Projeto Estude em Casa disponibiliza videoaulas de preparação para o ENEM

Foto: Claudionor Jr/GOV-BA
O projeto Estude em Casa – Universidade para Todos -, realizado pela Secretaria da Educação em parceria com as Universidades estaduais (UNEB, UESC, UEFS e UESB), passou a disponibilizar videoaulas para auxiliar os estudantes em processos seletivos, incluindo o Exame Nacional do Ensino Médio (ENEM). Na plataforma hospedada no site da UEFS, o programa oferta diferentes conteúdos didáticos, que auxiliam os estudantes no atual momento de isolamento social, em decorrência da pandemia do novo Coronavírus.

A coordenadora geral do UPT UEFS, Aretusa Lima Oliveira, explica que o estudante, ao clicar no “Estude em Casa”, terá conteúdos atualizados todas as quartas-feiras, por área do conhecimento. O ambiente virtual de estudos, com acesso gratuito e ilimitado, é integrado a diversas plataforma de mídia on-line, redes sociais, planejado a partir de uma rede colaborativa entre a SEC e as universidade executoras do UPT e direcionado aos estudantes cursistas e egressos da rede pública de ensino do Estado da Bahia.

“Mais do que nunca, os estudantes precisam se sentir acolhidos, seguros e, como tem feito ao longo de sua trajetória, o UPT seguirá orientando-os e auxiliando-os a ressignificarem esse distanciamento social, enxergando nele a oportunidade de se reinventar, dedicando-se ainda mais aos estudos e dando continuidade aos seus projetos de vida”, pontuou.
A estudante Beatriz Santana do Nascimento Neta, 20 anos, egressa do Colégio Estadual Antônio Carlos Magalhães, no município de Antônio Cardoso, falou sobre a importância que o projeto UPT Estude em Casa está tendo em sua vida, neste período de isolamento social. “Com esta minha primeira experiência on-line pude perceber que é possível sim aprendermos em casa neste momento em que não está sendo possível irmos à escola por conta da pandemia do Coronavírus”, disse Beatriz, que pretende prestar vestibular para Letras com Inglês.

O coordenador executivo de Projetos Estratégicos da SEC, Marcius Gomes, também destacou o papel de inclusão social do UPT. “Este processo é significativo porque é preciso manter os estudantes em atividade de alguma forma, mesmo reconhecendo os limites da juventude em relação ao seu acesso à internet e às tecnologias. É um projeto que dá oportunidade também a repensar algumas experiências naquilo que a gente considera de cunho pedagógico em experiências presenciais e não presenciais”

Nos últimos anos, completa Marcius Gomes, o UPT tem tido uma concorrência alta. “Disponibilizamos 11 a 12 mil vagas e a procura chega a 30 mil estudantes. Acredito que, a partir deste movimento, podemos consolidar uma outra experiência de estudantes que podem ter acesso a esta plataforma de conhecimentos. Trata-se de uma ação estratégica que pode chegar, portanto, a um público muito maior”, afirmou.

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