GAM volta a Ipiaú para compartilhar experiências com cuidadoras de pessoas com a Doença de Alzheimer.
O encontro na Academia de Saúde do Bairro Euclides Neto, no horário das 14:30 às 17 horas, fortalece a proposta de criação de uma rede de suporte social para os cuidadores e reforça o relacionamento interpessoal por meio do conhecimento das vivências de cuidados aos pacientes.
Essa será a segunda ação itinerante que o grupo, originário de projeto de extensão da Universidade estadual do Sudoeste da Bahia(Uesb) realizará nesta cidade em parceria com a Secretaria municipal de Saúde.
Criado e implantado, em 2018 pela professora Dra. Edite Lago da Silva Sena , do Curso de Enfermagem ( Departamento de Saúde II) o GAM encontra-se sob a coordenação da professora Luana Machado Andrade, e tem contado com a colaboração das professoras Luciana Reis e Edite Lago. A vice-coordenação está a cargo da professora Luma Costa Pereira Peixoto. Muitas famílias já foram atendidas pelo programa. Relatos de participantes dão conta de acolhimento e suporte emocional, aprendizado e conhecimento a respeito da doença e do cuidado adotado, bem como da ampliação de uma rede social e de amizades, empoderamento feminino e o exercício da solidariedade entre pessoas que vivenciam a mesma situação.
São relatos diários de gratidão, de cuidadoras que ao compreender a doença e como lidar com os pacientes não desistiram d desistiram de si, de reservar um tempo para o autocuidado e compreender que o cuidado se tece em rede e não deve ser uma tarefa individual.
DINÂMICA
A dinâmica adota pelo GAM envolve cursos para cuidadores, trabalhadores da saúde e interessados na temática, além de outros eventos. Dentre outras ações o grupo já realizou 10 Simpósios sobre a Doença de Alzheimer e alguns cursos para cuidadoras de pessoas idosas, assim como capacitações e oficinas diversas para comunidade.
Os integrantes do projeto também discutem o conhecimento científico veiculado sobre a temática. A partir das experiências no grupo, desenvolvem produções científicas, cujos resultados retornam, de forma prática, para o aperfeiçoamento das ações.
REDE DE SUPORTE
À medida em que a população mundial envelhece, os casos de demência também crescem e o tipo mais comum é o Alzheimer. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que cerca de 150 milhões de pessoas serão afetadas com algum tipo de demência até 2050. Essa realidade demonstra a necessidade da construção de estratégias que auxiliam na convivência com pessoas que sofrem com a Doença de Alzheimer (DA).
Segundo uma das coordenadoras do GAM, professora Luana Machado, o grupo cria uma rede de suporte social para os cuidadores, fortalecendo o relacionamento interpessoal por meio do conhecimento das vivências de cuidados à pessoa com Alzheimer. (José Américo Castro).
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