Mostrando postagens com marcador Eleições 2026. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Eleições 2026. Mostrar todas as postagens
Flávio propõe superministério social com Bolsa Família e 'nova mentalidade'
Ministério da Prosperidade concentraria programas sociais, como Bolsa Família, além de áreas como microcrédito
Anunciado por Flávio Bolsonaro (PL) na reestreia de seu programa de TV, nesta sexta-feira (9), o Ministério da Prosperidade deverá ser uma "superpasta" da área social.
O objetivo é reunir os principais programas sociais do governo, incluindo Bolsa Família e BPC, além de iniciativas que hoje estão espalhadas por outras pastas, em áreas como qualificação profissional e microcrédito.
O formato final ainda está sendo desenhado e deve ser entregue a Flávio na semana que vem.
A ideia inicial é que ele substitua o Ministério do Desenvolvimento Social e possivelmente agregue outras pastas da área social. Flávio tem prometido cortar o número de ministérios em seu eventual governo.
A estrutura está sendo definida por Filipe Sabará, que atuou no governo Tarcísio de Freitas, Daniella Marques, coordenadora econômica da campanha, e o influenciador Pablo Marçal –que costuma adotar a defesa da "prosperidade" como um mantra.
A Caixa Econômica Federal, que foi presidida por Marques no governo de Jair Bolsonaro (PL), deve ter papel central no financiamento dos programas sob o guarda-chuva da nova estrutura.
Flávio vem amadurecendo essa ideia desde dezembro do ano passado, quando participou de um evento na casa de Marçal, na Grande São Paulo, levado por Sabará.
O novo ministério, segundo fontes da campanha, atende ao discurso do candidato de que é preciso mudar a mentalidade do atual governo com relação aos programas sociais.
Assim, o Bolsa Família, que Flávio promete manter, seria um passo inicial para que as pessoas prosperem economicamente, e não um fim em si mesmo.
A nova pasta agregaria ainda iniciativas nas áreas de educação financeira e saúde emocional –esta, uma área de atuação diretamente ligada a Marçal.
Por Fábio Zanini/Folhapress
Faltam 16 dias: horário eleitoral gratuito recomeça nesta sexta-feira (9)
Propaganda será exibida até o dia 23 de outubro, no rádio e na TV, para as disputas à Presidência da República e aos governos estaduais, onde houver
A propaganda eleitoral do 2º turno das Eleições 2026 começa nesta sexta-feira (9), nas emissoras de rádio e de televisão. A veiculação ocorre em blocos de horário fixo e em inserções distribuídas ao longo da programação, até 23 de outubro, antevéspera da votação. Em todo o Brasil, mais de 158,7 milhões de eleitoras e eleitores aptos a votar retornam às urnas no dia 25 de outubro.
A propaganda será transmitida de segunda-feira a sábado, em blocos de dez minutos. No rádio, os programas irão ao ar às 7h e às 12h. Na televisão, a exibição ocorre às 13h e às 20h30. O tempo é dividido igualmente entre os dois candidatos.
Além dos programas em rede, cada candidatura também terá direito a 25 inserções de 30 segundos, nos intervalos da programação, totalizando 12 minutos e 30 segundos.
Divisão igualitária do tempo
De acordo com a legislação eleitoral, a exibição se dará de maneira alternada, começando pelo candidato que obteve a maior votação no 1º turno. Na disputa pela Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL) obteve 56,1 milhões de votos e Lula da Silva (PT) 53,8 milhões.
A divisão do tempo ficou assim:
Propaganda em rede
Partido Liberal (PL): cinco minutos
Coligação Brasil Pronto Pra Mais, formada por PDT, PSB, Federação Brasil da Esperança – FE Brasil (PT, PCdoB e PV) e Federação PSOL Rede: cinco minutos
Propaganda por inserções
Partido Liberal (PL): 12 minutos e 30 segundos
Coligação Brasil Pronto Pra Mais: 12 minutos e 30 segundos
Propaganda para governador
No Distrito Federal e nos estados onde também haverá 2º turno para o cargo de governador, a propaganda eleitoral será exibida logo após a exibição da propaganda presidencial.
Grupo de emissoras
O pool de emissoras instalado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) continua responsável por receber e transmitir a propaganda dos candidatos à Presidência da República.
A resolução do plano de mídia foi aprovada pelo Plenário do TSE em sessão realizada na última terça-feira (6) e está disponível na página do Pool de Mídia das Eleições 2026.
Quem deve transmitir
A legislação eleitoral determina que as emissoras de rádio e televisão transmitam a propaganda eleitoral em rede nos horários e nas condições estabelecidos.
No rádio, a transmissão inclui as emissoras comunitárias e, na televisão, os canais que operam em VHF e UHF, inclusive canais por assinatura sob a responsabilidade do Senado Federal, da Câmara dos Deputados, das assembleias legislativas, da Câmara Legislativa do Distrito Federal e das câmaras municipais.
DV/JP/DB
Douglas Ruas deve ser declarado governador eleito do RJ sob investigação
O presidente da Assembleia do Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL), deve ser declarado governador eleito já sob investigação. A Procuradoria-Geral da Justiça instaurou em julho um procedimento para apurar os crimes de peculato, lavagem de dinheiro, fraude licitatória e organização criminosa.
A base da investigação são as transações milionárias realizadas por ele e a empresa dele nos últimos três anos, reveladas pela Folha em abril. Também fazem parte da apuração uma auditoria realizada pelo governo estadual na Secretarias de Cidades, comandada por Ruas na gestão Cláudio Castro (PL).
Procurado, a assessoria de Ruas não comentou. Após o debate da TV Globo, na semana passada, o deputado disse que tem tranquilidade com a investigação e disse que ela será arquivada.
"O Ministério Público recebe as informações e tem que apurar para ver se há veracidade naquilo que está sendo entregue. Recentemente o Ministério Público já arquivou uma dessas acusações, porque foram inverdades. E eu nem fui chamado para prestar quaisquer esclarecimentos. Tenho certeza que essa outra será arquivada. Estou à disposição, mas como são mentiras tão grotescas, que eu acredito que vai seguir o mesmo caminho que seguiu a outra", disse ele.
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu nesta quinta-feira (8) considerar definitivamente nulos os votos dados ao ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) na disputa pelo Governo do Rio de Janeiro. A decisão abre caminho para a proclamação de sua vitória no primeiro turno, com 50,88% dos votos válidos.
O ex-prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes (PSD), que disputaria o segundo turno com Ruas caso os votos fossem validados, pediu recurso ao STF (Supremo Tribunal Federal), negado pelo ministro Cristiano Zanin. Ele, então, reconheceu a derrota no pleito estadual.
O procedimento contra Ruas foi aberto com base numa denúncia anônima enviada ao Ministério Público e enviada ao Tribunal de Justiça, foro especial do presidente da Assembleia. A apuração está sob sigilo. Caso seja mantida até a posse de Ruas, ela deve ser enviada à Procuradoria-Geral da República.
Como a Folha mostrou, Ruas, a esposa, Mariana Barbosa, e empresas do casal realizaram uma série de aquisições imobiliárias e de precatórios nos últimos três anos. Os bens adquiridos estão avaliados, segundo escrituras, em mais de R$ 16 milhões.
As transações começaram em janeiro de 2023, quando Ruas havia sido eleito com a segunda maior votação do estado. Elas se intensificaram após setembro do mesmo ano, quando assumiu a Secretaria de Cidades.
Na ocasião, o deputado disse em nota que a empresa da qual é proprietário tem "sólida atuação no mercado de logística". Declarou que, a partir de 2023, "passou a atuar no mercado imobiliário e na aquisição de ativos financeiros, incluindo precatórios". Disse também que a mulher "atua no ramo varejista há dez anos".
O portal Metrópoles revelou, em setembro, que a firma de Ruas recebeu R$ 1,58 milhões da pedreira da família do deputado Altineu Côrtes (PL-RJ), um de seus padrinhos políticos, que foi subcontratada por empresa que executava obra da Secretaria de Cidades.
Ruas afirmou que não mistura suas atividades privadas com sua atuação política. Ele declarou que os serviços prestados por sua empresa não relação direta nem indireta com obras públicas.
"Sei muito bem separar a vida pública da vida privada. Com muita tranquilidade, nós esclarecemos todos os fatos e defendemos que todos os órgãos de controle que possam fiscalizar e atuar pelo zelo dos recursos públicos", disse Ruas.
Outra suspeita se deve a uma auditoria realizada pelo governo interino do desembargador Ricardo Couto nos contratos da Secretaria Estadual de Cidades, comandada por Ruas de setembro de 2023 até março deste ano.
O principal achado foi um aditivo de 45% feito a um contrato 17 dias depois do início de sua execução. Um dos fornecedores do serviço foi a mineradora da família de Altineu.
Ruas declarou, em nota, que a secretaria "não interfere na escolha dos fornecedores de insumos pelas empresas contratadas". Disse também que a nova lei de licitações não impõe o limite de 25% nos aditivos de valores, como aponta a auditoria.
Em nota, Altineu afirmou que a mineradora Santa Edwiges "é uma empresa privada que nunca participou de nenhuma licitação com o Governo do Estado e só vende para clientes privados". Afirmou ainda que a empresa pratica preços menores do que a tabela do governo.
O presidente da Assembleia do Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL), deve ser declarado governador eleito já sob investigação. A Procuradoria-Geral da Justiça instaurou em julho um procedimento para apurar os crimes de peculato, lavagem de dinheiro, fraude licitatória e organização criminosa.
A base da investigação são as transações milionárias realizadas por ele e a empresa dele nos últimos três anos, reveladas pela Folha em abril. Também fazem parte da apuração uma auditoria realizada pelo governo estadual na Secretarias de Cidades, comandada por Ruas na gestão Cláudio Castro (PL).
Procurado, a assessoria de Ruas não comentou. Após o debate da TV Globo, na semana passada, o deputado disse que tem tranquilidade com a investigação e disse que ela será arquivada.
"O Ministério Público recebe as informações e tem que apurar para ver se há veracidade naquilo que está sendo entregue. Recentemente o Ministério Público já arquivou uma dessas acusações, porque foram inverdades. E eu nem fui chamado para prestar quaisquer esclarecimentos. Tenho certeza que essa outra será arquivada. Estou à disposição, mas como são mentiras tão grotescas, que eu acredito que vai seguir o mesmo caminho que seguiu a outra", disse ele.
O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu nesta quinta-feira (8) considerar definitivamente nulos os votos dados ao ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos) na disputa pelo Governo do Rio de Janeiro. A decisão abre caminho para a proclamação de sua vitória no primeiro turno, com 50,88% dos votos válidos.
O ex-prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes (PSD), que disputaria o segundo turno com Ruas caso os votos fossem validados, pediu recurso ao STF (Supremo Tribunal Federal), negado pelo ministro Cristiano Zanin. Ele, então, reconheceu a derrota no pleito estadual.
O procedimento contra Ruas foi aberto com base numa denúncia anônima enviada ao Ministério Público e enviada ao Tribunal de Justiça, foro especial do presidente da Assembleia. A apuração está sob sigilo. Caso seja mantida até a posse de Ruas, ela deve ser enviada à Procuradoria-Geral da República.
Como a Folha mostrou, Ruas, a esposa, Mariana Barbosa, e empresas do casal realizaram uma série de aquisições imobiliárias e de precatórios nos últimos três anos. Os bens adquiridos estão avaliados, segundo escrituras, em mais de R$ 16 milhões.
As transações começaram em janeiro de 2023, quando Ruas havia sido eleito com a segunda maior votação do estado. Elas se intensificaram após setembro do mesmo ano, quando assumiu a Secretaria de Cidades.
Na ocasião, o deputado disse em nota que a empresa da qual é proprietário tem "sólida atuação no mercado de logística". Declarou que, a partir de 2023, "passou a atuar no mercado imobiliário e na aquisição de ativos financeiros, incluindo precatórios". Disse também que a mulher "atua no ramo varejista há dez anos".
O portal Metrópoles revelou, em setembro, que a firma de Ruas recebeu R$ 1,58 milhões da pedreira da família do deputado Altineu Côrtes (PL-RJ), um de seus padrinhos políticos, que foi subcontratada por empresa que executava obra da Secretaria de Cidades.
Ruas afirmou que não mistura suas atividades privadas com sua atuação política. Ele declarou que os serviços prestados por sua empresa não relação direta nem indireta com obras públicas.
"Sei muito bem separar a vida pública da vida privada. Com muita tranquilidade, nós esclarecemos todos os fatos e defendemos que todos os órgãos de controle que possam fiscalizar e atuar pelo zelo dos recursos públicos", disse Ruas.
Outra suspeita se deve a uma auditoria realizada pelo governo interino do desembargador Ricardo Couto nos contratos da Secretaria Estadual de Cidades, comandada por Ruas de setembro de 2023 até março deste ano.
O principal achado foi um aditivo de 45% feito a um contrato 17 dias depois do início de sua execução. Um dos fornecedores do serviço foi a mineradora da família de Altineu.
Ruas declarou, em nota, que a secretaria "não interfere na escolha dos fornecedores de insumos pelas empresas contratadas". Disse também que a nova lei de licitações não impõe o limite de 25% nos aditivos de valores, como aponta a auditoria.
Em nota, Altineu afirmou que a mineradora Santa Edwiges "é uma empresa privada que nunca participou de nenhuma licitação com o Governo do Estado e só vende para clientes privados". Afirmou ainda que a empresa pratica preços menores do que a tabela do governo.
Por Italo Nogueira/Folhapress
João Roma acusa PT de “terrorismo eleitoral” e afirma que Flávio Bolsonaro vai ampliar investimentos na Bahia- Por Redação
![]() |
| Foto: Divulgação/Arquivo |
O presidente do PL na Bahia, João Roma, criticou o que chamou de “terrorismo eleitoral” do PT contra o candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL). Em vídeo, o ex-ministro da Cidadania rebateu uma fake news espalhada pelo grupo político sobre uma suposta interrupção de investimentos da montadora BYD na Bahia caso Flávio seja eleito e defendeu que o debate se concentre nos problemas enfrentados pela população.
“O PT, no desespero, querendo vender medo para as pessoas. O verdadeiro medo do cidadão hoje é fazer as compras no supermercado e o dinheiro não dar, é andar nas ruas e perder a vida por causa de um celular”, afirmou.
Roma citou uma nota divulgada pela BYD esclarecendo que a empresa não havia solicitado reunião com autoridades para tratar dos investimentos na Bahia.
“A gente tem que lutar para trazer mais investimentos para a Bahia, e é isso que Flávio vai fazer para a Bahia e para o Nordeste”, declarou.
Segundo Roma, o compromisso com o Estado foi reafirmado por Flávio durante uma reunião em Brasília, com a participação de ACM Neto. O dirigente do PL disse acreditar que uma eventual gestão do candidato vai ampliar investimentos, reduzir impostos e criar oportunidades para os baianos.
“Ele vai ser o melhor presidente para o Nordeste do Brasil e vai cuidar da nossa Bahia. Isso é o que ele me prometeu lá em Brasília”, disse.
Ex-ministro da Cidadania no governo Jair Bolsonaro, Roma também comparou os ataques atuais às fake news feitas pelo PT durante a gestão anterior sobre a continuidade dos programas sociais. Roma destacou que as previsões caluniosas de encerramento dos benefícios não se confirmaram, e o valor destinado às famílias foi ampliado.
“Diziam que Bolsonaro ia acabar o Bolsa Família. Nós mais do que triplicamos o valor e ajudamos de verdade na área social, para ajudar o cidadão necessitado”, afirmou.
Roma defendeu que a proteção social seja acompanhada de medidas que permitam às famílias conquistar melhores condições de vida. “Além da estrutura de suporte social, a gente vai dar oportunidade para que as pessoas possam, sim, melhorar de vida”, concluiu.
Paulo Azi acusa PT de fazer terrorismo eleitoral na Bahia com “verdadeira fábrica de fake news”: “Desespero e irresponsabilidade”
![]() |
| Foto: Pablo Valadares/Câmara dos Deputados |
O deputado federal Paulo Azi (União Brasil) acusou, nesta quinta-feira (8), lideranças do PT na Bahia de promoverem uma campanha de terrorismo eleitoral e disseminação de notícias falsas após o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) anunciar apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial. Segundo o parlamentar, os petistas estão tentando espalhar medo entre os eleitores com informações sem fundamento sobre o futuro de investimentos e obras no estado.
Azi citou como exemplo as declarações da deputada federal Ivoneide Caetano (PT), que afirmou que a montadora chinesa BYD estaria preocupada com uma eventual vitória de Flávio Bolsonaro e poderia deixar Camaçari. As afirmações, no entanto, foram contestadas pela própria BYD. Em nota, a montadora negou ter solicitado qualquer encontro com autoridades para tratar das eleições e reafirmou seus planos de expansão das operações no Brasil.
“Estamos vendo uma verdadeira fábrica de fake news montada pelo PT na Bahia. É terrorismo eleitoral puro. Eles inventam histórias, espalham medo e tentam assustar a população porque estão desesperados com a possibilidade de Lula perder a eleição para Flávio Bolsonaro”, afirmou Paulo Azi.
O parlamentar ainda lembrou que o governo petista deixou a Ford sair de Camaçari, prejudicando a economia da Bahia. “Isso sim é verdade, ao contrário dessa onda de mentiras que eles estão fazendo. É uma irresponsabilidade sem tamanho”, salientou.
Paulo Azi também rebateu declarações de integrantes do PT sobre o futuro da Ponte Salvador-Itaparica, que passou a ser mencionada por lideranças governistas como um projeto supostamente ameaçado por uma eventual vitória da oposição na eleição presidencial.
“Quem está há quase duas décadas prometendo essa ponte sem conseguir tirá-la do papel? Quem fez propaganda, anunciou prazo, gastou dinheiro e até hoje não entregou a obra? Foram os próprios governos do PT. Agora querem colocar na conta de Flávio Bolsonaro uma responsabilidade que é inteiramente deles. É uma inversão absurda da realidade”, declarou.
Flávio Bolsonaro realiza comício no Farol da Barra no dia 17 de outubro- Por Política Livre
![]() |
| Foto: Divulgação |
O candidato à Presidência da República pelo PL, Flávio Bolsonaro, realiza no sábado (17) um comício no Farol da Barra, em Salvador. O ato está marcado para começar às 15h22 e vai reunir lideranças da oposição na Bahia.
Entre os nomes confirmados para participar do evento estão o ex-prefeito de Salvador e vice-presidente nacional do União Brasil, ACM Neto, o prefeito de Salvador, Bruno Reis (União Brasil), o ex-ministro da Cidadania João Roma (PL), além de deputados, vereadores e outras lideranças políticas da oposição no estado.
Dallagnol grava vídeo chorando e diz que eleição para o Senado no Paraná já valeu
| Foto: Bruno Spada/Bruno Spada/Câmara dos Deputados |
O ex-procurador da Lava Jato e ex-deputado federal Deltan Dallagnol (Novo) publicou nesta quinta-feira, 8, um vídeo nas redes sociais em que aparece chorando e relembra os últimos dias de sua campanha ao Senado pelo Paraná. Na gravação, ele afirma que teve a campanha restringida na reta final, mas conseguiu vencer a disputa nas urnas, e atribui o resultado a Deus.
Dallagnol também acusou o ministro Floriano de Azevedo Marques, relator do processo que questiona sua candidatura, de ter contribuído para as restrições. “Eles me tiraram tudo, o ministro Floriano de Azevedo Marques, escolhido por Lula, amigo de Moraes, amigo de Toffoli, desde a década de 80, ele me proibiu de fazer campanha”, disse.
Dallagnol relacionou as medidas à possibilidade de a petista Gleisi Hoffmann avançar na disputa pelo Senado. “Eu fui amarrado porque assim Gleisi podia me passar, porque a Gleisi teria a chance de ser eleita, porque os aliados de Moraes poderiam ser eleitos, porque eu estava no topo de praticamente todas as pesquisas de intenção de voto”, afirmou.
O ex-procurador disse que considerava difícil vencer diante das limitações impostas à campanha, mas afirmou que o resultado contrariou suas expectativas. Segundo ele, a campanha ficou impedida de gastar recursos, distribuir materiais e utilizar espaços de rádio e televisão, além de não poder impulsionar conteúdos nas redes sociais.
“Minha campanha não podia mais gastar mais R$ 1. Eu tive que rescindir 50 contratos, fui proibido de distribuir materiais, tirado do horário de TV e de rádio, eu não podia mais impulsionar conteúdos no Instagram”, disse.
Dallagnol afirmou ainda que as restrições impostas à sua campanha o impediram de pedir votos e de divulgar seu número eleitoral. “Eles me proibiram até do direito político mais básico, pedir voto. Eu não podia estar aqui com o meu número 300 mostrando para vocês, tive que tirar tudo da minha rede social. Eu fui censurado”, declarou.
Julgamento no TSE
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) adiou o julgamento que definirá a validade da candidatura de Dallagnol ao Senado. O processo estava previsto para ser analisado nesta quinta-feira, 8, mas não foi chamado para julgamento. Ainda não há nova data definida.
Dallagnol recebeu o total de 2.904.594 votos no primeiro turno no Paraná, o equivalente a 25,14% dos votos válidos. Porém, o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) já havia deferido o registro da candidatura dele. O entendimento foi de que Dallagnol não teria solicitado exoneração do cargo de procurador da República com o objetivo de evitar a aplicação de uma causa de inelegibilidade. O recurso apresentado ao TSE pede o indeferimento do registro e a nulidade dos votos atribuídos à chapa majoritária.
Na véspera do primeiro turno, Floriano de Azevedo Marques havia acolhido individualmente o pedido que contestava a candidatura e determinado que os votos recebidos por Dallagnol fossem considerados nulos. A decisão foi posteriormente suspensa pelo presidente do TSE, ministro Nunes Marques.
Ao suspender os efeitos da decisão, Nunes Marques considerou que não seria razoável que uma determinação individual provocasse uma alteração de grande proporção a menos de um dia da abertura das urnas. Também apontou o risco de impacto relevante sobre a ordem eleitoral.
Com a suspensão, os votos de Dallagnol voltaram a ser contabilizados. A situação permanece pendente de uma decisão definitiva do plenário do TSE.
https://www.msn.com/
Malafaia sobrevive a avalanche eleitoral que vitimou lideranças religiosas e 'elege' 27
![]() |
| Foto: Marcos Correa/PR/Arquivo |
O pastor Silas Malafaia, um dos maiores aliados da família Bolsonaro no meio evangélico, sobreviveu à avalanche de falta de votos que atingiu lideranças religiosas nas eleições parlamentares deste ano.
De acordo com contabilidade feita por seus aliados, ele apoiou 36 candidatos ao Senado. Destes, 20 foram eleitos. O religioso apoiou também candidatos à Câmara dos Deputados e a assembleias legislativas.
Foram reeleitos os deputados federais pastor Marco Feliciano (PL-SP), Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), Felipe Martins (PL-GO) e Fábio Souza (PL-GO).
Três deputados estaduais que triunfaram nas urnas também receberam o apoio de Malafaia: Lisboa, eleito pelo PL, Sargento Neto, que concorreu pelo mesmo partido na Paraíba, e Alexandre Isquierdo Malafaia —que não é parente do pastor, mas adotou o sobrenome dele nas urnas por razões eleitorais. Ele será o substituto de Samuel Malafaia, que cumpriu cinco mandatos e não concorreu neste ano.
As eleições de 2026 produziram resultados distintos para líderes religiosos e políticos ligados a grandes igrejas do país.
Com 31 integrantes, a Frente Parlamentar Evangélica da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, por exemplo, perdeu dez parlamentares que não conseguiram se reeleger.
Candidatos à Câmara dos Deputados também fracassaram nas urnas.
Em São Paulo, foram derrotados Gilberto Nascimento, David Soares, Daniel Soares, Edna Macedo e Cezinha de Madureira.
Como mostrou o site UOL, a derrota de candidatos da igreja reacendeu rixa entre Assembleias de Deus.
Um dia após o primeiro turno das eleições, o pastor José Wellington Júnior, líder da Assembleia de Deus Ministério do Belém, comemorou a vitória dos candidatos indicados por sua denominação e aproveitou o discurso para mandar indiretas aos adversários.
"Andaram dizendo por aí que iam ensinar o [Ministério do] Belém a fazer política, mas ainda bem que nós não aprendemos com eles, porque nós elegemos, eles não", afirmou o pastor.
A declaração teria sido direcionada para um outro ramo da Assembleia de Deus —o Ministério Madureira, que é liderado em São Paulo pelo bispo Samuel Ferreira.
Enquanto o Ministério do Belém garantiu a reeleição do deputado federal Paulo Freire (PL) e da deputada estadual Marta Costa (PSD), o grupo de Madureira não conseguiu reeleger Cezinha e Oseias, nem emplacar os estreantes Elias e Rogério (todos do PL).
As duas igrejas são as principais representantes da Assembleia de Deus, a maior denominação evangélica do país. Apesar da origem comum, os dois ministérios travam há anos uma disputa pela liderança da vertente religiosa —embate que se reflete na busca por espaço e representatividade no xadrez político.
Por Mônica Bergamo/Folhapress
Suplente de Moro se filia ao PL e número de senadores pró impeachment de ministros do STF chega a 50
Flávio Bolsonaro (PL), Luis Felipe Cunha (PL), Valdemar Costa Neto (PL), Sergio Moro (PL) e Rogério Marinho (PL) mostram ficha de filiação
O primeiro suplente do senador Sergio Moro (PL-PR), Luis Felipe Cunha, se filiou ao PL, nesta quinta-feira (8), durante um evento do partido com o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) e com governadores eleitos, inclusive o paranaense.
Luis Felipe Cunha afirmou à Folha que tem a mesma opinião favorável da bancada do PL no Senado em relação a impeachment de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), medida que Flávio Bolsonaro tem defendido durante a campanha.
Com isso, o Senado terá, a partir de 2027, ao menos 50 congressistas que defendem o impedimento de integrantes da Suprema Corte, ainda que com ressalvas, segundo levantamento da Folha. Para aprovar o impeachment são necessários 54 votos, ou seja, dois terços das cadeiras da Casa.
"Vejo abusos cometidos pelo STF, principalmente pelo ministro Alexandre de Moraes. Há um cenário favorável ao impeachment", disse o suplente de Moro.
Com a filiação de Luis Felipe Cunha, o PL soma 29 das 81 cadeiras da próxima legislatura —é a maior bancada do Senado.
O suplente diz ainda que vai manter em seu mandato as prioridades definidas por Moro em respeito ao eleitor, como combate à corrupção e segurança pública. Não está definido se ele assume o mandato de Moro antes ou apenas quando o senador assumir o Governo do Paraná, em 5 de janeiro.
Luis Felipe Cunha foi o coordenador da campanha de Moro, eleito em primeiro turno no domingo (4). Assim como o senador, ele estava filiado ao União Brasil e foi convidado para se filiar ao PL.
Por Carolina Linhares, Folhapress
PoderData/Aya aponta Flávio Bolsonaro com 53% dos votos válidos contra 47% de Lula no 2º turno- Por Redação
O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 53% dos votos válidos na disputa pelo segundo turno da eleição presidencial, contra 47% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (8). A diferença é de seis pontos percentuais, acima da margem de erro de 1,8 ponto.
O levantamento ouviu 3 mil eleitores entre os dias 5 e 7 de outubro, por telefone, em todo o país. A pesquisa tem intervalo de confiança de 95%. Como os números consideram apenas os votos válidos, os percentuais de brancos e nulos não entram no cálculo.
O resultado indica vantagem de Flávio na corrida pelo Palácio do Planalto, enquanto Lula busca reverter o cenário no segundo turno. A campanha petista tem intensificado a estratégia para ampliar a rejeição ao adversário e conquistar votos de eleitores que não escolheram nenhum dos dois candidatos no primeiro turno
Abstenção e voto útil explicam Flávio Bolsonaro na frente de Lula no 1º turno, dizem especialistas
A abstenção e o voto útil ajudam a explicar a dianteira de Flávio Bolsonaro (PL) sobre Lula (PT) no primeiro turno das eleições presidenciais, segundo especialistas ouvidos pela Folha.
No último domingo (4), o senador filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) obteve 47,03% dos votos, ante 45,16% do candidato à reeleição. Os dois vão disputar o segundo turno no próximo dia 25.
Análises feitas após os resultados se dividem entre atribuir a liderança de Flávio ao não comparecimento de eleitores, que neste ano bateu recorde, e à migração de votos de candidaturas alternativas para o nome do PL.
Para traçar uma comparação com as pesquisas, o cientista político Antonio Lavareda, presidente do conselho científico do Ipespe (Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas), faz um cálculo dos votos recebidos por Flávio e Lula sobre o total do eleitorado apto.
Por esse critério, o senador obteve 35,34% (56.104.503 de votos divididos pelo universo de 158.745.502 eleitores), enquanto o petista marcou 33,94% (correspondente a 53.879.538 votos recebidos).
Segundo ele, a operação se justifica pela dificuldade dos institutos em captar a abstenção. Além disso, amostras são construídas para serem representativas do eleitorado, logo as parcelas de intenção de voto estão ligadas à proporção do total de aptos a votar.
Na pesquisa Datafolha da véspera, Lula aparecia com 42% das intenções em votos totais, ante 40% de Flávio.
Sob essa ótica, portanto, seria uma distância de 8,06 pontos percentuais em relação ao resultado da urna no caso do petista e de 4,66 pontos no do senador. "Lula perde quase o dobro, proporcionalmente, para abstenção", afirma.
E os outros? "Boa parte dos votos que a terceira via perdeu na urna não foi para Flávio. Isso é interpretação ilusória. Esses votos foram [também] para abstenção", diz Lavareda.
"Os eleitores do Lula não evaporaram. Tampouco foram para os outros, os alternativos. Para onde eles foram? Foram abduzidos? Não, eles foram para abstenção."
O número de eleitores que não compareceram às urnas neste ano atingiu 33,5 milhões, conforme os dados divulgados, o equivalente a 21,08% do eleitorado.
As razões para não ir votar podem ser as mais diversas. Uma é a multa de valor irrisório pelo não comparecimento, apesar de o voto ser obrigatório no Brasil. Mas, entre os possíveis motivos, estão desde a dificuldade em se deslocar para a seção eleitoral até não ter com quem deixar os filhos no dia.
Fato é que historicamente no país a abstenção está relacionada a níveis de escolaridade mais baixos, assim como a faixas de renda mais baixas —segmentos em que Lula aparecia em vantagem sobre Flávio nas pesquisas.
A tentativa de conter a abstenção, inclusive, foi uma das tônicas na reta final da campanha petista e voltou a ser uma das apostas do presidente para o segundo turno.
A diretora-geral do Datafolha, Luciana Chong, contesta, por outro lado, a tese de que a diferença entre pesquisas e urnas possa ser explicada principalmente pela abstenção. Ela cita, por exemplo, filtro aplicado no questionário sobre pessoas que declaravam intenção de não ir votar.
Também lembra que houve abstenção maior no Sudeste do que no Nordeste: "Não dá para dizer que prejudicou só Lula, porque esse nível de abstenção acaba se distribuindo."
Para ela, o que ajuda a explicar a vantagem de Flávio sobre Lula no primeiro turno é a migração de eleitores de candidatos alternativos. Chong afirma que as pesquisas já mostravam uma curva de crescimento do senador nas últimas rodadas, enquanto Lula aparecia estável.
A diferença da pesquisa Datafolha de sábado (3) para o percentual apurado nas urnas no domingo foi de cinco pontos no caso de Flávio. O levantamento mostrou o senador com 42% das intenções em votos válidos, calculados excluindo brancos, nulos e indecisos. O filho do ex-presidente obteve 47,03% nas urnas.
O saldo no caso de Ronaldo Caiado (PSD), por sua vez, foi de dois pontos, mas para baixo. O instituto aferiu intenção de voto no ex-governador de Goiás na véspera acima do que ele marcou nas urnas. O mesmo ocorreu com Renan Santos (Missão) e Romeu Zema (Novo): um ponto de diferença no caso de cada um. Isso poderia indicar que parte desses eleitores teria migrado para Flávio.
O economista Maurício Moura, fundador do instituto Idea, analisa o resultado das urnas sob as duas óticas. Para ele, o efeito da abstenção, concentrada em zonas eleitorais de menor renda e escolaridade, de fato, foi mais prejudicial ao PT do que à oposição. Na sua avaliação, a maior abstenção no Sudeste não teria alterado esse impacto.
Acrescente-se a isso o que Moura chama de "antipetismo de chegada", o fenômeno de escolha do candidato com maior chance de derrotar o PT. "Na reta final, a gente viu a desidratação dos outros candidatos, justamente por essa perspectiva de vitória do Flávio em relação à perspectiva que os outros ofereciam."
Para o segundo turno, o fundador do Idea não espera uma mudança abrupta na taxa de abstenção. Mesmo que ela caia ou suba um pouco, seu prognóstico é de um índice semelhante ao do primeiro turno, ainda com impacto maior sobre Lula.
Por Arthur Guimarães de Oliveira/Folhapress
União-PP confirma apoio a Flávio Bolsonaro, que também contará com Podemos e negocia com Republicanos
"Podemos de Renata Abreu prepara anúncio na esteira de outros apoios do centrão"
A federação União-PP anunciou nesta terça-feira (6) apoio a Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno da eleição presidencial. Segundo apurou o jornal Folha de São Paulo com a cúpula dos dois partidos, o Podemos anunciará adesão na quinta (8) e o Republicanos deverá confirmar a aliança nos próximos dias.
O acordo entre o Republicanos e Flávio foi encaminhado pelo governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas. Ele defendeu a aliança em conversa nesta terça-feira com o presidente nacional do partido, o deputado Marcos Pereira (SP).
A federação União Progressista reuniu nesta terça a cúpula dos partidos e as bancadas eleitas, fechando questão. Isso significa que haverá punição às lideranças que desobedecerem à diretriz das legendas de apoio a Flávio.
Enquanto isso, segundo interlocutores da cúpula do Republicanos, o partido avalia como anunciar o apoio. Há possibilidade de um anúncio conjunto com outros partidos do centrão que estão aderindo a Flávio, como o próprio Podemos, além da federação União-PP.
Outra possibilidade citada nos bastidores é que o anúncio ocorra em São Paulo, com Tarcísio, ou em Minas Gerais, com o governador eleito Cleitinho Azevedo. Tarcísio é aliado de primeira hora de Flávio, enquanto Azevedo já declarou apoio ao candidato do PL no segundo turno.
A relação entre Flávio Bolsonaro e Marcos Pereira é considerada distante. Nesse sentido, a atuação de Tarcísio como mediador ajudou na aproximação. O Republicanos elegeu 41 deputados e cinco senadores, mas sua relevância no Congresso se dá pela presidência da Câmara, ocupada atualmente por Hugo Motta (PB), que tentará permanecer no cargo a partir de 2027.
Já o Podemos é considerado um dos vencedores desta eleição. O partido foi de 18 para 27 deputados eleitos, e ocupará duas cadeiras no Senado na próxima legislatura. A presidente do partido, a deputada Renata Abreu (SP), deve conversar com a bancada eleita antes de anunciar o apoio a Flávio.
Na manhã desta terça-feira, após se reunir com Tarcísio na sede da campanha, Flávio afirmou à imprensa que espera receber apoio do Republicanos e do Podemos. Segundo o candidato, ele teve "uma primeira conversa" com os presidentes dessas siglas, mas as legendas ainda precisam consultar suas bancadas para eventualmente formalizarem o embarque.
"Eles vão voltar para suas bancadas para tomarem alguma decisão em conjunto. [...] É um movimento natural, é uma identidade programática que nós conversamos. [...] Eu valorizo muito um presidente de partido que toma decisão ouvindo seus quadros. É isso que eles vão fazer, e eu aplaudo a eles. Espero que eles voltem o mais rápido possível aqui, junto com as suas bancadas completas, para poderem formalizar esse apoio", disse Flávio.
O presidenciável afirmou ainda que Tarcísio está ajudando na construção de uma unidade para o segundo turno e que fica feliz com a "convergência propositiva". "Fico satisfeito com essa possibilidade de haver cada vez mais pessoas preparadas, grandes quadros que as urnas consagraram agora no último domingo, querendo nos ajudar nessa reta final de campanha."
Antes de o acordo ser costurado, lideranças do Republicanos indicaram à Folha que a manutenção de Motta no comando da Câmara é o principal objetivo do partido em 2027, e que esse fator pesaria nas conversas com Flávio Bolsonaro. O PL tem a maior bancada, com 121 deputados eleitos, e será decisivo no equilíbrio de forças para a eleição da Mesa Diretora da Casa, em fevereiro.
Flávio Bolsonaro ainda vai receber nesta terça o apoio de Ronaldo Caiado (PSD), que foi derrotado no primeiro turno, ficando com 2,18%. O candidato do PL também já recebeu o apoio de Romeu Zema (Novo), que terminou a eleição de domingo com 0,27%.
Por Carolina Linhares/Augusto Tenório/Raphael Di Cunto/Folhapress
Caiado confirma apoio a Flávio Bolsonaro no 2º turno em ato com governadores reeleitos
Derrotado no primeiro turno da eleição presidencial, Ronaldo Caiado (PSD) anunciou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) ao Planalto nesta terça-feira (6), em Goiânia.
Caiado disse que o apoio é coerente com a sua trajetória, de combate ao PT. "Proporcionalmente Goiás vai dar a maior vitória a Flávio Bolsonaro. Será mobilização em tempo integral", disse Caiado, que também exaltou o ex-presidente Jair Bolsonaro, "meu colega na Câmara por 20 anos".
"O que nós queremos é que você devolva o Brasil aos brasileiros. Vou entrar de corpo inteiro, por convicção", disse Caiado.
O anúncio foi feito durante um ato com aliados e apoiadores e contou com a presença do governador de Goiás, Daniel Vilela (MDB), e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Ambos foram reeleitos no domingo (4).
Derrotado no primeiro turno da eleição presidencial, Ronaldo Caiado (PSD) anunciou apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) ao Planalto nesta terça-feira (6), em Goiânia.
Caiado disse que o apoio é coerente com a sua trajetória, de combate ao PT. "Proporcionalmente Goiás vai dar a maior vitória a Flávio Bolsonaro. Será mobilização em tempo integral", disse Caiado, que também exaltou o ex-presidente Jair Bolsonaro, "meu colega na Câmara por 20 anos".
"O que nós queremos é que você devolva o Brasil aos brasileiros. Vou entrar de corpo inteiro, por convicção", disse Caiado.
O anúncio foi feito durante um ato com aliados e apoiadores e contou com a presença do governador de Goiás, Daniel Vilela (MDB), e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Ambos foram reeleitos no domingo (4).
Por Catarina Scortecci e Cleomar Almeida, Folhapres
Todos juntos pelo Brasil! https://t.co/lUHnzAGN4o
— Gado Bolsonaro (@ALBERTOIANNUZZ6) October 6, 2026
Campanha de Lula vai apostar em medo de fim de programas sociais para aumentar rejeição a Flávio
Presidente da República foi cobrado por mais ênfase nas falas sobre segurança pública
A campanha de reeleição do presidente Lula (PT) vai investir no medo de perda de programas sociais na tentativa de reverter a liderança de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), seu adversário no segundo turno.
Segundo relatos, o próprio presidente orientou os aliados a alertarem os beneficiários para o risco de redução desses benefícios, além da desvinculação do valor das aposentadorias dos reajustes do salário mínimo.
Lula disse, de acordo com aliados, que a população dá como garantida a manutenção desses benefícios, sem saber do risco de redução.
A partir dessa recomendação do presidente, a campanha vai realçar que há, da parte do adversário, compromissos com reformas que devem interromper ações sociais e que os adversários só conseguirão o que prometeram para o mercado se fizerem cortes em programas.
O mesmo discurso será levado aos aposentados. Eles deverão ser advertidos de que existe a possibilidade de desvinculação do valor das aposentadorias ao salário mínimo. Os trabalhadores também deverão ser lembrados que, durante o governo Bolsonaro, não houve ganho real do valor.
O raciocínio expresso à reportagem por aliados de Lula foi o de que a população dá como já incorporados os benefícios sociais criados pelas gestões petistas. Por isso, o PT já não seria recompensado eleitoralmente por essas conquistas. Nesse raciocínio, seria necessário mostrar que só o atual presidente garante a manutenção desses programas.
A ideia apareceu na segunda-feira (5), em reunião de Lula com dezenas de aliados para reorganizar a campanha após ter terminado o primeiro turno atrás de Flávio. Uma parte do encontro, com discurso de Lula, foi transmitida na internet —a ideia era que o petista fizesse uma fala rápida a tempo de seus recados serem reproduzidos nos telejornais noturnos. As falas dos aliados, bem como outras intervenções do presidente, não tiveram transmissão.
Questionados sobre essa campanha do medo, aliados do presidente argumentam que existe o risco real de perda de benefícios e que ex-governadores presentes à reunião lembraram ter havido essa redução durante a gestão de Bolsonaro.
Em um trecho de seu discurso aberto, Lula tangenciou a retórica do medo. "Nós temos que ter muito cuidado, porque toda vez, nesse país, que se fala em dureza fiscal, o que está em jogo é a política de inclusão social. Não é tirar o benefício dos ricos, é tirar o benefício dos pobres", declarou.
Na reunião, o presidente da República foi cobrado por falas mais incisivas sobre segurança pública. A ideia é mostrar que Flávio Bolsonaro promete elevar penas e reformas da legislação, mas o governo de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), não investiu nas polícias, por haver uma preferência pelas seguranças privadas e facilitação da venda de armas.
A cobrança por mais ênfase na área de segurança partiu de governadores petistas, e o presidente afirmou que compreendia a necessidade de reformular o discurso nessa área. A cobrança e a concordância do presidente foram entendidas como uma crítica indireta ao ministro da Secom (Secretaria de Comunicação Social), Sidônio Palmeira, principal formulador da linha de comunicação do chefe do governo.
Segundo relatos, o governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles, falou diretamente a Sidônio sobre isso. Após reconhecer falhas na comunicação, Lula disse que não tinha assistido aos programas produzidos no primeiro turno. Mas que, daqui para frente, quer assistir às suas propagandas eleitorais e opinar sobre elas antes da exibição no horário eleitoral.
Além disso, o presidente disse que falará mais às rádios. Ao ouvir sugestões para realização de lives direcionadas ao eleitorado local, Lula disse que não deixará de ter contato com o povo nas ruas. Apesar disso, há a expectativa de que o presidente amplie sua presença em redes sociais.
Houve críticas à coordenação da campanha, sob a responsabilidade do presidente do PT, Edinho Silva. Na reunião, a ex-ministra Simone Tebet (PSB), derrotada na corrida pelo Senado em São Paulo, disse que continua à espera de orientação para a campanha no estado, hoje um dos alvos de preocupação dos petistas.
Governadores afirmaram que vão trabalhar pela ampliação dos votos de Lula em seus estados, independentemente do comando da campanha. A líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), disse que não era o momento de buscar culpados, mas que era necessário afinar mais o comando da campanha junto às coordenações estaduais, por exemplo.
Aliados vinham pedindo um pulso mais firme, do presidente ou de alguém indicado por ele, para unificar os discursos de campanha. A área da comunicação ao longo do primeiro turno teve três, às vezes quatro, núcleos diferentes, cada um com seus métodos.
O chefe do governo também buscou aumentar o ânimo de seus aliados, abalado depois de a apuração do primeiro turno terminar com 47% dos votos válidos para Flávio Bolsonaro e 45% para Lula.
A reunião da segunda foi importante nesse sentido porque teve a participação de lulistas que venceram suas eleições. Lula acompanhou a apuração no domingo em São Paulo, cercado principalmente de aliados paulistas que tinham acabado de ser derrotados.
Neste segundo momento da campanha, a equipe petista estabeleceu com seus aliados nos estados estratégias específicas para cada região, replicando fórmulas que consideraram bem-sucedidas em candidaturas estaduais.
Um dos principais objetivos da campanha petista é reduzir as abstenções de eleitores, principalmente as registradas na região Nordeste, reduto onde Lula teve melhor desempenho e onde aliados veem maior margem de crescimento.
Na linha de mitigar as abstenções, está o foco no público idoso, que já vinha sendo alvo da campanha. O objetivo é reforçar o estímulo para que aqueles com mais de 70 anos, que já não têm obrigatoriedade de votar, compareçam às urnas.
Durante a reunião, a deputada federal Benedita da Silva (PT-RJ), que perdeu a disputa ao Senado, levou a Lula a dificuldade que idosos tiveram ao votar no Rio de Janeiro, com mudanças em seções, por exemplo. Segundo a parlamentar, entraves como esse levaram a longas filas de espera para a população idosa e culminaram na desistência de várias pessoas.
Uma mudança que ocorrerá em relação ao primeiro momento da campanha é a intenção de Lula de, agora, comparecer a debates televisivos —aliados defendiam que ele participasse de pelo menos um no primeiro turno. Para eles, o atual momento vai exigir a disputa cara a cara contra Flávio para que o presidente consiga uma virada na eleição. Nas palavras de um aliado do petista, a eleição seria agora uma "disputa de CPFs".
Por Catia Seabra/Caio Spechoto/Mariana Brasil/Folhapress
Eleito aos 21 anos, Sandro Filho teve voto nos 417 municípios da Bahia
Eleito deputado federal pela Bahia aos 21 anos, Sandro Filho (PP) encerrou a eleição deste domingo (4) com uma votação espalhada por todo o estado. O novo deputado recebeu votos nos 417 municípios baianos e alcançou 167.394 votos no total, o equivalente a 2,02% dos votos válidos para o cargo. Com o resultado, terminou como o sexto candidato a deputado federal mais votado da Bahia.
Salvador concentrou a maior votação de Sandro. Na capital, foram 57.880 votos, o equivalente a 4,23% dos votos válidos para deputado federal. Sandro terminou como o terceiro candidato mais votado pelos soteropolitanos, atrás apenas de Pastor Sargento Isidório e Olivia.
O desempenho também foi expressivo em Feira de Santana, onde recebeu 9.777 votos, e em Camaçari, com 4.458. Na sequência aparecem Vitória da Conquista, com 4.152 votos, e Lauro de Freitas, onde obteve 3.953.
Quando considerado o percentual de votos em cada município, Sandro também registrou resultados acima de sua média estadual em diferentes regiões da Bahia. O melhor desempenho proporcional ocorreu em Gandu, onde conquistou 5,89% dos votos válidos para deputado federal. Em Itaparica, foram 5,48%, enquanto Ubatã registrou 5,09%.
Outros destaques proporcionais foram Ituberá, onde Sandro alcançou 4,43% dos votos, Salvador, com 4,23%, Vera Cruz, com 4,06%, e Ipiaú, onde ficou próximo dos 4%.
A eleição também colocou Sandro na história política baiana. Aos 21 anos, idade mínima exigida para ocupar uma cadeira na Câmara dos Deputados, ele se tornou o deputado federal mais jovem já eleito pela Bahia, superando Uldurico Júnior, que chegou à Câmara aos 22 anos.
A votação de Sandro em 2026 também representou um salto em relação à estreia eleitoral. Em 2024, ele havia sido eleito vereador de Salvador aos 19 anos, com 12.565 votos. Dois anos depois, multiplicou sua votação por mais de 13 vezes e passou de um mandato municipal para uma cadeira na Câmara dos Deputados.
Por: Politica Livre
Região Sudoeste da Bahia perde representatividade política nas casas legislativas- Por Redação
A região Sudoeste da Bahia terá uma redução na sua representação política nas casas legislativas a partir da próxima legislatura. O resultado das eleições deste domingo (4) marcou a saída de nomes que tinham atuação consolidada na Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) e na Câmara dos Deputados.
Entre os parlamentares que deixam o cenário legislativo estão Nelson Leal (PP) e Luciano Ribeiro (União Brasil), que optaram por não disputar a reeleição. Também não conseguiram renovar os mandatos Waldenor Pereira (PT), Arthur Maia (União) e Felipe Duarte.
Outro caso é o de Vitor Bonfim, que deixou a disputa pela Assembleia Legislativa para tentar uma vaga na Câmara dos Deputados, mas não conseguiu se eleger. Com isso, o Sudoeste também perde uma representação que tinha atuação no Legislativo estadual.
O resultado reduz o número de parlamentares com base política e eleitoral na região, que reúne importantes municípios como Vitória da Conquista, Guanambi, Brumado, Livramento de Nossa Senhora, Caetité e outros municípios do entorno.
Direita amplia bancada no Congresso e se aproxima de maioria para aprovar mudanças na Constituição
A nova composição do Congresso Nacional ampliou o espaço da direita e fortaleceu o PL, partido de Flávio Bolsonaro. A legenda terá 121 deputados federais, contra 99 atualmente, e 28 senadores, quase o dobro das 15 cadeiras que possui hoje. O PT também cresceu na Câmara, passando de 82 para 88 deputados em sua federação com PV e PCdoB, enquanto manteve nove senadores, com possibilidade de chegar a 10 ou 11. A reportagem é do jornal O Globo.
Na Câmara, o bloco formado pelo bolsonarismo e pelo Novo soma 131 deputados. Para aprovar uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), são necessários 308 votos, o que exigiria o apoio de cerca de 75% das bancadas de partidos do centro e do Centrão. Entre as siglas que podem ser decisivas estão União-PP, Republicanos, PSD, MDB e Podemos, além de partidos menores como PSDB, PRD, Solidariedade e Avante.
No Senado, a nova composição também fortaleceu a oposição ao governo e a chamada “bancada do impeachment”, que, segundo o levantamento, terá 49 integrantes. O número ainda fica abaixo dos 54 votos necessários para aprovar o impeachment de um ministro do STF, conforme decisão citada na reportagem, mas amplia o espaço do grupo para pautas como mudanças na Constituição e processos contra integrantes da Corte.
Flávio Bolsonaro irá a Goiás para anúncio de apoio de Ronaldo Caiado
![]() |
| Foto: Reprodução/Arquivo |
Derrotado no primeiro turno da eleição presidencial, Ronaldo Caiado (PSD) anunciará apoio à candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) em ato em Goiânia nesta terça (6), de acordo com aliados. O governador reeleito de Goiás, Daniel Vilela (MDB), que venceu no primeiro turno, também vai participar.
A Folha procurou Caiado diretamente e por meio de assessores, mas não teve retorno até a publicação desta reportagem.
Ex-líder do governo Bolsonaro na Câmara, Vitor Hugo (PL-GO), eleito deputado federal novamente, afirmou que o grupo fará um evento às 14h30 com a participação de Flávio, de Caiado, de prefeitos de Goiás e dos eleitos pelo PL.
"É importante esse apoio de um governador reeleito, que fazia campanha para outro candidato, mas agora demonstra união em torno do nosso grupo", disse.
Caiado deixou o Governo de Goiás em março para concorrer à Presidência, mas acabou com apenas 2,18% dos votos válidos no primeiro turno, em quinto lugar. Ele teve o apoio de 2,6 milhões de eleitores. O PSD, partido dele, declarou que ficará neutro no segundo turno e que cada um dos políticos do partido poderá apoiar quem quiser.
Assinar:
Postagens (Atom)
Postagem em destaque
Postagens mais visitadas
-
Lídice da Mata (PSB), Arthur Maia (União), Bacelar (PV) e Paulo Magalhães (PSD), que estão entre os mais tradicionais deputados federais da ...
-
Foto: Giro Ipiaú Uma tentativa de homicídio foi registrada na madrugada deste domingo (04), em Ipiaú. Segundo informações apuradas pelo GI...
-
Filho de Geraldo Júnior, Matheus Ferreira perde reeleição para a Assembleia; veja a lista de eleitosO deputado estadual Matheus Ferreira (MDB), filho do vice-governador Geraldo Júnior (MDB), não conseguiu renovar o mandato na Assembleia Leg...
-
Uma liderança verdadeira é reconhecida pela história e serviço prestado a uma população e em Ipiaú, na eleição 2026, Maria das Graças mostro...
Supermercado Pague Levinho do Bairro ACM
Cardiologista Dr. Diego Costa
Ofertas no Supermercado Di Mainha
Ofertas do Deus te ama, Sexta e Sábado
OFERTAS DE AGOSTO NO AVISTÃO DA CONSTRUÇÂO
Ótica São Lucas
Total de visualizações de página
Divulgue aqui sua empresa (73) 9-8200-7563
Sua marca em destaque
RC Crédito
Postagens mais visitadas
- Eleição para a Câmara dos Deputados deixa de fora ‘figurões’ da política baiana; veja os eleitos /Por Política Livre
- Ipiaú: Jovem é baleado após criminosos invadirem residência no bairro Aparecida
- Filho de Geraldo Júnior, Matheus Ferreira perde reeleição para a Assembleia; veja a lista de eleitos
- Maria das Graças voltou as Ruas e mostrou ser a principal liderança de Ipiaú
.jpg)




.jpg)









