Bombeiros informam que incêndio na fábrica de óleo da Ilha do Governador foi controlado
Comandante-geral do Corpo de Bombeiros afirma não haver risco de as chamas se propagarem e diz que moradores não precisam sair de suas casas; Inea avaliará se houve impacto ambiental na Baía de Guanabara
— Estamos fazendo o combate direto às chamas e, ao mesmo tempo, atuando na prevenção do entorno para impedir que o fogo se alastre. O incêndio está controlado e limitado a essa área. Ainda é cedo para apontarmos a causa. Os trabalhos periciais serão feitos em um segundo momento para entendermos o que aconteceu — afirmou o coronel.
Por se tratar de um material altamente inflamável, a tática adotada para conter o incêndio, segundo o coronel, foi o uso de líquido gerador de espuma, em vez de água, que poderia agravar a situação. Além do combate ao incêndio, as equipes seguem trabalhando no resfriamento e proteção das áreas não atingidas.
Questionado sobre possíveis impactos ambientais, Salles afirmou que esse tipo de avaliação será realizado posteriormente. A fumaça provocada pelo incêndio gerou preocupação entre os moradores, mas, segundo a Defesa Civil, não houve necessidade de evacuação.
— A fumaça não está atingindo a comunidade neste momento. A orientação é que os moradores permaneçam em suas casas — explicou.
O Corpo de Bombeiros segue monitorando a situação e estima que os trabalhos continuarão ao longo da noite e possivelmente durante o todo domingo (9). Segundo o coronel, não há mais risco de propagação das chamas, mas os agentes permanecem no local para garantir a completa extinção do fogo.
— Parte da estrutura cedeu, o que possibilitou que fizéssemos o combate também com as nossas escadas e plataformas mecânicas. Drones colaboraram muito no trabalho, realizando um mapeamento térmico em toda a área atingida. Seguiremos atuando, por prazo indeterminado – disse o secretário.
Equipes dos quartéis do Fundão, Central, Penha e Ilha do Governador foram mobilizadas para o local. Diante da proporção do incêndio, militares de Campos Elísios, Barra da Tijuca e São Cristóvão também foram atuar no combate às chamas. Drones foram usados pelos bombeiros para auxiliar as equipes. O Centro de Operações Rio (COR) fez um alerta aos motoristas que passam pelo local. Técnicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) também estão no local.
— Estamos fazendo o combate direto às chamas e, ao mesmo tempo, atuando na prevenção do entorno para impedir que o fogo se alastre. O incêndio está controlado e limitado a essa área. Ainda é cedo para apontarmos a causa. Os trabalhos periciais serão feitos em um segundo momento para entendermos o que aconteceu — afirmou o coronel.
Por se tratar de um material altamente inflamável, a tática adotada para conter o incêndio, segundo o coronel, foi o uso de líquido gerador de espuma, em vez de água, que poderia agravar a situação. Além do combate ao incêndio, as equipes seguem trabalhando no resfriamento e proteção das áreas não atingidas.
Questionado sobre possíveis impactos ambientais, Salles afirmou que esse tipo de avaliação será realizado posteriormente. A fumaça provocada pelo incêndio gerou preocupação entre os moradores, mas, segundo a Defesa Civil, não houve necessidade de evacuação.
— A fumaça não está atingindo a comunidade neste momento. A orientação é que os moradores permaneçam em suas casas — explicou.
O Corpo de Bombeiros segue monitorando a situação e estima que os trabalhos continuarão ao longo da noite e possivelmente durante o todo domingo (9). Segundo o coronel, não há mais risco de propagação das chamas, mas os agentes permanecem no local para garantir a completa extinção do fogo.
— Parte da estrutura cedeu, o que possibilitou que fizéssemos o combate também com as nossas escadas e plataformas mecânicas. Drones colaboraram muito no trabalho, realizando um mapeamento térmico em toda a área atingida. Seguiremos atuando, por prazo indeterminado – disse o secretário.
Equipes dos quartéis do Fundão, Central, Penha e Ilha do Governador foram mobilizadas para o local. Diante da proporção do incêndio, militares de Campos Elísios, Barra da Tijuca e São Cristóvão também foram atuar no combate às chamas. Drones foram usados pelos bombeiros para auxiliar as equipes. O Centro de Operações Rio (COR) fez um alerta aos motoristas que passam pelo local. Técnicos do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) também estão no local.
Monitoramento ambiental
Diante da possibilidade de vazamento de óleo e outros resíduos na Baía de Guanabara, o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) informou que vai avaliar se houve impactos ambientais. Em conjunto com a Capitania dos Portos, o governo ativou o Plano de Área da Baía de Guanabara, estratégia voltada para o controle e mitigação de danos ambientais. Além disso, o órgão irá apurar as causas e respostas da empresa ao incêndio e aplicará as sanções cabíveis.
Em nota, o governo do estado informou que, como medida preventiva, o Instituto mobilizou duas lanchas e quatro embarcações de resposta a emergências, equipadas com barreiras de contenção e absorção, além de 2 mil litros de líquido gerador de espuma (LGE) para auxiliar no combate às chamas. Outras quatro embarcações com bombas de lançamento d’água também foram deslocadas para reforçar a contenção dos impactos ambientais.
https://oglobo.globo.com/Por Rafael Timileyi Lopes— Rio de Janeiro
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