Justiça mantém prisão de advogado e servidor investigados na Operação Inventário
Desembargadores da 1ª Turma da Segunda Câmara Criminal refutaram alegações da defesa de que não há fundamentação para prisão
Foto: MP-BA
A Justiça decidiu manter a prisão preventiva do advogado e do servidor público denunciados na Operação Inventário. Em acórdãos proferidos na quinta-feira (10), os desembargadores da 1ª Turma da Segunda Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) refutaram as alegações da defesa sobre não haver fundamentação no decreto de prisão.
Os magistrados entendem que a situação representa, justamente, o contrário disso: “Em face das provas até então produzidas e que instruem os autos, verifica-se que se encontram presentes os pressupostos e requisitos da prisão”.
O advogado Marco Aurélio Fortuna Dórea e o servidor público Carlos Alberto Almeida de Aragão, ex-diretor de Secretaria da antiga 11ª Vara de Família, Sucessões, Órfãos, Interditos e Ausentes da Comarca de Salvador (atual 3ª Vara) estão presos desde 20 de agosto. Ambos foram denunciados pelo Ministério Público estadual (MPBA) por lavagem de dinheiro, organização criminosa, corrupção ativa e passiva, estelionato, fraude processual e uso de documento falso
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