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Bahia registra 3.070 novos casos de Covid-19 e mais 42 óbitos pela doença

Foto: Josué Damascena/Fiocruz
A Bahia ultrapassou a marca de 1 milhão de recuperados da Covid-19. Com os 3.318 (+0,3%) das últimas 24, são 1.000.142 recuperados no estado. No entanto, os números da pandemia ainda se encontram elevados. Nas últimas 24 horas, foram registrados 3.070 casos de Covid-19 (taxa de crescimento de +0,3%). O boletim epidemiológico deste domingo (6) também registra 42 óbitos. A queda no número de registro de óbitos deve-se a uma instabilidade no sistema do Ministério da Saúde. Apesar de as mortes terem ocorrido em diversas datas, a confirmação e registro foram realizados hoje. Dos 1.035.524 casos confirmados desde o início da pandemia, além dos recuperados, 13.633 encontram-se ativos e 21.749 tiveram óbito confirmado.

O boletim epidemiológico contabiliza ainda 1.296.166 casos descartados e 233.905 em investigação. Estes dados representam notificações oficiais compiladas pela Diretoria de Vigilância Epidemiológica em Saúde da Bahia (Divep-BA), em conjunto com as vigilâncias municipais e as bases de dados do Ministério da Saúde até as 17 horas deste sábado. Na Bahia, 49.501 profissionais da saúde foram confirmados para Covid-19. Para acessar o boletim completo, clique aqui ou acesse o Business Intelligence.

O número total de óbitos por Covid-19 na Bahia desde o início da pandemia é de 21.749, representando uma letalidade de 2,10%. Dentre os óbitos, 55,74% ocorreram no sexo masculino e 44,26% no sexo feminino. Em relação ao quesito raça e cor, 54,79% corresponderam a parda, seguidos por branca com 22,13%, preta com 15,47%, amarela com 0,43%, indígena com 0,13% e não há informação em 7,06% dos óbitos. O percentual de casos com comorbidade foi de 61,96%, com maior percentual de doenças cardíacas e crônicas (73,25%).

A existência de registros tardios e/ou acúmulo de casos deve-se a sobrecarga das equipes de investigação, pois há doenças de notificação compulsória para além da Covid-19. Outro motivo é o aprofundamento das investigações epidemiológicas por parte das vigilâncias municipais e estadual a fim de evitar distorções ou equívocos, como desconsiderar a causa do óbito um traumatismo craniano ou um câncer em estágio terminal, ainda que a pessoa esteja infectada pelo coronavírus.

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