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Orçamento de 2018 é aprovado com previsão de gastos de R$ 3,57 trilhões

© Adriano Machado/Reuters/

O Congresso Nacional aprovou na noite desta quarta-feira (13) o projeto de Lei Orçamentária Anual para 2018 com valor total de gastos de R$ 3,57 trilhões, incluindo a parcela necessária ao refinanciamento da dívida pública. Aprovado por votação simbólica, após quase duas horas de discussão, o Orçamento para 2018 tem como principal novidade a alocação de R$ 1,716 bilhão para o Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), que vai custear com recursos públicos as eleições de 2018.

Este será também o primeiro Orçamento aprovado após a vigência da Emenda Constitucional do Teto de Gastos, que limita as despesas públicas à inflação do ano anterior pelos próximos 20 anos. O Orçamento de 2017 foi aprovado em dezembro de 2016, no mesmo momento que a chamada PEC do Teto, e sua adaptação aos valores restritivos da alteração constitucional só ocorreu com cortes ao longo do ano.

O relatório final do deputado Cacá Leão (PP-BA) para o projeto de Lei Orçamentária Anual foi aprovado pela Comissão Mista de Orçamento (CMO) do Congresso no final da tarde e a votação em plenário foi agendada após acordo entre os presidentes do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), e da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

O Orçamento segue agora para sanção presidencial e, com o fim das votações previstas para esta semana, cresce a expectativa de que a reforma da Previdência seja apreciada pelos deputados apenas no ano que vem, como anunciou o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR).

O relatório prevê um déficit primário de R$ 157 bilhões para 2018, diferentemente da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), aprovada anteriormente, que previa uma meta fiscal deficitária no valor de R$ 159 bilhões. A proposta prevê crescimento de 2,5% do Produto Interno Bruto do Brasil para os próximos 12 meses. O salário mínimo, segundo o texto, está fixado em R$ 965, R$ 28 superior ao valor atual de R$ 937.

Crítica da oposição

Durante as discussões, parlamentares da oposição criticaram elementos do projeto. De acordo com o deputado Bohn Gasss (PT-RS), o congelamento das despesas servirá apenas para o equilíbrio fiscal. “Nós conseguimos, sim, ampliar alguns elementos de debate, mas não o suficiente para que seja, de fato, um orçamento que reequilibre o desenvolvimento, que reequilibre renda, que reequilibre crescimento econômico, estímulo aos programas e políticas sociais, que terão cortes nessa lógica do congelamento”, avaliou.
“É uma lástima que a gente não tenha uma discussão mais profunda sobre o que está nesse Orçamento porque é em 2018 que o Brasil vai sentir, à vera, o que é essa PEC do Teto de Gastos”, argumentou o deputado Glauber Braga (PSOL-RJ), apontando percentuais que, segundo ele, representam cortes em áreas como ciência e tecnologia, reforma agrária, saneamento básico e ensino universitário.

Fonte: Agência Brasil

Secretaria de Ação Social incia curso de doces finos

Qualificar e estimular outras alternativas de fontes rendas. Esse é o objetivo da Prefeitura de Ipiaú, por meio da Secretaria de Ação Social. Desta forma, o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS I) iniciou as atividades do curso de doces finos.

As aulas estão sendo ministradas pelo Professor Sinval Silva e terão duração de três semanas. De acordo com a Coordenadora do CRAS I, Jamile Leal, a iniciativa é mais uma ação voltada a beneficiar pessoas de baixa renda. O curso é prioritário para famílias atendidas pelos CRAS.

Já a Secretária de Ação Social, Nena Costa, ressaltou a luta do atual governo em garantir novas oportunidades de geração de renda, devido aos efeitos da crise financeira.

Secom: Prefeitura de Ipiaú

Governo busca 56 votos para aprovar reforma da Previdência

© Alan Santos/PR

O governo calcula que faltam 56 votos para alcançar o mínimo de 308 que são necessários para aprovação da reforma da Previdência na Câmara. O Planalto espera fechar essa conta até o fim desta semana para que a proposta comece a ser discutida pelos deputados já na próxima segunda-feira. O presidente Michel Temer acertou com lideranças governistas e com o relator da reforma, deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA), um esforço na busca pelos votos restantes.

Para aprovar a reforma na Câmara, o governo precisa de pelo menos 308 votos em cada uma das duas votações no plenário. Governistas dizem, porém, que só querem votar a proposta quando tiverem cerca de 330 votos garantidos. “Hoje temos 252 votos a favor e 140 indecisos”, disse ao Estadão/Broadcast Darcísio Perondi (PMDB-RS), vice-líder do governo na Câmara e um dos responsáveis por calcular os votos. Nesta terça-feira, 5, Temer disse que o governo não colocará o texto em votação se os partidos da base não garantirem votos suficientes para aprová-lo. “Acho que vai ser agora pelo que estou sentindo. Estou animadíssimo”, disse em evento no Itamaraty.

O governo espera conseguir os votos que faltam após partidos da base aliada decidirem por obrigar seus deputados a votarem a favor da reforma. O movimento deve ser puxado por PMDB e PSDB. Ontem, o líder do PMDB, Baleia Rossi (SP), disse que já há maioria na direção nacional da sigla para fechar questão até o fim da semana. O PMDB deve tomar a decisão hoje.

O fechamento de questão sobre um tema é uma decisão tomada pela maioria da executiva nacional de um partido. Quando isso acontece, parlamentares que votarem de forma diferente ao que determinou a direção da legenda podem ser punidos até mesmo com a expulsão. Na avaliação do relator, o fechamento de questão deve ajudar consideravelmente a conseguir os votos que faltam. Para ele, há “grandes chances” de a matéria ser votada na Câmara ainda este ano.

Segundo Oliveira Maia, a expectativa é começar a votação na terça-feira, dia 12. “Se votarmos o primeiro turno na semana que vem, dá para votar em segundo turno na outra”, declarou o relator, que se reuniu ontem com Temer. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse ter certeza que o governo conseguirá os 308 votos necessários, mas não se comprometeu em pautar a matéria no plenário para a próxima semana. “A gente não vai a voto sem número.” O governo também trabalha para convencer os 38 deputados do PSD e os 37 do PR a votarem a favor da reforma. Integrantes do chamado Centrão, esses são os partidos da base que apresentam maior resistência à proposta. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Petrobras reajusta preço do gás de cozinha em 8,9%

A Petrobras reajustou em 8,9%, em média, o preço do gás liquefeito de petróleo (GLP) para uso residencial, engarrafado pelas distribuidoras em botijões de até 13 quilos (kg). O reajuste do gás de cozinha entra em vigor à 0h desta terça-feira (5).

O aumento se deve principalmente à alta das cotações do produto nos mercados internacionais, que acompanha a alta do Brent, (petróleo cru), que indica a origem do óleo e o mercado onde ele é negociado, segundo a Petrobras.

O percentual anunciado de reajuste leva em contra preços praticados sem incidência de tributos. Se for integralmente repassado ao consumidor, a Petrobras estima que o preço do botijão de gás de cozinha de 13 kg deve subir, em média, 4%, ou cerca de R$ 2,53 por botijão, isso se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos.

Em nota, o Sindicato das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo (Sindigás) afirma que o reajuste anunciado pela Petrobras ainda deixa o preço dos botijões de cozinha de 13kg cerca de 1,3% abaixo do preço de paridade internacional.
Fonte: Agência Brasil

Indústria perde competitividade com alta da conta de luz

© Pixabay

A escalada do preço da energia elétrica tem derrubado a competitividade da indústria brasileira. De 2013 para cá, a tarifa cobrada do setor subiu quase 80% (para R$ 387,63 o megawatt/hora), num movimento que só havia sido verificado no pós-racionamento de 2001, segundo levantamento feito pelo Instituto de Desenvolvimento Estratégico do Setor Energético (Ilumina). O resultado tem sido o fechamento de fábricas, como ocorreu no setor de alumínio, e a migração de unidades produtivas para outros países, a exemplo do vizinho Paraguai.

Principal insumo usado por 79% das empresas, a eletricidade pode representar mais de 40% dos custos de produção, segundo a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Ou seja, qualquer movimento nas tarifas tem forte impacto na competitividade tanto daquelas empresas que exportam como das indústrias voltadas apenas para o mercado doméstico, que concorrem com o produto importado.

O setor de alumínio é um exemplo de como o preço da energia sufoca a indústria. Em 2001, o peso do insumo representava 26,7% do custo total de produção de alumínio primário. No ano passado, esse porcentual tinha saltado para 70%, segundo a Abal, associação que representa o segmento. Com a pressão de custos, cinco plantas encerraram as atividades, reduzindo a participação do setor na economia.

Esse cenário reduziu a produção nacional pela metade, de 1,75 milhão em 2007 para 800 mil toneladas este ano. “O que mais pesou para esse resultado foi o preço da energia. Se fôssemos competitivos, continuaríamos produzindo, como outras nações fizeram”, diz o presidente da Abal, Milton Rego. Desde 2009, o País caiu do 6.º para o 10.º lugar no ranking mundial de produção de alumínio primário.

Para entender como a situação chegou nesse ponto, basta comparar a evolução dos preços da energia com a inflação. De acordo com os dados do Ilumina, de 1995 (quando começaram as privatizações) até agora, as tarifas tiveram aumento real da ordem de 131%. Se outras variáveis não interferissem no preço, a tarifa estaria hoje em R$ 174 o MWh. Mas, nos últimos anos, a tarifa virou um varal para pendurar vários tipos de encargos e despesas.

Além disso, as chuvas abaixo da média obrigaram o País a usar térmicas caras para compensar a queda no nível dos reservatórios. O secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Paulo Pedrosa, afirma que o avanço do preço da energia é resultado de dois movimentos: um é conjuntural, explicado pele estresse hídrico que esvaziou os reservatórios desde 2012; o outro é estrutural e inclui um excesso de encargos que já chega a R$ 16 bilhões e pode explodir no futuro.

“Estamos trabalhando para reduzir isso, mas não há mágica. Já fizeram muita mágica nos últimos anos, que voltou como um boomerang no setor”, afirma ele, referindo-se à MP 579, editada em 2013 pela ex-presidente Dilma Rousseff para reduzir o preço da energia, mas que teve efeito inverso. Enquanto as medidas não chegam, as empresas estão apreensivas.

O presidente da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace), Edvaldo Santana, afirma que cálculos apontam para aumentos da ordem de 25% a 30% no ano que vem por causa do risco hidrológico. “Mesmo que o índice de chuva fique dentro da média, os reservatórios não serão totalmente recuperados.” O problema será se a demanda voltar a crescer por causa da retomada da economia, diz o executivo. “É um cenário complicado, semelhante ao de 2000 (no pré-racionamento).”

Esse cenário negativo, com imprevisibilidade em relação aos preços, mexe de forma significativa no plano de negócios das empresas. Muitas delas, no entanto, já adotaram estratégias radicais de transferir a produção para outros países. Um exemplo é o Paraguai, que tem recebido investimento de empresas brasileiras em busca de custos mais baixos, sendo o principal deles a energia.

Entre as empresas que estão investindo no País vizinho estão Riachuelo e a produtora de ferro-liga mineira Granha Ligas. No segundo caso, a empresa fez uma joint venture com a Saint Gobain. Vale lembrar que a energia elétrica do Paraguai é produzida pela hidrelétrica Itaipu Binacional, cuja maioria da energia é vendida no Brasil.

“Hoje a tarifa média do País deve estar entre as 5 ou 6 maiores do mundo”, diz Santana. Nos Estados Unidos, o preço da energia (com impostos) é da ordem de US$ 69; no México, US$ 82; e no Canadá, US$ 78. No Brasil, a tarifa é de US$ 124, sem imposto (ou cerca de US$ 164, com impostos). “Precisamos desarmar o setor, que é cheio de subsídios”, diz Pedrosa. Com informações do Estadão Conteúdo.

ANP anuncia novo reajuste na gasolina; litro salta para R$ 4

© Sergio Moraes/Reuters

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) divulgou novos valores dos combustíveis, nessa sexta-feira (1º). O consumidor pagará mais para colocar gasolina. O aumento foi de 0,7%. Na média nacional, o preço por litro é de R$ 4,051, sendo considerado a quinta alta semana seguida.

De acordo com o G1, o reajuste é por causa da nova política adotada neste ano que altera o preço dos combustíveis quase que todos os dias. Se vai aumentar ou não, a decisão fica por conta dos postos.

No balanço divulgado ontem, o diesel também sofreu alterações. Passou de R$ 3,303 por litro para R$ 3,337, em média – elevação de 1%. Já o aumento do etanol para o consumidor foi de 0,5%, de R$ 2,812 para R$ 2,827.

(Informações: Noticias ao minuto)

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Feirão ‘Limpa Nome’ da Serasa termina nesta quinta-feira; renegociações são pela internet

Foto: Fábio Tito / G1

Termina nesta quinta-feira (30) o prazo para as renegociações do feirão ‘Limpa Nome’, organizado pela Serasa. Os acordos devem ser firmados exclusivamente pela internet e não há previsão de uma versão presencial da ação. De acordo com o G1, até a última quinta-feira (23) cerca de 915 mil pessoas renegociaram pelo menos uma dívida atrasada. O número é maior do que o do ano passado, quando 320 mil pessoas conseguiram renegociar suas dívidas ao final do feirão. A maioria das pendências de que tratam os consumidores são com bancos e financeiras, cartão de crédito e lojas, e contas de telefone e internet. A população de baixa renda lidera o número de acordos. Para renegociar suas dívidas, o consumidor deve acessar o site do Serasa Consumidor (veja aqui) e se cadastrar, em seguida, verificar se a empresa para a qual está devendo participa do programa. O feirão começou em 6 de novembro.

Saques da 3ª etapa de pagamentos do PIS/Pasep já estão disponíveis

@DR

Começa hoje (27) o atendimento da terceira etapa de pagamento das cotas do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) para cotistas homens com mais de 65 anos e mulheres com mais de 62 anos. Correntistas da Caixa Econômica Federal ou no Banco do Brasil já tiveram seu benefício depositado automaticamente em suas contas no dia 23, e quem não tem conta-corrente nesses bancos pode, a partir de hoje, se dirigir às agências bancárias para fazer o saque.

A previsão inicial era de que esses saques fossem feitos a partir de 14 de dezembro. O governo, no entanto, resolveu antecipar os benefícios que, nesta terceira etapa, deverá movimentar quase R$ 4 bilhões, para um público de mais de 2 milhões de trabalhadores. Até o dia 19 de novembro, o total sacado já havia superado R$ 1 bilhão. Deste total, 56% tiveram como destino os aposentados.

Os pagamentos para aposentados com idade acima de 70 anos e herdeiros de trabalhadores falecidos continuam a ser feitos regularmente. Os que não puderem comparecer às agências devem fazer a solicitação de saque por procuração. Para a consulta de saldos, os bancos criaram páginas específicas na internet (www.caixa.gov.br/pis e www.bb.com.br/pasep).

O jornalista Carlos Augusto Texeira já trabalhou no setor público e no setor privado. Com isso, teve seus benefícios depositados tanto na conta Pasep (servidor público) como na conta PIS (setor privado). De acordo com a gerência do Banco do Brasil, em situações como a dele, é necessário que a área de recursos humanos da empresa que o contratou posteriormente faça o remanejamento de sua inscrição. O problema é que isso nem sempre é feito.

“Trabalhei há cerca de 30 anos no setor público. Depois fui para o setor privado. Ao que parece, houve algum problema no remanejamento do benefício Pasep para o PIS, quando fiz a mudança. Com isso, o dinheiro não pôde ser disponibilizado pela Caixa”, disse ele, ao deixar a agência do banco para se dirigir à do Banco do Brasil, onde ainda há dinheiro em sua antiga conta Pasep.
Pasep
O Banco do Brasil é administrador exclusivo do Pasep. Atualmente, cerca de 1,6 milhão de pessoas preenchem os requisitos para receber as cotas no banco, cujo fundo contabiliza R$ 4,7 bilhões. Para não correntistas do BB com saldo de até R$ 2,5 mil, o banco pede o envio de TED para outra instituição financeira, por meio da internet e de terminais de autoatendimento. A operação pode ser feita sem custo. Outra facilidade para os cotistas do Pasep é a consulta sobre as condições de saque pelo site e a consulta sobre a disponibilidade de cotas por meio da Central de Atendimento BB nos telefones 4004 0001 (capitais e regiões metropolitanas) ou 0800 729 0001 (demais localidades).
PIS
A expectativa da Caixa é que 1,5 milhão de beneficiados sejam contemplados nesta etapa de pagamentos. Dos R$ 2,5 bilhões a serem disponibilizados para saques, R$ 292 milhões serão creditados automaticamente na conta dos clientes do banco. A Caixa tem serviço exclusivo em seu site para facilitar o atendimento ao trabalhador que tem direito ao saque da cota do PIS por idade e aposentadoria. Na página, o trabalhador pode visualizar o valor que tem a receber, a data do saque e os canais disponíveis para realização do pagamento.

O trabalhador tem ainda a opção de se informar por meio do aplicativo APP Caixa Trabalhador, que está disponível para download. O aplicativo é gratuito. Para realizar a consulta no site e no APP, o trabalhador deverá informar o CPF ou NIS e data de nascimento. Com informações da Agência Brasil.

Bancos buscam acordo sobre remunerações da década de 80

Disputas sobre poupança: bancos estariam dispostas a pagar as indenizações apenas aos poupadores individuais

O governo, bancos e poupadores se reúnem mais uma vez nesta segunda-feira para tentar chegar a um acordo em uma disputa que se arrasta há mais de duas décadas.

O encontro é uma tentativa de finalizar processos sobre a remuneração de cadernetas de poupança das décadas de 80 e 90 e que, nas contas do governo, podem totalizar uma indenização de 50 bilhões de reais.

Esses processos são uma herança de sucessivos planos econômicos que fracassaram em controlar a inflação.

Os planos mudavam os índices que corrigiam os depósitos das cadernetas de poupança para um percentual inferior ao aplicado. No caso do plano Verão, de 1989, a correção passou de 42,75% para 22,35% ao mês.

Os bancos, então, corrigiram todas as cadernetas com o novo índice. Mas os contratos de poupança se renovam a cada 30 dias, o que significa que depósitos feitos num período inferior a um mês deveriam ter sido reajustados com o índice anterior, que era maior.

Por conta disso, um total de 1,1 milhão de poupadores aderiram a processos contra os bancos desde 1993.

Em setembro, o Supremo Tribunal Federal julgou um recurso dos bancos que poderia reduzir o número de beneficiados nas ações civis públicas de cerca de 500.000 para 15.000 pessoas.

As instituições estariam dispostas a pagar as indenizações apenas aos poupadores individuais e, no caso das ações civis públicas, a quem estava numa lista inicial anexada ao processo, e não a outras pessoas beneficiadas pelo processo, como os filiados às entidades que ingressaram com a ação.

Sucessivas reuniões entre bancos e poupadores, e intermediadas pela Advocacia-Geral da União, aconteceram desde então.

A última foi realizada na quarta-feira 22 de novembro, sem que se chegasse a um acordo. A ver se essa segunda-feira traz novidades.
Exame.com

IPIAÚ É REPRESENTADA NO FÓRUM CACAU BAHIA 2035

O Secretário de Agricultura de Ipiaú, Valnei Pestana, e o Diretor de Meio Ambiente, Poleandro Silva, participaram na última terça-feira(21/11), do Fórum Cacau Bahia 2035, realizado no Hotel Deville, em Salvador.

Na ocasião, Valnei coordenou a mesa redonda da Equipe do Território Meio Rio das Contas que discutiu o planejamento participativo com a temática de agregação de valor pós-colheita, fabricação e chocolate.

Foto: Ascom/PMI

Ainda no evento, o Secretário se reuniu com Durval Libânio, Superintendente de Educação Profissional da Secretária de Educação do Estado da Bahia, para tratar sobre a Fábrica Escola de Chocolate que será implantada no CETEP de Ipiaú.

Governo federal descontingencia R$ 7,5 bilhões do Orçamento

Foto: Divulgação

O ministro do Planejamento, Dyogo Oliveira, anunciou o descontingenciamento de R$ 7,5 bilhões para os ministérios e órgãos públicos.
A liberação dos recursos foi possível porque houve um aumento das receitas e queda das despesas no 5º bimestre deste ano.
De acordo com o governo federal, a arrecadação foi incrementada, por exemplo, com R$ 2,7 bilhões com precatórios e R$ 2,6 bilhões com concessões de hidrelétricas, petróleo e gás. No entanto, a projeção de receitas com o Pert, o novo Refis, caiu R$ 1,27 bilhão.
Em relação às despesas, algumas estimativas também apresentaram redução, como os pagamentos de seguro-desemprego e abono salarial que passaram de R$ 63 bilhões para R$ 57, 8 bilhões.
(www.robsonpiresxerife.com)

Governo libera R$ 1,7 bi do PIS/Pasep para aposentados nesta sexta

© iStock (Foto ilustrativa)

Aposentados poderão sacar saldos de contas do PIS/Pasep a partir desta sexta-feira, 17. Em agosto, o governo anunciou a antecipação dos saques, que antes só era permitido para pessoas com mais de 70 anos.

Nesta etapa, terão direito ao saque mais de 1,2 milhão de brasileiros, que terão disponíveis R$ 1,7 bilhão. Para aposentados correntistas da Caixa, no caso do PIS, e do Banco do Brasil, no caso do Pasep, os valores foram creditados nas contas na semana passada.

Podem sacar os recursos trabalhadores cadastrados no fundo PIS/Pasep entre 1971 e outubro de 1988 que ainda não sacaram o saldo total de suas contas. A partir de 14 de dezembro, os saques estarão disponíveis para mulheres com mais de 62 anos e homens a partir de 65 anos, de acordo com cronograma anunciado pelo governo. A estimativa é que R$ 15,9 bilhões sejam sacados, o que ajudará a aquecer a economia. Com informações do Estadão Conteúdo.

Receita paga hoje o 6ª lote de restituição do Imposto de Renda 2017

@DR

A Receita Federal paga hoje (16) o sexto lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2017. O lote contempla 2.358.433 contribuintes, totalizando mais de R$ 2,8 bilhões. O lote multiexercício inclui restituições residuais do período de 2008 a 2016.

O crédito bancário chega a R$ 3 bilhões. Desse total, R$ 107,844 milhões referem-se aos contribuintes com prioridade: 26.209 idosos e 3.354 pessoas com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet, ou ligar para o Receitafone 146. Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nessa hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante a entrega de declaração retificadora.

A Receita disponibiliza ainda aplicativo para tablets e smartphones, que facilita a consulta às declarações do IR e à situação cadastral no CPF.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer requerimento pela internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da Declaração do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contactar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco. Com informações da Agência Brasil.

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Bolsa Família será reajustado em 2018, diz ministro Osmar Terra

Imagem: Divulgação

O ministro do Desenvolvimento Social, Osmar Terra, afirmou hoje (13) que o governo pretende reajustar o valor do Bolsa Família no próximo ano.

“No ano que vem, queremos aumentar alguma coisa acima da inflação, pode ser 0,5%, 1%, o que estiver dando em março ou abril. Ainda estamos definindo”, disse à imprensa após participar do lançamento do Programa Emergencial de Ações Sociais para a cidade do Rio de Janeiro.

De acordo com o ministro, o fato de a inflação estar mais baixa propicia o aumento do valor do benefício, concedido a 13,5 milhões de famílias, de acordo com o ministério.

(Agência Brasil)

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Joesley coloca à venda apartamento em NY, iate e ilha em Angra

© REUTERS/Leonardo Benassatto (Foto de arquivo)

O empresário Joesley Batista decidiu colocar à venda alguns de seus bens. O apartamento de Nova York, na rua 53, defronte ao MoMA, está avaliado em R$ 45 milhões. O imóvel tem 685 m² quadrados e cinco quartos.
Segundo o colunista Lauro Jardim, do jornal O Globo, o empresário também pôs à venda o iate “Why not”, de 30 metros de comprimento, e sua ilha em Angra. Estima-se que os bens sejam avaliados em R$ 10 milhões e R$ 25 milhões, respectivamente.

Preço da gasolina volta a subir e passa de R$ 3,90

© Reuters

O preço médio da gasolina subiu novamente. O valor médio cobrado nas bombas foi de R$ 3,938 por litro, acima dos R$ 3,882 registrados na semana anterior. Segundo destaca o G1, é a primeira vez que o preço do combustível fica acima de R$ 3,90.

O levantamento foi realizado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) e divulgado nessa sexta-feira (10). O estudo considera os valores praticados em 3.097 postos de combustível no país.

A publicação recorda que a Petrobras autorizou na segunda-feira a alta de 2,3% para a gasolina e aumento de 1,9% para o diesel nas suas refinarias, devido principalmente ao aumento das cotações dos produtos e do petróleo no mercado internacional.

Os preços do etanol e do etanol também subiram na semana passada. O preço médio do diesel alcançou R$ 3,243 por litro na semana passada, contra R$ 3,214 na semana anterior. Já o valor médio cobrado por litro do etanol saltou de R$ 2,681 para R$ 2,745 em uma semana, segundo a ANP.

Cerca de R$ 8 bi serão injetados na economia baiana com pagamento do 13º, aponta Dieese

Foto: Reprodução/ EBC

Com o pagamento do 13º salário a economia baiana deve receber, até dezembro de 2017, cerca de R$ 8,57 bilhões. O valor representa 3,87% do total do Brasil e 26,9% da região Nordeste, de acordo com um levantamento divulgado nesta quarta-feira (8) pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). De acordo com os dados, este montante equivale a 3,5% do PIB estadual.
Aproximadamente 4,7 milhões de baianos serão beneficiados com o pagamento do 13º salário, o que representa 5,61% do país. Do valor total a ser pago com o benefício na Bahia, os empregados formalizados ficam com 61,6% (R$ 5,27 bilhões), os beneficiários do INSS com 31,9% (R$ 2,73 bilhões), os aposentados e pensionistas do Regime Próprio do estado com 5,74% (R$ 492,5 milhões) e os do Regime Próprio dos municípios com 0,8% (R$ 6,85 milhões).
O Bahia Notícias conversou com o economista e analista da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), Denilson Lima, que deu dicas de como os baianos devem utilizar o valor recebido. De acordo com o economista, as pessoas devem primeiro pensar em quitar dívidas, principalmente aquelas com instituições financeiras, em que há cobrança de juros. “O mais recomendado é, se a pessoa tiver condições, antecipar o pagamento de dívidas em instituições financeiras, porque se você pede R$ 1 mil emprestado no banco, você não paga somente esses R$ 1 mil.
Antecipando o pagamento você tem a chance de quitar a dívida e ainda pagar menos juros”, afirmou. O economista disse ainda que as dívidas com distribuidoras e prestadoras de serviço, mesmo que não cobrem juros, também precisam de atenção, e o dinheiro extra do 13º é uma oportunidade de ficar livre delas.
“Distribuidoras de luz, internet, energia, escola de filho, que cobram multa pelo não pagamento na data e mora (cobrança de um percentual por cada dia de atraso), apesar de possuírem custos adicionais bem menores do que de um empréstimo no banco, devem ter atenção. O ideal é sempre quitar todas as dividas”, afirmou. Para aqueles que não possuem contas atrasadas, Denilson Lima sugere que considerem guardar o valor do benefício para os gastos que surgem no início do ano:
“Se não tiver dívidas, deve-se pensar no futuro e considerar as contas do início de ano, como matrícula na escola, fardamento, material escolar, IPVA, etc”. O economista fez ainda um alerta para o uso consciente do cartão de crédito. “Ele é uma ferramenta de postergação do pagamento e não complemento de renda. Esse é um grande erro cometido pelas pessoas. O cartão de crédito deve ser usado com parcimônia”, sinalizou. “Aqueles que optarem por fazer compras, se puderem, devem pagar à vista. Assim você paga e fica livre de obrigações futuras”, acrescentou.
Fonte: Bahia noticias