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Fotos mostram viagem de Lulinha com lobista em jatinho de US$ 20 milhões, diz revista

Registros mostram filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em viagem com lobista Roberta Luchsinger
Fotos obtidas pela revista Veja mostram que a lobista Roberta Luchsinger viajou na companhia do filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o empresário Fabio Luis da Silva, conhecido como Lulinha. Uma das fotos mostra Lulinha, a lobista e amigos em um jatinho Embraer Praetor 600, cujo modelo novo é avaliado em mais de 20 milhões de dólares.

Segundo a reportagem, a imagem foi captada durante uma viagem à Finlândia. Em outro registro, Lulinha, a lobista e um amigo posam em frente à aeronave.

Procurada por Veja, a defesa de Lulinha negou irregularidades e afirmou que os registros se devem à amizade entre o filho do presidente e a empresária.

Em outra imagem a que Veja teve acesso, Lulinha e Roberta posam ao lado do empresário Marcelo Checon. Segundo a reportagem, após janeiro de 2023, ao mesmo tempo que Checon estreitava seus laços de amizade com Lulinha e Roberta, uma de suas firmas expandiu o valor dos contratos que detinha com a gestão federal.

Em outra imagem, Lulinha aparece em uma festa de réveillon em uma mansão alugada pela lobista. O filho do presidente posa ao lado de Swedenberger Barbosa, atual chefe-adjunto do gabinete pessoal de Lula, e de Marco Aurélio Santana, conhecido como Marcola, ex-chefe de gabinete do presidente.

No último sábado, 17, em entrevista à CNN, Roberta Luchsinger afirmou que Lulinha reuniu-se com diversos ministros da gestão federal. A lobista e o filho do presidente são investigados pela Polícia Federal por tráfico de influência.
Por Estadão

Mais de 540 estudantes e professores baianos são selecionados para viagens nacionais e internacionais pela SEC

Foto: Mateus Pereira / SEC
A Secretaria da Educação do Estado (SEC) divulgou uma nova relação de estudantes e professores contemplados no edital Da Bahia para o Mundo. São mais 378 estudantes e 166 professores de 94 escolas estaduais, em 58 municípios, habilitados no oitavo ciclo e que poderão embarcar para apresentar seus projetos de iniciação científica em eventos no Brasil e no exterior.

A lista está disponível no Portal da Educação (www.educacao.ba.gov.br). Com o edital, o Governo do Estado, por meio da SEC, disponibiliza passagens, diárias de hospedagem, taxas de inscrição e demais custos logísticos relacionados às participações em eventos de ciência, tecnologia e inovação.

Este ano, já tinham sido selecionados 125 projetos para a participação em eventos nacionais e 75 em outros países, como Paraguai e Colômbia. O secretário da Educação do Estado, Marcius Gomes, disse que esta é mais uma ação pedagógica do Governo do Estado, por meio da SEC, que busca estimular a criatividade, valorizar a pesquisa e promover o protagonismo estudantil.

“Esta iniciativa celebra a educação científica na nossa rede estadual e o protagonismo dos nossos estudantes que, orientados por seus professores e professoras, lançam um olhar e buscam soluções para questões que impactam suas comunidades e seus territórios. Para além disso, os estudantes passam a conhecer outros lugares, a ampliar seus horizontes, conhecimento e a ter novas perspectivas de futuro", afirmou.

O edital do Da Bahia para o Mundo traz rigorosos critérios para garantir o acesso ao maior universo possível de alunos da rede. O processo seletivo tem o objetivo de atender até 200 projetos anualmente. Estão contemplados estudantes com matrícula ativa na rede estadual e seus respectivos professores orientadores dos ensinos Fundamental e Médio em suas modalidades, incluindo a Educação de Jovens e Adultos (EJA); as escolas do Campo, Indígenas, Quilombolas, Escolas Família Agrícola (EFA); e as Casas Familiares Rurais (CFR), bem como da Educação Profissional e Tecnológica de Nível Médio nas diferentes formas de oferta de cursos técnicos integrados, de oferta concomitante e subsequente.

André Janones é internado na UTI após debate entre Lula e Flávio

Deputado federal passou mal após acompanhar o debate presidencial realizado pela Band, no domingo (18), e foi internado com arritmia cardíaca em um hospital de São Paulo. Segundo informações médicas, o parlamentar está estável e permanece sob monitoramento cardíaco, ainda sem previsão de alta
Odeputado federal André Janones (Rede-MG), de 42 anos, foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, após apresentar um quadro de arritmia cardíaca. A internação ocorreu na madrugada desta segunda-feira (19), depois que o parlamentar acompanhou o debate presidencial entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), promovido pela Band.

Segundo informações divulgadas pela Folha de S.Paulo e pelo UOL, Janones apresentou um mal-estar após o confronto entre os candidatos à Presidência da República e precisou de atendimento médico.

O deputado está clinicamente estável e permanece na UTI sob monitoramento cardíaco contínuo. A arritmia já foi revertida, mas ainda não há previsão de alta hospitalar.

O acompanhamento é realizado pela equipe médica do hospital, sob responsabilidade da cardiologista Ludhmila Hajjar.

Janones acompanhou debate entre Lula e Flávio Bolsonaro

Aliado do presidente Lula, Janones acompanhou o primeiro debate do segundo turno das eleições presidenciais, realizado na noite de domingo (18).

O encontro foi marcado por troca de acusações entre os candidatos, principalmente sobre corrupção e propostas para o país.

O deputado tem participado ativamente da campanha de Lula nas redes sociais, especialmente por meio de estratégias de mobilização digital.

Janones também é responsável pelo canal de WhatsApp "Exército de Lula", que reúne mais de 5 milhões de seguidores e tem sido utilizado para divulgar conteúdos favoráveis à candidatura do petista.
por Notícias ao Minuto

Matrículas para 2027: escolas não podem usar deficiência ou dívida anterior para barrar alunos

Advogada explica quais exigências são abusivas e como famílias devem agir diante da recusa
Com matrículas abertas para 2027, famílias precisam ficar atentas a exigências que podem esconder práticas ilegais nas escolas particulares. Recusar uma criança por deficiência, cobrar taxa adicional para inclusão ou condicionar o ingresso à apresentação de atestado de adimplência da escola anterior são exemplos de barreiras que violam direitos. A negativa pode gerar responsabilização e, quando motivada pela deficiência, configurar crime.

Segundo a advogada Sabrina Batista, sócia do BSF Advogados, “quando uma escola fecha as portas para uma criança, o impacto vai além da busca por outra vaga. A família enfrenta angústia, reorganiza a rotina e precisa lutar por um direito que deveria estar assegurado. Como mãe, vivi essa situação; como advogada, sei que a inclusão não pode depender da boa vontade de uma instituição”, afirma.

A Lei Brasileira de Inclusão determina que instituições privadas assegurem educação inclusiva, acessibilidade e os apoios necessários, sem cobrar valores adicionais por essas obrigações. Já a Lei nº 7.853/1989 prevê reclusão de dois a cinco anos e multa para quem recusar, retardar ou cancelar a inscrição de aluno em razão da deficiência.

“Falta de estrutura” não justifica exclusão

Alegações como “não temos profissionais preparados”, “já atingimos a cota de alunos com deficiência” ou “seu filho precisa de uma escola especializada” não legitimam a exclusão. Também é indevido transferir à família, como condição de ingresso, o custeio do profissional de apoio escolar que cabe à instituição oferecer. A ausência de laudo médico, por sua vez, não pode impedir a matrícula.

“A escola deve se organizar para acolher o estudante, avaliar suas necessidades e assegurar sua participação. A entrevista com a família deve ajudar a planejar esse atendimento, e não funcionar como uma seleção para afastar quem precisa de apoio”, afirma Sabrina.

A falta efetiva de vagas pode justificar uma negativa, desde que o critério seja objetivo e aplicado sem discriminação. É diferente de anunciar disponibilidade e, após conhecer o diagnóstico, informar que a turma está completa. Limites exclusivos para estudantes com deficiência não se confundem com a capacidade geral de atendimento.

Dívida exige uma distinção

Outra prática abusiva é exigir declaração de quitação, “nada consta” ou atestado de adimplência da escola anterior para aceitar um novo aluno. A dívida continua sujeita à cobrança pelos meios legais, mas não autoriza criar esse obstáculo à transferência.

É preciso distinguir essa situação da renovação na própria instituição credora: a Lei nº 9.870/1999 permite recusar a rematrícula de quem está inadimplente. Durante o ano letivo, porém, a escola não pode suspender provas, aplicar penalidades pedagógicas nem reter documentos por falta de pagamento.

“Cobrar uma dívida é legítimo; constranger a criança ou reter seu histórico escolar, não. A família precisa identificar se está diante de uma cobrança permitida ou de uma barreira abusiva ao direito de estudar”, destaca a advogada.

Como reagir à recusa

A orientação é solicitar a justificativa por escrito e guardar mensagens, e-mails, protocolos e anúncios de vagas. Com esses registros, os responsáveis podem procurar o Procon, o órgão de supervisão educacional e o Ministério Público. Havendo indícios de crime, cabe registrar ocorrência. Se houver risco de perda da vaga ou prejuízo ao início das aulas, um advogado ou a Defensoria Pública, conforme os critérios de atendimento, poderá avaliar pedido judicial urgente para assegurar a matrícula.

Assessoria de Imprensa: (71) 9 9926-6898

Homem passa 36 horas em ônibus para encontrar mulher e descobre que ela não existe; foi criada por IA

Homem passa 36 horas em ônibus para encontrar mulher e descobre que ela não existe; foi criada por IA

Uma viagem de mais de 2 mil quilômetros, uma promessa de romance e uma mulher que nunca existiu. Esses são os elementos da história de Edimar Rocha Martins, um pedreiro de 49 anos que saiu de Imperatriz, no Maranhão, em direção a Belo Horizonte, Minas Gerais, após se apaixonar por uma personagem criada por inteligência artificial.

Edimar acreditava ter encontrado uma companheira pelas redes sociais. A mulher, que se apresentava como Jéssica, aparecia em vídeos gravados em uma fazenda e fazia convites para que ele fosse morar com ela.

Acreditando na possibilidade de começar uma nova vida, o pedreiro embarcou em uma viagem de ônibus que durou mais de 36 horas. Entretanto, ao chegar à capital mineira, descobriu que havia algo muito diferente do que imaginava por trás das imagens e das mensagens que recebia.

Veja a história do homem que atravessou o Brasil por uma mulher criada por IA

 

Esquema criminoso usa credenciais de juízes para fraudar sistema judicial

A divisão de inteligência do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO) está em alerta após a descoberta de um esquema de furto de senhas e logins que possibilitam o acesso a sistemas judiciais. Segundo informações do tribunal, credenciais de servidores e magistrados foram utilizadas para manipular dados, permitindo ações como inserção, alteração e exclusão de informações.

A investigação do programa Fantástico acompanhou, por um mês, grupos de conversa e fóruns clandestinos na internet, onde logins e senhas são comercializados. A polícia prendeu um casal suspeito de envolvimento nas invasões, mas ambos respondem ao processo em liberdade.

Um porta-voz do tribunal revelou que as credenciais subtraídas foram empregadas em fraudes, incluindo a modificação de ordens de prisão em bancos de dados nacionais. Durante a operação, foram identificadas cerca de 140 alterações no Banco Nacional de Mandados de Prisão, com dados incorretos que poderiam resultar na prisão de pessoas inocentes. No total, o tribunal contabilizou 350 acessos fraudulentos.

Os criminosos oferecem uma gama de serviços, desde consultas de dados até alterações em sistemas judiciais. Em uma negociação, um dos envolvidos chegou a afirmar que poderia cancelar um mandado de prisão por um valor específico.

Além disso, são vendidos “painéis”, sistemas que agregam informações obtidas de forma ilegal, abrangendo dados de imposto de renda, compras online, saúde e vacinas. O Ministério Público do Rio Grande do Sul (MP-RS) recebeu informações sobre esses acessos e, após testes autorizados, confirmou que algumas credenciais ainda eram funcionais. As investigações em Goiás também revelaram conexões entre os grupos que comercializam esses acessos e organizações criminosas.

Um investigador destacou que esses grupos começaram a lucrar com serviços voltados ao crime organizado, alterando ou excluindo informações nos bancos de dados da Justiça. Quando questionado sobre a relação com facções criminosas, ele confirmou a ligação com organizações como o Comando Vermelho.

O mercado de credenciais não se limita à venda de informações; os dados também podem ser utilizados para atacar indivíduos, como em casos de chantagem e sextorsão. Uma jovem relatou que, em conflitos pessoais, buscava conhecidos com acesso a painéis para obter informações sobre a outra parte.

Esse caso evidencia como o roubo de credenciais de acesso a sistemas protegidos pode ter repercussões significativas na vida das pessoas, resultando em bloqueios financeiros e ordens judiciais fraudulentas.

Cleitin Mil Graus

Recentemente, um mandado de prisão preventiva foi emitido contra um comediante e candidato a deputado estadual de Goiás, baseado em uma decisão inexistente, utilizando a conta de um juiz de Alagoas. O mandado, que alegava um crime contra crianças e adolescentes, foi considerado falso.

 

Candidato Cleitin Mil Graus | Foto: Reprodução / Redes Sociais

A juíza responsável, ao perceber a inexistência do processo, emitiu um contramandado de prisão e notificou as autoridades competentes. O mandado ilegal foi gerado com o nome e login de um juiz, que afirmou nunca ter solicitado tal prisão.

A juíza também requisitou suporte técnico ao Conselho Nacional de Justiça para investigar o caso, que ainda não esclareceu se houve invasão da conta do magistrado ou falhas de segurança.

Além de comediante e candidato, o acusado é suplente de vereador em Goiânia e relatou estar sendo perseguido. Ele tomou conhecimento do mandado ao tentar embarcar de Fortaleza para Goiânia, mas não foi preso.
Por Redação

Famílias enlutadas podem ser alvo de abusos e decisões apressadas

Cuidados com contratos, cobranças extras e promessas verbais ajudam a evitar problemas na contratação de serviços funerários

A morte de alguém próximo coloca a família diante de decisões que precisam ser tomadas em poucas horas, justamente em um momento de forte impacto emocional. Escolha de serviços funerários, translado, velório, sepultamento e outras providências podem envolver valores elevados e contratos que nem sempre são analisados com a atenção necessária. A vulnerabilidade provocada pelo luto, no entanto, não reduz os direitos do consumidor.

No Brasil, os planos de assistência funerária são disciplinados pela Lei Federal nº 13.261/2016, que estabelece, entre outras regras, a obrigatoriedade de contrato escrito com descrição detalhada dos serviços incluídos, valores e número de parcelas, beneficiários, forma de acionamento, área de abrangência, carências, restrições, limites e critérios de reajuste. O Código de Defesa do Consumidor (CDC) também garante o direito a informações claras e precisas e proíbe práticas abusivas.

Para Eduardo Fernandes, gestor de projetos do Campo Santo Familiar (CSF), a urgência característica do momento exige ainda mais transparência por parte de quem presta o serviço. “Uma família enlutada não pode ser pressionada a decidir sem compreender exatamente o que está contratando. O correto é explicar de forma simples o que está incluído, quais são os custos e se existe algum serviço adicional. Transparência, nesse momento, é também uma forma de respeito”, afirma.

Um dos principais cuidados é verificar se a pessoa falecida já possuía algum plano ou assistência funerária, inclusive como benefício oferecido por empresa, associação ou outra instituição. Essa checagem pode evitar a contratação desnecessária de serviços já cobertos. Também é recomendável localizar o contrato antes de autorizar pagamentos adicionais e confirmar quem são os beneficiários e qual a cobertura prevista.

Atenção às cobranças extras - Outro ponto importante são os serviços apresentados como adicionais no momento do funeral. Pelo CDC, o fornecedor deve apresentar orçamento prévio discriminando mão de obra, materiais, condições de pagamento e demais despesas, e, depois de aprovado, esse orçamento só pode ser modificado mediante nova negociação. O consumidor também não deve arcar com acréscimos decorrentes de serviços de terceiros que não tenham sido previstos anteriormente.

“É importante perguntar antes de autorizar qualquer item adicional: isso já está incluído no plano? Há algum custo extra? Qual é o valor? A família tem direito a essas respostas antes da execução do serviço. Mesmo diante da pressa, cobranças precisam ser claras e justificadas”, orienta Fernandes.

Promessas feitas verbalmente também merecem atenção. O Código de Defesa do Consumidor determina que uma oferta suficientemente precisa vincula o fornecedor e passa a integrar a contratação. Na prática, entretanto, registrar aquilo que foi oferecido ajuda a evitar divergências posteriores. Mensagens, e-mails, propostas, fotografias ou outros documentos que demonstrem as condições apresentadas devem ser preservados.

Por isso, Fernandes recomenda que condições importantes não fiquem apenas na conversa. “Se foi oferecido um determinado serviço, cobertura ou benefício, o ideal é que isso esteja documentado. Em um momento delicado, a família não deveria ter que discutir depois se determinada condição foi ou não prometida”, pontua.
Planejamento reduz decisões sob pressão

Embora nem todas as situações possam ser previstas, conversar previamente sobre preferências e conhecer as condições de um eventual plano de assistência pode diminuir o número de decisões que precisarão ser tomadas durante o luto. Para quem já possui contrato, a recomendação é manter familiares informados sobre a existência do serviço e deixar os documentos e canais de atendimento acessíveis.

A própria legislação determina que contratos de assistência funerária especifiquem condições de cancelamento ou suspensão, carências, limitações e forma de acionamento. Ler esses pontos antes de precisar utilizar o serviço pode evitar dúvidas justamente no momento de maior fragilidade emocional.

“Planejar não significa antecipar o sofrimento. Significa evitar que, quando a perda acontecer, a família tenha que resolver tudo de uma vez, sob pressão emocional e com pouco tempo para avaliar alternativas. Quanto mais informação houver antes, maior é a capacidade de fazer escolhas conscientes e de preservar a família de preocupações adicionais”, conclui Eduardo Fernandes.
Assessora de Imprensa: Carla Santana (71) 9 9926-6898

Pai morre durante relação com a própria filha em motel de Manaus

Esse caso está deixando as pessoas completamente perplexas, e aconteceu recentemente em Manaus. Sabemos que todas as relações são importantes, principalmente as relações familiares, aos quais são nossos laços sanguíneos e raízes. Porém as relações familiares saudáveis são aquelas que o amor puro entre pais e filhos impera mais que tudo.

Mas nesse caso específico, o amor entre um pai e uma filha, virou o mesmo amor de casal, que existe entre um homem e uma mulher. Nesse caso o amor de pai e filha passou para uma atração também, e eles começaram a se relacionar há 20 anos atrás, até os dias atuais, onde ele estava com 64 anos de idade e ela está com 46 anos de, incrivelmente eles tiveram um filho juntos, fruto desse relacionamento.

A família inteira os ignorou imediatamente quando souberam do envolvimento amoroso entre pai e filha, porém mesmo assim eles continuaram a viver essa história um tanto quanto inusitada, e ela só acabou com a morte do homem. Quando foi revelado como e quando ele morreu as pessoas ficaram em estado de choque.

O homem morreu tendo a sua última relação íntima com a sua filha em um motel, até então não se sabe exatamente o motivo que tirou a vida desse homem, porém ele acabou morrendo exatamente no momento do ato e fato sendo consumado.

Ao que tudo indica ele teve um infarto, pois muitas pessoas tem dificuldade de fazer grandes esforços físicos, o que sobrecarrega o coração e aumenta muito a circulação sanguínea. Rapidamente foi chamada uma equipe de salvamento.

Porém o homem já estava em óbito quando eles chegaram, e nada mais podia ser feito. Então foi chamada a perícia e o IML, para recolherem o corpo do homem e conseguir definir exatamente o que aconteceu com ele naquele momento específico.
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De propósito? Xuxa revela bastidores do polêmico episódio da virilha

A apresentadora Xuxa Meneghel, 62, contou os bastidores do problema que teve com o figurino no primeiro show da turnê “O Último Voo da Nave”, em São Paulo. A atriz assumiu a culpa após ter a parte íntima exposta na apresentação por não ter “colocado direito as coisas para dentro”.

Xuxa conta que os figurinos foram inspirados nas décadas de 1980 e 1990. A apresentadora pontua que as roupas da época eram muito cavadas e que ela chegou a pedir para que fossem feitas alterações na peças;

“Os maiôs, as roupas dos anos 80 e 90, eram muito cavados! Muito cavados! E eu falava: ‘Pô, me dá dois dedinhos aqui, dois aqui, dois ali’. Mas eu errei ali”, relatou em entrevista à QUEM.

“Eu, na realidade, para contar a sério mesmo, fui eu errei ali. Teve um intervalo, eu fui ao banheiro, aí não botei direito as coisas pra dentro. Me ferrei”, acrescentou

Para evitar um novo constrangimento, Xuxa revela que usa duas meias para ficar mais confortável.

“No show, coloquei duas também agora pra ficar bem confortável. Porque, na realidade – eu inclusive tenho isso gravado, eu provando as roupas -, eu não queria que não ficasse muito cavado”, destacou.. 


Colisão entre carro e caminhão deixa dois jovens feridos na BR-330, próximo ao trevo de Itagi

Foto: Jitaúna em Dia
Uma colisão envolvendo um carro de passeio e um caminhão deixou dois jovens feridos na noite desta sexta-feira (7), na BR-330, nas proximidades do entroncamento de Itagi. O acidente foi registrado por volta das 19h, no trecho sentido Jitaúna. Os ocupantes do automóvel foram identificados como João Pedro Oliveira da Silva e Carlos Eduardo Santos. Conforme informações do Blog Jitaúna em Dia, os jovens teriam saído do entroncamento de Itagi em direção a Jequié quando ocorreu a colisão com o caminhão, que seguia no sentido Jitaúna. O caminhão era conduzido por um homem identificado pelo prenome Vanderson e pertence a uma empresa sediada em Vitória da Conquista.
Foto: Jitaúna em Dia
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e prestou os primeiros socorros aos dois jovens. Eles foram encaminhados ao Hospital Geral Prado Valadares (HGPV), em Jequié. Não há informações atualizadas sobre o estado de saúde das vítimas. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) esteve no local e registrou a ocorrência. As circunstâncias e causas do acidente deverão ser apuradas. *Com informações de Neilton Brito/Jitaúna em Dia.

VÍDEO: Gusttavo Lima é parado em blitz da Lei Seca e policial não reconhece cantor

O cantor Gusttavo Lima foi parado por uma equipe da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em uma blitz realizada na última quarta-feira (29), no Rio Grande do Norte.

Nas redes sociais, o cantor mostrou o momento em que foi parado pelos policiais. Gusttavo se identificou com o nome de batismo, Nivaldo Batista Lima, e falou sobre a profissão, sem ser reconhecido por um dos policiais.

O cantor foi reconhecido pelo parceiro do agente, que acompanhava toda situação: "É impressão minha ou é o maior cantor do Brasil? Ah, é o próprio".

O 'Embaixador' agradeceu o reconhecimento e após prestar o teste do bafômetro, deixou o local para seguir viagem. "Nem o Embaixador escapa, bebê. Parabéns pelo trabalho, PRF".

Esta não é a primeira vez que o artista é parado em uma blitz de lei seca. Em outra ocasião, o cantor também fez o teste e agradeceu aos agentes pelo trabalho.

WhatsApp Web terá ligações de video e compartilhamento de tela a partir desta terça

O WhatsApp anunciou nesta terça-feira (28) a habilitação de chamadas de vídeo pelo WhatsApp Web --modalidade do aplicativo de mensagem usada em computadores e navegadores. Segundo a empresa, a nova funcionalidade inclui compartilhamento de tela, reações e histórico de chamadas.

Assim como na versão para celular, as ligações pelo navegador são criptografadas de ponta a ponta, sem limite de tempo e não geram custo aos usuários. Recursos técnicos, como a disponibilidade de alta definição para video e supressão de ruído para áudio fazem parte da atualização. As novas ferramentas serão disponibilizadas de forma gradual.

Conforme a publicação no site do WhatsApp, é possível começar uma chamada em um dispositivo móvel e transferi-la para o computador sem que haja desconexão. Iniciar a chamada no computador e transferir para o celular ou tablet também é uma opção.

Também está entre as novidades a possibilidade de restringir a entrada de pessoas em uma chamada, ou condicioná-la à aprovação do administrador da ligação, presente em plataformas como Zoom, Google Meet e Microsoft Teams.

Em 22 de julho, o aplicativo anunciou o fim da exigência de conexão com o celular para uso do WhatsApp via iPad. Agora, os usuários podem criar contas diretamente no tablet da Apple.

As versões do app usadas em sistemas automotivos, como Android Auto e CarPlay (compatível com iPhone), também foram atualizadas. Motoristas podem ver e responder mensagens; acessar contatos e gerir ligações por comandos de voz.

Aos 35 anos, Lei de Cotas ainda desafia empresas a promover inclusão real

                                       Especialista alerta que cumprir percentuais não basta

Trinta e cinco anos depois de ser sancionada, a Lei de Cotas continua sendo uma das principais portas de entrada das pessoas com deficiência no mercado de trabalho brasileiro. A norma, criada em julho de 1991, avançou na garantia de oportunidades, mas ainda convive com um desafio persistente: transformar contratações feitas para atender a uma obrigação legal em inclusão verdadeira, com acessibilidade, permanência e possibilidade de crescimento profissional.

Dados da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) mostram que o Brasil encerrou 2025 com 759.016 vínculos formais ocupados por pessoas com deficiência ou trabalhadores reabilitados — crescimento de 2,4% em relação ao ano anterior. Apesar do avanço, esse grupo representava apenas 1,27% dos quase 60 milhões de empregos formais existentes no país.

Prevista no artigo 93 da Lei nº 8.213/1991, a regra determina que empresas com 100 a 200 empregados destinem 2% dos cargos a pessoas com deficiência ou reabilitadas pela Previdência Social. O percentual sobe gradualmente até chegar a 5% nas companhias com mais de mil trabalhadores.

Para a advogada Sabrina Batista, sócia do BSF Advogados, a reserva de vagas deve ser entendida como ponto de partida, e não como objetivo final da política de inclusão. “A empresa pode estar formalmente dentro do percentual exigido e, mesmo assim, manter um ambiente excludente. A inclusão real acontece quando o profissional consegue entrar, desempenhar suas atividades com autonomia, participar de treinamentos, ser promovido e construir uma carreira em igualdade de condições”, afirma.

Contratar não é suficiente - A Lei Brasileira de Inclusão proíbe a discriminação durante o recrutamento, a contratação, a permanência no emprego e a ascensão profissional. Também assegura igualdade de remuneração e acesso a cursos, planos de carreira, promoções e benefícios.

Na prática, porém, ainda há organizações que concentram pessoas com deficiência em determinadas funções, deixam de oferecer adaptações razoáveis ou não preparam gestores e equipes para lidar com a diversidade. Além das barreiras arquitetônicas, sistemas digitais inacessíveis, falhas de comunicação e atitudes preconceituosas podem limitar o exercício profissional.

“Não basta contratar uma pessoa cadeirante sem garantir circulação segura ou admitir um profissional com deficiência auditiva sem avaliar os recursos necessários à comunicação. A empresa precisa identificar as barreiras existentes e oferecer condições compatíveis com as necessidades de cada trabalhador”, ressalta Sabrina. “As barreiras atitudinais também precisam ser quebradas, pois as maiores barreiras nem sempre são físicas. Muitas vezes estão na resistência de gestores em confiar responsabilidades relevantes às pessoas com deficiência”, completa a advogada.

A alegação de que faltam profissionais qualificados também precisa ser analisada com cuidado. Exigências desproporcionais, processos seletivos inacessíveis e falta de capacitação das lideranças podem afastar candidatos antes mesmo da contratação.

Demissão exige cuidado - A legislação estabelece que a dispensa sem justa causa de uma pessoa com deficiência ou trabalhador reabilitado, em contrato por prazo indeterminado, somente pode ocorrer após a contratação de outro profissional pertencente ao público protegido. A mesma exigência vale para contratos por prazo determinado superiores a 90 dias.

Em 2025, o Ministério do Trabalho e Emprego analisou cerca de 36,4 mil rescisões envolvendo pessoas com deficiência ou reabilitados e identificou mais de 5,3 mil desligamentos irregulares. No mesmo período, 8,6 mil ações fiscais resultaram em aproximadamente 37,7 mil contratações e na autuação de mais de 4,2 mil empresas.

“Não é recomendável que a empresa demita primeiro para somente depois procurar um substituto. O desligamento precisa ser precedido de análise jurídica e planejamento, porque o descumprimento da regra pode gerar reintegração, autuação administrativa e responsabilização judicial”, explica Sabrina.

A especialista orienta ainda que as empresas mantenham registros das medidas adotadas para cumprir a legislação, como divulgação acessível de vagas, adaptações nos processos seletivos, contato com serviços públicos de emprego e capacitação das equipes. A alegação genérica de dificuldade para contratar não substitui a demonstração de esforços concretos.

Para Sabrina, depois de 35 anos, o principal desafio é incorporar a inclusão à cultura das organizações, com acessibilidade, acompanhamento da permanência dos profissionais e oportunidades efetivas de desenvolvimento. “A cota não pode ser tratada apenas como um número a ser completado. Pessoas com deficiência não devem ser contratadas somente para evitar multas, mas reconhecidas como profissionais capazes, produtivas e detentoras do mesmo direito de trabalhar, crescer e ocupar espaços de decisão”, conclui.

Assessoria de Imprensa: Carla Santana (71) 9 9926-6898

Moradores da Região do Blocão em Jitauna reclamam das condições das estradas

As reclamações sobre as más condições das estradas das Zonas Rurais em  de Jitaúna (como a região do Blocão e arredores) é um problema recorrente que afeta diretamente o dia a dia e a economia dos produtores e moradores locais.

Escoamento da Produção Agrícola: A dificuldade de tráfego prejudica o transporte de hortifrutigranjeiros, cacau e leite, aumentando os custos e o tempo de deslocamento para os mercados e feiras da região.

Valetas, lama e buracos causam transtornos no transporte escolar de crianças e jovens, além de dificultarem o acesso emergencial a unidades de saúde e serviços de urgência.

O tráfego em vias não pavimentadas e desgastadas aumenta a manutenção mecânica e os riscos de acidentes para mototaxistas, motoristas de veículos leves e utilitários.

Períodos de chuvas intensas provocam erosão, formação de atoleiros e carregam o cascalho da pista, agravando rapidamente o trecho rural.

A manutenção é de responsabilidade da Secretaria Municipal de Infraestrutura/Obras de Jitaúna, que segundo os reclamantes não vem se preocupando para a recuperação das estradas e enquanto isso os transtornos continua.
Confira o Video:

"Se lobo mau assoprar a casa de vocês cai", diz ex-marido de Preta Gil após documentário sobre artista

O personal trainer Rodrigo Godoy, ex-marido de Preta Gil, se pronunciou nas redes sociais após a exibição do documentário 'Quanto Mais Preta, Melhor', na Globo.

Em vídeo, Godoy respondeu as críticas feitas por Carolina Dieckmmann e Gominho no documentário e pelos internautas nas redes sociais sobre como o comportamento dele foi prejudicial para o estado de saúde de Preta, que faleceu em julho de 2025 em decorrência de complicações do câncer.

Na gravação compartilhada no Instagram, o personal trainer deu a entender saber de coisas que aconteceram nos bastidores envolvendo alguns famosos e recomendou que o assunto cessasse, caso não quisessem ter segredos expostos.
"Vocês estão com teto de vidro tacando pedra no telhado dos outros e vocês não estão podendo. Se lobo mau assoprar a casa de vocês cai toda. Nesse meio contasse nos dedos quem realmente é amigo, íntegro, eles são tudo falso um com o outro. Assim que sai pela porta, é fulano falando mal de fulaninho. Cansei de ver."

Em outro registro, Rodrigo falou que queria ser "entrevistado" por esses amigos da ex-mulher para colocar a versão dele para fora também.

"Eu queria estar sentado ali no meio, onde eles falassem o que quisessem e eu também, falar o que eu quisesse. Tipo ‘Roda Viva’. Será que aceitariam o meu convite?", questionou.

No documentário, Dieckmmann afirma que a traição de Godoy e a separação tiveram forte impacto no quadro de saúde da amiga.

Preta chegou a contar no livro 'Preta Gil: Os primeiros 50', que na época, Rodrigo alegava ter fobia de ambientes hospitalares, e por isso, evitava acompanhar a cantora de perto nas sessões de tratamento médico.

O casamento da artista chegou ao fim após Rodrigo optar por fazer uma viagem sozinho para o Uruguai a estar perto dela durante o tratamento. Pouco tempo depois, a cantora descobriu que a viagem foi feita com a amante.
Informações: Bahia noticias

VÍDEO: O Kannalha se emociona ao falar sobre Preta Gil e amigos apontam pagodeiro como última paixão da cantora

O cantor baiano Danrlei Orrico, conhecido pelo público como O Kannalha, não conteve a emoção ao falar sobre a relação com Preta Gil no documentário 'Preta - Eu Não Ando Só', exibido na última segunda-feira (20) pela Globo.

Danrlei, que foi visto como um último "affair" da artista, se tornou um grande amigo de Preta e esteve ao lado da cantora durante o tratamento contra o câncer. No documentário, o pagodeiro relembrou o início da relação.

"A gente se conheceu; ela foi a um show do Kannalha na Bahia, um verão da Bahia. Tudo aconteceu muito rápido e naturalmente", disse.

 

 Segundo relato de amigos e familiares, Danrlei foi a última paixão da cantora. Um dos registros do documentário mostrou uma surpresa feita por Malu Borges, amiga de Preta, que teve a ideia de levá-lo de surpresa para visitar a amiga e a fez sorrir de orelha a orelha com a presença do artista.


"Quando ele chegava, ela ficava tão feliz... e ele tinha muito cuidado com ela", relembrou a DJ Jude Paulla.

O pagodeiro foi uma das visitas mais constantes de Preta durante o internamento após a descoberta do retorno do câncer. "Minhas últimas felicidades de poder ficar feliz é fazê-la comer, ela ficava tão feliz", contou.

O artista também falou brevemente sobre a intimidade do casal e brincou com o fato de Preta ser uma mulher "quente".

"Preta fez 50 ali mas era danada demais... Aquela negona era quente, se tratando do assunto, amava. Amava uma uma sacanagenzinha, uma coisinha... Tem muita história engraçada, estou aqui pensando, 'será que essa dá pra contar'."

Homem flagrado se masturbando atrás de mulher em academia de condomínio na Bahia é educador físico

O homem flagrado se masturbando dentro da academia de um condomínio em Feira de Santana foi identificado como Pedro Henrique 24 anos, de acordo com informações divulgadas pela TV Record. O caso aconteceu na manhã de domingo (19), na Avenida Antônio Ribeiro Marques, e é investigado pela Polícia Civil.

Pedro Henrique é morador do condomínio onde o crime aconteceu. Nas redes sociais, ele se apresenta como um educador físico e diz atender pelo apelido de ‘El Pedrito’. A vítima fazia caminhada na esteira quando o suspeito praticou o ato obsceno. Ela, no entanto, não percebeu a situação naquele momento.

O crime só foi descoberto mais tarde, quando a jovem assistiu ao vídeo que havia gravado durante o próprio treino. Nas imagens, que passaram a circular nas redes sociais, é possível ver Pedro Henrique ao fundo da academia retirando o órgão genital do short enquanto observa a vítima.

A Polícia Militar da Bahia foi acionada por meio de equipes do 25º Batalhão (BPM). No entanto, quando os policiais chegaram ao condomínio, o suspeito já havia deixado o local. Os militares realizaram buscas na região, mas não conseguiram localizar Pedro Henrique. A vítima foi orientada a registrar um boletim de ocorrência para que a Polícia Civil desse início às investigações e adotasse as medidas cabíveis.

O caso é apurado como suspeita de importunação sexual. Até o momento, não há informações sobre a localização do investigado. Vale destacar que a identificação do suspeito não representa condenação, e ele terá direito à ampla defesa e ao contraditório no decorrer da investigação. (Correio 24h)

Sensibilidade no Luto | relato de menina de oito anos sobre saudades da mãe viraliza no Brasil

Uma criança de 8 anos emocionou o público e viralizou nas redes sociais após relatar a perda recente de sua genitora, ocorrida em maio deste ano. A pequena Antonela compartilhou sua história durante uma entrevista ao vivo concedida à repórter Bianka Carvalho, da TV Globo, enquanto acompanhava a cobertura da festa de Nossa Senhora do Carmo, padroeira de Recife, na edição do telejornal NE1 de quinta-feira (16). A abordagem aconteceu na Basílica do Carmo, localizada no bairro de Santo Antônio, no Centro da capital pernambucana. A maturidade e a sensibilidade demonstradas pela garota ao descrever o luto e ao valorizar a rede de apoio familiar chamaram a atenção de quem acompanhava a transmissão. Durante o diálogo, Antonela expressou o sentimento de ausência no seu cotidiano e detalhou como enxerga essa transição e o suporte que recebe em seu lar:
“Fiz 8 anos e não vi minha mãezinha porque minha mãezinha está no céu. A minha família me apoia, mas ainda sinto saudades da minha mãe. Eu quero muito ter uma mamãe, não pode substituir, mas a irmã da minha mãe, ela é minha mãe. Eu tenho duas mães que me protegem”. 

A menina também contou que conversa com a mãe por meio das orações e afirmou acreditar que ela continua olhando por ela em todos os momentos: “A minha mãe está me vendo em todos os lugares. Na escola, minha mãe está me vendo aqui. Mesmo eu não vendo ela, ela me vê. Eu sinto a saudade dela porque ela é a minha mãe. Eu queria dar um abraço nela, eu queria falar com ela, mas eu não consigo. Eu consigo orar, eu consigo falar com ela orando”. Diante do depoimento comovente, a jornalista Bianka Carvalho abraçou a entrevistada em um gesto de carinho coletivo, elogiando sua força, coragem e amor. A garota revelou ainda que já sofreu bullying por causa do falecimento da mãe, ocasião em que outra criança usou o sofrimento para ofendê-la. Diante disso, a repórter a aconselhou a não revidar e sugeriu que ela respondesse apenas que ambas têm mãe, mas que a dela está no céu, zelando por sua vida.

Anvisa atualiza composição de vacinas contra Covid para acompanhar variantes em circulação


Imunizantes com fórmula anterior poderão ser usados por até nove meses após aprovação da versão atualizada
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) atualizou nesta quarta-feira (8) as regras para a composição das vacinas contra a Covid-19 que poderão ser comercializadas ou usadas no Brasil.

A norma substitui a regra publicada em março e mantém a recomendação de atualização dos imunizantes para acompanhar a evolução do Sars-CoV-2. O texto detalha quais linhagens podem ser usadas na formulação das vacinas e quais evidências serão exigidas para aprovar outras composições.

Pela regra, divulgada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (9), os imunizantes devem ser monovalentes, ou seja, formulados para estimular a resposta do organismo contra uma única linhagem do Sars-CoV-2. A composição deverá incluir a cepa LP.8.1 ou antígenos derivados da linhagem JN.1, como as sublinhagens XFG ou NB.1.8.1.

A norma também permite outras composições. Para isso, os fabricantes devem comprovar que elas induzem uma resposta ampla de anticorpos neutralizantes, capazes de bloquear a entrada do vírus nas células, ou que são eficazes contra as variantes do coronavírus em circulação no momento da atualização.

A Anvisa prevê um período de transição para a troca de formulação. Vacinas contra a Covid já registradas e produzidas antes da atualização, assim como doses que já estejam distribuídas no país, poderão ser usadas por até nove meses após a agência aprovar a versão atualizada daquele imunizante.

O prazo, porém, pode ser reduzido ou interrompido se houver manifestação expressa da Anvisa em sentido contrário.

Para atualizar uma vacina que não se enquadre nos critérios definidos pela norma, o fabricante deverá apresentar um protocolo específico à agência. O pedido deve incluir, no mínimo, informações sobre produção e qualidade da nova formulação e dados de segurança e eficácia seguindo critérios da OMS (Organização Mundial da Saúde).

Como o Sars-CoV-2 continua evoluindo e dando origem a novas linhagens, a composição das vacinas precisa ser atualizada periodicamente para acompanhar as variantes em circulação. A estratégia é semelhante à adotada com a vacina da gripe e busca manter a proteção contra as formas mais graves da doença e mortes.

Para a população, a mudança significa que as vacinas passarão a ter uma composição mais próxima das linhagens do vírus em circulação. A atualização não invalida as doses já tomadas, que seguem importantes na proteção contra casos graves e mortes, mas reforça a necessidade de seguir as recomendações de reforço.

Por Folhapress

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