OAB-BA pede que Governo adote medidas em resposta à agressão de secretário contra empresária
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| Foto: Divulgação / Arquivo/Sede da OAB-BA, em Salvador |
A Comissão de Proteção aos Direitos da Mulher da OAB-BA e a Comissão da Mulher Advogada da OAB-BA repudiaram as agressões realizadas pelo secretário de Saúde, Fábio Villas-Boas, contra a empresária Angeluci Figueiredo, proprietária do restaurante Preta, em Ilha dos Frades. Na nota publicada nesta segunda-feira (2) na página oficial do seccional baiana da Ordem dos Advogados da Bahia (OAB-BA), é pedido que o governo estadual adote “medidas administrativas compatíveis com a gravidade dos fatos
“Utilizando-se de aplicativo de mensagens, o referido agente público destilou machismo e misoginia contra uma mulher negra, trabalhadora, ofendendo-a na sua honra, proferindo palavras de baixo calão e ameaças de exposição pública”, diz a nota que foi publicada na página oficial da OAB-BA.
“Preta é uma empresária respeitada no meio culinário nacional e internacionalmente, e desfruta da admiração dos maiores chefes de cozinha do Brasil e do mundo, mas, por motivos alheios à sua vontade, necessitou cancelar reservas para o dia de domingo, onde eram esperados clientes, inclusive o secretário Fabio Vilas Boas e amigos. Devido ao mau tempo, a Capitania dos Portos suspendeu a navegação na Bahia de Todos os Santos, e, por precaução, a empresária comunicou o cancelamento das reservas, lamentando inclusive o prejuízo que teria com o cancelamento”, explica a nota.
As comissões da OAB-BA apontaram que a ofensa “constrange não apenas Preta, mas também a toda sociedade, além de ganhar contornos ainda mais explícitos pela clara certeza de impunidade que motiva o agressor, que não se melindrou em ofender uma mulher negra, empresária, com demonstração explícita de preconceito e violência, revestidos por uma aura de superioridade por ser homem branco, de família tradicional além de estar ocupando cargo de expressão política no estado”.
A nota ainda ressalta que “o machismo continua sendo uma mazela a ser combatida no nosso país, não podemos permitir que mulheres, sejam elas empresárias ou não, continuem a ser expostas pela violência de gênero e de raça. Todas as mulheres têm o direito de serem respeitadas em sua dignidade, sua integridade moral e física e de não serem expostas a nenhum tipo de ataque, especialmente por parte daqueles sobre os quais recai um dever funcional de proteção social”.
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Davi Lemos
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