PM prende homens suspeitos de roubo em Muniz Ferreira
Na tarde de terça-feira (12), militares do 23º BPM, em uma ação exitosa, prenderam dois suspeitos de roubo, no interior do ferry boat Dorival Caymmi, em Itaparica.
Os militares foram acionados pelo CICOM, sobre um veículo ocupado por indivíduos envolvidos em um roubo na região de Muniz Ferreira. Diante da informação, houve o deslocamento das equipes, agindo em conjunto com a Polícia Civil, que já acompanhavam o veículo utilizado pelos criminosos.
Os policiais militares localizaram o automóvel no interior do Ferry Boat. Após abandonarem o veículo, os suspeitos fugiram, sendo localizados em seguida. O primeiro indivíduo foi localizado pela guarnição da PM tendo em sua posse nove mil reais em espécie, enquanto um segundo suspeito foi localizado pelas equipes da Polícia Civil, ambos no interior da embarcação.
Os suspeitos e o material apreendido foram encaminhados à delegacia, onde a ocorrência foi registrada para adoção das medidas legais cabíveis.
Fonte
Polícia Militar - DCS
Flávio negociou com Daniel Vorcaro R$ 134 milhões para bancar filme sobre Jair Bolsonaro, diz site
“Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz! Abs!”, escreveu o senador Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, ao dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, em uma mensagem enviada pelo WhatsApp em 16 de novembro de 2025.
Um dia após a mensagem de Flávio, Vorcaro foi preso enquanto tentava fugir do país por operar um esquema de fraude que gerou um rombo de R$ 47 bilhões ao Fundo Garantidor de Crédito, o FGC. No dia seguinte, 18 de novembro, seu banco foi liquidado pelo Banco Central.
Segundo o site Intercept Brasil, a frase escrita pelo hoje pré-candidato à Presidência da República é parte de uma série de registros que indicam a existência de uma negociação em que Vorcaro se comprometeu a repassar um total de 24 milhões de dólares (na época equivalentes a cerca de R$ 134 milhões) para financiar a produção de “Dark Horse”, o filme biográfico sobre Jair Bolsonaro.
Documentos e mensagens obtidos com exclusividade pelo Intercept Brasil indicam que pelo menos 10,6 milhões de dólares — cerca de R$ 61 milhões, considerando a cotação do dólar nos períodos das transferências — haviam sido pagos entre fevereiro e maio de 2025, em seis operações, para financiar o projeto cinematográfico ligado à família Bolsonaro.
Os registros incluem um cronograma de desembolso, um comprovante bancário e cobranças relacionadas às parcelas previstas para a produção. Não há evidências nas mensagens de que Vorcaro tenha feito os outros oito pagamentos previstos para o projeto.
O envolvimento de Vorcaro foi negociado diretamente por Flávio Bolsonaro, mas teve outros intermediários, como o irmão e deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro, do PL de São Paulo, e o deputado federal Mario Frias, também do PL paulista, que foi secretário da Cultura no governo Bolsonaro.
As conversas privadas e os documentos de Vorcaro revelam os profundos laços financeiros e a estreita relação entre o clã Bolsonaro e o banqueiro que se tornou o homem mais radioativo de Brasília. Flávio já havia negado tais conexões, da sua família e da extrema direita, chegando a dizer que isso era uma “narrativa falsa que o Lula tem criado”.
Quando foi noticiado, em março deste ano, que o cunhado de Vorcaro – o pastor Fabiano Zettel – havia feito uma doação de R$ 3 milhões para a campanha presidencial de Jair Bolsonaro, Flávio disse à CNN que isso aconteceu “sem nenhuma vinculação, sem nenhuma contrapartida, sem nenhum contato pessoal, inclusive”.
“Essa conta do Banco Master está longe de chegar perto da direita”, afirmou o senador. Em evento da pré-campanha em João Pessoa, na Paraíba, dois dias antes, ele classificou o caso como um “grande esquema de roubalheira que está dando nojo a todo o país”.
Na manhã desta quarta-feira, 13, Flávio Bolsonaro foi questionado presencialmente pelo Intercept sobre o financiamento de Vorcaro ao filme e respondeu: “De onde você tirou essa informação? É mentira”. Em seguida, deu uma gargalhada e se retirou de onde concedia entrevista à imprensa, próximo ao Supremo Tribunal Federal, o STF – antes, o senador havia se reunido com o ministro Edson Fachin, presidente da corte.
Flávio já havia sido contatado sobre o assunto – por telefone, WhatsApp e e-mail, mas não retornou até a publicação da reportagem. A defesa de Daniel Vorcaro também foi acionada, mas não houve resposta. Eduardo Bolsonaro e Mario Frias também não responderam aos questionamentos enviados pelo Intercept. O espaço segue aberto e, caso haja resposta, o texto será atualizado.
Por Site Intercept Brasil
Ibirataia: Prefeito Sandro Futuca anuncia pagamento do Programa Saúde Brasil 360 para profissionais da saúde do município
Recursos serão creditados nesta quinta-feira, 14, reforçando valorização dos servidores da Atenção Primária no município
O prefeito de Ibirataia, Sandro Futuca, anunciou nesta quarta-feira, 13, que os valores do Programa Saúde Brasil 360 serão creditados nesta quinta-feira, 14, nas contas dos profissionais da saúde que têm direito ao benefício. A medida reforça o compromisso da gestão municipal com a valorização dos trabalhadores da Atenção Primária e o fortalecimento dos serviços de saúde oferecidos à população.
O Saúde Brasil 360 é o novo modelo de financiamento e gestão da Atenção Primária à Saúde no Brasil, substituindo o programa Previne Brasil a partir de 2026. A iniciativa foi criada para incentivar melhorias na qualidade do atendimento e reconhecer o desempenho dos profissionais da ponta, garantindo incentivos financeiros vinculados aos resultados alcançados pelas equipes de saúde.
Durante o anúncio, o prefeito Sandro Futuca destacou que a administração municipal continuará investindo na valorização dos servidores e na estrutura da rede pública de saúde. “Nosso compromisso é cuidar de quem cuida das pessoas. Seguiremos trabalhando para oferecer melhores condições aos profissionais da saúde e fortalecer cada vez mais o atendimento à nossa população”, afirmou o gestor.
Ibirataia: Prefeito Sandro Futuca acompanha obras estruturantes e destaca avanço no desenvolvimento do município
Visitas técnicas incluíram reforma da Feira Livre, construção do Complexo Policial, requalificação do Complexo Poliesportivo e das 61 Casas Populares.
O prefeito de Ibirataia, Sandro Futuca, realizou nesta terça-feira, 13, uma série de visitas técnicas às principais obras em andamento no município. Entre os locais visitados estão a reforma da Feira Livre, onde está sendo concluída a Casa de Farinha e o galpão destinado à comercialização dos produtos dos feirantes, além da construção do novo Complexo Policial e da requalificação do Complexo Poliesportivo e também das 61 Casas Populares.
As obras fazem parte do conjunto de investimentos voltados para o fortalecimento da infraestrutura urbana, valorização do comércio local, incentivo ao esporte e ampliação da segurança pública. A gestão municipal destaca que os serviços estão avançando conforme o cronograma, buscando garantir mais conforto, organização e qualidade de vida para a população ibirataense.
Durante a visita, o prefeito Sandro Futuca ressaltou a importância das intervenções para o desenvolvimento da cidade. “Estamos trabalhando com responsabilidade e compromisso para transformar Ibirataia em um município cada vez mais estruturado, oferecendo mais dignidade para os feirantes, mais segurança para a população e espaços adequados para o esporte e lazer. Essas obras representam avanço e cuidado com nossa gente”, afirmou o gestor municipal.
Fonte: Ascom/Prefeitura Municipal de Ibirataia
Alcolumbre evita bater palmas para Messias, que é aplaudido em posse do TSE
Presidente do Senado patrocinou rejeição histórica do advogado-geral da União à vaga no STF
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), evitou bater palmas para o advogado-geral da União, Jorge Messias, durante a cerimônia de posse do ministro Kassio Nunes Marques na presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nesta terça-feira (12).
Sentado ao lado do presidente Lula (PT), Alcolumbre permaneceu parado e não endossou os aplausos quando Messias foi citado na cerimônia. Em 29 de abril, o AGU foi rejeitado pelo Senado para uma vaga ao STF (Supremo Tribunal Federal) em um veto articulado pelo chefe da Casa.
Outras autoridades que estavam no local mais nobre do plenário do TSE, como Lula, a ministra Cármen Lúcia, e o procurador-geral da República, Paulo Gonet, aplaudiram o advogado-geral da União.
O momento ocorreu durante o discurso de Beto Simonetti, presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil). "Cumprimento especialmente a advocacia brasileira na pessoa de um querido amigo, que é o advogado-geral da União, Jorge Messias. Receba os cumprimentos da advocacia brasileira", disse.
Na sequência, a plateia aplaudiu Messias por cerca de 30 segundos. A reportagem estava no local e observou que o ex-governador de Goiás e pré-candidato ao Planalto Ronaldo Caiado (PSD) também não bateu palmas para o advogado-geral da União.
A derrota histórica para o governo Lula com a rejeição de Messias foi resultado de uma queda de braço entre o Congresso e o Palácio do Planalto, somada a um longo processo de desgaste da cúpula do Judiciário e de um fortalecimento da direita no cenário que antecede as eleições deste ano.
A derrubada do indicado pelo presidente foi patrocinada por Alcolumbre, que defendia a escolha de seu aliado Rodrigo Pacheco (PSB-MG) para o Supremo e dificultou a aprovação do advogado-geral da União.
Por Isadora Albernaz/Catia Seabra/Ana Pompeu/Luísa Martins/Folhapress
Kassio, que agora preside TSE, foi a favor de manter Bolsonaro elegível; relembre votos
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Kassio Nunes Marques, indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro em 2020, deu votos divergentes da maioria da corte em casos emblemáticos, como a inelegibilidade do ex-presidente e as investigações sobre os acampamentos de janeiro.
O ministro assumiu nesta terça (12) a presidência do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em rodízio de antiguidade, tendo André Mendonça como vice. Sua gestão será responsável por conduzir as eleições gerais de 2026.
Na chefia do TSE, sua meta declarada é defender a credibilidade das urnas eletrônicas e buscar uma gestão com menos judicialização e foco no combate à desinformação.
Veja como o ministro votou em casos de repercussão da corte:
Relembre alguns dos votos de Kassio Nunes Marques no TSE e STF.
Inelegibilidade de Jair Bolsonaro
Kassio votou contra tornar Jair Bolsonaro inelegível por oito anos em julgamento em 2023.
Na ocasião, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) julgava possível abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação praticado pelo então presidente, após Bolsonaro ter feito ataques infundados ao sistema eleitoral brasileiro numa reunião com embaixadores em julho de 2022.
O ministro argumentou que a reunião não visou vantagem eleitoral ou descrédito do resultado das urnas, mas foi derrotado por 5 votos a 2 pela condenação e consequente inelegibilidade de Bolsonaro. Apenas o ministro Raul Araújo votou no mesmo sentido de Kassio.
Votaram pela inelegibilidade os ministros Benedito Gonçalves (relator), Floriano de Azevedo Marques, André Ramos Tavares, Cármen Lúcia e Alexandre de Moraes.
Acampamentos do 8/1
Kassio defendeu a rejeição da denúncia contra 50 pessoas detidas em frente ao QG do Exército após os ataques de 8 de janeiro de 2023. Ele destacou que não havia elementos de incitação criminosa em todos os casos e que a PGR (Procuradoria-Geral da República) não havia feito uma individualização das condutas. Ele questionou, ainda, a conduta do STF para julgar quem não possui foro especial.
A denúncia, no entanto, foi aceita, e a maioria dos ministros votou pela condenação dos envolvidos, com penas que variaram de 12 a 17 anos para os crimes mais graves, como golpe de Estado e abolição violenta do Estado democrático de Direito.
Cláudio Castro
Neste ano, o ministro votou pela absolvição do ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL), acusado de abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022, numa investigação que apurou o uso da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e da Fundação Ceperj para o pagamento de funcionários de projetos sociais em dinheiro vivo e sem a divulgação de seus nomes.
Para Kassio, não havia provas suficientes de que a soberania popular ou a escolha do eleitor tivessem afetadas pelas ações investigadas de forma que justificasse a perda do cargo ou a inelegibilidade.
O placar final do julgamento no TSE, em março, foi de 5 votos a 2 pela condenação, tornando o ex-governador inelegível até 2030. Castro renunciou ao cargo na véspera do julgamento, em uma tentativa de evitar a cassação, mas a decisão de inelegibilidade foi mantida.
Emendas
Kassio divergiu da maioria no STF ao votar contra a suspensão das emendas de relator, um mecanismo que permitia ao relator-geral do projeto de Lei Orçamentária Anual distribuir verbas bilionárias do Orçamento federal.
Ele defendeu autonomia do Congresso para gerir seus recursos, afirmando que a intervenção do Judiciário deveria ser mínima, focada na transparência e não na extinção do mecanismo.
O STF declarou o mecanismo inconstitucional por 6 votos a 5 em dezembro de 2022.
Racismo e injúria racial
Kassio votou de forma contrária à equiparação da injúria racial ao crime de racismo. Em seu entendimento, a injúria seria prescritível (tem prazo para punição) e não se equipara ao racismo. Além disso, a injúria racial (ofensa à honra) protege a dignidade individual, enquanto o racismo atenta contra a dignidade humana coletiva.
Foi derrotado mais uma vez. Em 2021, o STF decidiu, por 8 votos a 1, que o crime de injúria racial é uma modalidade do crime de racismo e, portanto, é imprescritível (não tem prazo para punição).
Vacinação
Quando o STF decidiu, em 2020, que a vacina contra a Covid-19 pode ser obrigatória desde que exista uma lei nesse sentido, Kassio foi mais uma vez o único a votar de maneira contrária. Na ocasião, a corte deixou claro que a imunização forçada é proibida, mas liberou entes federativos para aprovar lei que restringissem direitos de pessoas que não quisessem se vacinar.
No julgamento, Kassio afirmou que a vacinação obrigatória é constitucional, mas que depende de "prévia oitiva" do Ministério da Saúde e que só pode ser usada como "última medida".
O ministro defendeu que a obrigatoriedade da vacina contra a Covid-19 só poderia ser estabelecida pela União. Todos outros integrantes da corte, porém, concederam autonomia a governadores e prefeitos para impor a obrigatoriedade e mantiveram a linha adotada pelo Supremo desde o começo da pandemia do coronavírus no sentido de esvaziar os poderes do governo federal.
Por Raquel Athaide/Folhapress
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