Greve da PM: Robinson reforça argumento de movimento nacional pela PEC 300 e sugere ‘dissimulação’ da Anaspra
A afirmação do presidente da Associação Nacional de Entidades Representativas de Praças Militares Estaduais (Anaspra), Pedro Queiroz, de que a organização“nunca orquestrou nenhum movimento nacional” e considera a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 300 – que pretende padronizar os salários dos policiais conforme o pagamento do Distrito Federal – “inconstitucional” não foi engolida pelo secretário estadual de Comunicação, Robinson Almeida. Em entrevista ao programa Acorda pra Vida, da Rede Tudo FM 102.5, o titular do governo detalhou qual seria o modus operandi das greves de PMs que já afetaram estados como Rondônia, Maranhão e Ceará, antes de chegar na Bahia, e ameaçam se expandir para o Rio de Janeiro. Segundo ele, há até uma bula sobre a forma de agir para se obter êxito. “Essa não é uma leitura apenas do governador [Jaques Wagner], mas de todo o segmento de inteligência do governo federal que acompanha esse movimento. Tem uma cartilha que foi feita, com manual de procedimentos. Alguns líderes, inclusive, falam que são doutores nesse tipo de movimento, em que a regra é: escolha uma data anterior a um período muito importante no estado, como foi o Réveillon no Ceará, o Carnaval na Bahia, e como vai ser o Carnaval do Rio de Janeiro; convoque uma mobilização acumulada de reuniões preparatórias com policiais, decrete a greve, espalhe o terror para amedrontar e atemorizar a população e busque a adesão dos outros policiais que não estão envolvidos, com o sentimento corporativo de solidariedade; aí você ganha as suas conquistas salariais e a gente sai depois pedindo anistia para podermos implementar isso em outro estado e fazer, como em um dominó, um processo em cadeia de pedras que vão caindo uma a uma”, descreveu. Embora a Anaspra tenha recusado liderar as ações do presidente da Associação dos Policiais, Bombeiros e dos seus Familiares da Bahia (Aspra), Marco Prisco, que iniciou a paralisação no estado, Almeida desdenha do argumento. “Está muito claro o desenho. Isso tudo é coordenado por essa associação nacional, a Anaspra [...]. Eu não posso confiar em uma associação que faz uma greve ilegal, porque a Justiça aqui declarou como ilegal e fechou a sede. Eu não posso confiar na palavra de quem, descumprindo a lei, orienta os seus associados a empunhar armas e ameaçar a população. Me parece muito mais dissimulação do que verdade esse tipo de expressão”, avaliou o secretário.
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