Vice-prefeito de SP divulga vídeos recomendando o uso de itens da Ypê nas redes
Ricardo Mello Araújo diz que posicionamento é de 'cidadão' e que, como é ex-funcionário, conhece 'seriedade da empresa'
O vice-prefeito de São Paulo, Ricardo Mello Araújo (PL), recomendou, em suas redes sociais, o uso de produtos da marca Ypê, que teve parte da produção suspensa em Amparo (SP) pela vigilância sanitária.
"Aqui em casa, gente, é só produto Ypê. Vamos acabar com essa sacanagem que estão fazendo com uma empresa 100% brasileira. Vamos nos supermercados, vamos comprar produtos Ypê", afirmou ele no vídeo, em que aparece lavando louça. "Vamos mudar essa história. Vamos mostrar a nossa força".
Questionado pela reportagem se a prefeitura poderia, de alguma forma, atuar em prol da liberação das atividades de companhia, Mello Araújo disse que é ex-funcionário da Ypê e que seu posicionamento foi como "cidadão".
"Não tem nada com a prefeitura. Trabalhei na empresa antes de entrar na política e conheço a seriedade da empresa. O uso está autorizado pela Justiça, então, defendi o que acredito", afirmou ele.
Nas redes sociais, Mello Araújo também compartilhou vídeos de apoiadores de Bolsonaro, que foram às redes para defender a Ypê nos últimos dias, movimento que se intensificou após a Química Amaro, que fabrica os produtos, obter uma liminar favorável na sexta-feira (8).
Em vídeo compartilhado pelo vice-prefeito, o senador Cleitinho Azevedo (Republicanos) levanta a hipótese de a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) estar agindo em represália à empresa pela doação à campanha de Jair Bolsonaro nas eleições de 2022. "Quero ver [o governo] também mandar suspender e acabar de uma vez por todas com o [jogo do] tigrinho. Quero ver ser leão, como vocês estão querendo acabar com a Ypê, e acabar com o tigrinho, que está acabando com a família brasileira".
Apoiadores do ex-presidente iniciaram uma campanha a favor da empresa nas redes sociais. Até artistas endossaram as críticas contra órgãos sanitários. Nas redes, bolsonaristas dizem que a empresa é alvo de perseguição e represália por parte do governo Lula.
A Ypê declarou, em nota divulgada à imprensa neste sábado (9), que manterá suspensa a linha de produção de detergentes, lava roupas líquidos e desinfetantes que fazem parte do lote com final 1, mesmo com um efeito suspensivo obtido judicialmente.
Enquanto isso, os órgãos sanitários pedem cautela. O CVS (Centro de Vigilância Sanitária do Estado de São Paulo) reforçou, em nota, que o risco sanitário permanece e não recomenda que consumidores utilizem os produtos do lote 1.
O trabalho de avaliação tem sido realizado entre Anvisa, CVS e a Vigilância Sanitária do município de Amparo, no interior de São Paulo.
Segundo o comunicado, a liminar obtida pela empresa não libera consumidores ao uso ou a venda dos produtos do lote possivelmente infectado, o que inclui detergentes, lava roupas líquido e desinfetantes. "O CVS esclarece que a avaliação técnica sobre o risco sanitário permanece mantida. A apresentação de recurso administrativo pela empresa segue o rito previsto na legislação vigente e será analisada pela Anvisa, sem alterar, até o momento, a avaliação decorrente da inspeção", diz.
Os órgãos sanitários apontam que a inspeção realizada na última semana identificou descumprimentos em etapas essenciais da produção, além de falhas que indicam risco sanitário em diversos produtos.
O QUE DIZ A YPÊ SOBRE A ANVISA
A Ypê informa que tem mantido suspensa as linhas de produção da sua fábrica de líquidos desde o dia 7 de maio, responsáveis pela fabricação dos produtos lava-roupas líquido, lava-louças líquido e desinfetantes de número de lote final 1. A suspensão está mantida independentemente do efeito suspensivo obtido na Justiça e busca, segundo a empresa, acelerar o cronograma e a conclusão de medidas apontadas pela Anvisa.
A empresa diz que tem colaborado com as autoridades na busca por uma solução à situação. A fabricante diz que ampliou a estrutura de atendimento do SAC nesta sexta-feira (8), após consumidores reclamarem que não conseguem ser atendidos. O número é 0800-1300-544 e o email para sac@ype.ind.br.
QUE PRODUTOS FORAM SUSPENSOS?
De acordo com a Anvisa, somente os lotes que terminam com o número 1, dos produtos abaixo estão afetados:
- Lava-louças Ypê Clear Care
- Lava-louças com enzimas ativas Ypê
- Lava-louças Ypê
- Lava-louças Ypê Toque Suave
- Lava-louças Concentrado Ypê Green
- Lava-louças Ypê Clear
- Lava-louças Ypê Green
- Lava-roupas líquido Tixan Ypê Combate Mau Odor
- Lava-roupas líquido
- Tixan Ypê Cuida das Roupas
- Lava-roupas líquido Tixan Ypê Antibac
- Lava-roupas líquido Tixan Ypê Coco e Baunilha
- Lava-roupas líquido Tixan Ypê Green
- Lava-roupas líquido Ypê Express
- Lava-roupas líquido Ypê Power Act
- Lava-roupas líquido Ypê Premium
- Lava-roupas Tixan Maciez
- Lava-roupas Tixan Primavera
- Desinfetante Bak Ypê
- Desinfetante de uso geral Atol
- Desinfetante perfumado Atol
- Desinfetante Pinho Ypê
- Lava-roupas Tixan Power Act
Por Felipe Mendes/Folhapress
TSE se aproxima da eleição de 2026 com mistério sobre suspensão de perfis de 2022
Dez dias antes do segundo turno das eleições de 2022, o plenário do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), à época sob a presidência do ministro Alexandre de Moraes, aprovou uma resolução que ampliou os poderes da própria corte para combater desinformação no processo eleitoral, independentemente de solicitação de candidatos ou do Ministério Público.
Passados três anos e meio, ainda não se sabe quantos conteúdos e perfis foram suspensos pelo tribunal com base nessas regras, tampouco quais critérios justificam que processos relacionados a essa atuação sejam mantidos sob sigilo.
Uma parcela das ordens sigilosas proferidas pelo TSE com base nessa resolução veio a público em 2024, a partir de um relatório do comitê do Congresso dos EUA, que incluía decisões tanto da Justiça Eleitoral quanto do STF (Supremo Tribunal Federal).
Em levantamento realizado pela Folha, de 25 processos do TSE citados no documento, 22 não têm sequer registro de sua existência na consulta pública do tribunal, retornando o resultado "nenhum processo encontrado". A maioria não tem qualquer registro de sua movimentação no DJE (Diário Judicial Eletrônico).
Além de os processos não estarem acessíveis de modo a permitir uma pesquisa mais aprofundada por parte da imprensa ou da academia, o tribunal não fornece dados quantitativos gerais sobre como se deu sua atuação com base na nova norma.
Em abril passado, o TSE negou um pedido de acesso à informação da Folha que requisitava dados gerais, como total de posts, vídeos, perfis, contas e grupos bloqueados ou removidos com fundamento na resolução, bem como a quantidade de contas reativadas. O tribunal afirmou que não possui "categorização quantitativa ou qualitativa de links, canais e/ou grupos removidos".
Em resposta a recurso protocolado pela reportagem, o tribunal disse ainda que não houve negativa de acesso, mas "tão somente esclarecimento quanto à inexistência de dados consolidados na forma pleiteada". Acrescentou ainda que "os dados referentes a ações que tramitam ou tramitaram em segredo de Justiça não são disponibilizadas para pesquisa aberta ao público, em razão de sua natureza sensível ou de determinação judicial específica".
A resposta é assinada pela desembargadora Andréa Pachá, secretária-geral da presidência da corte, posto hoje ocupado pela ministra Cármen Lúcia.
A Folha ainda questionou o tribunal, via assessoria de imprensa, por qual motivo há processos em que o sigilo foi tirado e outros que não, além dos critérios utilizados para tanto, mas não houve resposta.
Artur Pericles Lima Monteiro, doutor em direito constitucional pela USP (Universidade de São Paulo), afirma que, apesar de ser factível que haja processos em que o sigilo seja justificável, o cenário atual, em que não se tem nem sequer dados gerais, não é adequado.
Ele afirma que a regulação adotada pelo tribunal com essa resolução transitou entre o exercício da atividade jurisdicional e de poder de polícia (em que a Justiça Eleitoral atua em seu braço administrativo).
"Esse apego à aplicação das regras sobre transparência de processos judiciais, sem levar em conta esse caráter híbrido da atuação do TSE, está criando um cenário em que o dever constitucional de informação não é satisfeito", diz.
Monteiro avalia que seria do próprio interesse institucional do TSE prestar contas sobre como atuou.
"O tribunal está nos dizendo que sequer gerou as informações necessárias para que uma análise sobre o que aconteceu nas eleições de 2022 a partir dessa regulamentação pudesse ser realizada", avalia. "Qual foi o impacto disso, quais foram os acertos, quais foram os erros?"
A Folha já tinha apresentado um pedido de acesso à informação de mesmo teor ao TSE em 2023, ainda na gestão de Moraes. A resposta à época foi que, "por determinação judicial, os procedimentos em questão permanecem, até o momento, sob segredo de Justiça".
Assim como agora, também naquela ocasião não tinham sido solicitadas informações específicas sobre os processos.
Após o segundo turno das eleições de 2022, o tribunal intensificou sua atuação, em meio a uma série de articulações e movimentos de cunho golpista, incluindo manifestações que defendiam uma intervenção militar.
Em 2024, já sob críticas de falta de transparência, o TSE previu a criação de um repositório de decisões sobre desinformação, com objetivo inclusive de guiar as demais instâncias da Justiça Eleitoral. Constam nele apenas decisões proferidas em representações protocoladas por alguma parte, mas nenhuma ordem dada em procedimentos abertos de ofício pelo TSE.
Para Carla Nicolini, que é advogada eleitoral e membro da Abradep (Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político), a atuação mais proativa do tribunal estava amparada na resolução que foi aprovada. Ela questiona, porém, a falta de transparência.
"O ponto que chama atenção não é a existência desses procedimentos, mas o fato de alguns não apresentarem qualquer rastreabilidade pública", diz.
Ela afirma que falta clareza sobre os critérios concretos adotados para definir o grau de restrição de acesso em cada caso, por haver situações semelhantes com níveis distintos de publicidade, e quais os critérios para cessação das medidas.
"Não está claro em que momento o tribunal entende que a ordem deixa de ser necessária, nem se há algum tipo de monitoramento contínuo das contas envolvidas ou se a atuação é reativa, a partir de novas ocorrências."
Em diferentes casos envolvendo políticos ou influenciadores de maior destaque, houve reestabelecimento das contas por Moraes.
Um dos perfis citados no relatório do Congresso dos EUA, em despacho do TSE, e que segue indisponível no Brasil (segundo aviso do X, por ordem judicial) é o @Fabiotalhari. Essa foi uma entre várias contas que teriam divulgado, segundo a ordem, uma live do argentino Fernando Cerimedo, responsável à época por enunciar teorias da conspiração sem embasamento científico sobre as urnas.
O próprio Cerimedo, por outro lado, teve seu perfil principal desbloqueado por ordem de Moraes no fim de janeiro de 2023, conforme consta em outro despacho no relatório.
Bastante ativo no X e crítico do governo atual, Fábio Talhari usa atualmente uma outra conta nessa rede, que consta ter sido criada em novembro de 2022.
Em post de janeiro de 2023, em seu Instagram, ele afirmou que seu perfil no X teria sido alvo de uma ordem de Moraes. O processo em que ele é citado, porém, é um dos que não podem ser encontrados na busca do tribunal. A Folha tentou contato com Talhari, mas não teve retorno.
Dos três processos que constam no relatório dos EUA e que estão disponíveis na consulta pública, o primeiro a ter o sigilo removido foi o da então deputada federal Carla Zambelli, ainda em dezembro de 2022, quando seus perfis seguiam bloqueados.
O segundo, contra o Coronel Fernando Montenegro, veio a público em março de 2023. Na ocasião, Moraes apontou o fim "do processo político-eleitoral" e o encaminhamento de cópia dos autos ao STF e determinou o arquivamento do processo junto da retirada do sigilo.
André Boselli, coordenador de ecossistemas de informação da ONG Artigo 19, especializada em temas ligados à liberdade de expressão, diz que seria importante haver mais transparência quanto à atuação do tribunal com base na resolução de 2022.
"É uma resolução muito extraordinária, muito específica, e que dá um poder grande para o próprio TSE. Estamos falando de restrição a um direito fundamental, que é o exercício da liberdade de expressão", diz ele.
Por Renata Galf/Folhapress
Moradores da zona rural interditam trecho da BA-549, entre Apuarema e Itaibó
Moradores da zona rural interditaram, no início da noite deste domingo (10), um trecho da rodovia estadual BA-549, entre os distritos de Itaibó (pertencente a Jequié) e Córrego de Pedras (pertencente à Ipiaú), no acesso ao município de Apuarema. O protesto foi motivado pelas más condições da estrada, alvo constante de reclamações de motoristas e moradores da região. Segundo uma moradora informou ao GIRO, o ônibus que circula na região tem sempre atolado nesta localidade próxima a “entrada de Jacó”.
Durante a manifestação, os moradores abriram uma grande valeta atravessando a pista de um lado ao outro e atearam fogo em pedaços de madeira, impedindo completamente a passagem de veículos. Até a publicação desta matéria, não havia informações sobre a previsão de encerramento do protesto.
A BA-549 é considerada uma importante via de ligação regional, sendo bastante utilizada diariamente por moradores dos municípios de Jitaúna, Ipiaú, Jequié e Apuarema.
A situação da estrada tem sido alvo de críticas há anos devido aos buracos, lama e dificuldades de tráfego, especialmente em períodos chuvosos. Recentemente, o Governo da Bahia publicou no Diário Oficial do Estado a licitação para a pavimentação asfáltica da BA-549, uma obra aguardada pela população da região. O certame licitatório está agendado para o dia 21 de maio.
O trecho que será asfaltado possui cerca de 28 quilômetros e contará com investimento estimado em quase R$ 30 milhões. A expectativa é de que a obra melhore a mobilidade, aumente a segurança dos motoristas e impulsione o desenvolvimento econômico regional. *Por Giro Ipiaú
Acidente envolvendo carro com o cantor Raimundo Seresteiro deixa um morto e quatro feridos na BA-650, entre Itagibá e Dário Meira
Um grave acidente registrado por volta das 20h deste domingo (10), na BA-650, na conhecida Curva da Distampina, entre Itagibá e Dário Meira, deixou uma pessoa morta e ao menos quatro feridas após uma colisão frontal envolvendo dois veículos modelo Ford Ecosport. Em um dos automóveis estava o cantor Raimundo Seresteiro, bastante conhecido na região sul da Bahia, que seguia para o município de Dário Meira, onde se apresentaria em um evento particular no Mercado Municipal. Com o impacto da batida, os dois veículos capotaram — um ficou sobre a pista e o outro às margens da rodovia.
O motorista do carro em que o cantor viajava, identificado como Herbert de Jesus Silva, morador de Teixeira de Freitas, e descrito como uma pessoa muito próxima de Raimundo Seresteiro, morreu ainda no local do acidente. O corpo será removido pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT). Raimundo Seresteiro foi socorrido e encaminhado ao hospital de Itagibá. Segundo as primeiras informações apuradas pelo GIRO, ele reclamava de fortes dores no peito.
Outras três pessoas, além do motorista e do cantor, estavam no veículo. Duas delas sofreram ferimentos, mas aparentemente sem gravidade. O condutor da outra Ecosport, conhecido como Ruan, morador de Itagibá, também ficou ferido e foi levado para a unidade hospitalar do município. Segundo as informações, ele viajava sozinho. As circunstâncias do acidente serão apuradas pela Polícia Rodoviária Estadual, que registrou a ocorrência. *Por Giro Ipiaú
PF e PRF prendem motorista com 50 kg de cocaína na Via Dutra
Ação integrada interceptou caminhão que seguia de São Paulo para o Espírito Santo
Rio de Janeiro/RJ. A Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal (PRF) prenderam em flagrante, na noite deste sábado (9/5), o motorista de um caminhão que transportava aproximadamente 50 kg de cocaína na Rodovia Presidente Dutra (BR-116).
A ação ocorreu durante fiscalização realizada no âmbito da Operação Missão Redentor II. O veículo, que havia saído do estado de São Paulo com destino ao Espírito Santo, foi interceptado em barreira policial montada na rodovia.
Durante a vistoria, os policiais localizaram tabletes de cocaína acondicionados em caixas de papelão no interior da cabine do caminhão, sem relação com a carga lícita transportada na carroceria.
Segundo as investigações, a apreensão integra ações voltadas à desarticulação logística e financeira de organizações criminosas, com foco na interrupção de rotas utilizadas para o transporte de drogas e armamentos.
O motorista, natural de Campos dos Goytacazes/RJ, foi conduzido à Superintendência Regional da Polícia Federal no Rio de Janeiro, juntamente com o veículo e o material apreendido. Ele poderá responder pelo crime de tráfico interestadual de drogas.
Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro
PF participa da Operação Ágata que resultou na apreensão de 14 toneladas de drogas
Droga foi apreendida durante ação integrada entre forças brasileiras e peruanas na região do Rio Javari.
Tabatinga/AM. A Polícia Federal formalizou, nesta sexta-feira (8/5), a arrecadação de aproximadamente 14 toneladas de maconha do tipo skunk localizadas durante operação integrada realizada por forças brasileiras e peruanas na região de fronteira entre Brasil e Peru, nas proximidades do Rio Javari.
A apreensão ocorreu no dia 6/5, por volta das 17h30 (horário local), no Lago Sacambu, em território peruano, próximo às margens do Rio Javari e da fronteira com o Brasil. A ação foi realizada por militares da Brigada de Selva 35 do Peru e integrantes da Polícia Antidrogas do Peru, com apoio integrado das forças brasileiras empregadas na Operação Ágata Amazônia 2026.
Pelo lado brasileiro, o Comando Conjunto Harpia atua com tropas da Marinha do Brasil, do Exército Brasileiro e da Força Aérea Brasileira, além da participação de diversos órgãos governamentais e forças de segurança pública. A operação teve início em 27/4 e tem como objetivo intensificar a presença do Estado em áreas de difícil acesso da Amazônia, fortalecendo o combate aos ilícitos transfronteiriços na faixa de fronteira com o Peru e a Colômbia.
Após a apreensão, a droga foi transportada e acondicionada nas instalações do Comando de Fronteira Solimões/8º Batalhão de Infantaria de Selva (CFSOL/8º BIS), em Tabatinga/AM.
Nesta sexta-feira (8/5), equipes da Polícia Federal em Tabatinga, juntamente com integrantes da Polícia Nacional do Peru (DIRANDRO) e representantes da Brigada de Selva 35 do Peru, acompanharam a realização de nova pesagem do material apreendido e a produção de registros fotográficos, com a finalidade de formalizar a entrega do entorpecente nas instalações militares e conferir transparência à destinação da droga apreendida.
Comunicação Social da Polícia Federal no Amazonas
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