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O protagonismo de Otto e o chá de sumiço do ‘simpaticão’ Wagner na CPI da Covid

Foto: Jefferson Rudy/Ag. Senado/Arquivo

Se CPI desse holofote suficiente para impulsionar uma candidatura majoritária, o senador Otto Alencar (PSD) podia decidir concorrer com as mãos nas costas ao governo da Bahia, em 2022.

Médico, defensor da ciência e conhecedor das artes clínicas, ele tem se destacado entre os colegas no confronto aos depoentes que tentam justificar o comportamento do governo no enfrentamento à pandemia.

Às vezes, é duro, outras irônicos em suas intervenções, sempre destinadas a mostrar que, melhor do que ser tratado, é não se contaminar ou conseguir se vacinar contra o novo coronavírus.

Otto já ganhou até cadeira cativa entre os entrevistados da GloboNews. Enquanto isso, seu colega ‘simpáticão’ Jaques Wagner (PT) se esconde dos holofotes como o Diabo foge da cruz.

Não abre a boca nem aparece na CPI. Como é o verdadeiro candidato a governador no grupo governista, Wagner deve ter lá seus motivos para estar evitando aparecer de todo jeito.

Política Livre

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