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Beija-Flor é a campeã do carnaval 2018 do Rio

Neguinho da Beija-Flor lidera equipe de intérpretes da escola de Nilópolis (Foto: Alexandre Durão/G1)

Neguinho da Beija-Flor lidera equipe de intérpretes da escola de Nilópolis (Foto: Alexandre Durão/G1)

A Beija-Flor de Nilópolis é a grande campeã do carnaval 2018 do Rio de Janeiro.

O G1 acompanhou ao vivo a apuração das notas, que aconteceu na tarde desta quarta-feira (14), diretamente da Marquês de Sapucaí. Veja aqui.

A Beija-Flor fez um paralelo entre o romance “Frankenstein” e as mazelas sociais brasileiras. Corrupção, desigualdade, violência e intolerâncias de gênero, racial, religiosa e até esportiva formaram o cenário de “Brasil monstruoso”.

FOTOS: Veja como foi o desfile da Beija-Flor

VÍDEOS: Melhores momentos do desfile da Beija-Flor

Comandado por Neguinho da Beija-Flor, o samba-enredo “Monstro é aquele que não sabe amar (Os filhos abandonados da pátria que os pariu)” foi cantado em coro pelo público da Sapucaí, que ao final do desfile ocupou a avenida, seguindo a escola.

A Beija-Flor tem agora 14 títulos no Grupo Especial do Rio – só fica atrás da Portela e da Mangueira no total de vitórias.

Trajetória da Beija-Flor desde 2010 (Foto: Infografia: Betta Jaworski/G1)

PEC quer acabar com auxílio-moradia paga a membros do Judiciário, Executivo e Legislativo

Uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) quer acabar com o auxílio-moradia paga aos membros do Poder Executivo, Legislativo e do Judiciário. A PEC 41 será relatada pelo senador Roberto Requião (PMDB-PR), que tramita no na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado. O texto é de autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP). O texto altera o artigo 39 da Constituição Federal, para vedar o pagamento de auxílio-moradia aos membros dos três Poderes, sob a justificativa de que o benefício “se transformou em forma de concessão de reajuste do subsídio de parlamentares, ministros de Estados, magistrados e membros do Ministério Público, e, ainda, de burlar o teto remuneratório”, além de o classificar como privilégio. Atualmente, o valor do auxílio é de R$ 4,3 mil. A PEC não precisa de sanção presidencial, caso seja aprovada em dois turnos na Câmara dos Deputados e no Senado. Ainda para ser aprovada, precisa de votos de 308 deputados e de 49 senadores. Em uma enquete promovida pelo portal do Senado, mais de 19 mil pessoas responderam que aprovam a matéria, enquanto apenas 61 votaram contra a proposição que limita o auxílio-moradia.