Eduardo Bolsonaro encontra filho de Trump e lamenta a ausência do pai em cerimônia
“A gente está vendo a mesma ‘lawfare’ que o Trump enfrentou aqui”, afirmou à reportagem usando o termo em inglês para “guerra jurídica”. “O Brasil está virando uma piada. Não demora muito as autoridades brasileiras terão o mesmo crédito das autoridades venezuelanas fora do país”, disse.
Bolsonaro tinha pedido autorização para viajar aos Estados Unidos alegando ter sido convidado para a posse de Trump na segunda-feira (20). O ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), negou o pedido citando risco de fuga.
Disse, também, que a defesa não comprovou que Trump de fato convidou Bolsonaro para a posse. O passaporte de Bolsonaro está retido devido a investigações —incluindo a de seu suposto envolvimento na trama de um golpe de Estado em 2022.
Eduardo foi um dos organizadores de uma comitiva de deputados conservadores brasileiros que veio a Washington para as celebrações. A lista que circulava tinha cerca de 20 nomes, incluindo Bia Kicis (PL-DF) e Carla Zambelli (PL-SP). Não está claro quantos viajaram de fato.
No sábado, Eduardo participou de uma série de eventos relacionados à posse do republicano, incluindo um jantar oferecido pelo vice-presidente eleito J.D. Vance. Cruzou com alguns dos nomeados de Trump para o gabinete, como Marco Rubio (Departamento de Estado), Robert F. Kennedy Jr. (Saúde) e Vivek Ramaswamy (Eficiência Governamental). Estava ali também Mark Zuckerberg, o CEO da Meta.
Eduardo encerrou a noite no Hispanic Ball, um baile de gala em celebração à comunidade de origem latino-americana e espanhola nos EUA. O evento homenageou o presidente argentino Javier Milei. Além dele, estavam também Juan Guaidó, ex-líder opositor venezuelano, e Santiago Abascal, chefe do partido espanhol de ultradireita Vox.
Trump foi representado por seu filho Donald Trump Jr., que ao descer do palco trocou apertos de mão e abraçou Eduardo Bolsonaro. O deputado brasileiro passou algum tempo tirando fotos com os outros convidados.
“A gente está aqui pela proximidade, pela amizade com o Trump e a família dele, há uma convergência natural de ideias”, disse Eduardo, que parecia apostar em um contexto mais favorável a seu pai sob o novo mandato do republicano. “Novos tempos virão depois de 20 de janeiro”.
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro não participou do baile hispânico. Ela chegou na noite de sábado aos EUA para presenciar a posse de Trump. Ainda no aeroporto de Washington, ela afirmou à Folha sentir-se triste por seu marido, o ex-presidente Jair Bolsonaro, não poder comparecer ao evento e reiterou a tese de que ele estaria sendo perseguido pela Justiça brasileira.
O blogueiro Allan dos Santos, investigado pelo STF, também estava na festa. O Supremo determinou a prisão e extradição de Allan em 2021. O pedido foi motivado após a PF apontar suspeitas de crimes contra honra, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Ele já estava nos Estados Unidos e permaneceu para evitar a prisão. No ano passado, o governo dos EUA pediu mais informações às autoridades brasileiras para extraditá-lo, porque o país não aceita o processo com base em crimes considerados de opinião.
À reportagem Allan afirmou que nem sequer foi indiciado, que não cometeu crimes e reclamou que seus advogados não tiveram acesso aos autos.
“Até quando vamos tolerar esses inquéritos”, afirmou. Ele disse que não foi e nem será extraditado para o Brasil por não haver razões para isso.
Os hispânicos são um dos grupos demográficos que mais crescem no país. Tradicionalmente, são tidos como eleitores democratas, mas há uma guinada rumo aos republicanos. Foram importantes para a vitória de Trump nas eleições presidenciais, que ele disputou com Kamala Harris.
Esgotados, os ingressos para a festa —realizada em um hotel de luxo de Washington— foram vendidos por US$ 250 (o equivalente a R$ 1.500 no câmbio atual). Havia comes e bebes e apresentações musicais, entre elas a do cantor colombiano Gusi e da banda cubana Los 3 de la Habana.
No sábado, a deputada Bia Kicis (PL-DF) participou de um almoço com a presença do presidente do Paraguai, Sebastian Peña, e outras autoridades latino-americanas para debater questões de segurança.
Neste domingo (19), Kicis e outros parlamentares participarão de um “brunch” com um assessor de Donald Trump e depois seguirão para um comício do republicano, marcado para começar às 15h dos EUA (17h em Brasília).
Os parlamentares estão espalhados pela capital. Alguns estão em casas de amigos, outros em apartamentos de aluguel de baixa temporada e nem todos têm a mesma agenda. O cronograma deles também é distinto do de Eduardo Bolsonaro, que tem mais acesso ao entorno de Trump.
Com a transferência da posse para um local fechado, dificilmente eles vão conseguir entrar no Capitólio. Até mesmo Eduardo Bolsonaro não tem certeza se conseguirá.
Diogo Bercito/Julia Chaib/Folhapress
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Governo do Estado monitora cheias do rio Jequitinhonha e reforça apoio às populações ribeirinhas
“Por meio da Sudec, o Governo do Estado está monitorando as condições do rio Jequitinhonha nas regiões de Itapebi, Itarantim, Itagimirim e Salto da Divisa, devido ao aumento significativo da vazão provocado pelas chuvas intensas dos últimos dias”, declarou o superintendente da Sudec, Heber Santana.
Heber Santana explicou que o cuidado é necessário, uma vez que a concessionária de energia elétrica Neoenergia informou que a Usina Hidrelétrica Itapebi, operando “a fio d’água”, abriu as comportas do vertedouro devido à vazão afluente superior a 1.200 m³/s, podendo chegar a 2.000 m³/s nos próximos dias. A empresa alertou que esse volume pode causar inundações naturais nas áreas às margens do rio, e as defesas civis municipais já foram comunicadas.
A Sudec possui um plano de contingência estabelecido pela usina e pelas defesas civis municipais, com rotas de fuga e locais de abrigo para as pessoas que precisarem deixar suas casas. “Pedimos também que os navegantes do rio Jequitinhonha respeitem a elevação do nível do rio, para evitar maiores problemas tanto para si próprios quanto para suas famílias. A obediência às orientações dos agentes da Defesa Civil, Corpo de Bombeiros e da usina hidrelétrica é fundamental para preservar vidas”, completou o superintendente.
Ainda de acordo com o superintendente, a Sudec continua monitorando a situação e está pronta para agir imediatamente, caso necessário, coordenando o apoio às populações ribeirinhas e às prefeituras locais para minimizar os impactos das cheias. Ainda assim, o Governo do Estado reforça a importância de que os moradores das áreas afetadas fiquem atentos às orientações das autoridades locais e das defesas civis municipais para garantir a segurança.
Secom - Secretaria de Comunicação Social - Governo da Bahia
Tribunais usam ‘dezembrada’ para pagar benefícios e penduricalhos milionários a juízes; entenda
“É muito comum na gestão pública ter a ‘dezembrada’, que é: o orçamento não foi executado o ano inteiro, por mau planejamento muitas vezes, aí chega no final do ano e os magistrados têm a oportunidade de executá-lo e isso (distribuição de penduricalhos) é feito”, afirmou.
Como mostrou o Estadão, um dos casos mais recentes de “dezembrada” ocorreu no Tribunal de Justiça de Alagoas (TJ-AL), onde a cúpula da instituição aprovou nos últimos dias de trabalho do ano passado um pacote de medidas que reconhece o direito de juízes e desembargadores ganharem até R$ 438 mil cada a título de valores retroativos do Adicional por Tempo de Serviço (ATS), penduricalho também conhecido como quinquênio.
O conjunto de benesses incluiu o pagamento de um mês de vantagens relativas à licença prêmio em 2025, caso haja disponibilidade financeira. A Corte de Alagoas ainda autorizou que R$ 15 milhões do Fundo Especial de Modernização do Poder Judiciário (Funjuris) sejam usados para o pagamento de “auxílios e outras vantagens, desde que caracterizadas como ‘outras despesas correntes’”.
A Corte argumenta que “todas as medidas adotadas relacionadas a pagamentos de vantagens e benefícios a magistrados e servidores estão rigorosamente fundamentadas na legalidade, sendo reconhecidas como devidas e autorizadas pelo CNJ”.
O professor de economia da Fundação Dom Cabral e autor do livro “O País dos Privilégios”, Bruno Carazza, explica que a não execução das sobras orçamentárias implica na devolução desses recursos aos governos, o que contribuiria para a melhoria das contas públicas.
“Todo o esforço que o governo tem para colocar as contas públicas em dia não atinge os órgãos do Judiciário e do Legislativo”, afirmou Carazza. “Como há liberalidade de lidar com os seus orçamentos sem cortar despesas, toda sobra que eles (Judiciário, Ministério Público e Legislativo) acumulam ao longo do ano é torrado com benesses salariais para zerar os recursos do orçamento anual”, completou.
Esse cenário foi visto no mês de dezembro no Ministério Público de Santa Catarina (MP-SC). A instituição autorizou pagamento de gratificações natalinas, indenizações de férias (60 dias por ano) e folgas (uma a cada três dias trabalhados) a um grupo de 29 procuradores e promotores. A combinação de benefícios rendeu mais de R$ 151 mil líquidos a cada um dos beneficiados.
Folhas salariais de alguns promotores e procuradores nem sequer tiveram descontos pelo abate-teto, regra que, em tese, limitaria os proventos dos funcionários públicos ao valor do salário dos ministros do Supremo Tribunal Federal (R$ 44 mil).
O MP-SC diz que “a remuneração segue o ordenamento jurídico vigente, com o subsídio observando o limite imposto pelo teto constitucional – exceto as verbas indenizatórias, devidamente autorizadas”.
O procurador catarinense recordista em valores recebidos no mês de dezembro somou R$ 203 mil líquidos em seu contracheque, dos quais R$ 141,8 mil foram verbas indenizatórias, sobre as quais não incide o imposto de renda. O salário-base desse membro do MP-SC é de R$ 39,7 mil.
Caso semelhante ocorreu no Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO). A Corte pagou mais de R$ 400 mil livres de impostos a sete juízes no último mês de 2024. Um desses magistrados, cujo salário-base é de R$ 35,8 mil, recebeu um salário bruto de R$ 524 mil em dezembro, o que rendeu, após o descontos de impostos que incidem sobre a folha de pagamento, um total de R$ 463 mil limpos na conta corrente do magistrado.
Desses R$ 486 mil, R$ 279,4 mil são relativos ao pagamento do adicional por tempo de serviço (ATS). Também foram pagos sob o guarda-chuva “direitos eventuais” R$ 64 mil a título de abono natalino e R$ 141,5 mil de juros e atualização monetária relacionados ao ATS. O TJ-RO não comentou o caso.
No Tribunal de Justiça do Mato Grosso do Sul (TJ-MS), os magistrados ganharam até R$ 250 mil líquidos em dezembro, o que representa quase oito vezes mais do que o teto do funcionalismo público. Também no final do ano, a então presidente da Corte sul-mato grossense, desembargadora Clarice Claudino da Silva, decidiu pagar R$ 10 mil a todos os magistrados e R$ 8 mil aos servidores a título de vale-alimentação, penduricalho logo intitulado “vale peru”. O tribunal não se manifestou ao ser procurado.
O ministro Mauro Campbell Marques, corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), órgão que fiscaliza o Poder Judiciário, mandou suspender o pagamento por considerar o valor exorbitante. O benefício, no entanto, caiu na conta dos magistrados e servidores, mesmo após a decisão do ministro. Com a repercussão, o tribunal recuou e mandou servidores e magistrados devolveram o dinheiro.
Em Minas Gerais, 32 magistrados tiveram contracheques acima de R$ 300 mil ao longo do ano, sendo que 29 deles receberam essas cifras no mês de dezembro. Nesse mês, os magistrados de Minas Gerais receberam, em média, R$ 214 mil. O valor é da remuneração líquida, ou seja, o que efetivamente caiu na conta após descontos. A Corte não comentou.
Os contracheques foram inflados por “verbas complementares” – indenizações, direitos pessoais e direitos eventuais. As verbas indenizatórias, como adicional por tempo de serviço, e vantagens eventuais, a exemplo do reembolso por férias atrasadas, são contadas fora do teto, o que abre caminho para os chamados “supersalários”. Esses auxílios também não sofrem incidência de imposto de renda.
O coordenador de advocacy da plataforma Justas, Felippe Angeli, destaca o fato de que os benefícios pagos pelo Judiciário e pelo Ministério Público no final de ano são isentos de imposto por terem caráter indenizatório. O fato de figurarem como indenização no orçamento também ajuda a explicar o motivo de serem pagos sempre no final do ano ou no início do ano seguinte.
“Grande parte desses valores são compostos por verbas indenizatórias e, muitas vezes, é preciso acumular algum período (para recebê-los)”, analisou. “Culturalmente, na sociedade brasileira em geral, há uma concentração de benefícios, no setor público e privado, no final de ano”, completou.
Weslley Galzo/Estadão
Itagibá vence por 3X0 a Seleção de Ubatã na estreia da Copa Níquel
O evento é mais uma ação da Prefeitura Municipal de Itagibá, que, por meio da Secretaria de Esportes, reforça seu compromisso com o desenvolvimento esportivo e social da cidade.
Proibição de Bolsonaro ir à posse de Trump repercute na imprensa mundial
O jornal americano The New York Times repercutiu a proibição com uma análise das semelhanças entre Bolsonaro e Trump, e por qual razão os dois políticos traçaram caminhos diferentes desde o momento em que deixaram o poder. Segundo a reportagem, “Trump está voltando ao poder, enquanto Bolsonaro encara a prisão”.
Segundo o jornal, o ex-presidente brasileiro tomou um caminho diferente do adotado pelo presidente eleito americano porque, ao contrário do que ocorreu nos Estados Unidos, as autoridades eleitorais do Brasil foram ágeis em torná-lo inelegível e seu grupo político, desde então, só lhe ofereceu um “apoio morno”.
O jornal The Wall Street Journal, dos Estados Unidos, mostrou que Bolsonaro não irá à posse de Trump mesmo sendo um dos “mais próximos aliados” do presidente eleito na América Latina e com um convite para o evento.
O jornal americano The Washington Post destacou os argumentos da decisão do ministro do STF Alexandre de Moraes, como o de que Bolsonaro não detém posição que lhe confira a representação oficial do Brasil na posse de uma autoridade estrangeira. A reportagem detalhou o histórico de conflitos na Justiça entre Moraes e Bolsonaro e cita que o ex-presidente considera o magistrado um “inimigo pessoal”.
O britânico The Guardian afirmou que, após a negativa da Suprema Corte brasileira, Eduardo Bolsonaro (PL-SP) representará o pai na posse de Trump. O jornal afirmou que o deputado federal é um potencial candidato para a eleição presidencial de 2026.
O El País, da Espanha, relembrou que o bolsonarismo celebrou “com euforia” a vitória de Trump em novembro de 2024.
A proibição da viagem de Bolsonaro também foi repercutida pela Al Jazeera, do Qatar, e pelo francês Le Figaro. Enquanto o principal jornal do Oriente Médio destacou que o ex-presidente brasileiro se sente vítima de “lawfare”, termo em inglês para “perseguição judicial”, o jornal francês citou que, além da investigação por golpe de Estado que retirou seu passaporte, Bolsonaro foi condenado em uma ação eleitoral que o torna inapto a concorrer a cargos eletivos até 2030.
Juliano Galisi/Estadão
Ipiaú se despede do Natal Luz com evento cultural na Praça Rui Barbosa nesta segunda
Entre as atrações confirmadas está o Boi Estrela, da Associação do Grupo da Terceira Idade “De Bem com a Vida”, de Ipiaú. Com apresentações repletas de animação e história, o grupo levará ao público um espetáculo que valoriza a tradição e a força da cultura local.
Outro destaque da noite será o Reizado de Lagoão, representado por Jil e Jeni, diretamente da cidade de Boa Nova. A performance promete trazer um toque especial à despedida, unindo música, dança e a essência do folclore baiano em uma celebração inesquecível.
“Queremos proporcionar uma noite mágica para a nossa comunidade. Este evento é um convite para nos despedirmos do Natal Luz em grande estilo, reunindo famílias e amigos em um momento de confraternização e valorização da cultura popular”, destacou o secretário da SECULT, Caio Braga.
Reúna sua família e amigos e venha vivenciar esse momento único! Uma noite de alegria, tradição e cultura espera por você. Não perca!
Michel Querino / Decom Prefeitura de Ipiaú
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