ANTES DE MORRER, KELLY TENTAVA LIMPAR IMAGEM
Após a morte do seu namorado, o traficante Sidnei Ferreira da Silva, que comandava o crime no bairro do Garcia, Kelly Cyclone, 22, que morreu nesta segunda-feira (18), assassinada em Lauro de Freitas, tentou mostrar via imprensa que nunca teve relação com o tráfico. Apesar de ter vivido o glamour do crime, a mulher afirmava que manteve relacionamento com o bandido porque o amava. “Vou fazer o quê, se já conhecia ele assim? Ele era traficante, mas não era perigoso, não fazia mal para ninguém. E eu não me arrependo porque gostava muito dele. Se ele estivesse vivo estaria com ele até hoje”, disse, em entrevista à TV Itapoan. Indagada sobre a possibilidade de ter morrido junto ao seu namorado, em um confronto entre quadrilhas rivais, Kelly afirmou: “Não viveria isso de novo. Isso aí eu mudaria a vida dele não é? Dizem que mulher muda o homem, então quem sabe com o tempo”. Ela destacou ainda ter saído do Garcia após a morte do companheiro. Conhecida como “patroa do tráfico”, a jovem tinha fama construída nas redes sociais (Veja aqui: I, II, III, IV, V e VI).
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