Ibirataia: Prefeito Sandro Futuca anuncia pagamento do Programa Saúde Brasil 360 para profissionais da saúde do município

Recursos serão creditados nesta quinta-feira, 14, reforçando valorização dos servidores da Atenção Primária no município
O prefeito de Ibirataia, Sandro Futuca, anunciou nesta quarta-feira, 13, que os valores do Programa Saúde Brasil 360 serão creditados nesta quinta-feira, 14, nas contas dos profissionais da saúde que têm direito ao benefício. A medida reforça o compromisso da gestão municipal com a valorização dos trabalhadores da Atenção Primária e o fortalecimento dos serviços de saúde oferecidos à população.

O Saúde Brasil 360 é o novo modelo de financiamento e gestão da Atenção Primária à Saúde no Brasil, substituindo o programa Previne Brasil a partir de 2026. A iniciativa foi criada para incentivar melhorias na qualidade do atendimento e reconhecer o desempenho dos profissionais da ponta, garantindo incentivos financeiros vinculados aos resultados alcançados pelas equipes de saúde.

Durante o anúncio, o prefeito Sandro Futuca destacou que a administração municipal continuará investindo na valorização dos servidores e na estrutura da rede pública de saúde. “Nosso compromisso é cuidar de quem cuida das pessoas. Seguiremos trabalhando para oferecer melhores condições aos profissionais da saúde e fortalecer cada vez mais o atendimento à nossa população”, afirmou o gestor.

Ibirataia: Prefeito Sandro Futuca acompanha obras estruturantes e destaca avanço no desenvolvimento do município

Visitas técnicas incluíram reforma da Feira Livre, construção do Complexo Policial, requalificação do Complexo Poliesportivo e das 61 Casas Populares.
O prefeito de Ibirataia, Sandro Futuca, realizou nesta terça-feira, 13, uma série de visitas técnicas às principais obras em andamento no município. Entre os locais visitados estão a reforma da Feira Livre, onde está sendo concluída a Casa de Farinha e o galpão destinado à comercialização dos produtos dos feirantes, além da construção do novo Complexo Policial e da requalificação do Complexo Poliesportivo e também das 61 Casas Populares.
As obras fazem parte do conjunto de investimentos voltados para o fortalecimento da infraestrutura urbana, valorização do comércio local, incentivo ao esporte e ampliação da segurança pública. A gestão municipal destaca que os serviços estão avançando conforme o cronograma, buscando garantir mais conforto, organização e qualidade de vida para a população ibirataense.
Durante a visita, o prefeito Sandro Futuca ressaltou a importância das intervenções para o desenvolvimento da cidade. “Estamos trabalhando com responsabilidade e compromisso para transformar Ibirataia em um município cada vez mais estruturado, oferecendo mais dignidade para os feirantes, mais segurança para a população e espaços adequados para o esporte e lazer. Essas obras representam avanço e cuidado com nossa gente”, afirmou o gestor municipal.
Fonte: Ascom/Prefeitura Municipal de Ibirataia

Alcolumbre evita bater palmas para Messias, que é aplaudido em posse do TSE

Presidente do Senado patrocinou rejeição histórica do advogado-geral da União à vaga no STF
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), evitou bater palmas para o advogado-geral da União, Jorge Messias, durante a cerimônia de posse do ministro Kassio Nunes Marques na presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nesta terça-feira (12).

Sentado ao lado do presidente Lula (PT), Alcolumbre permaneceu parado e não endossou os aplausos quando Messias foi citado na cerimônia. Em 29 de abril, o AGU foi rejeitado pelo Senado para uma vaga ao STF (Supremo Tribunal Federal) em um veto articulado pelo chefe da Casa.

Outras autoridades que estavam no local mais nobre do plenário do TSE, como Lula, a ministra Cármen Lúcia, e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, aplaudiram o advogado-geral da União.

O momento ocorreu durante o discurso de Beto Simonetti, presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). "Cumprimento especialmente a advocacia brasileira na pessoa de um querido amigo, que é o advogado-geral da União, Jorge Messias. Receba os cumprimentos da advocacia brasileira", disse.

Na sequência, a plateia aplaudiu Messias por cerca de 30 segundos. A reportagem estava no local e observou que o ex-governador de Goiás e pré-candidato ao Planalto Ronaldo Caiado (PSD) também não bateu palmas para o advogado-geral da União.

A derrota histórica para o governo Lula com a rejeição de Messias foi resultado de uma queda de braço entre o Congresso e o Palácio do Planalto, somada a um longo processo de desgaste da cúpula do Judiciário e de um fortalecimento da direita no cenário que antecede as eleições deste ano.

A derrubada do indicado pelo presidente foi patrocinada por Alcolumbre, que defendia a escolha de seu aliado Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para o Supremo e dificultou a aprovação do advogado-geral da União.
Por Isadora Albernaz/Catia Seabra/Ana Pompeu/Luísa Martins/Folhapress

Kassio, que agora preside TSE, foi a favor de manter Bolsonaro elegível; relembre votos

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Kassio Nunes Marques, indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro em 2020, deu votos divergentes da maioria da corte em casos emblemáticos, como a inelegibilidade do ex-presidente e as investigações sobre os acampamentos de janeiro.

O ministro assumiu nesta terça (12) a presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em rodízio de antiguidade, tendo André Mendonça como vice. Sua gestão será responsável por conduzir as eleições gerais de 2026.

Na chefia do TSE, sua meta declarada é defender a credibilidade das urnas eletrônicas e buscar uma gestão com menos judicialização e foco no combate à desinformação.

Veja como o ministro votou em casos de repercussão da corte:

Relembre alguns dos votos de Kassio Nunes Marques no TSE e STF.

Inelegibilidade de Jair Bolsonaro

Kassio votou contra tornar Jair Bolsonaro inelegível por oito anos em julgamento em 2023.

Na ocasião, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) julgava possível abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação praticado pelo então presidente, após Bolsonaro ter feito ataques infundados ao sistema eleitoral brasileiro numa reunião com embaixadores em julho de 2022.

O ministro argumentou que a reunião não visou vantagem eleitoral ou descrédito do resultado das urnas, mas foi derrotado por 5 votos a 2 pela condenação e consequente inelegibilidade de Bolsonaro. Apenas o ministro Raul Araújo votou no mesmo sentido de Kassio.

Votaram pela inelegibilidade os ministros Benedito Gonçalves (relator), Floriano de Azevedo Marques, André Ramos Tavares, Cármen Lúcia e Alexandre de Moraes.

Acampamentos do 8/1

Kassio defendeu a rejeição da denúncia contra 50 pessoas detidas em frente ao QG do Exército após os ataques de 8 de janeiro de 2023. Ele destacou que não havia elementos de incitação criminosa em todos os casos e que a PGR (Procuradoria-Geral da República) não havia feito uma individualização das condutas. Ele questionou, ainda, a conduta do STF para julgar quem não possui foro especial.

A denúncia, no entanto, foi aceita, e a maioria dos ministros votou pela condenação dos envolvidos, com penas que variaram de 12 a 17 anos para os crimes mais graves, como golpe de Estado e abolição violenta do Estado democrático de Direito.

Cláudio Castro

Neste ano, o ministro votou pela absolvição do ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL), acusado de abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022, numa investigação que apurou o uso da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e da Fundação Ceperj para o pagamento de funcionários de projetos sociais em dinheiro vivo e sem a divulgação de seus nomes.

Para Kassio, não havia provas suficientes de que a soberania popular ou a escolha do eleitor tivessem afetadas pelas ações investigadas de forma que justificasse a perda do cargo ou a inelegibilidade.

O placar final do julgamento no TSE, em março, foi de 5 votos a 2 pela condenação, tornando o ex-governador inelegível até 2030. Castro renunciou ao cargo na véspera do julgamento, em uma tentativa de evitar a cassação, mas a decisão de inelegibilidade foi mantida.

Emendas

Kassio divergiu da maioria no STF ao votar contra a suspensão das emendas de relator, um mecanismo que permitia ao relator-geral do projeto de Lei Orçamentária Anual distribuir verbas bilionárias do Orçamento federal.

Ele defendeu autonomia do Congresso para gerir seus recursos, afirmando que a intervenção do Judiciário deveria ser mínima, focada na transparência e não na extinção do mecanismo.

O STF declarou o mecanismo inconstitucional por 6 votos a 5 em dezembro de 2022.

Racismo e injúria racial

Kassio votou de forma contrária à equiparação da injúria racial ao crime de racismo. Em seu entendimento, a injúria seria prescritível (tem prazo para punição) e não se equipara ao racismo. Além disso, a injúria racial (ofensa à honra) protege a dignidade individual, enquanto o racismo atenta contra a dignidade humana coletiva.

Foi derrotado mais uma vez. Em 2021, o STF decidiu, por 8 votos a 1, que o crime de injúria racial é uma modalidade do crime de racismo e, portanto, é imprescritível (não tem prazo para punição).

Vacinação

Quando o STF decidiu, em 2020, que a vacina contra a Covid-19 pode ser obrigatória desde que exista uma lei nesse sentido, Kassio foi mais uma vez o único a votar de maneira contrária. Na ocasião, a corte deixou claro que a imunização forçada é proibida, mas liberou entes federativos para aprovar lei que restringissem direitos de pessoas que não quisessem se vacinar.

No julgamento, Kassio afirmou que a vacinação obrigatória é constitucional, mas que depende de "prévia oitiva" do Ministério da Saúde e que só pode ser usada como "última medida".

O ministro defendeu que a obrigatoriedade da vacina contra a Covid-19 só poderia ser estabelecida pela União. Todos outros integrantes da corte, porém, concederam autonomia a governadores e prefeitos para impor a obrigatoriedade e mantiveram a linha adotada pelo Supremo desde o começo da pandemia do coronavírus no sentido de esvaziar os poderes do governo federal.

Por Raquel Athaide/Folhapress

Paraná Pesquisas: Rui Costa lidera disputa ao Senado e aparece à frente dos adversários na Bahia --Por Redação

Levantamento divulgado nesta quarta-feira (13) pela Paraná Pesquisas, em parceria com o site Bahia Notícias, aponta liderança do ex-governador da Bahia Rui Costa na corrida pelas duas vagas baianas ao Senado Federal em 2026.

No cenário estimulado, em que os nomes dos candidatos são apresentados aos eleitores e é possível citar até dois candidatos, Rui Costa lidera com 48,8% das intenções de voto. Em seguida aparece o senador Jaques Wagner, com 40,6%.

Na sequência, o ex-ministro João Roma registra 24,8%, enquanto o senador Ângelo Coronel soma 23,2%. Já Delliana Ribeiro aparece com 5,3% das intenções de voto.

Os eleitores que declararam voto branco, nulo ou em nenhum dos candidatos representam 14,1% do total, enquanto 7,7% não souberam ou preferiram não responder.

No cenário espontâneo, quando os nomes não são apresentados aos entrevistados, Rui Costa também lidera, com 4,7% das citações. Jaques Wagner aparece em seguida, com 3,6%, seguido por João Roma, com 2,7%, e Ângelo Coronel, com 1,7%.

O senador Otto Alencar registra 0,5% das menções espontâneas. Outros nomes somam 0,7%, enquanto votos brancos, nulos ou em ninguém representam 5,8%. Já o percentual de entrevistados que não souberam ou não responderam alcança 80,4%.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-03619/2026, conforme a Resolução nº 23.600/2019. O levantamento foi realizado entre os dias 10 e 12 de maio de 2026, por meio de entrevistas presenciais e domiciliares em 65 municípios da Bahia.

Ao todo, foram entrevistados 1.510 eleitores. A margem de erro é de 2,6 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

Paraná Pesquisas: ACM Neto lidera corrida pelo Governo da Bahia contra Jerônimo Rodrigues

Jerônimo Rodrigues e ACM Neto
Levantamento divulgado nesta quarta-feira (13), realizado pela Paraná Pesquisas em parceria com o site Bahia Notícias, aponta liderança do ex-prefeito de Salvador ACM Neto na disputa pelo Governo da Bahia em 2026. O estudo mostra vantagem do político do União Brasil sobre o atual governador Jerônimo Rodrigues tanto no cenário espontâneo quanto no estimulado.

Na pesquisa espontânea, quando os nomes dos candidatos não são apresentados aos entrevistados, ACM Neto aparece com 26,3% das intenções de voto, enquanto Jerônimo Rodrigues soma 19,8%. O candidato Ronaldo Mansur registra 0,1%. Outros nomes citados representam 1,1%, e 47% dos entrevistados disseram não saber ou preferiram não opinar.

No cenário estimulado, ACM Neto amplia a vantagem e alcança 47,8% das intenções de voto, contra 38,7% de Jerônimo Rodrigues. Ronaldo Mansur aparece com 1,7%. Os que declararam voto branco, nulo ou em nenhum candidato somam parte do levantamento, enquanto 4,9% não souberam responder.

A pesquisa também avaliou a rejeição dos possíveis candidatos. Jerônimo Rodrigues lidera nesse quesito, com 37,1% de rejeição. ACM Neto aparece com 27,4%, enquanto Ronaldo Mansur registra 25,2%. Já 12,4% afirmaram que poderiam votar em qualquer um dos candidatos, e 7,6% não responderam.

O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BA-03619/2026, conforme a Resolução nº 23.600/2019. A coleta de dados ocorreu entre os dias 10 e 12 de maio de 2026, por meio de entrevistas presenciais e domiciliares em 65 municípios baianos.

Ao todo, foram ouvidos 1.510 eleitores. A pesquisa possui grau de confiança de 95% e margem de erro estimada em 2,6 pontos percentuais para os resultados gerais.
Por Redação

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