Diretora diz que preço de vacina não era atribuição da Precisa e nega oferta de US$ 10 pela Covaxin
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Foto: Pedro França/Agência Senado/Emanuela Batista de Sousa Medrades |
Emanuela relatou ter inclusive buscado negociar junto à Bharat para que o valor ofertado ao Ministério da Saúde ficasse abaixo de US$ 10, mas que não foi possível.
A representante da Precisa também negou que tivesse apresentado uma oferta para o Ministério da Saúde com o preço de US$ 10 por dose da vacina da Covaxin. O contrato final previa preço de US$ 15 por dose.
Os senadores questionaram a depoente, porque receberam uma ata de reunião do Ministério da Saúde com representantes da Precisa. Nessa reunião, com a presença do então secretário-executivo Élcio Franco e outras autoridades da pasta, teria sido feita a proposta de US$ 10, valor que poderia ser reduzido se a quantidade adquirida fosse considerável.
“Eu não sei por que colocaram que o produto custaria US$ 10, porque o produto não foi ofertado. Existe sim uma expectativa que esse valor fosse de menos de US$ 10”, afirmou.
A diretora da Precisa ainda contou que os primeiros contatos com o laboratório indiano foram feitos no meio do ano passado. “Em junho de 2020 foi nosso primeiro contato com eles. A vacina ainda estava em fase 2. Foi um contato embrionário”, afirmou.
A primeira reunião que a Precisa teve com o Ministério da Saúde foi em 3 de novembro. Segundo Emanuela, foram 114 dias de negociação até que o contrato entre o governo e a empresa fosse assinado, em 25 de fevereiro de 2021.
Emanuela Medrades também afirmou que a rapidez na negociação com a Precisa se deu porque a empresa teria aceitado todas as condições propostas pelo Ministério da Saúde.
“Aceitamos 100% da minuta padrão que foi enviada pela conjur [consultoria jurídica]. Não pedimos nenhuma alteração de cláusula, nenhuma alteração de prazo. Foi por isso que esse processo teve celeridade maior”.
Medrades afirmou ainda que partiu dela própria a iniciativa de levar a vacina indiana Covaxin para o Ministério da Saúde.
A CPI da Covid recentemente tem avançado na investigação de intermediários, que atuariam na ligação entre governo federal e laboratórios.
“Foi uma iniciativa minha, a partir do momento que tínhamos uma vacina com bastante potencial. E eu fui buscar qual era o departamento responsável pela imunização no Brasil. Foi aí que tivemos uma reunião com responsáveis pelo PNI no dia 3 de novembro”.
Julia Chaib e Renato Machado/Folhapress/
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