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Clica e Confirma destaca programa que garante transporte gratuito para os eleitores

Iniciativa do TSE prevê transporte especial, gratuito e acessível para pessoas que não têm meios próprios de chegar aos locais de votação
Logo do Programa Clica e Confirma. Arte: Secom/TSE
O Clica e Confirma – Temporada Especial Eleições 2026 – desta sexta-feira (11) destaca o programa Seu Voto Importa, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que oferece transporte especial, individual, gratuito e acessível a eleitoras e eleitores que não têm meios próprios de chegar aos locais de votação. O prazo para solicitar o serviço termina em 14 de setembro.

O programa contempla pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e também pode atender gestantes, lactantes, pessoas com criança de colo, pessoas obesas e idosas, quando essas condições dificultarem ou impedirem o deslocamento até o local de votação.

Para explicar como funciona o Seu Voto Importa, o programa recebe Fabiana Tenório, assessora de Acessibilidade, Inclusão e Sustentabilidade do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas (TRE-AL), e Acácio Leite, coordenador da Comissão de Acessibilidade do Tribunal Regional Eleitoral de Pernambuco (TRE-PE). Eles detalham as parcerias firmadas nos estados, os canais disponíveis para solicitar o transporte e a origem do projeto.

A iniciativa nacional foi inspirada no projeto Eleições Acessíveis, criado pelo TRE de Pernambuco em 2020. O episódio também traz informações sobre a visita do presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, para a instalação de uma ouvidoria em uma comunidade indígena de Roraima.

Clica e Confirma em vídeo

 Plataformas de áudio

Além de assistir aos episódios, é possível ouvir e baixar o Clica e Confirma na seção Rádio do TSE ou em plataformas de áudio, como Spotify, Deezer, Amazon Music e Apple Podcasts. Produzido pela Secretaria de Comunicação e Multimídia do TSE, o programa também é veiculado pela Rádio Justiça e por emissoras parceiras da Justiça Eleitoral em todo o país.


SM/GO/DB

Eleitores têm até segunda (14) para solicitar transporte especial

Logo do Calendário Eleitoral 2026. Arte: Secom/TSE
     Serviço é destinado a quem não tem meios próprios para chegar ao local de votação

Segunda-feira (14) é o último dia para eleitoras e eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida solicitarem o transporte especial individual previsto no programa Seu Voto Importa. A medida também contempla a população de territórios indígenas, comunidades remanescentes de quilombos e demais comunidades tradicionais, conforme as regras estabelecidas pela Justiça Eleitoral.

Inclusão no processo eleitoral

O programa foi instituído pela Resolução 23.753/2026, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com o objetivo de promover a inclusão no processo eleitoral e assegurar condições de igualdade para o exercício do direito de voto. A iniciativa busca reduzir barreiras e ampliar as oportunidades de participação eleitoral.

Ausência de meios próprios

O transporte especial é destinado a eleitoras e eleitores que não disponham de meios próprios para comparecer ao local de votação. Quando necessário, o serviço poderá garantir o deslocamento de ida e volta entre a residência e o local de votação e incluir acompanhante indicado pelo eleitor, caso esse apoio seja indispensável para o exercício do voto.

Transporte coletivo gratuito

O transporte especial individual oferecido pela Justiça Eleitoral não substitui a obrigação do poder público de garantir transporte coletivo urbano e intermunicipal gratuito nos dias de votação.

Limite territorial

Para a população de territórios indígenas, comunidades quilombolas e demais comunidades tradicionais, o transporte é assegurado inclusive quando o deslocamento ultrapassar os limites territoriais do município. Para eleitoras e eleitores de áreas rurais, o serviço é oferecido dentro do próprio município quando a distância entre a zona rural e o local de votação for de, pelo menos, dois quilômetros.

Como solicitar

O pedido pode ser feito pela própria eleitora ou pelo próprio eleitor ou por curadora, curador, apoiadora, apoiador, procuradora ou procurador. A solicitação pode ser realizada presencialmente no cartório eleitoral ou por outro canal de comunicação disponibilizado e divulgado pelo tribunal regional eleitoral (TRE), mediante autodeclaração ou documentação que comprove a deficiência ou a dificuldade de locomoção.

A regra determina ainda que deve existir pelo menos uma opção não presencial para fazer o pedido. Na análise das solicitações, a Justiça Eleitoral deverá considerar, entre outros fatores, o grau de limitação funcional da pessoa, a existência ou a adequação de transporte público acessível no trajeto até o local de votação e a distância entre a residência e o local de votação.


EC/JV/DB

Presidente do TSE acompanha ações da Ouvidoria Indígena em Roraima

Iniciativa do TRE-RR aproxima a Justiça Eleitoral das comunidades e transforma escuta em ação
Ouvidoria Indígena na comunidade Maturuca (RR). Foto: Rafael Machado/Secom/TSE
Em Maturuca, na Terra Indígena Raposa Serra do Sol, a Justiça Eleitoral foi ouvir as eleitoras e os eleitores da comunidade. Nesta sexta-feira (11), o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, acompanhou o lançamento de ações da Ouvidoria dos Povos Indígenas, iniciativa do Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR).

"É uma grande alegria estar aqui na comunidade Maturuca, em Roraima. O nosso objetivo é aproximar o Tribunal Superior Eleitoral de vocês para ouvir suas percepções, conhecer de perto a realidade da comunidade a partir do projeto Mapa dos Silêncios, procurando as vozes que ainda não chegaram", destacou o ministro.

A ação começou com a escuta da comunidade para identificar necessidades e aproximar os serviços eleitorais da realidade das aldeias. A mais de 300 quilômetros de Boa Vista (RR), lideranças, mulheres, jovens e famílias se reuniram no malocão principal para apresentar demandas e conhecer o projeto.

A Ouvidoria dos Povos Indígenas recebe e encaminha manifestações sobre a participação dos povos indígenas no processo eleitoral. Na prática, permite que eleitores indígenas tenham acesso a informações e possam buscar respostas para necessidades relacionadas às eleições.
Foto: Rafael Machado/Secom/TSE

Informação e inclusão

Durante a programação, mulheres indígenas participaram de capacitação sobre como votar e ter acesso à informação. Também foram realizadas ações para jovens e entregues computadores para a escola de informática da comunidade, doados pelo TRE-RR.

A Justiça Eleitoral também produziu uma cartilha em língua indígena com informações sobre direitos, serviços e etapas da votação. O material busca facilitar o acesso ao processo eleitoral e respeitar a realidade da comunidade.

"O TSE, por meio desta iniciativa, quer registrar que temos uma missão que vai muito além de organizar a votação. Nosso dever é garantir que cada cidadão e cada cidadã possa exercer o seu direito de escolha com liberdade, segurança e dignidade. Isso significa reconhecer que o Brasil é formado por muitos. Um país democrático não pode ser construído a partir de uma única perspectiva, de uma única cultura ou de uma única forma de ver o mundo", ponderou Kassio Nunes Marques.

Roraima tem a maior proporção de população indígena do país: mais de 97 mil pessoas pertencentes a alguma etnia, o equivalente a 13% da população do estado. Entre os povos predominantes, estão os Wapixana e os Macuxi.
Foto: Rafael Machado/Secom/TSE
Treinamento com eleitores

Em evento realizado no Portal do Milênio, na Praça das Águas, o ministro Kassio Nunes Marques e o presidente do TRE-RR, desembargador Mozanildo Cavalcanti, participaram de votação simulada com eleitoras e eleitores que passavam pelo local.

Dona Vicentina, de 71 anos, participou da atividade. “A colinha ajudou muito na hora de votar. Ações como essa ajudam no dia da eleição”, disse.

O presidente do TSE também incentivou o uso do lembrete no dia da votação. “Na escola, a gente não pode colar, mas existe um dia em que a cola é legal. Eu me refiro à cola de papel com o nome e o número dos candidatos para que guardemos a nossa memória para outro momento. No dia da eleição, vamos utilizar a colinha de papel”, recomendou.

JC/JP/DB

Deputado Robinho reforça compromisso com a Bahia e consolida pré-candidatura à Câmara Federal

POLÍTICACom uma trajetória marcada pela presença no interior do estado e pela atuação em pautas do funcionalismo e da agricultura, o deputado Robinho (União Brasil) fortalece suas bases políticas na corrida por uma vaga na Câmara dos Deputados. Sob o slogan "Agora é Federal" e utilizando o número de urna 4444, a equipe do parlamentar vem intensificando a divulgação de suas ações e compromissos com o eleitorado baiano.

Entre as principais pautas defendidas por Robinho estão a valorização do homem do campo e o fortalecimento dos municípios baianos, além da atuação em favor dos servidores públicos estaduais. Uma das bandeiras recorrentes apresentadas pelo deputado é a luta pelo resgate e reestruturação do Planserv, o plano de assistência à saúde dos servidores do estado.

Com histórico de representatividade política na Bahia, o parlamentar busca expandir sua atuação para o cenário nacional em Brasília. A campanha aposta no lema de coragem e firmeza em defesa dos interesses baianos para atrair o apoio de lideranças regionais e da população.

Lula diz sobre Master que 'quem fez putaria vai ser desmascarado'

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, criticou neste sábado (12), em Curitiba, a atuação do relator do caso Banco Master, André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal).

Em discurso, Lula afirmou, sem citar nomes, que o atual relator dos processos estaria agindo de maneira seletiva na condução da investigação, e mencionou uma conversa que teria tido com o presidente da corte, Edson Fachin.

"Eu disse a ele que não era possível o cidadão, que é um juiz relator, ficar soltando matérias pinçadas. Somente aquilo que interessava a ele. E eu pedi para liberar todo o processo. Deixar nu, para saber quem é que está por trás disso", disse ele. "Vamos deixa às claras para ver quem é ladrão e corrupto nesse país. E a família Bolsonaro não escapa."

"O Vorcaro já está preso. Mas agora vai começar a aparecer as orgias que ele fazia. As mulheres da Suíça, da Suécia, para fazer sacanagem com muita gente da política. Isso vai começar a aparecer. Portanto, quem fez putaria, vai ser desmascarado", disse Lula.

Em seguida, Lula disse que magistrados não podem usar cargo público para enriquecimento pessoal, também sem mencionar nomes. "Ninguém pode ser ministro da Suprema corte para ficar rico. Aquilo é um sacerdócio. As pessoas têm que ter um padrão de comportamento acima da média da sociedade", declarou.

A declaração de Lula foi feita durante um comício na Boca Maldita, região central da capital paranaense. No palanque ao lado do petista estavam os candidatos do PT ao Senado, Gleisi Hoffmann e Dr. Rosinha, e o candidato ao Governo do Paraná Requião Filho, do PDT.

Lula também atacou em discurso o ex-juiz Sergio Moro, que o condenou em processo da Operação Lava Jato, em 2017, e que hoje é candidato ao Governo do Paraná pelo PL.

"Nosso adversário é muito frouxo, mentiroso. Sou vítima da mentira dele."

Na quarta-feira (9), Lula já havia defendido a quebra completa do sigilo das investigações de todos os envolvidos no caso Master. Em uma publicação em rede social, o presidente afirmou que o país precisava de "mais transparência e não vazamentos seletivos que impactam a disputa eleitoral".

Na campanha eleitoral de 2022, Lula fez um comício no mesmo local, ao lado do pai de Requião Filho, o ex-governador Roberto Requião, que naquele ano era o candidato do PT ao Governo do Paraná. Hoje Requião disputa uma cadeira na Câmara dos Deputados pelo PDT e também estava no palco deste sábado.

Em 2022, Requião fez 26,23% dos votos, ficando em segundo lugar na disputa vencida por Ratinho Junior (PSD) no primeiro turno, com 69,64% dos votos.

A passagem de Lula por Curitiba faz parte de um giro do candidato pela região Sul. Nesta sexta-feira (11), ele esteve no Rio Grande do Sul. Durante um comício em Porto Alegre, exaltou programas do governo federal, falou de violência contra as mulheres e mencionou Donald Trump, presidente dos EUA, temas também tratados em Curitiba.

Lula disse que Trump é "cabo eleitoral da extrema direita" no mundo e acrescentou que "nenhum presidente de outro país vai meter o bedelho nas nossas eleições".

Falou ainda sobre as fraudes no INSS e do Banco Master, mirando a oposição e seu principal adversário nas urnas, Flávio Bolsonaro (PL).

"A direita abriu uma CPI e tentou jogar nas nossas costas a responsabilidade pela corrupção na previdência social. A quadrilha do INSS foi montada por eles, foi criada no governo Bolsonaro, foi desmontada por mim. Eles enriqueceram no governo Bolsonaro e estão presos no meu governo", afirmou Lula.

"E eles não pararam por aí. Eles criaram um banqueiro, chamado Vorcaro. Em 2019, na época deles, o bandido virou banqueiro. No meu mandato, ele virou prisioneiro", continuou Lula, em referência ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master e investigado por fraude contra o sistema financeiro.

Uma agenda também estava prevista para Florianópolis, neste domingo (13), mas acabou cancelada.

Também neste sábado, em Cabo Frio (RJ), Flávio Bolsonaro afirmou que vai indicar cinco ministros ao STF caso seja eleito. O número considera um eventual impeachment do ministro Alexandre de Moraes.

"Eu vou indicar cinco homens e mulheres que são contra o aborto, contra as drogas, que respeitem a Constituição, que sejam a favor do desenvolvimento das cidades, sem essa radicalidade de licenciamentos ambientais que na verdade entravacam o desenvolvimento", disse ele, em discurso.

Ele voltou a explorar a associação do presidente Lula com Moraes, alvo de relatório da Polícia Federal sobre sua relação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Master.

"O mau exemplo está vindo de cima. Está vindo do presidente da República, que abandonou o país. Quem governa o Brasil é o Alexandre de Moraes. Quem vota em Lula está votando em Alexandre de Moraes", disse ele.

Por CATARINA SCORTECCI E ITALO NOGUEIRA / FOLHAPRESS

Michelle apresenta Raissa Soares como candidata dela e de Bolsonaro na Bahia Por Redação

Raissa Soares e Michelle Bolsonaro/Foto: Divulgação
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro apresentou a médica Raissa Soares (PL), candidata a deputada federal pela Bahia, como “a candidata do capitão Bolsonaro e de Michelle Bolsonaro”. A declaração foi registrada em um vídeo dos bastidores das gravações de campanha, no qual as duas aparecem juntas.

Ao apresentar Raissa, Michelle menciona expressamente o ex-presidente Jair Bolsonaro e também coloca seu próprio nome no apoio à candidatura. No registro, a médica reage com um sorriso à declaração da ex-primeira-dama.

“Fiquei muito feliz com esse título. Ouvir Michelle me apresentar como a candidata dela e do capitão Bolsonaro tem um significado muito especial para mim. Recebo esse carinho com gratidão e com a responsabilidade de honrar essa confiança”, declarou Raissa.

A médica disputou o Senado pela Bahia em 2022, quando recebeu mais de 1 milhão de votos. Agora, busca uma vaga na Câmara dos Deputados, mantendo o alinhamento político com a família Bolsonaro.

“Esse apoio me dá ainda mais disposição para seguir. Quero honrar essa confiança com trabalho pela Bahia e defender em Brasília as convicções que sempre orientaram minha caminhada”, afirmou a candidata. Confira a publicação:

 

 

Robinho Cumpre Agenda em Campo Alegre de Lourdes e Reforça Compromisso com o Interior

Em ritmo intenso de trabalho e diálogo no interior baiano, o deputado e candidato a deputado federal Robinho (4444) cumpriu agenda no município de Campo Alegre de Lourdes. Acompanhado dos ex-vereadores Danilo Almeida e Netinho, o parlamentar dedicou o dia para ouvir atentamente as principais demandas das comunidades rurais e da sede do município.

Durante as visitas, Robinho enfatizou que a escuta ativa e o suporte às localidades do interior continuam sendo a prioridade de sua atuação política.

"A campanha é uma correria para estar em mais lugares e dar atenção a quem mais precisa. Só que esse trabalho não começou agora — é o nosso jeito de fazer política durante todo o mandato: presente, ouvindo e defendendo cada localidade que represento", destacou o candidato.

Com foco em ampliar as ações e investimentos na Bahia, a passagem por Campo Alegre de Lourdes reafirma a aliança de Robinho com as lideranças locais e o compromisso de seguir defendendo o homem e a mulher do campo na Câmara Federal.

Eleições acendem alerta para assédio eleitoral no ambiente de trabalho

                    Pressões, ameaças e promessas de vantagens podem gerar responsabilização
A menos de um mês do primeiro turno das Eleições Gerais de 2026, marcado para 4 de outubro, as discussões políticas tendem a ganhar espaço também nos ambientes de trabalho. Conversas sobre candidatos, troca de opiniões e até recomendações entre colegas fazem parte do cotidiano. O problema começa quando o debate deixa de ser espontâneo e passa a envolver pressão, constrangimento ou interferência na liberdade de escolha do trabalhador.

Neste ano, o tema ganhou um reforço normativo. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) incluiu expressamente nas regras para as eleições de 2026 a proibição de propaganda ou assédio eleitoral em ambiente de trabalho público ou privado. A norma estabelece ainda que pode responder pela prática tanto quem lhe der causa quanto quem permitir sua ocorrência.

Para o advogado Fábio Freire, sócio do BSF Advogados, é fundamental diferenciar o direito individual de manifestar uma opinião política do uso da relação profissional como instrumento de influência eleitoral. “O empregador possui poder diretivo para organizar o trabalho, estabelecer metas e cobrar resultados, mas esse poder não alcança a consciência política do empregado. A escolha do voto pertence exclusivamente ao cidadão e não pode ser condicionada, direta ou indiretamente, à relação de emprego”, afirma.
Da opinião à pressão - Entre colegas, uma conversa pontual sobre eleições ou a manifestação de preferência por determinado candidato não configura, por si só, assédio eleitoral. A situação muda, porém, quando surgem insistência, intimidação, hostilidade, discriminação ou constrangimentos destinados a influenciar a posição política de outra pessoa. O próprio Ministério Público do Trabalho (MPT) ressalta que o assédio pode partir não apenas de superiores hierárquicos, mas também de colegas.

“A liberdade de expressão precisa conviver com a liberdade do outro de discordar, não declarar seu voto e até não querer participar da conversa. Entre colegas, essa fronteira pode ser percebida quando a recomendação deixa de ser uma opinião e passa a funcionar como cobrança, perseguição ou tentativa reiterada de constranger quem pensa diferente”, explica Fábio Freire. Ainda segundo o sócio do BSF Advogados, “além das possíveis repercussões trabalhistas e criminais, determinadas condutas podem também caracterizar captação ilícita de sufrágio”. O artigo 41-A da Lei nº 9.504/1997 considera ilícito “o ato de candidato doar, oferecer, prometer ou entregar ao eleitor bem ou vantagem pessoal de qualquer natureza, inclusive emprego ou função pública, com o objetivo de obter-lhe o voto”.

A atenção deve ser ainda maior quando a manifestação parte de proprietários, gestores ou superiores hierárquicos. A relação de trabalho é naturalmente marcada por uma diferença de poder, e mensagens sobre possíveis demissões, perda de benefícios ou dificuldades para a empresa caso determinado candidato vença ou perca podem ser interpretadas como formas de pressão. Prometer vantagens, folgas ou benefícios em troca de apoio político também está entre as práticas apontadas pelo MPT como exemplos de assédio eleitoral.
Empresas também precisam prevenir - Reuniões convocadas para orientar politicamente empregados, exigência de participação em atos de campanha, imposição do uso de símbolos de candidatos e tratamento diferenciado por posicionamento político são outras situações de risco. Para Fábio Freire, as empresas precisam adotar uma postura preventiva, inclusive em relação a grupos corporativos de mensagens e à atuação das lideranças.

“Não basta que a direção da empresa deixe de praticar o assédio diretamente. A regra do TSE chama atenção também para a responsabilidade de quem permite sua ocorrência. Por isso, diante de situações de pressão ou constrangimento entre trabalhadores, a organização não deve simplesmente tratar o problema como uma discussão pessoal. É recomendável ter regras claras, canais seguros para relatos e atuação rápida para preservar um ambiente profissional respeitoso”, orienta.

Além das repercussões trabalhistas e da possibilidade de indenização, determinadas condutas podem gerar atuação do Ministério Público do Trabalho e alcançar também a esfera eleitoral. O Código Eleitoral prevê, por exemplo, crimes relacionados à oferta de vantagens para obtenção de voto e ao uso de violência ou grave ameaça para coagir alguém a votar ou deixar de votar em determinada candidatura.

“Em período eleitoral, divergências são naturais. O que não pode ser naturalizado é transformar emprego, salário, promoção, convivência profissional ou medo de retaliação em instrumentos para interferir no voto. A melhor orientação para empresas e trabalhadores é simples: política pode ser debatida, mas a liberdade de escolha precisa ser preservada”, conclui Fábio Freire.

Assessoria de Imprensa: Carla Santana (71) 9 9926-6898

Robinho reforça compromisso com Senhor do Bonfim e destaca acolhimento no município

Em recente agenda na região, o candidato a Deputado Federal Robinho (4444) celebrou a recepção calorosa que teve ao visitar o município de Senhor do Bonfim. A passagem pela cidade foi marcada por encontros com lideranças locais e apoiadores, fortalecendo a aliança política para as próximas eleições.

Durante sua visita, o candidato destacou o carinho recebido pela população bonfinense e reiterou sua disposição em trabalhar ativamente em prol do desenvolvimento da cidade na Câmara dos Deputados.

"Foi surpreendente a minha passagem por Senhor do Bonfim. Não imaginei receber tanto acolhimento. Ficam os registros desse município maravilhoso, ao lado de pessoas que acreditam na mudança e confiam no nosso trabalho. Senhor do Bonfim tá com Robinho e Robinho vai trabalhar muito por Senhor do Bonfim!", declarou.

Foco em recursos e emendas parlamentares

Entre as prioridades assumidas pela equipe do candidato, destaca-se a articulação política para atrair investimentos e direcionar emendas parlamentares destinadas a suprir as reais demandas da comunidade local e da região norte do estado.

Com o apoio de importantes lideranças políticas baianas, como ACM Neto, Robinho reafirma sua candidatura ao cargo de deputado federal sob o número 4444, propondo um mandato focado em projetos estruturantes, melhorias nos serviços públicos e forte presença nos municípios baianos.

ACM Neto chama de “crime eleitoral” reportagem sobre suposta delação no caso Master

O candidato ao Governo da Bahia ACM Neto (União Brasil) reagiu a uma reportagem que aponta a existência de uma suposta proposta de colaboração premiada envolvendo o Banco Master. Segundo a publicação, integrantes do União Brasil, entre eles o ex-prefeito de Salvador, teriam sido mencionados em relatos relacionados a contratos de previdência privada.

ACM Neto negou as acusações e classificou a divulgação das informações como um “crime eleitoral”. Para o candidato, o conteúdo seria utilizado com o objetivo de provocar desgaste político durante a reta final da campanha pelo Palácio de Ondina.

“O ambiente político não pode ser ‘vale tudo’”, declarou Neto. Ele também afirmou que as informações divulgadas são “absurdas, completamente fantasiosas e mentirosas”.

De acordo com a reportagem do UOL, as citações constariam de uma proposta de colaboração apresentada pelo empresário Daniel Vorcaro, proprietário do Banco Master. O documento, contudo, não representa um acordo de delação homologado pela Justiça, e as alegações ainda dependeriam de comprovação.

A publicação sustenta que ACM Neto e o presidente nacional do União Brasil, Antônio Rueda, teriam sido mencionados em supostas articulações para facilitar o acesso do Banco Master a institutos de previdência. Neto rejeitou qualquer participação em irregularidades.

O candidato disse ainda que, desde março de 2026, quando começaram a circular as primeiras informações relacionadas ao Banco Master, colocou-se à disposição da Procuradoria-Geral da República (PGR) e do Supremo Tribunal Federal (STF) para prestar os esclarecimentos necessários.

Ao contestar a reportagem, ACM Neto defendeu que denúncias dessa natureza sejam tratadas com responsabilidade e dentro dos canais institucionais. Segundo ele, acusações sem comprovação não podem ser utilizadas como instrumento de disputa eleitoral.

Por Política Livre

Campanha de deputados é interrompida para encontro fluido com Jerônimo,

As pesquisas estão mostrando que o presidente Lula (PT) é a principal vítima da escalada da crise no Supremo Tribunal Federal, deflagrada com a decisão do ministro André Mendonça de publicizar os diálogos impertinentes entre o colega Alexandre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, à qual se seguiram um conjunto de ofensivas e contraofensivas que colocaram o STF no patamar de uma frente de guerra aberta entre facções políticas. De fato, se Moraes virou sinônimo, no STF, de defensor do petista, e os ataques contra ele partem agora de um colega com base em suas alegadas relações pouco republicanas com um fraudador do sistema financeiro, o desgaste de um rebate no outro, turbinado pelos interesses eleitorais em jogo.

A tentativa do presidente da Corte, Edson Fachin, de avocar para si a solução do conflito, suspendendo ontem as últimas decisões que transformaram o STF numa seara de disputa sem regras em torno das investigações contra Vorcaro e Lulinha, filho do presidente, pode, se for bem sucedida, encerrar o foco dos conflitos, mas o estrago certamente já está feito sobre a imagem do líder petista. A pergunta agora é saber se Lula poderá se recuperar até a eleição de 4 de outubro do efeito da crise sobre seu projeto reeleitoral, para o qual o eleitor de centro, que lhe foi imensamente útil em 2022, ampliou sua resistência, dada a identificação entre o petista e Moraes e a balbúrdia em que os ministros transformaram o Supremo nos últimos dias.

Se, entre as candidaturas ao governo, a do petista Jerônimo Rodrigues é considerada uma das mais dependentes do desempenho de Lula no Estado, seria natural que os articuladores do governador estivessem preocupados com sua repercussão em território baiano e articulando formas de enfrentá-la o quanto antes. Era o que se esperava, por exemplo, de um encontro marcado ontem entre o governador, deputados e candidatos a uma vaga na Assembleia Legislativa e na Câmara Federal. Mas não foi, para espanto geral, o que se viu no evento, em que o assunto predominante foi a crise no Supremo, depositada, naturalmente, pelos líderes esquerdistas, nas costas de Mendonça em discursos que se alongaram para além do esperado.

Mas este não foi o único assunto do encontro, para o qual deputados foram obrigados a comparecer interrompendo suas campanhas no interior. Conduzida pelo assessor de comunicação da campanha, Bruno Monteiro, eles também tiveram que assistir a uma palestra a respeito das programações para o próximo dia 13, em que se pretende promover uma homenagem ao presidente da República aproveitando o mote da data com que o PT e seus candidatos são identificados, utilizando-se, basicamente, das redes sociais, as quais devem ser usadas pelos políticos que apoiam Jerônimo para defender o presidente e o governador. Não é preciso dizer que parte dos deputados saiu do evento frustrado, dada a complexidade da dificuldade que a campanha estadual começa a enfrentar.

Com uma disputa acirradíssima entre Jerônimo e seu opositor, ACM Neto (União Brasil), especialmente os mandatários tinham em mente que deixariam o encontro com missões definidas para alavancar o nome do governador. Mas saíram de lá com o mesmo sentimento com que entraram. Falta uma coordenação que dê eixo efetivo à campanha do PT na Bahia num momento em que Lula, principal alavanca que elegeu todos os petistas ao governo baiano, começa ele próprio a enfrentar problemas para enfrentar os adversários ao seu projeto de se reeleger. Pelo menos uma promessa foi ouvida para quem reclamou da falta de propósito do encontro: o clima vai melhorar quando os prefeitos vestirem a camisa do governo a partir desta semana. A conferir!

*Artigo do Raul Monteiro publicado na edição de hoje da Tribuna.

por Raul Monteiro Por Raul Monteiro*

Flávio Bolsonaro lidera doações eleitorais com R$ 44 mi; Lula recebeu R$ 35,9 mi

              Augusto Cury arrecadou R$ 317 mil, dos quais 78% vieram dele próprio
Foto: Vittor Sales/Divulgação/Campanha Flávio Bolsonaro
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) lidera até o momento a arrecadação de doações eleitorais na disputa pela Presidência da República, com R$ 44,3 milhões em recursos captados. O escritor Augusto Cury (Avante) é quem menos arrecadou do grupo dos seis principais presidenciáveis, com R$ 317 mil –deste montante, R$ 250 mil, ou 78%, vieram dele próprio.

Os dados foram coletados no sistema Divulgacand do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) na noite de terça-feira (8) e são atualizados de hora em hora.

Ao todo, a soma das doações para as campanhas de Flávio, Lula (PT), Ronaldo Caiado (PSD), Romeu Zema (Novo), Renan Santos (Missão) e Augusto Cury (Avante) é de cerca de R$ 92 milhões.

Partidos e candidatos têm desta quarta-feira (9) até o próximo domingo (13) para enviar à Justiça Eleitoral a prestação parcial de contas, com identificação de doadores e valores arrecadados. Os recursos podem ser arrecadados até o dia da eleição, mas as despesas e as receitas das campanhas datadas a partir desta quarta só entrarão na prestação completa, cujo prazo final de envio termina em 14 de novembro.

Segundo o TSE, o dinheiro arrecadado pode ser usado em despesas da campanha, como produção de material gráfico, propaganda eleitoral, aluguel de espaços para eventos, deslocamento de candidatos, funcionamento de comitês de campanha, contratação de pessoal e utilização de carros de som, entre outros gastos.

Flávio, com R$ 44,3 milhões em doações, tem como principal financiador o próprio PL, que aportou R$ 42 milhões do Fundo Especial do partido –isto é, a verba pública distribuída exclusivamente em anos eleitorais e destinada apenas ao custeio das campanhas.

Outro doador relevante é Erasmo Carlos Battistella, apelidado de "rei do biodiesel". O empresário fundou e preside a Be8, uma das maiores produtoras do combustível no país. Em 2025, a empresa registrou faturamento de R$ 10 bilhões. Battistella doou R$ 500 mil à campanha de Flávio –e outros R$ 500 mil também à campanha de Lula, segundo o TSE.

Flávio também recebeu doações de R$ 500 mil de Fernando de Castro Marques, CEO da União Química Farmacêutica. Outros R$ 400 mil vieram de Ângelo Calmon de Sá, ex-ministro da Indústria e do Comércio durante o governo de Ernesto Geisel e banqueiro do Banco Econômico, liquidado em 1996 pelo Banco Central devido a um rombo financeiro bilionário. O candidato do PL ainda entrou com recursos próprios e investiu R$ 12,2 mil na sua candidatura.

A campanha de Lula vem em segundo lugar no ranking, com R$ 35,9 milhões arrecadados. Destes, R$ 35 milhões, ou 97%, vieram do PT através do Fundo Especial. O partido ainda aportou R$ 150 mil na campanha de reeleição do presidente pelo Fundo Partidário.

Além de Battistella, a candidatura petista recebeu R$ 115 mil de uma campanha de financiamento coletivo. Jones Alexandre Barros Soares, diretor da Transpetro, subsidiária da Petrobras, e Mayra Cristina da Luz Pádua Guimarães, doutoranda em enfermagem pela USP (Universidade de São Paulo), contribuíram com R$ 40 mil cada.

Ronaldo Caiado completa o pódio, com R$ 6,6 milhões em recursos doados. O perfil de arrecadação da candidatura do PSD é diferente: a maioria (cerca de 62%) advém de doações feitas para o próprio partido em vez de para o candidato. A prática cria uma camada entre o doador e o candidato e vem sendo adotada para ocultar o elo eleitoral de grandes empresários.

Entre as maiores doações, está a de R$ 1 milhão de Ricardo Fleury Cavalcanti de Albuquerque Lacerda, fundador e presidente do banco de investimentos BR Partners. João Carlos Paes Mendonça, presidente do grupo JCPM, aportou R$ 500 mil. Outros nomes, como Pedro Passos, cofundador da Natura, e os irmãos bilionários Salo e Helio Seibel, donos da holding Ligna, também constam entre os doadores para a direção nacional do PSD.

A maior quantia veio de Carlos Eduardo Ferraz de Mattos Barroso, de R$ 2,3 milhões. Ele é proprietário do fundo de investimentos Polaris, da imobiliária e construtora CH Empreendimentos Imobiliários e de um cartório de registro de imóveis em Taguatinga (DF).

Romeu Zema, com R$ 3,4 milhões, vem em quarto lugar. Destes, R$ 3 milhões vieram do fundo partidário do Novo, e R$ 100 mil foram doados para a direção nacional do partido por Guilherme Vidigal Andrade Gonçalves, membro do conselho da química Nitro e da Globo Pharma. Os irmãos Seibel também doaram para a campanha de Zema, com R$ 50 mil cada.

Renan Santos, do Missão, soma R$ 1,3 milhão vindos quase que exclusivamente de doações de apoiadores. 92% do montante vem de financiamento coletivo, e a maior quantia até o momento é de R$ 4.014,14, de Rômulo Couto Araújo, empresário de Brasília de uma companhia que compra e vende imóveis.

Já Augusto Cury entrou com R$ 250 mil para a própria campanha, cerca de 78% do total doado para a candidatura do Avante. O partido aportou R$ 50 mil via fundo especial, e outros 5% vieram de doações de pessoas físicas. O deputado estadual Noraldino Lucio Dias Junior (PSB-MG) doou R$ 15 mil à campanha.

Pesquisa Datafolha divulgada na semana passada mostra Lula com 38% das intenções de voto no primeiro turno, seguido de Flávio (33%), Cury (8%), Caiado, (4%), Renan Santos (3%) e Romeu Zema (2%). Samara (UP), Edmilson Costa (PCB) e Rui Costa Pimenta (PCO) têm 1%. Os demais não pontuaram. Declaram voto branco ou nulo 6%, e 3% se dizem indecisos.
Por Tamara Nassif/Folhapress

Lula lidera disputa presidencial na Bahia com 55% no primeiro turno Por Redação /Politica Livre

Foto: Divulgaçao
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a disputa presidencial na Bahia no primeiro e no segundo turno, segundo pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta quarta-feira (9). A informação é do Metrópoles.

No cenário estimulado de primeiro turno, Lula aparece com 55% das intenções de voto, mais que o dobro do segundo colocado, Flávio Bolsonaro (PL), que registra 24%.

O escritor Augusto Cury (Avante) aparece em terceiro lugar, com 5%, seguido por Renan Santos (Missão), com 4%. Ronaldo Caiado (PSD) e Pablo Marçal (PRTB) têm 2% cada, enquanto Romeu Zema (Novo) registra 1%.

Os candidatos Rui Costa Pimenta (PCO), Samara (UP), Edmilson Costa (PCB), Hertz Dias (PSTU), Clariana Barão (DC) e Veterinário Wilson Grassi (Democrata), juntos, somam 1%.

Brancos e nulos representam 4% dos entrevistados, enquanto 2% não souberam ou não responderam.

Lula amplia vantagem em eventual segundo turno

A pesquisa também simulou uma disputa direta entre Lula e Flávio Bolsonaro.

Nesse cenário, o presidente aparece com 61% das intenções de voto, contra 30% do candidato do PL. A diferença é de 31 pontos percentuais.

Outros 6% dos entrevistados afirmaram que votariam em branco ou anulariam o voto, enquanto 3% não souberam ou não responderam.

Metodologia

A pesquisa Real Time Big Data ouviu 1.600 eleitores da Bahia entre os dias 4 e 8 de setembro.

O levantamento tem margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.

A pesquisa foi contratada pela própria Real Time Big Data e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-06566/2026.

Jerônimo marca 45% e ACM Neto, 44% na disputa pelo governo da Bahia

O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), aparece com 45% das intenções de voto para o governo do estado, enquanto o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) registra 44%, segundo pesquisa Real Time/Big Data divulgada nesta quarta-feira (9). A informação é do Metrópoles.

Como a margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois estão tecnicamente empatados.

No cenário estimulado de primeiro turno, os demais candidatos aparecem com percentuais bem abaixo dos dois principais concorrentes. Ronaldo Mansur (PSol) e Estevão (DC) têm 1% cada. Outros nomes somam 1%. Nulos e brancos representam 5%, enquanto 3% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

Os candidatos Ariel Capistrano (DC), Aroldo Félix (UP) e Maria Bona (PCO), juntos, também somaram 1%.

Mudança em relação à pesquisa anterior

O resultado mostra uma inversão na liderança em relação ao levantamento realizado em agosto. Na ocasião, ACM Neto tinha 44% das intenções de voto, contra 42% de Jerônimo Rodrigues.

Agora, o governador avançou três pontos percentuais e passou a liderar numericamente a disputa, enquanto ACM Neto manteve os 44%.

Segundo turno também aponta empate

A pesquisa também simulou uma eventual disputa de segundo turno entre Jerônimo Rodrigues e ACM Neto.

Nesse cenário, Jerônimo aparece com 46% das intenções de voto, contra 45% de ACM Neto. Nulos e brancos somam 5%, enquanto 4% não souberam ou não responderam.

Em agosto, ACM Neto tinha 45%, contra 44% de Jerônimo. Assim, os dois candidatos permanecem tecnicamente empatados também em uma eventual segunda etapa da eleição.

Senado

Na disputa pelas duas vagas ao Senado pela Bahia, os ex-governadores e atuais nomes do PT aparecem na liderança.

Rui Costa registra 26% das intenções de voto, seguido por Jaques Wagner, com 19%. João Roma (PL) aparece com 17%, enquanto Angelo Coronel (Republicanos) tem 15%.

Professora Delliana (PSol) soma 6%. Carlos Sodré (Mobiliza), Marcelo Carvalho (Rede) e Marcelo Santtana (DC) têm 1% cada.

Nulos e brancos representam 7%, e outros 7% não souberam ou não responderam.

Gregório Gould (UP) e Marcelo Millet (PCO) não pontuaram.

Metodologia

A pesquisa Real Time/Big Data ouviu 1.600 eleitores baianos entre os dias 4 e 8 de setembro. O levantamento tem nível de confiança de 95% e margem de erro de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BA-01568/2026.

Por Redação/Politica Livre

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