Daily Archives: 22 de abril de 2018

Conheça o ‘Bolsa Família dignidade’, o programa social do governo Temer

@DR-Planalto estuda lançamento para o dia 1º de maio

O governo federal planeja anunciar no dia 1º de maio o “Bolsa Família dignidade”, a versão do presidente Michel Temer (MDB) para o programa social criado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Como apurado pelo Blog do Lauro Jardim no O Globo, o lançamento ainda não está confirmado, pois o Planalto estaria fazendo as contas para saber se o programa é ou não viável para os cofres públicos no momento.

Se foi implantado, terá um reajuste de 3% em relação do benefício do Bolsa Família e dará aos beneficiados a possibilidade de obter um pagamento extra no valor de R$ 20 ao realizarem trabalhos voluntários uma vez por mês.

Por-Noticias ao minuto

Futebol! Confira os jogos da rodada deste domingo

© Divulgação / Rio 2016-Pela Série A do Brasileirão, teremos sete jogos neste dia 22 de abril

A rodada deste domingo (22) promete fortes emoções aos fãs de futebol. Pela Série A do Brasileirão, teremos sete jogos. O duelo entre Fluminense e Cruzeiro, no Maracanã, é um dos destaques.

A bola também rola pelas ligas nacionais da Europa. Pelo Italiano, Juventus e Napoli se enfrentam numa partida que pode ser considerada uma final. A Juve tem 85 pontos, enquanto o Napoli tem 81. O título está aberto.

Confira os principais jogos deste domingo:

Brasileirão (segunda rodada)

Paraná x Corinthians – 11h

Atlético Mineiro x Vitória – 16h

Chapecoense x Vasco – 16h

Fluminense x Cruzeiro – 16h

Ceará x São Paulo – 16h

Palmeiras x Internacional – 16h

Grêmio x Atlético Paranaense – 19h

Campeonato Italiano

Juventus x Napoli – 15h45

Copa da Inglaterra

Chelsea x Southampton – 11h

Campeonato Inglês

Manchester City x Swansea – 12h30

Campeonato Espanhol

Málaga x Real Sociedad – 11h15

Atlético de Madrid x Betis – 15h45

Campeonato Francês

Bordeaux x PSG – 16h

Campeonato Português

Sporting x Boavista – 16h15

Copa América Feminina

Chile x Argentina – 16h45

Colômbia x Brasil

Campeonato Argentino

Arsenal de Sarandí x River Plate – 17h45

Boca Juniors x Newell’s Old Boys – 20h

Petistas cobram do Congresso gastos com atos pró-Lula

© Stringer/Reuters-Há pagamentos de pedágio, abastecimento de veículos, táxi e Uber, passagens aéreas compradas às vésperas do voo, pão de queijo, refeições e lanches

Parlamentares do PT repassaram ao Congresso Nacional despesas relacionadas à campanha política do partido contra a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, condenado na Lava Jato. A reportagem encontrou na prestação de contas mensal de sete parlamentares gastos com deslocamentos e alimentação que somam R$ 3.769,45.

Os gastos foram registrados em São Bernardo do Campo (SP), onde Lula fez um ato no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC nos dias 5 e 6 de abril, após a ordem de prisão, e na região metropolitana de Curitiba, cidade onde o petista está preso desde o dia 7. Os valores podem aumentar, porque as bancadas têm 90 dias para enviar às respectivas casas legislativas documentos comprobatórios para pedir reembolso de despesas.

Há pagamentos de pedágio, abastecimento de veículos, táxi e Uber, passagens aéreas compradas às vésperas do voo, pão de queijo, refeições e lanches.

Entre 5 e 7 de abril, o senador Humberto Costa (PE) voou de Brasília para São Paulo e depois para o Recife. Os bilhetes custaram ao Senado R$ 1.463,78. Costa disse, via assessoria, que viajou a São Paulo “no exercício das suas atividades parlamentares” e “atendeu a uma convocação de reunião do comando do PT”, e usou a cota parlamentar para retornar a Pernambuco, seu Estado de origem.

A deputada Maria do Rosário (RS), que gastou R$ 135,36 em corridas de Uber entre São Paulo e São Bernardo nos dias 6 e 7, disse que “as ações e agendas exercidas pelo mandato estão voltadas ao exercício das atribuições políticas parlamentares, cumprindo rigorosamente princípios éticos e regimentais quanto ao uso de recursos da cota estipulada pela Câmara”.

O deputado Sibá Machado (AC) comprou uma passagem aérea no dia 7 por R$ 580,06 de São Paulo para Brasília. Na véspera, tomou um táxi do Aeroporto de Guarulhos até o sindicato no ABC por R$ 228,42. Seu colega de Casa Nelson Pellegrino (BA) comprou passagem de Salvador para São Paulo no dia 6 (R$ 348, 78) e gastou R$ 54,90 numa cafeteria do aeroporto. Machado e Pellegrino não responderam à reportagem até a conclusão desta edição.

No dia 9, o deputado Paulo Teixeira (SP) gastou R$ 165,28 em táxis em Curitiba e São José dos Pinhais, onde fica o aeroporto Afonso Pena, e abasteceu o carro (R$ 140) em São Bernardo no dia 5. Sua assessoria disse que ele participou, no dia 5, de reunião da Executiva Nacional do PT e da bancada em São Bernardo e, no dia 9, esteve em Curitiba para reunião da Comissão Executiva Nacional do PT.

O deputado Vicente Cândido (SP) abasteceu o carro em São Bernardo por R$ 202,17 no dia 7 e, na véspera, pagou R$ 57 por um almoço na cidade. A assessoria confirmou que ele visitou Lula, entre outras atividades.

O gabinete do ex-presidente da Câmara Marco Maia (RS) gastou com combustível R$ 290,02 em São Paulo e R$ 68,40 com pedágios nos dias 6 e 7. Ele disse que foi à vigília convocada pelo PT no sindicato e enviou assessores de carro de Brasília para São Paulo – por isso o pagamento de pedágio e combustível.

Sem fiscalização. Câmara e Senado não fiscalizam a aplicação da cota mensal dos parlamentares – cujos valores variam conforme o Estado de origem. Os comprovantes de despesas são verificados apenas na conformidade dos tipos de gastos previstos. Os deputados e senadores são responsáveis pela veracidade e por garantir que a aplicação seja ligada ao mandato, em compromissos políticos, funcionais ou de representação parlamentar. É proibido o uso da verba para fins eleitorais.

Para o economista Gil Castello Branco, da ONG Contas Abertas, é discutível enquadrar como atividade parlamentar despesas com atos em defesa de Lula ou visitas ao petista na cadeia. “A verba é pública e tem que ser usada no exercício da atividade parlamentar”, disse. “As notas podem ser legítimas, o problema é a finalidade. Até que ponto os parlamentares estão dentro do exercício da atividade parlamentar quando estão indo visitar um condenado, cujo processo legal foi cumprido?” Com as informações do Estadão Conteúdo.

Pré-candidatos ao Planalto somam mais de 160 investigações

© José Cruz/Agência Brasil
Processos vão de crimes políticos investigados pela Lava Jato, a agressões verbais e infrações de trânsito

Os pré-candidatos ao Planalto nas eleições deste ano somam 160 investigações em tribunais. Os motivos são os mais diversos e vão desde infratores de trânsito a condenados políticos, como é o caso do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que está preso e lidera as pesquisas eleitorais.

Como apurado pela Folha de S. Paulo em matéria divulgada neste domingo (22), a Operação Lava Jato, derivações e outras investigações de desvio atingem ao menos oito presidenciáveis: o ex-presidente Lula (PT) — condenado a 12 anos e um mês —, o presidente Michel Temer (MDB) — alvo de duas denúncias e de duas investigações —, o senador e ex-presidente Fernando Collor (PTC) — réu na Lava Jato e alvo de outros quatro inquéritos — e o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM), investigado em dois inquéritos também da Lava Jato.

A prisão de Lula pode inviabilizar a sua candidatura, mas o PT afirma que fará o registro do ex-presidente na disputa. O ex-presidente tem 31% das intenções de voto.

No caso de Lula não poder ser candidato, cogita-se nos bastidores substituí-lo pelo ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad ou o ex-governador da Bahia Jaques Wagner. Haddad tem uma investigação aberta por suposto caixa dois e Wagner foi alvo da Operação Cartão Vermelho, que apura suspeita de propina na reforma da Arena Fonte Nova.

Já o possível candidato do PSDB, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin está sendo investigado pela Justiça Eleitoral e o Ministério Público de São Paulo afirmou na sexta-feira (20) que vai investigá-lo sobre possível improbidade administrativa e recebimento de caixa dois de mais de R$ 10 milhões nas campanhas de 2010 e 2014. No melhor cenário, Alckmin tem 8% das intenções de voto, segundo o Datafolha.

Como lembra a publicação, Alckmin e Haddad são alvos de ações por questões administrativas enquanto líderes do estado e da cidade de São Paulo, respectivamente.

O ex-presidente do BNDES Paulo Rabello de Castro (PSC) também é um dos investigados. Ele responde por fraudes em investimentos do fundo de pensão dos Correios.

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), que tem 17% das intenções de voto na ausência de Lula, é acusado por injúria, incitação ao estupro e racismo.

A exemplo de Bolsonaro, Ciro Gomes (PDT) também responde por suas declarações. Ao todo, são mais de 70 processos de indenização ou crimes contra a honra movidos por Temer, Bolsonaro, os tucanos José Serra e João Doria, e o presidente do Senado, Eunício Oliveira. Ciro tem 9% das intenções de voto.

O ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Joaquim Barbosa (PSB) foi condenado por danos morais contra um jornalista. Ele chega a 10% das intenções de voto.

O líder do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto Guilherme Boulos (PSOL) possui processo relacionados ao grupo e também a uma imprudêndia no trânsito.

A Folha pontua que o número de investigações e processo podem ser ainda maiores, pois o levantamento não inclui ações em segredo de Justiça, processos trabalhistas e ações movidas na Justiça de primeira instância de estados que não são os de origem ou de atuação política. Além de alguns tribunais dificultarem o acesso público.
(Por-Noticias ao minuto)