A verdadeira história por trás da queda de Futuca, o Alexandre, do MDB, da Limpurb

Foto: Divulgação/Arquivo
A verdadeira história por trás da queda de Futuca, o Alexandre, do MDB, da Limpurb, é diferente da contada até agora, segundo os próprios emedebistas. 

Na verdade, cioso do seu tamanho, o partido gostaria de ter assumido, além da Limpurb, a secretaria municipal de Obras Públicas (Semop), aproveitando os ajustes feitos por ACM Neto na administração em função da legislação eleitoral.

Para isso, tentou usar, inclusive, a conhecida lábia do presidente da Câmara Municipal, vereador Geraldo Jr., sua aquisição mais recente, a quem já foi oferecido pelo Palácio Thomé de Souza tanto a preciosa vice do pré-candidato Bruno Reis (DEM) quanto a cobiçada reeleição para a presidência do Legislativo municipal.

Mas a operação não deu certo. Se o MDB é cioso do seu peso, Neto é ainda mais cioso do seu governo. E Lúcio Vieira Lima, responsável pela indicação de Futuca, deu ordem para o rapaz abandonar o posto, uma semana depois de tê-lo assumido, usando o argumento de última hora de que decidira concorrer à Prefeitura dos confins de Ibirataia.

Resumo da história: Lúcio, que nunca deixou de ser poderoso, parece que não anda lá muito satisfeito. Aliás, nada contra Ibirataia, mas é que fica infinitamente mais distante do que Porto Seco Pirajá.

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Aliás, nada contra Ibirataia, mas é que fica infinitamente mais
distante do que Porto Seco Pirajá.

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