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Um jovem de 22 anos, morador de Monte Claros, norte de Minas Gerais, morreu em Salvador após tomar a vacina da febre amarela.

Por: Reprodução

Um jovem de 22 anos, morador de Monte Claros, norte de Minas Gerais, morreu em Salvador após tomar a vacina da febre amarela. O caso está sendo investigada pela Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais (SES). A suspeita é que o rapaz tenha morrido após complicações da vacina.

De acordo com o G1 Minas, o rapaz foi vacinado em Montes Claros e viajou para a cidade de Canarana, a 477 Km de Salvador, a trabalho, no fim de janeiro. Passados alguns dias, o rapaz se sentiu mal, apresentando vômitos. Ele foi internado em um hospital do município e em seguida foi transferido para a capital baiana, mas não resistiu e morreu no sábado (17).

Governo publica edital para formação de agentes comunitários em enfermagem

Foto: Divulgação

O Ministério da Saúde pretende qualificar 250 mil agentes comunitários de saúde de todo o país em técnicos em Enfermagem nos próximos dois anos, por meio do Programa de Formação Técnica para Agentes de Saúde (Profags). Nesta segunda-feira (19), o ministério publicou um edital para que instituições de ensino públicas e privadas de todo o país que oferecem o curso se credenciem ao programa.

Ao todo, o Ministério deve investir R$ 1,25 bilhão na formação desses agentes, que poderão fazer o curso sem nenhum custo. Atualmente, segundo o ministério, até 30% dos agentes que atuam no Sistema Único de Saúde já têm a formação em Técnico em Enfermagem. A qualificação de mais profissionais vai ampliar a área de atuação desses agentes. A partir da formação, eles poderão, por exemplo, fazer curativos em domicílio, verificar a pressão arterial e a glicemia, entre outras atribuições que vão levar o atendimento primário à casa do paciente.
“O curso permitirá uma ampliação do acesso à Atenção Básica, levando um atendimento de qualidade e com alta resolutividade à população brasileira, evitando custos desnecessários e assistência mais complexa. Estamos contando com as instituições para que qualifiquem, com o que possuem de melhor, esses agentes de saúde”, disse o ministro da Saúde, Ricardo Barros, por meio da assessoria de imprensa.

As instituições de ensino interessadas precisam se credenciar e indicar quantas vagas têm disponíveis, por município e por semestre. Além disso, precisam enviar documentos que comprovem habilitação jurídica, regularidade fiscal e trabalhista, além de qualificação técnica e econômico-financeira. As propostas serão analisadas em 10 dias e, caso a documentação da empresa seja aprovada, o credenciamento será homologado e publicado no Diário Oficial da União.

O objetivo do Ministério é que os agentes comecem o curso a partir de março. Eles terão o prazo de dois anos (1.800 horas/aula) para concluir a formação.

É possível acessar o edital completo  no site do Ministério da Saúde ou ir presencialmente ao órgão, que fica na Esplanada dos Ministérios, no centro de Brasília.
(Fonte: Agência Brasil)

PEC quer acabar com auxílio-moradia paga a membros do Judiciário, Executivo e Legislativo

Uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) quer acabar com o auxílio-moradia paga aos membros do Poder Executivo, Legislativo e do Judiciário. A PEC 41 será relatada pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR), que tramita no na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. O texto é de autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). O texto altera o artigo 39 da Constituição Federal, para vedar o pagamento de auxílio-moradia aos membros dos três Poderes, sob a justificativa de que o benefício “se transformou em forma de concessão de reajuste do subsídio de parlamentares, ministros de Estados, magistrados e membros do Ministério Público, e, ainda, de burlar o teto remuneratório”, além de o classificar como privilégio. Atualmente, o valor do auxílio é de R$ 4,3 mil. A PEC não precisa de sanção presidencial, caso seja aprovada em dois turnos na Câmara dos Deputados e no Senado. Ainda para ser aprovada, precisa de votos de 308 deputados e de 49 senadores. Em uma enquete promovida pelo portal do Senado, mais de 19 mil pessoas responderam que aprovam a matéria, enquanto apenas 61 votaram contra a proposição que limita o auxílio-moradia.