viena, antes de uma nova rodada de negociações prevista para a mesma semana.
Por France Presse
Força Total conclui 2ª edição de 2026 com resgates, prisões e retirada de armas de circulação
A Polícia Militar da Bahia encerrou, nesta sexta-feira (27), a 2ª edição de 2026 da Operação Força Total, reafirmando a manutenção do ritmo operacional e a capacidade de pronta resposta diante de ocorrências relevantes em diferentes regiões do estado.
Em Salvador, a Companhia de Polícia de Proteção Ambiental (Coppa) desarticulou um esquema de crimes ambientais na Praia do Flamengo. Após denúncia, os policiais interceptaram um veículo e resgataram aves silvestres mantidas ilegalmente, além de apreenderem materiais relacionados à realização de torneios clandestinos. Três indivíduos foram conduzidos para adoção das medidas legais cabíveis.
No interior, a atuação policial também apresentou resultados expressivos. Em Itagimirim, na tarde de quinta-feira (26), uma guarnição frustrou um sequestro em andamento após denúncia anônima. Em um sítio localizado no bairro Francino Andrade, os policiais localizaram uma mulher com lesões aparentes, amordaçada e amarrada a uma árvore. Três indivíduos foram detidos — dois deles menores de idade — e encaminhados à Delegacia Territorial de Eunápolis, juntamente com a vítima. A intervenção rápida foi determinante para preservar a integridade da mulher.
Em Ilhéus, o patrulhamento preventivo resultou na prisão de suspeito armado e na apreensão de materiais ligados ao tráfico de entorpecentes. Já em Curaçá, a presença da guarnição levou criminosos a abandonarem duas armas de fogo durante fuga, impedindo possíveis ações delituosas.
Ao término da operação, foram contabilizadas 40 prisões em flagrante, 32 ocorrências com entorpecentes, a recuperação de 09 veículos com restrição e a retirada de 25 armas de fogo de circulação, indicador relevante para a preservação de vidas.
A Operação Força Total consolida-se como estratégia permanente de enfrentamento qualificado à criminalidade, sustentada por planejamento, presença ostensiva e intervenção precisa.
A Polícia Militar da Bahia segue em prontidão, com atuação contínua voltada à proteção da sociedade.
Fonte
Polícia Militar - DCS
Paraná Pesquisas aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro em cenários de 1º e 2º turnos para 2026
Levantamento nacional divulgado pelo Instituto Paraná Pesquisas nesta sexta-feira (27) indica os cenários de intenção de voto para a eleição presidencial de 2026, além da avaliação sobre uma possível reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Na pesquisa espontânea, quando não são apresentados nomes aos entrevistados, Lula aparece com 26% das intenções de voto. Em seguida estão Flávio Bolsonaro (PL), com 14,8%, e Jair Bolsonaro (PL), com 5,8%. Outros nomes citados somam percentuais inferiores, enquanto 42,6% dos entrevistados afirmaram não saber ou não opinar.
No cenário estimulado principal, em que os candidatos são apresentados aos eleitores, Lula registra 39,6% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 35,3%. Ratinho Junior aparece com 7,6%, Romeu Zema com 3,8%, Renan Santos com 1,5% e Aldo Rebelo com 0,5%. Outros 6,7% declararam voto branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 5% não souberam responder.
A pesquisa também simulou cenários de segundo turno. Em eventual disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, o levantamento aponta 43,8% das intenções de voto para Lula e 44,4% para Flávio Bolsonaro, com 6,9% de votos brancos ou nulos e 5% de indecisos, cenário que indica empate técnico.
Quando questionados se o atual presidente merece ser reeleito, 52,2% dos entrevistados responderam que Lula não merece um novo mandato, enquanto 43,9% afirmaram que ele merece ser reeleito. Outros 3,9% disseram não saber ou preferiram não opinar.
A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o nº BR-07974/2026. De acordo com o estudo, realizado entre os dias 22 e 25 de fevereiro de 2026, foram entrevistados 2.080 eleitores em 159 municípios distribuídos pelos 26 estados e o Distrito Federal. O levantamento apresenta grau de confiança de 95% e margem de erro estimada de 2,2 pontos percentuais para os resultados gerais.
Por: Por Redação/Bahianpticias
Operação “Banda Suja" prende quatro PMs investigados por formação de milícia na região de Ipirá
Quatro policiais militares foram presos na manhã desta sexta-feira, dia 27, durante operação deflagrada pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco), Força Correcional Especial Integrada da Corregedoria Geral (Force-SSP) e Corregedoria da Polícia Militar, da Secretaria de Segurança Pública (SSP).
A operação “Banda Suja” tem como alvo os PMs investigados por integrar uma organização criminosa com características milicianas na região de Ipirá. Três policiais foram presos preventivamente e um em flagrante incidental nos municípios de Ipirá e Feira de Santana.
Também foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão nos endereços residenciais dos agentes investigados e nas sedes da 98ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) e da Companhia Independente de Policiamento Especializado (Cipe) Leste, localizados nos municípios de Ipirá e Feira de Santana. As buscas resultaram na apreensão de armas de fogo, R$ 70 mil em espécie e celulares.
As medidas cautelares foram deferidas pela 1ª Vara de Auditoria Militar de Salvador e estão vinculadas a procedimento investigatório conduzido pelo MPBA, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco). As investigações apontam a existência de grupo estruturalmente organizado com atuação reiterada na prática de delitos graves, entre eles violações de domicílio, abuso de autoridade, extorsões, subtrações de bens, tortura, associação para o tráfico e tráfico de drogas, além de outros crimes praticados mediante o aproveitamento de funções públicas e do aparato estatal.
Também foi identificado um padrão de atuação sistemático, com divisão de tarefas, emprego de violência ou intimidação e utilização de instrumentos institucionais como meio de facilitação das condutas ilícitas, evidenciando risco concreto à ordem pública e à adequada colheita de provas.
Por Redação/Politica Livre
Juízes do Trabalho receberam R$ 1 bilhão acima do teto em 2025
Magistrados aposentados e da ativa da Justiça do Trabalho receberam, ao longo de 2025, R$ 1 bilhão apenas em valores acima do teto constitucional, que é de R$ 46,3 mil. Uma juíza da categoria chegou a ganhar R$ 1,7 milhão em um único mês, em dezembro.
Os magistrados do trabalho foram representados no julgamento do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre supersalários na quarta-feira (25) pela juíza aposentada Cláudia Márcia de Carvalho Soares, presidente da ABMT (Associação Brasileira de Magistrados do Trabalho). Na ocasião, ela rechaçou o uso do termo penduricalhos. Afirmou ainda que precisa pagar o próprio café e gasolina para trabalhar.
Cláudia também recebeu vencimentos acima do teto, com salário líquido que chegou a R$ 128 mil em dezembro passado. Procurada, a ABMT não respondeu aos questionamentos da reportagem até a publicação deste texto.
Em nota, o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) afirmou que o Judiciário possui independência e os tribunais administram seus respectivos orçamentos nos estados e na União. O conselho afirmou ainda que os salários são fixados por cada tribunal e o CNJ exerce um controle posterior e examina sua eventual ilegalidade.
Durante o julgamento no STF na quarta, Cláudia defendeu os recursos que engordam os salários dos magistrados, dizendo que são verbas indenizatórias previstas em leis estaduais na maior parte das vezes.
"Credito uma conotação extremamente negativa à expressão penduricalho. O que temos são pagamentos baseados em legislação estadual ou resolução do CNJ. Juiz de primeiro grau não tem carro, paga do seu próprio bolso o combustível, não tem apartamento funcional, plano de saúde, refeitório, água e café. O desembargador também não tem quase nada, a não ser um carro. Mal tem um lanche", disse Cláudia na corte.
Juízes do Trabalho recebem verbas indenizatórias, que não estão sujeitas a Imposto de Renda nem ao teto constitucional, além de pagamentos retroativos que inflam seus contracheques. A juíza que recebeu o maior valor no ano passado, por exemplo, ganhou R$ 1,7 milhão com direitos eventuais, o que levou ao salário elevado.
No plenário, alguns dos representantes de carreiras beneficiadas por verbas indenizatórias discursaram a favor da manutenção de seus salários. Entre eles, havia representantes de juízes, integrantes do Ministério Público e de carreiras da AGU (Advocacia-Geral da União).
O presidente do STF, Edson Fachin, suspendeu nesta quinta-feira (26) o julgamento sobre os penduricalhos salariais de funcionários públicos. Enquanto isso, as duas decisões liminares (provisórias) que barraram o pagamento das verbas seguem em vigor.
Fachin informou que a sessão sobre o assunto será retomada em 25 de março, junto a outros processos que tratam sobre o mesmo tema.
O ministro Gilmar Mendes determinou na segunda-feira (23) que verbas indenizatórias só podem ser pagas no Judiciário e no Ministério Público quando estiverem expressamente previstas em lei aprovada pelo Congresso Nacional. A decisão barra boa parte dos penduricalhos, que costumam ser determinados por ação administrativa e lei estadual. Mas o alcance geral da restrição ainda está sendo avaliado pelos especialistas.
A liminar foi concedida em ação direta de inconstitucionalidade proposta pela Procuradoria-Geral da República e será submetida ao plenário do STF para votação. Nesta quinta, o ministro liberou por 45 dias o pagamento de retroativos já previstos para o Judiciário e o Ministério Público.
A determinação está alinhada à decisão do ministro Flávio Dino que suspendeu no início do mês penduricalhos nos três Poderes, estabelecendo que apenas verbas indenizatórias expressamente previstas em lei podem ficar fora do teto das respectivas carreiras.
Na liminar, Gilmar determinou que, após o fim dos prazos estabelecidos, os integrantes do Judiciário e do Ministério Público só poderão receber as verbas previstas em lei nacional e, nos casos necessários, regulamentadas por ato conjunto do CNJ e do CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público).
Por Luany Galdeano/Folhapress
André Mendonça desfaz decisão de Toffoli e dá autonomia ao Coaf no caso Banco Master
Decisão tomada nesta quinta-feira, 26, anula determinação para que relatórios de inteligência fossem enviados ao ministro
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça restabeleceu a rotina do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) em relação aos Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) produzidos para instaurar as investigações sobre o Banco Master.
Segundo fontes com acesso à investigação, o antigo relator do caso, Dias Toffoli, havia determinado, em decisão sigilosa, que esses relatórios fossem enviados a ele, sem seguir o fluxo das informações determinados por lei.
O órgão informou ter compartilhado dois relatórios por meio do Sistema SEI, que reúne informações de decisões tomadas pelo poder público. Um dos documentos foi produzido de forma espontânea e o outro, a partir de requerimento da CPI do INSS. A partir do comunicado do Coaf, Mendonça contrariou o entendimento de Toffoli.
“As investigações e diligências dela decorrentes, tais como a produção de prova oral, documental e pericial, devem seguir o fluxo ordinário legalmente previsto para toda e qualquer investigação penal sob a supervisão deste Supremo Tribunal Federal”, afirmou na decisão obtida pelo jornal O Estado de São Paulo.
“Por conseguinte, o procedimento a ser adotado, no que pertine à difusão de relatórios de inteligência financeira, independentemente de serem requeridos ou produzidos espontaneamente, deve ser o mesmo ordinariamente já adotado por esta Unidade de Inteligência Financeira para casos semelhantes”, anotou Mendonça.
O ministro ressaltou que o procedimento deve ser adotado tanto para RIFs já compartilhados quanto para os futuros. Mendonça embasou a decisão na Lei 9.613, de 1998, que criou o Coaf e estabeleceu suas competências.
Desde que assumiu a relatoria das investigações, há duas semanas, Mendonça desfez decisões tomadas pelo relator anterior. Além de ter dado acesso ao caso a investigadores da Polícia Federal, determinou que os agentes incumbidos das investigações não revelassem o conteúdo dela a seus superiores que não tenham relação com a apuração. O ministro também ordenou que a PF compartilhe o material com a CPI do INSS.
Por Carolina Brígido/Estadão
Adolfo Menezes confirma interesse no TCM e projeta candidatura da esposa à Assembleia em 2026
O deputado estadual e ex-presidente da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA), Adolfo Menezes (PSD), confirmou que pretende disputar uma vaga no Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) e disse já contar com o apoio de importantes lideranças da base do governador Jerônimo Rodrigues (PT) para o pleito.
Menezes, que fará 68 anos, poderá ser beneficiado pela Proposta de Emenda à Constituição (PEC) aprovada pela Assembleia Legislativa no ano passado, que elevou de 65 para 70 anos a idade para ingresso nos Tribunais de Contas do Estado e dos Municípios. Ele é um dos interessados na vaga que será deixada pelo conselheiro Francisco Netto, que se aposenta em agosto.
Em entrevista à imprensa, nesta quinta-feira (25), durante a entrega de viaturas e equipamentos para a segurança pública, no Centro de Operações e Inteligência (COI), o parlamentar também falou sobre a pré-candidatura de sua esposa, Denise Menezes, a deputada estadual nas eleições de outubro.
“O que eu posso te falar é que eu tenho a palavra do governador, do senador Jaques Wagner, do ministro Rui Costa, do senador Otto Alencar e da presidente Ivana Bastos. Eu tenho a palavra de todos de que eu irei disputar, claro que a vaga depende dos deputados, que vão me eleger ou não”, afirmou. O nome indicado pelo governador passa pelo crivo dos deputados estaduais que fazem a escolha em votação secreta no plenário.
Sobre a possível sucessão familiar, Adolfo Menezes fez uma defesa a ex-primeira-dama da Assembleia Legislativa ao ressaltar suas credenciais para a disputa ao Parlamento estadual.
“Caso aconteça, caso eu seja eleito, é claro que eu colocarei a minha esposa Denise Menezes como candidata. É bom que se saiba que ela não é só esposa de um deputado. Ela tem, entre a época que namorava comigo e a época de casada, 18 eleições acompanhando de perto. Ela tem todas as condições”, declarou.
Adolfo Menezes também rebateu especulações de que teria condicionado apoio ao governo Jerônimo à indicação para a vaga do TCM. Ele mencionou outros parlamentares que tiveram espaço na gestão estadual, a exemplo do ex-presidente da Assembleia Legislativa, Marcelo Nilo, que indicou aliados para o TCE, secretarias e presidência de órgãos.
“Primeiro, é bom que se diga claro: em hora nenhuma da minha vida eu condicionei a fazer algum trabalho, ajudar o governo, a troca de nada. Nunca, em nenhum momento da minha vida política, eu condicionei a nada”, frisou.
Por Carine Andrade, Política Livre
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