Extrema pobreza aumenta e pode piorar com coronavírus

Foto: Roberto Parizotti/ CUT
Dados recém divulgados pelo Banco Mundial mostram que o número de pessoas que vivem com menos de US$ 1,90 por dias, no Brasil, passou de 9,28 milhões, em 2017, para 9,3 milhões, em 2018. A retomada da economia brasileira nos últimos anos não foi capaz de impedir o aumento contínuo e uma pobreza que, aponta o medidor de finanças, pode piorar em meio à pandemia do novo coronavírus.

O cálculo da instituição é baseado em uma taxa de câmbio e reflete diferenças no custo de vida dos países. No Brasil, em julho de 2019, a renda mensal estimada para esta parte da população era de R$ 150.

Entre 2014 e 2018, quatro anos consecutivos, aumentou a quantidade de brasileiros vivendo abaixo desta linha da miséria que, pelos critérios do Banco Mundial, aponta pobreza extrema. Nesse período, o crescimento da população que sobrevive nesta condição foi de 67%.

A combinação entre baixa escolaridade e poucas oportunidades de emprego, segundo a economista sênior da instituição, Leliana Sousa, explica o aumento da miséria no país. “Ou seja, uma em cada quatro pessoas que buscam trabalho nesse grupo não conseguem uma oportunidade”, diz.

E isso, com a crise de saúde causada pela pandemia do novo coronavírus, o risco é que a miséria se aprofunde ainda mais e a pobreza no Brasil volte a aumentar. Já que, para especialistas, a população mais carente e dependente da renda informal, é a mais vulnerável ao baque que a economia sofre, agora, em consequência do isolamento social.
Dados recém divulgados pelo Banco Mundial mostram que o número de pessoas que vivem com menos de US$ 1,90 por dias, no Brasil, passou de 9,28 milhões, em 2017, para 9,3 milhões, em 2018. A retomada da economia brasileira nos últimos anos não foi capaz de impedir o aumento contínuo e uma pobreza que, aponta o medidor de finanças, pode piorar em meio à pandemia do novo coronavírus.

O cálculo da instituição é baseado em uma taxa de câmbio e reflete diferenças no custo de vida dos países. No Brasil, em julho de 2019, a renda mensal estimada para esta parte da população era de R$ 150.

Entre 2014 e 2018, quatro anos consecutivos, aumentou a quantidade de brasileiros vivendo abaixo desta linha da miséria que, pelos critérios do Banco Mundial, aponta pobreza extrema. Nesse período, o crescimento da população que sobrevive nesta condição foi de 67%.

A combinação entre baixa escolaridade e poucas oportunidades de emprego, segundo a economista sênior da instituição, Leliana Sousa, explica o aumento da miséria no país. “Ou seja, uma em cada quatro pessoas que buscam trabalho nesse grupo não conseguem uma oportunidade”, diz.

E isso, com a crise de saúde causada pela pandemia do novo coronavírus, o risco é que a miséria se aprofunde ainda mais e a pobreza no Brasil volte a aumentar. Já que, para especialistas, a população mais carente e dependente da renda informal, é a mais vulnerável ao baque que a economia sofre, agora, em consequência do isolamento social.

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