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Moradores da Região do Blocão em Jitauna reclamam das condições das estradas

As reclamações sobre as más condições das estradas das Zonas Rurais em  de Jitaúna (como a região do Blocão e arredores) é um problema recorrente que afeta diretamente o dia a dia e a economia dos produtores e moradores locais.

Escoamento da Produção Agrícola: A dificuldade de tráfego prejudica o transporte de hortifrutigranjeiros, cacau e leite, aumentando os custos e o tempo de deslocamento para os mercados e feiras da região.

Valetas, lama e buracos causam transtornos no transporte escolar de crianças e jovens, além de dificultarem o acesso emergencial a unidades de saúde e serviços de urgência.

O tráfego em vias não pavimentadas e desgastadas aumenta a manutenção mecânica e os riscos de acidentes para mototaxistas, motoristas de veículos leves e utilitários.

Períodos de chuvas intensas provocam erosão, formação de atoleiros e carregam o cascalho da pista, agravando rapidamente o trecho rural.

A manutenção é de responsabilidade da Secretaria Municipal de Infraestrutura/Obras de Jitaúna, que segundo os reclamantes não vem se preocupando para a recuperação das estradas e enquanto isso os transtornos continua.
Confira o Video:

"Se lobo mau assoprar a casa de vocês cai", diz ex-marido de Preta Gil após documentário sobre artista

O personal trainer Rodrigo Godoy, ex-marido de Preta Gil, se pronunciou nas redes sociais após a exibição do documentário 'Quanto Mais Preta, Melhor', na Globo.

Em vídeo, Godoy respondeu as críticas feitas por Carolina Dieckmmann e Gominho no documentário e pelos internautas nas redes sociais sobre como o comportamento dele foi prejudicial para o estado de saúde de Preta, que faleceu em julho de 2025 em decorrência de complicações do câncer.

Na gravação compartilhada no Instagram, o personal trainer deu a entender saber de coisas que aconteceram nos bastidores envolvendo alguns famosos e recomendou que o assunto cessasse, caso não quisessem ter segredos expostos.
"Vocês estão com teto de vidro tacando pedra no telhado dos outros e vocês não estão podendo. Se lobo mau assoprar a casa de vocês cai toda. Nesse meio contasse nos dedos quem realmente é amigo, íntegro, eles são tudo falso um com o outro. Assim que sai pela porta, é fulano falando mal de fulaninho. Cansei de ver."

Em outro registro, Rodrigo falou que queria ser "entrevistado" por esses amigos da ex-mulher para colocar a versão dele para fora também.

"Eu queria estar sentado ali no meio, onde eles falassem o que quisessem e eu também, falar o que eu quisesse. Tipo ‘Roda Viva’. Será que aceitariam o meu convite?", questionou.

No documentário, Dieckmmann afirma que a traição de Godoy e a separação tiveram forte impacto no quadro de saúde da amiga.

Preta chegou a contar no livro 'Preta Gil: Os primeiros 50', que na época, Rodrigo alegava ter fobia de ambientes hospitalares, e por isso, evitava acompanhar a cantora de perto nas sessões de tratamento médico.

O casamento da artista chegou ao fim após Rodrigo optar por fazer uma viagem sozinho para o Uruguai a estar perto dela durante o tratamento. Pouco tempo depois, a cantora descobriu que a viagem foi feita com a amante.
Informações: Bahia noticias

VÍDEO: O Kannalha se emociona ao falar sobre Preta Gil e amigos apontam pagodeiro como última paixão da cantora

O cantor baiano Danrlei Orrico, conhecido pelo público como O Kannalha, não conteve a emoção ao falar sobre a relação com Preta Gil no documentário 'Preta - Eu Não Ando Só', exibido na última segunda-feira (20) pela Globo.

Danrlei, que foi visto como um último "affair" da artista, se tornou um grande amigo de Preta e esteve ao lado da cantora durante o tratamento contra o câncer. No documentário, o pagodeiro relembrou o início da relação.

"A gente se conheceu; ela foi a um show do Kannalha na Bahia, um verão da Bahia. Tudo aconteceu muito rápido e naturalmente", disse.

 

 Segundo relato de amigos e familiares, Danrlei foi a última paixão da cantora. Um dos registros do documentário mostrou uma surpresa feita por Malu Borges, amiga de Preta, que teve a ideia de levá-lo de surpresa para visitar a amiga e a fez sorrir de orelha a orelha com a presença do artista.


"Quando ele chegava, ela ficava tão feliz... e ele tinha muito cuidado com ela", relembrou a DJ Jude Paulla.

O pagodeiro foi uma das visitas mais constantes de Preta durante o internamento após a descoberta do retorno do câncer. "Minhas últimas felicidades de poder ficar feliz é fazê-la comer, ela ficava tão feliz", contou.

O artista também falou brevemente sobre a intimidade do casal e brincou com o fato de Preta ser uma mulher "quente".

"Preta fez 50 ali mas era danada demais... Aquela negona era quente, se tratando do assunto, amava. Amava uma uma sacanagenzinha, uma coisinha... Tem muita história engraçada, estou aqui pensando, 'será que essa dá pra contar'."

Homem flagrado se masturbando atrás de mulher em academia de condomínio na Bahia é educador físico

O homem flagrado se masturbando dentro da academia de um condomínio em Feira de Santana foi identificado como Pedro Henrique 24 anos, de acordo com informações divulgadas pela TV Record. O caso aconteceu na manhã de domingo (19), na Avenida Antônio Ribeiro Marques, e é investigado pela Polícia Civil.

Pedro Henrique é morador do condomínio onde o crime aconteceu. Nas redes sociais, ele se apresenta como um educador físico e diz atender pelo apelido de ‘El Pedrito’. A vítima fazia caminhada na esteira quando o suspeito praticou o ato obsceno. Ela, no entanto, não percebeu a situação naquele momento.

O crime só foi descoberto mais tarde, quando a jovem assistiu ao vídeo que havia gravado durante o próprio treino. Nas imagens, que passaram a circular nas redes sociais, é possível ver Pedro Henrique ao fundo da academia retirando o órgão genital do short enquanto observa a vítima.

A Polícia Militar da Bahia foi acionada por meio de equipes do 25º Batalhão (BPM). No entanto, quando os policiais chegaram ao condomínio, o suspeito já havia deixado o local. Os militares realizaram buscas na região, mas não conseguiram localizar Pedro Henrique. A vítima foi orientada a registrar um boletim de ocorrência para que a Polícia Civil desse início às investigações e adotasse as medidas cabíveis.

O caso é apurado como suspeita de importunação sexual. Até o momento, não há informações sobre a localização do investigado. Vale destacar que a identificação do suspeito não representa condenação, e ele terá direito à ampla defesa e ao contraditório no decorrer da investigação. (Correio 24h)

Sensibilidade no Luto | relato de menina de oito anos sobre saudades da mãe viraliza no Brasil

Uma criança de 8 anos emocionou o público e viralizou nas redes sociais após relatar a perda recente de sua genitora, ocorrida em maio deste ano. A pequena Antonela compartilhou sua história durante uma entrevista ao vivo concedida à repórter Bianka Carvalho, da TV Globo, enquanto acompanhava a cobertura da festa de Nossa Senhora do Carmo, padroeira de Recife, na edição do telejornal NE1 de quinta-feira (16). A abordagem aconteceu na Basílica do Carmo, localizada no bairro de Santo Antônio, no Centro da capital pernambucana. A maturidade e a sensibilidade demonstradas pela garota ao descrever o luto e ao valorizar a rede de apoio familiar chamaram a atenção de quem acompanhava a transmissão. Durante o diálogo, Antonela expressou o sentimento de ausência no seu cotidiano e detalhou como enxerga essa transição e o suporte que recebe em seu lar:
“Fiz 8 anos e não vi minha mãezinha porque minha mãezinha está no céu. A minha família me apoia, mas ainda sinto saudades da minha mãe. Eu quero muito ter uma mamãe, não pode substituir, mas a irmã da minha mãe, ela é minha mãe. Eu tenho duas mães que me protegem”. 

A menina também contou que conversa com a mãe por meio das orações e afirmou acreditar que ela continua olhando por ela em todos os momentos: “A minha mãe está me vendo em todos os lugares. Na escola, minha mãe está me vendo aqui. Mesmo eu não vendo ela, ela me vê. Eu sinto a saudade dela porque ela é a minha mãe. Eu queria dar um abraço nela, eu queria falar com ela, mas eu não consigo. Eu consigo orar, eu consigo falar com ela orando”. Diante do depoimento comovente, a jornalista Bianka Carvalho abraçou a entrevistada em um gesto de carinho coletivo, elogiando sua força, coragem e amor. A garota revelou ainda que já sofreu bullying por causa do falecimento da mãe, ocasião em que outra criança usou o sofrimento para ofendê-la. Diante disso, a repórter a aconselhou a não revidar e sugeriu que ela respondesse apenas que ambas têm mãe, mas que a dela está no céu, zelando por sua vida.

Anvisa atualiza composição de vacinas contra Covid para acompanhar variantes em circulação


Imunizantes com fórmula anterior poderão ser usados por até nove meses após aprovação da versão atualizada
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) atualizou nesta quarta-feira (8) as regras para a composição das vacinas contra a Covid-19 que poderão ser comercializadas ou usadas no Brasil.

A norma substitui a regra publicada em março e mantém a recomendação de atualização dos imunizantes para acompanhar a evolução do Sars-CoV-2. O texto detalha quais linhagens podem ser usadas na formulação das vacinas e quais evidências serão exigidas para aprovar outras composições.

Pela regra, divulgada no Diário Oficial da União nesta quinta-feira (9), os imunizantes devem ser monovalentes, ou seja, formulados para estimular a resposta do organismo contra uma única linhagem do Sars-CoV-2. A composição deverá incluir a cepa LP.8.1 ou antígenos derivados da linhagem JN.1, como as sublinhagens XFG ou NB.1.8.1.

A norma também permite outras composições. Para isso, os fabricantes devem comprovar que elas induzem uma resposta ampla de anticorpos neutralizantes, capazes de bloquear a entrada do vírus nas células, ou que são eficazes contra as variantes do coronavírus em circulação no momento da atualização.

A Anvisa prevê um período de transição para a troca de formulação. Vacinas contra a Covid já registradas e produzidas antes da atualização, assim como doses que já estejam distribuídas no país, poderão ser usadas por até nove meses após a agência aprovar a versão atualizada daquele imunizante.

O prazo, porém, pode ser reduzido ou interrompido se houver manifestação expressa da Anvisa em sentido contrário.

Para atualizar uma vacina que não se enquadre nos critérios definidos pela norma, o fabricante deverá apresentar um protocolo específico à agência. O pedido deve incluir, no mínimo, informações sobre produção e qualidade da nova formulação e dados de segurança e eficácia seguindo critérios da OMS (Organização Mundial da Saúde).

Como o Sars-CoV-2 continua evoluindo e dando origem a novas linhagens, a composição das vacinas precisa ser atualizada periodicamente para acompanhar as variantes em circulação. A estratégia é semelhante à adotada com a vacina da gripe e busca manter a proteção contra as formas mais graves da doença e mortes.

Para a população, a mudança significa que as vacinas passarão a ter uma composição mais próxima das linhagens do vírus em circulação. A atualização não invalida as doses já tomadas, que seguem importantes na proteção contra casos graves e mortes, mas reforça a necessidade de seguir as recomendações de reforço.

Por Folhapress

Autor de chacina no Morumbi Shopping volta a frequentar cinemas e shoppings em Salvador após deixar hospital de custódia

O ex-estudante de Medicina Mateus da Costa Meira
O ex-estudante de Medicina Mateus da Costa Meira, responsável pela chacina no Morumbi Shopping, em São Paulo, em 1999, tem chamado a atenção de frequentadores do Shopping Barra, em Salvador, desde que deixou o Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico da Bahia, em 2024. Hoje com 51 anos, ele costuma circular pelo centro comercial, visitar livrarias, cafés e até salas de cinema, situação que tem gerado apreensão entre lojistas e clientes, que relatam medo ao reconhecê-lo. A reportagem é do jornal O Globo.

Condenado inicialmente a 120 anos de prisão pelo ataque que deixou três mortos e nove feridos, Mateus teve sua trajetória judicial marcada por disputas sobre sua condição mental. Embora tenha sido considerado plenamente responsável pelo crime pela Justiça de São Paulo, acabou sendo absolvido em outro processo na Bahia por ser considerado inimputável, sendo internado por tempo indeterminado em um hospital de custódia. Após avaliações médicas e decisão da Justiça baiana, ele foi liberado para continuar tratamento psiquiátrico fora da instituição.

A soltura, porém, continua cercada de controvérsias. Psiquiatras que acompanharam o caso e integrantes do Ministério Público defendem que Mateus ainda representa risco à sociedade, citando sua ausência de empatia, histórico de violência e capacidade de planejamento. Especialistas ouvidos pela reportagem afirmam que ele não deveria estar em liberdade, enquanto pessoas que convivem com sua presença em Salvador relatam receio ao encontrá-lo em locais públicos, especialmente em ambientes semelhantes ao cenário do massacre ocorrido há 27 anos.

Por Redação/Politica Livre

MP faz operação contra fraude em licitações da prefeitura de São Paulo- Por Agência Brasil

A prefeitura de São Paulo não é investigada nesta operação
O Grupo de atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público (MP) de São Paulo, faz operação na manhã desta terça-feira (7) para investigar esquema de fraude em licitações na prefeitura da capital.

Uma apuração prévia indica que um ex-servidor comissionado, que atuava na Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras, e outro servidor, da Secretaria Municipal das Subprefeituras, direcionaram processos licitatórios para favorecer empresas em troca de vantagens indevidas. Os dois foram exonerados de seus cargos no início do ano.

De acordo com investigações do MP-SP, os valores recebidos pelos servidores são incompatíveis com seus rendimentos. Eles compraram imóveis, veículos e outros bens em nome de outras pessoas. Isso pode configurar ocultação de patrimônio de origem ilícita.

As buscas são feitas nos endereços dos investigados, que podem ser acusados de corrupção, fraude em licitações e lavagem de dinheiro.

A prefeitura de São Paulo não é investigada nesta operação.

Presidente da Câmara de Vereadores de Lauro de Freitas é preso por agredir mulher

       Vereador conhecido como "Juca", foi preso nesta sexta-feira (26) em bar na Pituba em Salvador

O presidente da Câmara de Vereadores de Lauro de Freitas, o vereador João Raimundo Damacena dos Santos (PSDB), mais conhecido como “Juca”, foi preso na tarde desta sexta-feira (26), após ser acusado de agredir uma mulher em um bar localizado no bairro da Pituba, em Salvador.

A Polícia Militar da Bahia (PMBA) foi acionada por um juiz que estava no estabelecimento e presenciou a ocorrência. O vereador teria esganado uma advogada durante uma discussão, e a mulher foi apontada a suposta amante do parlamentar.

Após o juiz acionar a polícia, equipes da 13ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) chegaram ao local, detiveram o vereador e o encaminharam para a Casa da Mulher Brasileira, onde o caso passou a ser registrado. Em nota, a assessoria do presidente da Câmara de Lauro de Freitas, negou que tenha ocorrido qualquer tipo de agressão e classificou o ocorrido como “mal-entendido”.

A defesa informou que o parlamentar participava de uma reunião com sua advogada e que ambos discutiram por divergências profissionais. O caso deverá ser apurado pelas autoridades competentes, que irão analisar os depoimentos das partes envolvidas e as demais provas produzidas durante a investigação.

Veja a nota da assessoria:

“Por meio de sua assessoria, esclarece que, ao contrário do que vem sendo veiculado e especulado, não houve qualquer tipo de agressão contra a mulher praticada por sua parte.

O vereador participava de uma reunião com sua advogada e, em razão de divergências profissionais, ambos acabaram se envolvendo em uma discussão.

Todo o mal entendido já está sendo devidamente esclarecido perante as autoridades competentes.

O vereador reforça que é contra toda e qualquer forma de violência, especialmente contra as mulheres, e reafirma seu compromisso como cidadão e parlamentar no combate a esse tipo de crime”.

Pé de servidor que amputou o próprio membro para tentar fraude milionária foi achado em mochila

Acessório estava escondido a cerca de 350 metros do ponto onde o homem foi inicialmente socorrido

O pé do servidor público que amputou o próprio membro em uma tentativa de fraudar seguradoras para receber uma indenização de R$ 1,5 milhão foi localizado por investigadores dentro de sua própria mochila.

O acessório estava escondido a cerca de 350 metros do ponto onde o homem foi inicialmente socorrido, em uma área da zona rural do município de São Gonçalo dos Campos, no Centro-Norte baiano.

O caso tomou um rumo inesperado quando a polícia constatou que a bolsa continha não apenas o membro cortado, mas também todos os pertences de valor que o servidor alegava terem sido levados pelos criminosos.

Inicialmente, ele havia prestado depoimento afirmando que tinha sido vítima de um assalto seguido de sequestro, no qual os assaltantes teriam roubado seu aparelho celular, relógio e demais bens, além de terem decepado seu pé.

A versão apresentada entrou em contradição imediata com as evidências materiais colhidas no local. A descoberta da mochila revelou que a narrativa do crime violento foi forjada pelo próprio homem com o objetivo único de simular um sinistro e obter o pagamento milionário das apólices de seguro contratadas.

O funcionário público, identificado como Vanderley dos Santos Gomes, exercia suas funções na cidade vizinha de Amélia Rodrigues, localizada na região do Recôncavo baiano.

FotDiante da comprovação da tentativa de estelionato e da falsa comunicação de crime, ele foi condenado pelo Poder Judiciário ao cumprimento de 720 horas de prestação de serviços à comunidade, além do pagamento de uma prestação pecuniária fixada no valor de R$ 7.590.
Redação

VÍDEO: Edson Gomes desabafa e comenta episódio com Daniela Mercury: “Meu senhor me ensina a não devolver a ofensa”

O cantor Edson Gomes desabafou sobre o ocorrido entre ele e a cantora Daniela Mercury, durante um evento do Troféu Armandinho e Irmãos Macêdo, que celebra o carnaval da Bahia, em abril deste ano. Em um vídeo publicado, nesta quarta-feira (27), pelo pianista Scooby, componente da banda Cão de Raça, que acompanha Edson, o cantor aparece conversando com o público sobre um episódio entre ele e “uma colega”.

“Todo mundo, onde eu vou cantar, espera eu falar alguma coisa em relação ao episódio que aconteceu lá em Salvador com a colega [Daniela], mas eu não vou falar nada sobre esse assunto. Nada”, afirma.

Além de não querer falar sobre o tema, o artista soteropolitano de reggae garante que o caso não terá repercussões jurídicas: “E também não vou processá-la. Não vou processá-la. O meu senhor me ensina a não devolver a ofensa. Aquilo que ele diz, quando bater de um lado para o outro é o seguinte: te ofendeu, você deixa para lá, deixa para ele resolver. Eu não quero ganhar dinheiro de ninguém”.

 

Acidente na BR-251: ônibus e carreta pegam fogo e deixam oito mortos em MG

Ônibus saiu de São Paulo com destino a Sergipe e bateu de frente com uma carreta na madrugada deste domingo (24), em Santa Cruz de Salinas. Rodovia ficou interditada após os veículos pegarem fogo e pelo menos oito mortes foram confirmadas.

Uma batida entre um ônibus e uma carreta, seguida de incêndio, deixou pelo menos oito pessoas mortas e outras nove feridas na BR-251, em Santa Cruz de Salinas, no Norte de Minas, na manhã deste domingo (24). Segundo informações do Corpo de Bombeiros e da Polícia Rodoviária Federal (PRF), os veículos foram tomados pelas chamas após o impacto.

O acidente foi registrado no km 234 da BR-251, em Santa Cruz de Salinas. De acordo com a PRF, a colisão frontal ocorreu por volta das 4h30 e envolveu um ônibus e um caminhão carregado com peças automotivas e sucatas.

Ainda conforme a PRF, o ônibus saiu de São Bernardo do Campo (SP) e seguia para Aracaju (SE). Já o veículo de carga fazia o trajeto entre Fortaleza (CE) e Piracicaba, no interior paulista.

Após a batida, os veículos pegaram fogo. Os corpos das vítimas ficaram carbonizados e presos às ferragens, de acordo com os bombeiros.

Vítimas

Equipes do SAMU do Norte de MG e do Vale do Jequitinhonha, com bases em Curral de Dentro, Taiobeiras e Pedra Azul, participaram do atendimento aos feridos. Quando os socorristas chegaram à rodovia, cinco pessoas já haviam sido levadas para hospitais da região.
Em atualização no início da tarde, o Corpo de Bombeiros informou que o ônibus tinha 15 passageiros e dois motoristas. A carreta era ocupada apenas pelo motorista, que foi localizado com vida pela PRF e socorrido pelo SAMU.

Segundo a corporação, oito mortes haviam sido confirmadas até aquele momento. Todas as vítimas fatais estavam no ônibus e ficaram carbonizadas após o incêndio.

Outras nove pessoas foram socorridas e encaminhadas para hospitais da região.

Entre os feridos encaminhados para hospitais da região estão:

motorista do ônibus, de 41 anos, com suspeita de fratura na perna
idoso, de 72 anos, com escoriações no rosto e dor na perna esquerda
mulher, de 61 anos, com escoriações no rosto, hematoma na região do quadril e dor na perna esquerda
dois homens levados pela ambulância de Taiobeiras, sem idades informadas
três homens, de 30, 38 e 42 anos, socorridos pela ambulância de Pedra Azul
uma pessoa de 24 anos socorrida pela ambulância de Medina

O idoso e a mulher relataram aos socorristas que precisaram pular do ônibus para fugir das chamas.
As equipes também apuram a possibilidade de outras pessoas terem sido transportadas por uma segunda ambulância de Pedra Azul. Por isso, os números ainda são considerados parciais.

Ferragens dificultam resgate

As ferragens dos veículos ficaram extremamente retorcidas, o que dificulta o trabalho dos militares no resgate e na identificação das vítimas, segundo o Corpo de Bombeiros.

No início dos trabalhos, os bombeiros haviam confirmado cinco mortes. Durante o atendimento da ocorrência, o número subiu para seis e, posteriormente, para oito vítimas fatais.

Conforme os bombeiros, cinco vítimas aparentam ser adultas e uma pode ser uma criança entre 10 e 11 anos.

Os bombeiros também apuram a possibilidade de haver um bebê no colo de uma das vítimas, mas essa informação ainda não foi confirmada oficialmente.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o ônibus não era de turismo e possivelmente fazia uma linha intermunicipal. A corporação também informou que ainda não foi possível confirmar quantas pessoas estavam no ônibus nem o número total de feridos, já que os trabalhos de desencarceramento dependem da liberação da perícia.

Houve suspeita de envolvimento de um terceiro veículo por causa dos destroços espalhados na pista. No entanto, segundo os bombeiros, os fragmentos eram da carga transportada pela carreta e o acidente envolveu apenas os dois veículos.

Quatro viaturas do Corpo de Bombeiros foram empenhadas para a ocorrência. A PRF também atua no controle do trânsito e na apuração das circunstâncias da batida.

Após os trabalhos periciais, os corpos começaram a ser encaminhados para a funerária local.

A orientação repassada por motoristas que passam pela região é que os condutores busquem desvio por Guanambi, na Bahia.

*Esta reportagem está em atualização.

Por Cristiane Rodrigues, g1 Grande Minas

Sustentabilidade avança e transforma setor funerário

Gavetas ecológicas, controle ambiental e novas tecnologias reduzem impactos em cemitérios urbanos

A busca por soluções sustentáveis, cada vez mais presente em diferentes setores da economia, também começa a provocar mudanças no segmento funerário brasileiro. Em cidades densamente urbanizadas, cemitérios têm adotado tecnologias e estruturas voltadas à redução de impactos ambientais, ao melhor aproveitamento dos espaços e ao controle mais rigoroso dos resíduos gerados naturalmente nos processos de sepultamento.
Em Salvador, iniciativas desse tipo já fazem parte da realidade de cemitérios tradicionais, a exemplo do Cemitério Campo Santo, localizado no bairro da Federação. O espaço conta com soluções ecológicas e sistemas de controle ambiental voltados à preservação do solo e à gestão adequada dos processos funerários.

Tecnologia e controle ambiental - Entre as alternativas que vêm ganhando espaço no setor estão as chamadas gavetas ecológicas, desenvolvidas para reduzir riscos de contaminação ambiental e otimizar áreas cemiteriais, especialmente em grandes centros urbanos. A estrutura utiliza sistemas de vedação e controle capazes de minimizar impactos ao meio ambiente durante o processo de decomposição.
Segundo Eduardo Fernandes, gestor de projetos do Campo Santo Familiar, a sustentabilidade passou a ocupar papel estratégico no planejamento funerário moderno. “Existe hoje uma preocupação crescente com práticas ambientalmente responsáveis dentro do setor. Isso envolve desde o uso mais racional dos espaços até tecnologias voltadas à proteção ambiental e ao cumprimento de normas técnicas cada vez mais rigorosas”, afirma.

Mudança de comportamento - De acordo com Fernandes, além das exigências ambientais, a mudança também acompanha um novo perfil das famílias brasileiras. “As pessoas estão mais conscientes sobre sustentabilidade em diversas áreas da vida, e isso naturalmente chega ao momento da despedida. Há uma procura maior por informações e por alternativas que conciliam acolhimento, respeito e menor impacto ambiental”, explica.

A tendência acompanha discussões internacionais sobre sustentabilidade urbana e uso inteligente do solo em cemitérios, principalmente em cidades onde áreas disponíveis se tornam cada vez mais limitadas.
Debate deixa de ser tabu - Para Samara Bastos, gerente de marketing do Campo Santo Familiar, o tema ainda é delicado para muitas famílias, mas vem deixando de ser um tabu, sobretudo entre as gerações mais jovens. “Hoje existe uma abertura maior para conversar sobre planejamento funerário, e isso inclui questões ambientais. Muitas pessoas querem compreender como funcionam os processos e quais alternativas existem para escolhas mais conscientes”, observa.

Ela destaca que a sustentabilidade no setor funerário também envolve uma mudança cultural. “O planejamento passou a ser visto de forma mais ampla, não apenas financeira ou emocionalmente, mas também sob a ótica da responsabilidade ambiental e do cuidado com as próximas gerações”, completa.

Especialistas apontam que a adoção de soluções sustentáveis deve crescer nos próximos anos, impulsionada tanto pela demanda social quanto pelo avanço das regulamentações ambientais. Em Salvador, a presença de cemitérios históricos convivendo com desafios urbanos contemporâneos reforça a necessidade de modernização gradual do setor sem abrir mão da tradição e da memória afetiva das famílias.

Assessoria de Imprensa: Carla Santana (71) 9 9926-6898

Aplicativo do Bolsa Família tem novas funcionalidades a partir de hoje

                                         Usuário terá mais informações e acessibilidade
A partir desta segunda-feira (18), o aplicativo do Bolsa Família contará com novas funcionalidades e serviços que tornarão a utilização mais intuitiva e simples. Com a atualização da ferramenta o usuário terá mais informações, acessibilidade em uma plataforma modernizada.

A versão atualizada estará disponível para download em dispositivos Android, por meio da loja Google Play para as mais de 19 milhões de famílias beneficiárias.

Segundo o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), que desenvolveu as melhorias do aplicativo em parceria com a Caixa Econômica Federal, a reformulação foi feita com foco na experiência do usuário e na inclusão digital. A modernização promoverá mais acessibilidade, transparência e autonomia aos beneficiários.

"As novas funções do aplicativo do Bolsa Família vão na linha do que faz o governo, ao facilitar o serviço para o usuário. No dia a dia, as famílias poderão acessar informações importantes e saber, por exemplo, o motivo do bloqueio do benefício. Elas também poderão identificar medidas que precisam ser adotadas para regularizar a situação”, disse o ministro do Desenvolvimento Social, Wellington Dias.

A nova versão do aplicativo permitirá que o responsável familiar consulte informações detalhadas sobre a situação do benefício, a composição dos pagamentos e eventuais ocorrências relacionadas ao cadastro, identificando possíveis pendências que precisam ser regularizadas para garantir a continuidade do recebimento. O resultado deve ser a agilidade no atendimento nos centros de Referência de Assistência Social (CRAS) ou em outros serviços públicos.

Entre os aprimoramentos de acessibilidade estão a compatibilidade com leitores de tela, como o TalkBack, além da otimização de funcionalidades como o extrato de pagamento, as mensagens do programa e o calendário de repasses. O cidadão também poderá conhecer outros programas do governo, com acesso direcionado às páginas de cada iniciativa.

As principais funções do aplicativo são a consulta dos tipos de benefício; verificação de situações e pendências que possam interromper o pagamento; acompanhamento das parcelas mensais do benefício; consulta de datas de pagamento; acesso às informações atualizadas do programa; conhecer outros programas do governo; navegação em interface mais simples e intuitiva; obtenção de informações sobre o programa; e um canal direto com a Caixa Econômica Federal.

A apresentação das atualizações do funcionamento das ferramentas disponíveis no aplicativo será feita no próximo dia 27, em Brasília. No mesmo dia será lançado um site exclusivo do Bolsa Família. O portal terá conteúdos como calendário de pagamentos, acesso ao benefício, regras do programa, canais de atendimento, perguntas frequentes e orientações às famílias atendidas.
Flávia Albuquerque - Repórter da Agência Brasil

Ônibus da banda Mastruz com Leite sofre acidente na BR-226; vocalistas estavam no veículo

O ônibus da banda de forró Mastruz com Leite sofreu um acidente na madrugada deste sábado (9), por volta das 4h30, em um trecho da rodovia BR-226, nas proximidades do município de Imperatriz, no Maranhão.
 
O veículo seguia com destino a Brejo Grande do Araguaia, no Pará, quando saiu da pista e colidiu com uma árvore.

De acordo com as informações iniciais, divulgadas pelo site Diário do Nordeste, o acidente ocorreu após o motorista tentar desviar de um buraco na rodovia. Durante a manobra, o veículo invadiu o acostamento e acabou colidindo lateralmente com uma árvore às margens da pista.

Imagens compartilhadas nas redes sociais mostram o ônibus parado fora da rodovia enquanto os integrantes da banda e a equipe técnica realizavam a retirada de bagagens e equipamentos do interior do veículo.

Apesar da colisão e do impacto, não houve feridos. A cantora Djailma Pontes tranquilizou os fãs por meio de um vídeo publicado em seus perfis oficiais.

"Foi um susto grande, mas estamos bem. Ninguém se machucou, graças a Deus. Agora é agradecer a Deus por estarmos vivos e pedir proteção", afirmou a artista.

Djailma também agradeceu o suporte recebido e reforçou a importância das mensagens e orações dos seguidores após o ocorrido. Nas redes sociais, a banda não emitiu comunicados sobre possíveis alterações ou cancelamentos na agenda de shows do grupo em decorrência do acidente.

https://www.instagram.com/reels/DYHkaadO7GA/

Sandro Filho denuncia ataque com fake news íntima e aponta tentativa de silenciamento político

                         Vereador prestou queixa e processou a Meta para obter dados da conta

O vereador Sandro Filho (PP)
O vereador Sandro Filho (PP) foi vítima de uma campanha de desinformação nas redes sociais, após a circulação de um vídeo falso que tenta associar sua imagem a uma situação íntima em alto mar, a bordo de uma moto aquática.

O conteúdo começou a ser disseminado por um número anônimo de WhatsApp, sem qualquer comprovação de autenticidade, e coloca em tela dividida uma notícia de um casal flagrado fazendo sexo (a notícia original é esta: https://www.tupi.fm/brasil/casal-flagrado-sexo-jet-ski-imagens-polemicas) e uma foto de Sandro e sua esposa, durante a lua de mel do dois, dois anos atrás.

Diante do caso, Sandro Filho informou que já registrou queixa formal e ingressou com medidas judiciais para identificar os responsáveis pela divulgação. Entre as ações, está um processo contra a Meta Platforms, responsável pelo WhatsApp, com o objetivo de obter os dados da conta utilizada na disseminação do material.

De acordo com o vereador, o episódio não é isolado e teria motivação política. Ele sustenta que a divulgação do conteúdo falso busca desgastar sua imagem pública e frear sua atuação política, marcada por posicionamentos críticos e fiscalização de ações do poder público.

“Não se trata apenas de um ataque pessoal, mas de uma tentativa clara de intimidar e silenciar a minha atuação. Vamos até o fim para identificar e responsabilizar quem está por trás disso”, afirmou.
Por Redação

'Estou no limite da minha dignidade': brasileira com doença degenerativa vai à Suíça para suicídio assistido

Com doença incurável, Célia decidiu como queria morrer; acesso ao procedimento exige viagem e alto custo fora do Brasil.

Na quarta-feira (15), a brasileira Célia Maria Cassiano entrou em um quarto na Suíça, se deitou em uma cama e bebeu, por conta própria, uma substância amarga prescrita por um médico. Entre três e cinco minutos depois, ela adormeceu e morreu. Não houve dor.

A morte foi comunicada às autoridades locais.

Na Suíça, casos de suícidio assistido seguem um protocolo: após a morte, a polícia vai até o local para verificar a documentação, confirmar que houve consentimento livre e atestar a legalidade do procedimento. O corpo é então encaminhado para perícia e, posteriormente, cremado.

O acesso, no entanto, exige o cumprimento de uma série de critérios médicos e legais, além de um custo que gira em torno de R$ 65 mil (11 mil francos suíços).
Diagnóstico e perda de autonomia

Célia construiu a vida em torno da universidade e das artes. Mestre em Multimeios pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), se formou também em Ciências Sociais e seguiu na área acadêmica, entre aulas, orientação de alunos e gestão de cursos de Comunicação.

Em 2025, aos 67 anos, recebeu o diagnóstico de uma doença neurodegenerativa que afeta o segundo neurônio motor —condição que compromete progressivamente os movimentos e a fala, mas preserva a consciência. O corpo começa a falhar enquanto a percepção do que está acontecendo permanece intacta.

“Eu não queria ficar totalmente dependente, presa numa cama, ligada a aparelhos”, disse, em vídeo gravado para as redes sociais.

Nos últimos meses, a perda de autonomia deixou de ser uma possibilidade futura e passou a organizar a rotina. “Hoje eu preciso de três pessoas para me levarem no banheiro: uma me levanta, uma tira minha roupa, outra me ajuda a sentar”, relata.

“Eu estou no limite da minha dignidade.”

A decisão de interromper a própria vida foi construída ao longo desse processo.

“Eu decidi lutar pelo meu direito de ter uma morte digna.”

Um direito que não existe

No Brasil, não há legislação que autorize qualquer forma de morte assistida. O conceito engloba tanto o suicídio assistido —quando a própria pessoa administra a substância— quanto a eutanásia, em que um profissional realiza o procedimento. Nenhuma das duas práticas é permitida.

Na avaliação da advogada e especialista em direito médico Luciana Dadalto, presidente da associação "Eu Decido", essa ausência de regulamentação impede qualquer caminho formal para quem deseja esse tipo de escolha. A entidade atua na defesa da autonomia do paciente em decisões de fim de vida.

Sem protocolos, instituições ou respaldo legal, o tema permanece no campo teórico ou, no máximo, em discussões pontuais no Judiciário, ainda sem casos consolidados no país.

Único destino possível

Diante desse cenário, quem decide seguir por esse caminho precisa sair do país —e há, na prática, um único destino possível.

A Suíça é hoje o único país que aceita estrangeiros não residentes no modelo de suicídio assistido, o que transforma uma decisão individual em um processo que envolve planejamento, deslocamento internacional e custo elevado.

No caso de Célia, isso significou meses de preparação, com a reunião de documentos, laudos médicos e traduções, além do cumprimento de exigências formais das organizações responsáveis pelo procedimento.

Em alguns momentos, segundo ela, foi necessário omitir o objetivo final da viagem para conseguir avançar nas etapas burocráticas.

O rito

O modelo suíço permite apenas a forma auto administrada do procedimento. Isso significa que é a própria pessoa quem realiza o ato, após cumprir critérios que incluem a comprovação de uma condição grave, incurável ou irreversível e a avaliação da capacidade de decisão.

O processo começa ainda no país de origem, com a definição da data. Ao chegar à Suíça, o paciente deve permanecer por um período mínimo antes do procedimento, quando passa por avaliações médicas e psiquiátricas independentes. No dia marcado, o medicamento é prescrito e retirado em farmácia, com identificação formal.

A partir daí, o tempo passa a ser determinado pela própria pessoa. É comum que familiares acompanhem e que o momento inclua escolhas individuais, como ouvir música, conversar ou permanecer em silêncio.

Quando decide, a pessoa ingere a substância diluída em água. A morte ocorre em poucos minutos.

Após a morte, o processo segue sob supervisão das autoridades. A polícia é acionada, verifica a documentação, analisa a ausência de coação e confirma que a decisão partiu da própria pessoa.

ó então o caso é considerado regular e segue para os trâmites legais, incluindo perícia e cremação.

O custo do processo — cerca de R$ 65 mil, sem incluir viagem e hospedagem — impõe barreiras significativas. O acesso ao suicídio assistido no exterior fica restrito a quem consegue arcar com todas as etapas envolvidas.

“Eu sou uma privilegiada, porque isso é muito caro”, disse Célia.

Debate em movimento

Enquanto o Brasil mantém a proibição, outros países da América Latina começam a avançar.

O Uruguai regulamentou na quinta-feira (16) a lei que permite a eutanásia para pacientes com doenças graves, incuráveis e irreversíveis, mediante critérios médicos e psicológicos e manifestação expressa do paciente. O procedimento, no entanto, é restrito a cidadãos e residentes no país.
Na região, decisões judiciais em países como Colômbia, Equador e Peru também vêm abrindo espaço para práticas relacionadas à morte assistida, ainda que em modelos distintos e sob diferentes níveis de regulamentação.

O tema segue em debate, com variações importantes entre os países.

A escolha, no fim

Nos dias que antecedem o procedimento, Célia decidiu fazer turismo. Visitou museus, caminhou pela cidade e foi a restaurantes. “Eu fiquei tranquila porque sabia que não ia ficar presa numa cama”, afirma.

A decisão, diz, foi construída ao longo do tempo, a partir da forma como entende dignidade e autonomia. “Eu quero uma morte sem dor.”

Antes de se despedir, deixou um recado que ultrapassa a própria história:

“Lutem por esse direito no Brasil. Não é uma obrigação. É uma escolha.”
Por Talyta Vespa, g1

Aparentando embriaguez, deputado interrompe show de Tayrone em São Gabriel; assista

          Segundo relatos de pessoas que estavam no local, o parlamentar aparentava estar embriagado
Um episódio constrangedor marcou a noite deste sábado durante os festejos de São Gabriel, município vizinho a cidade de Irecê. O deputado estadual Ricardo Rodrigues (PSD) protagonizou uma cena de tumulto ao subir ao palco durante a apresentação do cantor Tayrone e interromper o show diante de milhares de pessoas.

Segundo relatos de pessoas que estavam no local, o parlamentar aparentava estar embriagado. Ao tomar o microfone, passou a falar de forma desconexa, sem conseguir manter uma linha clara de raciocínio, o que levou o artista a interromper a apresentação. Parte do público reagiu com vaias e pedidos para que o show tivesse continuidade.

Testemunhas afirmam que, durante o episódio, o deputado segurava o cantor insistentemente, dificultando o andamento da apresentação. O artista tentou retomar o controle do palco e dar sequência ao show, mas a interrupção se estendeu por vários minutos, gerando desconforto entre os presentes.

Ao deixar o palco, o deputado precisou ser amparado por pessoas próximas para evitar uma queda, já que demonstrava dificuldade para se manter em pé. O momento foi registrado por diversos celulares e rapidamente ganhou repercussão nas redes sociais, com vídeos circulando em grupos e perfis de todo o estado.

Até o momento, não houve manifestação oficial do parlamentar ou de sua assessoria sobre o ocorrido. A organização do evento também não se pronunciou publicamente.

O caso gerou forte repercussão política e social na região de Irecê, reacendendo debates sobre postura pública, responsabilidade institucional e comportamento de agentes políticos em eventos oficiais e festividades populares.
Por Política Livre

ARTIGO SOBRE PAI QUE MATOU FILHOS – Não foi amor. Foi controle.

Por Danda Coelho – bacharel em Direito.
Um homem, alegando traição, matou os dois próprios filhos e depois tirou a própria vida. Deixou uma carta. Pediu perdão. Tentou explicar. Tentou justificar o injustificável.

Eu li sobre o caso. Li trechos da carta. Li comentários que se espalharam nas redes como se fossem sentenças. E, como mulher, como mãe de dois filhos e como fundadora do Movimento Mulheres Cuidando de Mulheres, eu não consigo, e não vou, ficar em silêncio.

Não foi uma fatalidade.
Não foi uma tragédia inexplicável.
Não foi excesso de amor.

Foi um crime brutal. Foi uma decisão. Foi um ato de violência com intenção.

O que mais me atravessa, além da dor do fato em si, é o tribunal digital que se instala logo depois. Sempre há uma plateia pronta para julgar a mulher. Sempre há alguém perguntando por que ela não saiu antes. Como se a responsabilidade pela violência masculina fosse, de alguma forma, compartilhada.

Enquanto essa mãe segurava a alça de dois caixões, dois seres que ela gerou, amou profundamente e colocou no mundo, havia gente discutindo sua vida íntima. Enquanto ela enterrava os próprios filhos, havia quem tentasse encontrar nela a origem do crime.

Essa lógica é cruel.

Quando um homem não aceita o fim de um relacionamento e transforma frustração em violência, eu não vejo amor. Eu vejo necessidade de domínio. Vejo incapacidade de lidar com a autonomia feminina. Vejo a recusa em aceitar que uma mulher pode escolher ir embora.

O feminicídio não começa no último ato. Ele começa no controle. Começa quando a autonomia da mulher passa a ser vista como ameaça.

A violência contra a mulher não termina no ato físico. Ela se manifesta em manipulações emocionais, em chantagens, em tentativas de desmoralização pública e, nos cenários mais perversos, no uso dos próprios filhos como instrumento para atingir e punir.

Quando um homem utiliza uma criança como arma emocional, quando a coloca no centro de um conflito para ferir a mãe, ele ultrapassa qualquer limite moral. Crianças não são extensão do ego masculino. Não são propriedade. Não são escudo. Não são instrumento de vingança.

Neste caso, o que vemos é ainda mais brutal: diante da frustração e da perda de controle, ele utilizou aquilo que sabia ser mais valioso para ela, os filhos, como forma de punição definitiva. Não é sobre desespero. É sobre poder. É sobre causar uma dor que ele sabia que seria eterna.

Quando alguém transforma dor em violência, isso não é ausência de razão. É escolha. E quando envolve outras vidas, não é descontrole… é responsabilidade.

A carta deixada por ele não pode ser lida como um gesto romântico ou desesperado. É uma tentativa de controlar a narrativa. É uma estratégia para deslocar a culpa do próprio ato. É a tentativa de transformar sua violência em consequência da ação dela.

Mas não há explicação legítima.

E eu faço questão de afirmar, com toda a clareza que esse momento exige:

“A mãe não é causa, gatilho ou corresponsável.
Ela não provocou o crime.
Ela perdeu seus filhos. Ela é vítima.
Nomear essa crueldade é um dever ético.
Silenciá-la é conivência.
O que ocorreu foi violência extrema com finalidade punitiva, expressão de narcisismo patológico e profundo desequilíbrio emocional.
A responsabilidade é única, exclusiva e intransferível.”

Eu sou mãe de dois filhos. Dois tesouros que sustentam meu mundo. E é impossível não fazer o paralelo. É impossível não imaginar, ainda que por um segundo, o vazio absoluto que seria viver sem eles. Nenhuma mãe deveria conhecer essa dor. Nenhuma.

Essa mulher não apertou o gatilho.
Ela não escreveu a carta.
Ela não tirou a vida dos filhos.

O que ela fez foi sobreviver ao inimaginável. O que ela fez foi sepultar dois pedaços do próprio coração.

E, ainda assim, há quem aponte o dedo.

Se toda mulher traída, espancada, humilhada resolvesse matar os filhos como resposta à dor, não ia ficar quase ninguém na Terra. A dor não é privilégio masculino. O que diferencia não é intensidade de sofrimento, é escolha diante dele.

Sofrimento não é autorização para destruir.

Que a gente nunca confunda sofrimento com permissão para ferir.

Quando a sociedade minimiza sinais de controle, quando naturaliza o ciúme excessivo, quando relativiza ameaças sob o argumento de “ele ama demais”, ela participa da construção de tragédias anunciadas. Cada vez que alguém diz que a mulher deveria ter saído antes, mas não pergunta por que o agressor não respeitou limites, reforça-se o ciclo.

Nenhuma mulher deve ser punida por existir. Nenhuma mulher deve pagar com a própria vida, ou com a vida dos filhos, por exercer sua autonomia. E nenhuma criança deve ser arrastada para guerras que não são suas.

Eu termino reafirmando, porque isso precisa ficar registrado sem ambiguidade:

Usar os filhos como último ato de controle sobre uma mulher não é prova de amor, é prova de posse. E crueldade. É machismo. É a face mais brutal do feminicídio. Não culpem a mulher.
A responsabilidade é de quem escolheu ferir, dominar e destruir.
Isso não era amor. Era controle. Era violência!

A essa mãe, que agora carrega uma ausência irreparável, eu ofereço minha solidariedade mais profunda. Como ativista. Como mulher. Como mãe.

O Movimento Mulheres Cuidando de Mulheres está ao lado dela. Para que ela não carregue, além do luto, a culpa que não lhe pertence. Para que o julgamento não se some à dor.

Ela já carrega o peso mais devastador que alguém pode suportar.

Ela não precisa carregar também a crueldade da sociedade.

Sobre Danda Coelho

Danda Coelho é bacharel em Direito, professora, doutora, jornalista, palestrante, dedicada a estudar vínculos, emoções, estruturas sociais que atravessam os relacionamentos e caminhos de superação, inclusive após rupturas afetivas.
Seu projeto @mulherescuidandodemulheres surgiu da necessidade de criar um espaço seguro onde mulheres pudessem dividir suas dores sem julgamento e, a partir disso, receber orientação baseada em pesquisa, prática e empatia.

Em casos de violência, mulheres podem buscar ajuda pelo Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher), pelo 190 em situações de emergência, pelas Delegacias Especializadas de Atendimento à Mulher (DEAMs) e pela rede de proteção social e de saúde.

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