Eleita com quase 2 milhões, deputada diz que feminicídio 'não existe'

Eduarda Campopiano (PL), eleita deputada estadual por São Paulo com 1.956.238 votos, declara-se antifeminista e afirma que o feminicídio "não existe". Aos 23 anos, a parlamentar também se posiciona contra o aborto e a criminalização da misoginia e promete combater propostas ligadas ao feminismo na Alesp

Eleita deputada estadual com quase 2 milhões de votos, Eduarda Campopiano (PL) chegará à Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) tendo como uma de suas principais bandeiras justamente o combate ao feminismo. Aos 23 anos, a parlamentar já afirmou que o feminicídio "não existe", posicionou-se contra a criminalização da misoginia e promete atuar para dificultar o acesso ao aborto.

Campopiano recebeu 1.956.238 votos nas eleições de domingo (4), tornando-se a candidata a deputada estadual mais votada de São Paulo em 2026. A votação foi a segunda maior da história para uma cadeira na Alesp, atrás apenas de Janaína Paschoal, que ultrapassou os 2 milhões de votos em 2018.

A ascensão foi rápida. Em 2024, Campopiano havia sido eleita vereadora de Praia Grande, no litoral paulista, com apenas 3.583 votos. Dois anos depois, multiplicou exponencialmente seu eleitorado e conquistou uma cadeira na maior Assembleia Legislativa do país.

"Eu não acho que feminicídio seja algo que exista"

A oposição ao feminismo ocupa posição central no discurso político de Campopiano. Ela própria já se apresentou como "a maior inimiga das feministas de São Paulo".

Uma das declarações que mais provocaram repercussão ocorreu durante um debate com a deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL), quando a então vereadora discutia uma proposta de criminalização da misoginia.

"Eu não acho que feminicídio seja algo que exista", afirmou Campopiano.

A parlamentar defende que crimes desse tipo possam ser tratados como crimes passionais. Ao mesmo tempo, afirma ser favorável à existência de agravantes quando um homem utiliza sua superioridade física para agredir uma mulher, mas sustenta que a regra deveria ser aplicada também a outras situações semelhantes.

O feminicídio, porém, é uma categoria prevista na legislação brasileira para homicídios de mulheres motivados por violência doméstica e familiar ou por menosprezo ou discriminação à condição de mulher.

"Sou antifeminista. E não vou dar para trás"

Campopiano não trata o antifeminismo apenas como uma posição pessoal. O tema se tornou uma das principais marcas de sua atuação política e de sua presença nas redes sociais.

"Sou antifeminista. E não vou dar para trás", declarou durante um debate.

Em outra ocasião, apresentou-se de forma ainda mais explícita: "Sou do PL, sou uma mulher conservadora, antifeminista".

Depois de conquistar quase 2 milhões de votos, Campopiano afirmou à Folha de S.Paulo que pretende manter esse posicionamento durante seu mandato na Alesp.

"A guerra tá só começando", disse ao falar sobre o confronto político que pretende travar com parlamentares feministas.

A deputada eleita também rejeita a ideia de que conquistas individuais de mulheres devam ser atribuídas ao movimento feminista.

"Todo mérito que qualquer mulher conquista, as feministas tentam usurpar para elas. Eu discordo disso, eu acredito que o mérito é individual", afirmou.

Aborto também será alvo do mandato

O aborto é outra das pautas que Campopiano pretende priorizar na Assembleia Legislativa.

A deputada eleita defende a vida desde a concepção e diz que pretende atuar para que mulheres desistam de interromper uma gravidez. Também se posiciona contra propostas de parlamentares feministas que considera "absurdas".

Entre os exemplos citados por ela está a proposta de criminalização da misoginia, tema que tramita no Congresso Nacional.

Embora Campopiano vá exercer um mandato estadual, e mudanças na legislação penal sejam competência do Congresso, ela afirma que pretende usar sua atuação política para combater o feminismo e pautas relacionadas ao movimento.

Armas para mulheres

Nem todas as propostas de Campopiano relacionadas às mulheres envolvem retirar ou rejeitar políticas específicas. Na área de segurança, por exemplo, ela defende que mulheres tenham acesso ao porte de armas de fogo como instrumento de proteção.

A parlamentar argumenta que uma mulher armada teria melhores condições de se defender de situações de violência doméstica e urbana.

Campopiano também se posiciona contra o reconhecimento da prostituição como profissão e contra políticas de cotas raciais.

Declaração sobre feminicídio provoca reação

As declarações da deputada eleita sobre feminicídio ganharam nova repercussão depois das eleições.

Nesta segunda-feira (5), a jornalista Adriana Araújo, âncora do "Jornal da Band" e da BandNews FM, se emocionou ao comentar as posições da parlamentar.

A apresentadora classificou como "gravíssima" a declaração de Campopiano sobre a inexistência do feminicídio e argumentou que esse tipo de discurso ignora a realidade enfrentada por vítimas de violência contra a mulher.

"Enquanto ela repete esses bordões que viralizam nas redes sociais e nos grupos de ódio às mulheres, mulheres reais estão sentindo dor na pele", afirmou Adriana.

A jornalista também destacou que movimentos organizados por mulheres participaram historicamente da conquista de direitos políticos que hoje permitem que Campopiano ocupe um cargo eletivo.

Das redes sociais à votação histórica

Maria Eduarda Campopiano Monteiro nasceu em Campinas, em 22 de julho de 2003, e começou a produzir conteúdo político nas redes sociais aos 18 anos.

Antes de disputar eleições, participou de programas de debate e integrou equipes de comentaristas. Em 2024, concorreu pela primeira vez a um cargo público e foi eleita vereadora de Praia Grande aos 21 anos.

Sua projeção nacional foi construída principalmente nas redes sociais, com conteúdos direcionados ao público conservador e discussões sobre feminismo, aborto, gênero, segurança pública e costumes.

Dois anos depois de conquistar 3.583 votos para vereadora, Campopiano chegou a 1.956.238 votos na disputa pela Alesp. por Notícias ao Minuto

Maria das Graças voltou as Ruas e mostrou ser a principal liderança de Ipiaú

Uma liderança verdadeira é reconhecida pela história e serviço prestado a uma população e em Ipiaú, na eleição 2026, Maria das Graças mostrou que continua sendo a principal liderança local.

Ao atender o chamado do povo, do governador Jerônimo e dos senadores Wagner e Rui, em apenas 11 dias pelas ruas de Ipiaú, a mobilização de Maria das Graças contribuiu para mudar cenários e transformou desvantagens em resultados favoráveis.

Maria das Graças chegou com seu par de tênis, sem prefeitura e sem câmara de vereadores, e foi fazer a campanha como ela gosta, corpo a corpo e olho no olho. 

E ela sentiu e viu o que sempre teve: a presença, o abraço e a confiança da família ipiauense construída ao longo de mais de 20 anos.

Maria chegou chegando e fez o maior evento em favor do governador e do presidente. Não foi carreata, foi caminhada voluntária que atraiu mais de 10 mil pessoas nas ruas de Ipiaú.

As últimas pesquisas mostravam o governador Jerônimo Rodrigues atrás de ACM Neto com mais de 20%.

O deputado estadual Niltinho estava em quarto lugar e após a chegada de Maria o cenário foi revertido.

O Governador Jerônimo e os senadores Rui Costa e Jaques Vagner em um almoço ,  haviam pedido para  Maria para vir a Ipiaú para tentar reverter a situação e mesmo com o pouco tempo que lhe restava, de imediato gravaram vídeo de apoio, começou o trabalho nas mídias sociais e o corpo a corpo e deu certo.

O resultado veio nas urnas: Niltinho alcançou a maior votação para estadual em Ipiaú. O deputado federal Mário Júnior obteve a segunda maior votação no município.  e o

Governador Jerônimo Rodrigues ultrapassou o candidato ACM Neto e obteve em Ipiaú a maior votação sendo reeleito no primeiro turno.

O resultado das urnas contou uma história, e os votos expressivos recebidos pelos candidatos de Maria das Graças falam por si.

Liderança não se impõe. Uma verdadeira líder é reconhecida naturalmente pelo seu povo, E Ipiaú reconheceu. 

Maria, apenas com pequenos gestos de apoio a outros candidatos a deputados estadual, também contribuiu com votações expressivas ficando claro que ela continua no coração das famílias de Ipiaú, sendo a principal liderança do cenário político local.

Kassio quer julgar soltura de Bolsonaro após 2º turno e avalia libertar ex-presidente com liminar

Ministro disse a auxiliares ver uma série de exageros na ação da trama golpista conduzida por Moraes

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Kassio Nunes Marques quer julgar logo após o segundo turno da eleição a ação que pede a soltura do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), independentemente de quem for o vencedor da disputa presidencial.

O magistrado avalia libertar Bolsonaro por meio de uma decisão liminar, mas o cenário mais provável é de que o caso (um pedido de revisão criminal feito pela defesa do ex-presidente) seja levado ao plenário da corte.

Kassio tem dito a auxiliares que vê uma série de "exageros" na ação da trama golpista conduzida pelo ministro Alexandre de Moraes, pela qual Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão. Bolsonaro cumpre a sentença em regime domiciliar.

O senador Flávio Bolsonaro (PL) prometeu indulto ao ex-presidente caso vença o segundo turno contra Lula (PT). Porém, como só terá essa prerrogativa depois de eventualmente empossado, ele conta com uma decisão do ministro para subir a rampa do Palácio do Planalto acompanhado do pai.

Em maio, durante um evento da pré-campanha no Paraná, Flávio disse querer "fazer justiça" com o ex-presidente. "Ele vai subir aquela rampa junto com a gente em 2027", projetou. O governador reeleito de São Paulo, Tarcísio de Freitas, defendeu o mesmo durante uma live feita com o senador em setembro.

A interlocutores Kassio afirma que o pedido de revisão criminal feito pela defesa de Bolsonaro já está pronto para ser julgado, mas que ainda não liberou o processo para não ser acusado de interferir nas eleições —o ministro é o atual presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Kassio afirmou a um auxiliar que já refletiu sobre sua posição e concluiu que houve excessos no julgamento de Bolsonaro —por exemplo, em relação ao amplo direito de defesa e ao rigor da pena aplicada.

O ministro disse a essa pessoa próxima que sanções políticas não existem no Código Penal e que seu voto ou sua liminar serão capazes de causar uma "comoção nacional", pois há muitos elementos sobre a tramitação da ação a serem contestados.

A decisão pode desencadear uma nova crise interna no Supremo, que já vem dividido desde o início do ano na esteira das investigações sobre o Banco Master, com ministros se acusando mutuamente de atuação com viés político.

Embora Kassio tenda a dar razão aos advogados, há uma ala no Supremo que discorda da revisão criminal: os ministros que já votaram pela condenação: Moraes, Flávio Dino, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. Eles ainda têm o apoio de Gilmar Mendes.

A avaliação é a de que esse tipo de pedido só pode ser admitido em casos excepcionais —por exemplo, quando surge um fato novo que comprove a inocência do réu ou quando há evidências de que a condenação ocorreu com base em depoimentos ou documentos falsos, o que não se aplicaria ao caso.

Já André Mendonça e Luiz Fux, que votou pela absolvição de Bolsonaro no julgamento, devem acompanhar o relator para rever a pena do ex-presidente. A dúvida recai sobre a posição do ministro Dias Toffoli e a do presidente do STF, Edson Fachin.

Em junho, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, defendeu a rejeição do pedido de revisão criminal. De acordo com o PGR, a condenação definida pela Primeira Turma do Supremo foi baseada em um "vigoroso conjunto probatório".

Gonet afirmou que o ex-presidente não teve uma postura passiva, mas se envolveu em uma articulação concreta para gerar um ambiente propício à violência e ao golpe de Estado, culminando nos atos antidemocráticos de 8 de Janeiro.

"O controle da máquina pública, a instrumentalização de recursos do Estado e a manipulação de suas funções foram usados para fomentar a radicalização e a ruptura da ordem democrática", disse o procurador-geral.

Os advogados de Bolsonaro pedem a anulação da sentença e dizem ser necessária "a reparação do erro judiciário". Eles alegam falta de individualização das condutas (identificação de quem fez o quê) e prejuízo à defesa, além de defenderem que o julgamento deveria ter ocorrido no plenário, e não na turma.

Por Luísa Martins/Folhapress

'Grande vitória', diz Trump sobre Flávio Bolsonaro ter ficado à frente no 1º turno da eleição

Foto: Reprodução/Instagram
O presidente dos EUA, Donald Trump, comentou nesta segunda-feira (5) o primeiro turno das eleições brasileiras. Em entrevista a jornalistas enquanto deixava a Casa Branca, o republicano foi questionado sobre o que achou do resultado do senador Flávio Bolsonaro (PL) frente ao presidente Lula (PT). Ele respondeu que "é uma grande vitória, bem apertada, mas uma grande, grande vitória". "Incrível", completou ele. O candidato bolsonarista arrematou 47,03% dos votos contra 45,16% de Lula.

Antes, ele afirmou a repórter Patrícia Vasconcellos, correspondente do SBT, que prevê uma eleição muito disputada no segundo turno. "Vai ser muito acirrada. Acho que a disputa no Brasil será muito acirrada".

No domingo, horas após o resultado, Trump fez uma publicação em que trocou o Brasil pela Índia, ao elogiar a rapidez da apuração dos votos. Após a confusão, o republicano editou a postagem para citar a "eleição presidencial do Brasil".

"125 milhões de pessoas votaram hoje no primeiro turno da eleição presidencial da Índia. Os resultados saíram pouco depois do encerramento da votação, NO MESMO DIA", havia escrito Trump em sua rede Social Truth, sem mencionar nenhum candidato diretamente.

A Índia, porém, não realizou eleições no domingo. O republicano depois corrigiu a informação sem mencionar o erro.Por Isabella Menon/Folhapress

Flávio Bolsonaro irá a Goiás para anúncio de apoio de Ronaldo Caiado

Foto: Reprodução/Arquivo
Derrotado no primeiro turno da eleição presidencial, Ronaldo Caiado (PSD) anunciará apoio à candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro (PL) em ato em Goiânia nesta terça (6), de acordo com aliados. O governador reeleito de Goiás, Daniel Vilela (MDB), que venceu no primeiro turno, também vai participar.

A Folha procurou Caiado diretamente e por meio de assessores, mas não teve retorno até a publicação desta reportagem.

Ex-líder do governo Bolsonaro na Câmara, Vitor Hugo (PL-GO), eleito deputado federal novamente, afirmou que o grupo fará um evento às 14h30 com a participação de Flávio, de Caiado, de prefeitos de Goiás e dos eleitos pelo PL.

"É importante esse apoio de um governador reeleito, que fazia campanha para outro candidato, mas agora demonstra união em torno do nosso grupo", disse.

Caiado deixou o Governo de Goiás em março para concorrer à Presidência, mas acabou com apenas 2,18% dos votos válidos no primeiro turno, em quinto lugar. Ele teve o apoio de 2,6 milhões de eleitores. O PSD, partido dele, declarou que ficará neutro no segundo turno e que cada um dos políticos do partido poderá apoiar quem quiser.

Ibirataia: Grupo de Sandro Futuca registra votação expressiva no município

O prefeito de Ibirataia, Sandro Futuca, e seu grupo político demonstraram força eleitoral nas eleições de 2026, consolidando apoio a diversos candidatos no município. Para deputado federal, o grupo contribuiu com 3.065 votos (27,09%) para Jayme Vieira Lima, que foi o candidato mais votado entre os apoiados pelo grupo. Já para deputado estadual, os candidatos Eduardo Salles receberam 1.660 votos (14,84%), Matheus de Geraldinho obteve 1.632 votos (14,59%) e Patrik Lopes alcançou 746 votos (6,64%).

Além do desempenho nas disputas proporcionais, os candidatos majoritários apoiados pelo prefeito Sandro Futuca também obtiveram resultados positivos. O governador Jerônimo Rodrigues foi reeleito para mais um mandato, enquanto os senadores Rui Costa e Jaques Wagner, que também receberam o apoio do grupo político de Ibirataia, foram eleitos para representar a Bahia no Senado Federal.

No cenário nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apoiado por Sandro Futuca e seu grupo político, avançou para o segundo turno da eleição presidencial. O resultado das urnas reforça a articulação política do prefeito de Ibirataia e sua base de apoio, que ampliaram sua participação no processo eleitoral de 2026, tanto no município quanto no cenário estadual e nacional.

PM apreende motocicletas por direção perigosa e escapamentos irregulares em Ipiaú

A Polícia Militar apreendeu 14 motocicletas durante uma operação de fiscalização realizada na noite deste domingo (4). A ação ocorreu após diversas denúncia sobre motociclistas realizando manobras perigosas em vias públicas, trafegando em alta velocidade e utilizando veículos com escapamentos irregulares.

Diante das denúncias, equipes do Pelotão de Motopatrulhamento intensificaram as rondas ostensivas e abordagens a motociclistas em diferentes pontos da cidade, com o objetivo de coibir as infrações e preservar a segurança no trânsito e a ordem pública.
Durante a fiscalização, os policiais identificaram motocicletas em desacordo com as normas previstas no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Conforme a PM, nos casos em que as irregularidades não puderam ser solucionadas no próprio local, os veículos foram conduzidos ao pátio do quartel para a adoção das medidas administrativas e legais cabíveis.

Ao final da operação, 14 motocicletas foram apreendidas. A Polícia Militar reforça que ações de fiscalização devem continuar com o objetivo de combater práticas que coloquem em risco motociclistas, pedestres e demais usuários das vias.
Por: Giro Ipiaú

Prefeita Laryssa Dias: resultado dos seus candidatos nas urnas consolida força política em Ipiaú

Os candidatos apoiados pela prefeita de Ipiaú, Laryssa Dias (PP), tiveram desempenho de destaque nas urnas do município nas eleições realizadas neste domingo (4). Os nomes escolhidos pela gestora para deputado federal, deputado estadual, Senado, Governo da Bahia e Presidência da República terminaram como os mais votados em Ipiaú em suas respectivas disputas.

Para deputado federal, Antonio Brito (PSD) liderou a votação no município, com 3.933 votos. Já para deputado estadual, Niltinho (PSD) ficou na primeira colocação, alcançando 3.754 votos.

Na eleição para o Senado, em que o eleitor pôde escolher dois candidatos, Rui Costa (PT) foi o mais votado em Ipiaú, com 11.360 votos (28,41%), seguido por Jaques Wagner (PT), que recebeu 10.420 votos (26,06%). Os dois também foram eleitos para representar a Bahia no Senado Federal. Na disputa pelo Governo da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT) também ficou na primeira colocação em Ipiaú.

O desempenho mais expressivo entre os nomes apoiados pela prefeita ocorreu na eleição presidencial. Lula (PT) recebeu 14.346 votos em Ipiaú, equivalentes a 60,27% dos votos válidos. Flávio Bolsonaro (PL), segundo colocado no município, obteve 8.128 votos (34,15%).

Prefeita comemora resultado

Após a conclusão da votação, Laryssa Dias utilizou suas redes sociais para comemorar o desempenho dos candidatos apoiados pelo seu grupo político no município. “Meu coração é só gratidão a cada pessoa que acreditou, caminhou junto e depositou seu voto de confiança no nosso time. Essa conquista é resultado da confiança do nosso povo e da força de um trabalho que tem transformado a Bahia. Seguiremos juntos, fortalecendo essa parceria e trabalhando ainda mais por nossa gente”, escreveu a prefeita.

O resultado reforçou nas urnas a votação do grupo político liderado pela gestora municipal, que participou da campanha e declarou apoio à chapa formada pelos candidatos que terminaram à frente em Ipiaú nas principais disputas das eleições de 2026.

Presidente do TSE conclui 1º turno das Eleições 2026 e projeta mesma tranquilidade para segunda fase do pleito

Em pronunciamento após a apuração, Kassio Nunes Marques também apresentou dados sobre desinformação, segurança e funcionamento dos sistemas eleitorais
“A eleição não termina quando a votação é encerrada. Ela se completa quando a vontade soberana do eleitorado é conhecida e respeitada.” A declaração do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, marcou o encerramento da apuração do 1º turno das Eleições 2026, neste domingo (4).

Em pronunciamento a jornalistas, o ministro afirmou que a Justiça Eleitoral passará agora à preparação para a próxima etapa da eleição. “Vamos agora trabalhar para termos um 2º turno com a mesma tranquilidade e normalidade que tivemos neste 1º turno.”

Kassio Nunes Marques também agradeceu às eleitoras e aos eleitores brasileiros que compareceram às urnas. “Cada voto depositado hoje representa uma manifestação legítima da vontade popular”, afirmou. Segundo ele, a Justiça Eleitoral esteve mobilizada em todo o país para garantir o exercício do voto com segurança, tranquilidade e liberdade.

Observadores internacionais

Ao apresentar o balanço do dia de votação, o presidente do TSE citou avaliações preliminares de Missões de Observação Eleitoral. Segundo o ministro, relatórios parciais do Parlasul e manifestações da Organização dos Estados Americanos (OEA) e da União Interamericana de Organismos Eleitorais (Uniore) registraram a transparência e a normalidade do processo eleitoral brasileiro.

Kassio Nunes Marques também mencionou a Missão de Observação Eleitoral do Núcleo de Estudos e Pesquisa em Direito Internacional da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Nepedi/Uerj), que informou não ter identificado, até aquele momento, incidentes graves relacionados às urnas eletrônicas, à identificação dos eleitores ou ao transporte que pudessem comprometer de forma significativa o exercício do voto.

“Ao longo da missão, os observadores conheceram o sistema eleitoral brasileiro, verificaram a confiança de instituições da sociedade civil, de órgãos governamentais e de partidos políticos”, afirmou o presidente do TSE. “Não foram constatados fatos que indicassem interferência estrangeira no processo eleitoral brasileiro”, acrescentou.

Redução de denúncias

Segundo o ministro, o Sistema de Alertas de Desinformação Eleitoral (Siade) registrou redução de aproximadamente 86% nas denúncias relacionadas exclusivamente à integridade do processo eleitoral e à possível supressão do voto. Entre 1º de agosto e a véspera da votação de 2022, foram contabilizadas 18.487 denúncias. No mesmo período de 2026, foram 2.604.

“A redução é significativa e merece ser reconhecida, mas ela não significa que devamos baixar a guarda”, observou. Segundo o presidente do TSE, a defesa da verdade, da informação de qualidade e da liberdade de escolha do eleitor exige vigilância permanente.

Apuração e totalização dos votos

O ministro Kassio Nunes Marques afirmou que a apuração e a totalização dos votos transcorreram normalmente, apesar de um atraso pontual na divulgação dos resultados. Segundo ele, houve congestionamento no sistema responsável pela divulgação dos dados. O presidente reafirmou que o TSE manteve o absoluto controle da situação.

O ministro explicou que os protocolos de segurança e a rotina de verificação exigem a checagem de todos os sistemas em uma ordem específica, o que demanda tempo. “Antes da rapidez e da eficiência, prezamos pela segurança”, afirmou.

De acordo com Kassio Nunes Marques, a dificuldade ficou restrita à conversão dos dados pelo programa de divulgação e não afetou a totalização dos votos. Para ele, o episódio demonstrou que o sistema permaneceu “absolutamente confiável no que é essencial”. “Como sempre, os resultados estão sendo divulgados de forma transparente, pública e segura”, concluiu.

Aplicativo e-Título

Até as 19h deste domingo, o aplicativo e-Título havia registrado aproximadamente 8,6 milhões de emissões do documento digital e 22,1 milhões de consultas aos locais de votação. Também foram contabilizadas aproximadamente 4,3 milhões de justificativas eleitorais. “Esses números demonstram a dimensão do serviço prestado pela Justiça Eleitoral e, sobretudo, a importância de oferecer ao eleitorado informações acessíveis, confiáveis e disponíveis”, declarou.

Crimes eleitorais

Dados do Ministério da Justiça e Segurança Pública apresentados durante o pronunciamento registraram 907 crimes eleitorais em todo o país e a apreensão de R$ 626.338. As ocorrências mais frequentes foram boca de urna, com 311 registros, e propaganda eleitoral irregular, com 272.

Para a operação de segurança das eleições, foram mobilizados 321.040 profissionais das forças de segurança pública, entre integrantes das forças estaduais (305.043), da Polícia Federal (6.565), da Polícia Rodoviária Federal (2.726) e da Força Nacional (142), além de 6.564 profissionais mantidos em regime de sobreaviso.

“Esses números demonstram a dimensão do esforço integrado das instituições de segurança para assegurar que eleitoras e eleitores possam exercer seu direito de voto com tranquilidade e segurança em todo o território nacional”, declarou.

O presidente do TSE informou ainda que a Sala Nacional de Situação Climática do Tribunal acompanhou as condições meteorológicas em todo o país, em articulação com os órgãos responsáveis, para identificar eventuais impactos sobre a votação, a apuração e a logística eleitoral.

Ao encerrar o pronunciamento, Kassio Nunes Marques agradeceu aos mesários, aos servidores da Justiça Eleitoral, aos integrantes das forças de segurança, aos colaboradores, aos órgãos públicos e às demais instituições envolvidas na realização do 1º turno. “São milhares de brasileiras e brasileiros que dedicaram seu tempo, seu conhecimento e seu trabalho à realização desta eleição. A cada um deles, o nosso reconhecimento."

Confira a íntegra do discurso do ministro Kassio Nunes Marques
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Acesse os números gerais das Eleições 2026 (dados divulgados às 21h)
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DV, EC/JV/DB 

Ibirapitanga amplia número de alunos e leva jiu-jítsu, futebol, capoeira, dança e teatro às escolas

Rede municipal também oferece caratê, percussão e artes visuais e registra crescimento na Educação de Jovens e Adultos

A rede municipal de ensino de Ibirapitanga ampliou o número de estudantes atendidos e diversificou as ações desenvolvidas nas escolas. Entre as iniciativas estão jiu-jítsu, futebol, capoeira, dança, teatro, caratê, percussão e artes visuais.

Segundo a secretária municipal de Educação, Soraia Santos, a proposta busca ampliar a formação dos estudantes por meio do esporte, da cultura e da arte, estimulando habilidades como disciplina, criatividade, expressão e convivência.

“São atividades que ajudam o aluno a descobrir talentos, desenvolver disciplina, criatividade, expressão corporal, convivência e autoestima”, afirmou Soraia.

As ações estão integradas à Educação em Tempo Integral, que amplia a jornada escolar e inclui diferentes experiências na rotina dos estudantes.

EJA supera 1.100 estudantes

Outro destaque da rede municipal é o crescimento da Educação de Jovens e Adultos (EJA). De acordo com a Secretaria de Educação, o número de matriculados passou de aproximadamente 300 para mais de 1.100 estudantes.

Para Soraia Santos, o crescimento demonstra a procura de jovens e adultos que desejam retomar os estudos.

“Isso mostra que existe uma demanda e, principalmente, que existem pessoas que querem voltar a estudar quando encontram condições para isso”, disse a secretária.

A Secretaria de Educação também mantém o acompanhamento da frequência escolar e ações de Busca Ativa Escolar.

Para Soraia, a escola deve oferecer diferentes caminhos de aprendizagem e desenvolvimento.

“A nossa intenção é que cada estudante encontre na escola um espaço para descobrir aquilo que gosta, aquilo que sabe fazer e aquilo que ainda pode aprender”, finalizou.

Fábio Rodella: Assessor de imprensa

DRT 5776/BA

IPIAÚ E REGIÃO PROJETAM MARCEL HOHLENWERGER COMO NOVA LIDERANÇA POLÍTICA APÓS ESTREIA NAS URNAS

Na avaliação da campanha, alcançar uma votação semelhante à de nomes que já exerciam mandato demonstrou a força dessa construção e a receptividade ao projeto de representação local.
Em sua primeira participação na política, a coragem de Marcel Hohlenwerger com a candidatura a deputado estadual fortaleceu o debate sobre representação local com uma campanha construída no contato direto com as pessoas.

A caminhada de Marcel colocou em evidência um desejo presente em Ipiaú e no Território Médio Rio das Contas de construir uma liderança da própria região, que conheça de perto suas necessidades e mantenha um compromisso constante com sua gente.

Com uma campanha simples, de pé no chão, Marcel percorreu ruas, bairros e comunidades rurais. O trabalho foi construído casa a casa, no olho no olho, entre apertos de mão, abraços e conversas sobre os desafios de quem vive no interior. Cada encontro abriu espaço para ouvir a população e apresentar propostas ligadas ao desenvolvimento regional.

A disputa também trouxe os obstáculos de uma estreia na política eleitoral. Diante de candidaturas apoiadas por grandes estruturas, recursos e grupos de poder, Marcel foi o candidato da proximidade, na sua trajetória profissional e no vínculo com a terra. Foi um vitorioso!

Na avaliação da campanha, alcançar uma votação semelhante à de nomes que já exerciam mandato demonstrou a força dessa construção e a receptividade ao projeto de representação local.

O significado dessa caminhada vai além do resultado nas urnas. Cada voto recebido expressa a confiança em uma candidatura com propósitos e projetos para Ipiaú e região.

Para quem acompanhou esse primeiro passo, a mobilização mostrou que há espaço para construir uma liderança a partir da escuta, da presença e do sentimento de pertencimento.

A busca por representação foi um dos principais eixos da candidatura. “Ter uma voz comprometida com o Território Médio Rio das Contas significa defender suas prioridades, acompanhar demandas e buscar oportunidades para agricultores, trabalhadores, comerciantes, jovens e famílias. É também manter o diálogo com as comunidades depois do período eleitoral”disse Marcel

Ao agradecer a confiança recebida, Marcel reafirma a disposição de seguir ao lado de Ipiaú, da região e da Bahia. A experiência nas urnas passa a ser o início de uma atuação política que pretende crescer com participação popular e trabalho diário.

Ipiaú e região ajudaram, assim, a dar projeção a uma nova liderança. A esperança depositada nessa caminhada traz também uma responsabilidade: transformar o apoio recebido em presença, compromisso e ações em favor da terra que Marcel agora é uma grande liderança da confiança da população.

PF divulga balanço final da atuação nas Eleições 2026

Até às 23h59 de domingo (4/10), foram apreendidos R$ 2.852.313,60 em bens e valores, sendo R$520.497,50 em espécie
Brasília/DF. A Polícia Federal atua, em todo o território nacional, na prevenção e repressão a crimes eleitorais e na apuração de fatos de competência da Justiça Eleitoral, durante as Eleições Gerais de 2026.

Até às 23h59 deste domingo (4/10), foram instaurados 49 inquéritos policiais e lavrados 100 termos circunstanciados de ocorrência (TCs) para apurar a prática de crimes eleitorais.

As ocorrências foram registradas nos estados da Bahia, Rio de Janeiro, Alagoas, Espírito Santo, Pernambuco, Minas Gerais, Sergipe, Roraima, Acre, Rondônia, Amapá, Maranhão, Amazonas, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, São Paulo, Paraíba, Santa Catarina, Piauí, Pará, Paraná, Rio Grande do Norte e Tocantins, além do Distrito Federal.
Ao todo, 204 pessoas foram conduzidas, e foram apreendidos R$ 2.852.313,60 em bens e valores, sendo R$520.497,50 em espécie.

Entre os principais crimes apurados estão a propaganda eleitoral irregular e a corrupção eleitoral, especialmente a compra de votos.

A Polícia Federal ressalta que os valores de bens e dinheiro em espécie apresentados neste balanço são preliminares e ainda passarão por validação.
Dados de 2026

Até às 23h59 deste domingo (4/10), a Polícia Federal havia instaurado 1.337 inquéritos policiais relacionados a crimes eleitorais ao longo de 2026.

O valor de bens apreendidos em ações relacionadas a crimes eleitorais alcançou mais de R$ 47,5 milhões, dos quais cerca de R$ 31 milhões correspondem a apreensões de dinheiro em espécie.

Os números são dinâmicos e podem sofrer alterações em razão de novas ocorrências, investigações e atualizações dos sistemas da instituição.

Acompanhe em tempo real as ações da Polícia Federal no combate a crimes eleitorais pelo painel BI: https://app.powerbi.com/view?r=eyJrIjoiZjBhMDkyY2UtMjY1Zi00Mjg5LTgyNjUtNjYyZmQyNzNiMzdiIiwidCI6IjU2YzFlMmZiLTg3YzEtNGRlMC1hNmFjLWQwNTY2YzA4Y2U2NiJ9

Balanço atualizado às 23h59.

Coordenação-Geral de Comunicação Social da Polícia Federal

PF e PM/PR localizam 680 kg de maconha em Foz do Iguaçu/PR

Ação ocorreu após monitoramento de embarcação que atravessou o Rio Paraná vindo do Paraguai
Foz do Iguaçu/PR. A Polícia Federal e a Polícia Militar do Paraná apreenderam, nesse sábado (3/10), 680,4 kg de maconha, durante uma ação de combate aos crimes transnacionais em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná.

Durante diligências nas proximidades do Rio Paraná, as equipes visualizaram uma embarcação suspeita proveniente do Paraguai realizando a travessia em direção ao Brasil. A embarcação seguiu até a margem brasileira, em uma região utilizada como porto clandestino.

Diante da movimentação, as equipes deslocaram-se para verificar a possível prática de crime transnacional. Na aproximação, os policiais visualizaram pessoas retirando volumes da embarcação e carregando o material em um veículo.

As equipes conseguiram interceptar um veículo que estava carregado com fardos de maconha prensada.

Os policiais realizaram buscas na região de mata e nas áreas próximas, com o objetivo de localizar os suspeitos e de verificar a existência de outros volumes de entorpecentes, mas ninguém foi localizado.

O veículo e a droga foram encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu, onde a pesagem oficial contabilizou 680,4 kg de maconha. As investigações prosseguem para identificar os responsáveis pelo transporte e pelo armazenamento do entorpecente.

Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu

PF e PM/PR apreendem 2,4 toneladas de maconha em Foz do Iguaçu/PR

 Droga foi localizada em veículo com placa do Paraguai em imóvel utilizado como depósito
Foz do Iguaçu/PR. A Polícia Federal e a Polícia Militar do Paraná apreenderam, nesse domingo (4/10), 2.499 kg de maconha prensada que estavam armazenados em um depósito de Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná.

A ação teve início durante diligências realizadas pelas equipes nas proximidades da Ponte Internacional da Amizade. Os policiais identificaram movimentações de embarcações realizando a travessia do Rio Paraná, o que indicava possível transporte de ilícitos a partir do Paraguai.

A partir das informações obtidas durante a ação, as equipes conseguiram identificar um imóvel que estaria sendo utilizado como depósito de entorpecentes. O local funcionava como uma distribuidora e ficava às margens de uma rodovia federal. Durante a averiguação, os policiais ingressaram no depósito e localizaram um caminhão com placa do Paraguai, além de fardos contendo maconha prensada.

Não havia pessoas no local no momento da abordagem. O caminhão e todo o entorpecente foram apreendidos e encaminhados à Delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu, onde a pesagem oficial apontou o total de 2.499 kg de maconha.

As investigações prosseguem com o objetivo de identificar os responsáveis pelo transporte e armazenamento da droga.

Comunicação Social da Polícia Federal em Foz do Iguaçu

Políticos ligados a fraudes no INSS não conseguem se reeleger

Ao menos quatro políticos com envolvimento direto nas fraudes do INSS não foram eleitos neste domingo (4). O senador Weverton Rocha (PDT-MA), que foi alvo da operação da PF (Polícia Federal) que apura os descontos irregulares, não conseguiu ser reeleito.

A suspeita é que ele seria o beneficiário oculto de operações financeiras do esquema, indicando beneficiários e cobrando repasses.

Outro envolvido no esquema, o deputado federal Euclydes Pettersen (Republicanos-MG) também não conseguiu renovar o mandato. Ele é o presidente do partido no estado e foi indiciado pela PF por suspeita de ser o principal fiador político da organização criminosa.

Euclydes conseguiu pouco mais de 90 mil votos e garantiu apenas a vaga de suplente.

A deputada federal Gorete Pereira (MDB-CE) também não garantiu a reeleição ao ganhar pouco mais de três mil votos. A parlamentar chegou a ser alvo de buscas na operação Sem Desconto e usou tornozeleira eletrônica.

Outro político que passou a ser monitorado com o equipamento após ser alvo de outra fase da mesma operação é o deputado estadual do Maranhão Edson Araújo (PL), que também não foi reeleito.

O deputado teve os sigilos quebrados pela CPMI do INSS, que revelaram movimentações financeiras atípicas nas contas do parlamentar.

Por Gabriela Echenique, Folhapress

Bancada de Flávio no Senado já tem votos e deve esvaziar STF tirando da Corte casos criminais Por Mônica Bergamo/Folhapress

A bancada bolsonarista no Senado vai propor o esvaziamento dos poderes do STF (Supremo Tribunal Federal) por meio de uma PEC (Proposta de Emenda Constitucional) que retira da Corte seus principais poderes.

A principal proposta será deslocar do STF os julgamentos de processos criminais de autoridades, transferindo essas ações para outras instâncias, como o STJ (Superior Tribunal de Justiça) os TRFs (Tribunais Regionais Federais).

O impacto da reforma atingirá o STF de maneira muito mais profunda do que até mesmo o impeachment de um dos magistrados.

O tribunal se transformaria em uma Corte exclusivamente constitucional e os magistrados, portanto, perderiam suas principais fontes de poder.

Contabilizados os votos de senadores que permanecem em seus mandatos com os dos 35 que foram eleitos neste domingo (4), a bancada bolsonarista terá pelo menos 49 votos favoráveis ao impeachment.

É um número insuficiente para aprovar o afastamento de ministros, para o qual são necessários 54 votos. É o suficiente, no entanto, para aprovar emenda constitucional modificando a Carta Magna e retirando os poderes do Supremo.

O pacote de reformas do judiciário deve ser encaminhada de imediato no Senado, assim que os novos parlamentares tomarem posse.

Se Flávio Bolsonaro for eleito presidente, a proposta de impeachment de Alexandre de Moraes deve ganhar impulso também, o que exigirá de qualquer forma mobilização política e confronto com a Corte para a conquista dos 5 votos que faltam no Senado para afastar o ministro.

Com Lula eleito, o impeachment dificilmente prosperará. Mas as reformas dos poderes do STF devem caminhar.

As propostas já estão inclusive no programa de governo de Flávio Bolsonaro.

Durante a campanha ele propôs o fim das competências criminais originárias do STF, o fim do foro privilegiado para autoridades na Corte, a limitação de decisões monocráticas de ministros e novas restrição para a atuação de parentes de magistrados nos tribunais em que seus familiares são juízes.

Por Mônica Bergamo/Folhapress

O deputado Robinho publicou uma mensagem de agradecimento direcionada a todos que o apoiaram e acompanharam ao longo de sua caminhada eleitoral.

Meus amigos, a cada um que fez parte dessa caminhada, que contribuiu e esteve ao meu lado de alguma forma, o meu muito obrigado

Passa-se o processo eleitoral, é natural que cada pessoa faça a sua escolha e a vontade da maioria deve ser respeitada. Desejo que o governador, que continuará governando a Bahia, possa melhorar e fazer o melhor pelo nosso estado, uma vez que a população entendeu que esse era o caminho a seguir.

Deus me deu forças para continuar lutando por tudo aquilo em que acreditei e continuo acreditando. Receber quase 80 mil votos me enche de gratidão. Agradeço, de coração, a cada baiano e baiana que depositou em mim sua confiança

Seguimos de cabeça erguida, com a consciência tranquila e a certeza de que fizemos a nossa parte.

Agora é confiar em Deus e torcer para que o Brasil possa mudar🇧🇷

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