Trump afirma que espaço aéreo da Venezuela será totalmente fechado e amplia tensão entre países
Em post, presidente americano diz que companhias aéreas e traficantes devem considerar proibição imediata
O presidente dos EUA, Donald Trump, disse no sábado que o espaço aéreo acima e ao redor da Venezuela será fechado em sua totalidade.
Trump, em uma publicação no Truth Social, disse: "Para todas as companhias aéreas, pilotos, traficantes de drogas e traficantes de pessoas, por favor, considerem O ESPAÇO AÉREO ACIMA E AO REDOR DA VENEZUELA FECHADO EM SUA TOTALIDADE."
Na semana passada, a FAA, o órgão regulador aeronáutico dos Estados Unidos, havia comunicado que sobrevoar a Venezuela consistia numa "situação potencialmente perigosa" devido "à piora da situação de segurança e à atividade aumentada no país e em torno dele".
Tal medida fazia parte de uma ofensiva do governo Trump, que desde setembro vem ampliando uma mobilização militar em nome do combate ao narcotráfico na região, mas que mira especificamente a derrubada do ditador da Venezuela, Nicolás Maduro — "da maneira fácil ou difícil", como o presidente disse na quarta (26).
Diversas empresas cancelaram voos para a Venezuela. Na segunda (24), a Iata (Associação Internacional de Transporte Aéreo, na sigla inglesa) informou o mercado que Caracas havia dado um prazo de 48 horas para que as operações fossem retomadas, já que a FAA não tem jurisdição sobre o espaço aéreo venezuelano.
Em reação à suspensão de voos para o país, o governo venezuelano revogou na quinta-feira (27) a autorização de operação de seis companhias aéreas, incluindo a brasileira Gol.
Também nesta quinta, o secretário de Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, visitou o porta-aviões USS Gerald Ford, que está estacionado no mar do Caribe. Mais de 80 pessoas já morreram em ações aéreas dos Estados Unidos contra barcos que supostamente transportavam drogas no Caribe e na costa do oceano Pacífico.
Nesta sexta-feira (28), uma reportagem publicada pelo jornal The New York Times disse que Trump e Maduro conversaram por telefone na semana passada.
Segundo o jornal, dentre os assuntos discutidos estavam a possibilidade de um encontro entre os dois e uma visita de Maduro aos Estados Unidos, país no qual ele é procurado por suposto envolvimento com o narcotráfico — acusações que ele nega.
Por Folhapress
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