Daily Archives: 2 de março de 2018

Ipiaú: Prefeitura e Cerb instalam tanques de 20 mil litros d’água na Fazenda do Povo

Tanques de 20 mil litros serão instalados no Distrito da Fazendo do Povo, Serão beneficiadas 150 Famílias.

Os trabalhos não param na Prefeitura de Ipiaú, na manhã da última quinta-feira (01), foram iniciadas as atividades para implantação da rede de água do novo poço artesiano na Fazenda do Povo. A equipe da Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente esteve presente no local juntamente com o Vereador Jô da AABB para acompanhar as instalações. Serão colocados mais 2 tanques comportando 20 mil litros de água potável cada, no total serão 80 mil litros para abastecer em torno de 150 famílias da localidade. O projeto é em parceria com a CERB, órgão do Governo do Estado. #prefeituradeipiaú #governoparticipativo

OAB-DF vai acionar CNJ para punir juízes que entrarem em greve

Foto: Reprodução / OAB-DF

A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Distrito Federal informou nesta sexta-feira (2) que vai acionar o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para pedir punição aos juízes que paralisarem no dia 15 de março. Segundo a OAB, a paralisação não tem amparo na Constituição, visto que os juízes desempenham funções essenciais do Estado, portanto não podem promover greves, além de causar transtornos aos advogados e às partes envolvidas em causas na Justiça.

De acordo com a Agência Brasil, a manifestação da entidade foi motivada após confirmação da Associação dos Juízes Federais (Ajufe) de que 1,3 mil juízes aprovaram a paralisação (relembre).”Se há, como se alega, necessidade de reposição de perdas salariais, o caminho para se conquistar direitos passa, inicialmente, pelo STF e, em seguida, pelo Congresso Nacional, ambientes em que se impõem o diálogo e a boa política institucional. Não está em discussão se os nobres juízes são merecedores de tais vantagens, mas sim o modo como pretendem obtê-las, cruzando os braços e prejudicando aquele que financia o próprio Estado – o contribuinte”, diz a nota da OAB.

(Informações: Bahia noticias)

Novo diretor da PF vai focar em crime organizado

© Valter Campanato / Agência Brasil (Arquivo)

Com a posse marcada para esta sexta-feira às 10h, o novo diretor-geral da Polícia Federal, Rogério Galloro, convidou para formar a cúpula da instituição delegados que são especialistas em combate ao crime organizado. A expectativa na corporação é de que, com o novo comando, a PF consiga ser protagonista na atuação contra as organizações criminosas ligadas ao narcotráfico e a desvios de dinheiro público na nova formatação do Ministério da Segurança Pública.

Para a Diretoria de Inteligência Policial, Galloro convidou Umberto Rodrigues, ex-superintendente em Goiás e há 14 anos na PF. Na corporação, integrou a delegacia de repressão ao tráfico de entorpecentes no Amazonas. Entre 2011 e 2013, atuou como subsecretário estadual de Segurança.

Rodrigues é estudioso do tráfico de drogas na Região Norte, sede de uma das maiores facções do Brasil, da Família do Norte (FDN) e principal rota de entrada de cocaína do País.

O atual diretor regional no Distrito Federal, Élzio Vicente da Silva, foi chamado para cuidar do combate ao crime organizado. Outro superintendente, do Ceará, Delano Bunn, foi convidado para a Diretoria de Gestão de Pessoal. A delegada Silvana Helena Borges é o nome para ocupar a Diretoria Executiva.

Delegado federal há 23 anos, Galloro é visto como de perfil técnico, com maior afinidade para cargos administrativos. Antes de ser diretor executivo na gestão de Leandro Daiello, Galloro foi superintendente em Goiás, diretor de Administração e Logística e adido policial nos Estados Unidos. Durante a gestão de Daiello, o novo diretor-geral atuou como coordenador das forças da PF na Copa de 2014 e na Olimpíada de 2016. Desde 2017, quando assumiu a Secretaria Nacional de Justiça, ele também integra o Comitê Executivo da Interpol. Com informações do Estadão Conteúdo.

MEC divulga hoje a segunda chamada do ProUni

@DR
Os candidatos convocados têm de hoje até o dia 9, sexta-feira, para comprovar os dados

O Ministério da Educação divulga hoje (2) a segunda chamada do Programa Universidade para Todos (Prouni). O resultado será publicado no site do ProUni.

A lista pode também ser acessada pelo aplicativo do ProUni para o celular.

Os candidatos convocados têm de hoje até o dia 9, sexta-feira, para comprovar os dados informados na inscrição na universidade que escolheram para estudar.

Em caso de não aprovação, o prazo para manifestar interesse na lista de espera é de 16 a 19 de março.

O ProUni oferece bolsas de estudo integrais e parciais em cursos de graduação de instituições privadas de educação superior. Nesta edição, foram ofertadas aproximadamente 243 mil bolsas, sendo 113.863 integrais e 129.124 parciais.

De acordo com o MEC, as bolsas integrais foram destinadas a estudantes com renda per capita de até 1,5 salário mínimo. As bolsas parciais são para os candidatos cuja renda familiar per capita vai até três salários mínimos.

Podem concorrer às bolsas do ProUni brasileiros sem diploma de curso superior e que tenham participado do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em 2017, com nota superior a 450 pontos e que não tenham zerado a prova.

O estudante também deve ter cursado o ensino médio completo em escola pública, ou em instituição privada como bolsista integral, ter alguma deficiência, ser professor da rede pública ou estar enquadrado no perfil de renda exigido pelo programa. Com informações da Agência Brasil.

Libertadores 2018: Palmeiras consegue 1ª vitória brasileira

Bruno Henrique (19) marcou dois pelo Palmeiras na Colômbia (Raul Arboleda/AFP)

Jogando no estádio Metropolitano de Barranquilla, o Palmeiras tornou-se o primeiro clube brasileiro a vencer na fase de grupos da Libertadores de 2018. Com gols de Bruno Henrique (2) e Borja, o time paulista fez 3 a 0 no Junior Barranquilla, que na maior parte da partida jogou com um atleta a menos.

O Palmeiras começou o jogo pressionando, mas a primeira grande chance foi dos colombianos, aos seis minutos. Jonatan Alvez saiu na frente do gol, mas Jailson fez grande defesa. Aos oito minutos, German Gutiérrez deu um chute no rosto de Bruno Henrique e foi expulso pelo árbitro. Aos 18, em sua primeira partida como titular no ano, o volante palmeirense recebeu passe  de Dudu e chutou forte no canto, sem chances para o goleiro Sebastián Vieira.

Aos 32, o meia Matías Mier, que recebeu um soco de Felipe Melo na Libertadores de 2017, quando jogava pelo Peñarol, foi substituído pelo zagueiro Arias, na tentativa do técnico Alexis Mendoza de equilibrar o jogo, mesmo com um jogador a menos. O time colombiano passou a levar perigo, e aos 42 Téo Gutiérrez teve boa chance, mas foi desarmado em cima pelo lateral palmeirense Victor Luís.

Confira como foi o jogo entre Junior de Barranquilla e Palmeiras, minuto a minuto

Na segunda etapa, o time colombiano começou no ataque, mas foi o Palmeiras que voltou a marcar. Lucas Lima chutou e a bola bateu em um zagueiro do Junior Barranquilla. Na sobra, Borja acertou um voleio no alto e marcou um belo gol.

Inspirado, Bruno Henrique marcou o terceiro aos 26, após receber passe de Guerra na área e chutar no canto direito. Aos 31, Thiago Santos, que entrou no lugar de Bruno Henrique, teve grande chance de marcar o seu, mas chutou longe do gol um lance dado “de presente” pelo zagueiro do Junior, que recuou errado.

O time colombiano ainda teve chance de descontar aos 39 com Jonatan Álvez, que sofreu pênalti cometido por Marcos Rocha. Na cobrança, o jogador bateu por cima do gol. Aos 43, o mesmo Álvez teve nova grande chance, na frente do gol, mas Jailson fez defesa com o pé.

Pelo mesmo grupo, Alianza Lima e Boca Juniors empataram no Peru por 0 a 0. O Palmeiras volta a jogar pela Libertadores no dia 3 de abril, em São Paulo, contra o Alianza Lima. Já o time colombiano enfrenta o Boca Juniors, na Argentina, dia 4.

VEJA A CLASSIFICAÇÃO DA COPA LIBERTADORES

Modulação dos efeitos recebeu seis votos, mas precisava de oito

STF mantém aplicação da Ficha Limpa a condenados antes de 2010

Em sessão realizada nesta quinta-feira, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu manter a aplicação da Lei da Ficha Limpa a políticos condenados por abuso de poder econômico ou político em campanhas eleitorais anteriores a 2010, quando a norma entrou em vigor. A legislação aumentou de três para oito anos o prazo de inelegibilidade desses políticos.

A decisão havia sido tomada pelo plenário, por 6 votos a 5, em outubro de 2017, mas, a pedido do ministro Ricardo Lewandowski, o julgamento foi retomado nesta quinta para apreciação de proposta de modulação dos efeitos – quando instaura-se um marco temporal para a aplicação de determinada norma. No caso, Lewandowski defendia que os efeitos da decisão de outubro não valessem para políticos em exercício do mandato

A decisão não deve impedir ninguém de disputar a eleição de 2018, já que todos os que foram condenados por um órgão colegiado antes da vigência da lei, em junho de 2010, já terão cumprido o prazo de oito anos de inelegibilidade até a próxima disputa eleitoral. Mas vale para políticos condenados e que estavam eleitos por meio de liminar.

Debate

De acordo com Lewandowski, a decisão atingirá o mandato de 24 prefeitos, 1,5 milhão de votos, um “número incontável” de vereadores e deputados estaduais. “Nós teríamos, a prevalecer esse julgamento, que fazer eleições suplementares em momento de crise, em que o orçamento da Justiça Eleitoral como um todo está reduzida.” Além de Lewandowski, foram favoráveis à modulação os ministros Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Gilmar Mendes, Marco Aurélio e Celso de Mello. Para que a proposta fosse validada, porém, eram necessários oito votos.

Para o ministro Marco Aurélio, “não se pode admitir que uma lei nova retroaja para alcançar uma situação aperfeiçoada”. Ele aplicou o prazo de oito anos apenas a partir das eleições deste ano. Os ministros Edson Fachin, Luiz Fux, Rosa Weber, Luís Roberto Barroso e a presidente do Supremo, Cármen Lúcia, votaram contra a modulação. (Fonte: Veja.com)

Gravação mostra pedido de propina no Ministério do Trabalho

(VEJA/VEJA)

A reportagem de capa de VEJA que chega às bancas nesta sexta-feira revela uma pérola da roubalheira que ocorre em Brasília com uma frequência que nem a Operação Lava Jato conseguiu evitar até agora. Uma conversa gravada pelo empresário gaúcho Afonso Rodrigues de Carvalho no ano passado mostra dois lobistas pedindo 4 milhões de reais em troca de um serviço junto ao Ministério do Trabalho, que só será realizado porque, além da propina, quem manda no pedaço é o deputado Jovair Arantes, líder do PTB na Câmara e aliado do presidente Michel Temer.

Lobista 2: (…) A gente vai ter até que envolver o deputado Jovair…

Empresário: Não é o Jovair Arantes?

Lobista 2: É… O Jovair está junto com a gente, porque ele tem força e por ser do meu estado de Goiás. Eles tinham feito um cálculo. Eles tinham pedido 500 000 para pagar a parte técnica, para pagar as pessoas envolvidas lá e uma ponta para o Jovair. E 2,5 (milhões de reais) quando sair…

À exceção de um dos lobistas, que confirmou a cobrança e o pagamento de propina, todos os demais envolvidos no caso negam a existência de qualquer irregularidade.

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