Daily Archives: 1 de março de 2018

Sandro e Leur reivindicam duplicação do trecho da Serra do Mutum, na BR-116

Foto: Ascom/Dep.Sandro Régis

O deputado estadual Sandro Régis (DEM) esteve, juntamente com o deputado Leur Lomanto Jr (MDB), com o superintendente do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) no Estado da Bahia, Amauri Souza Lima, solicitando a duplicação do trecho localizado na Serra do Mutum, na BR-116, próximo a Jequié. 

Segundo o parlamentar, essa é uma demanda antiga da população da região que sofre constantemente com os acidentes que acontecem na localidade. “As tragédias se multiplicam e muitas vezes são fatais. Acredito que a melhor solução seja a duplicação da rodovia. Assim, será possível oferecer  mais segurança, tranquilidade, além de proporcionar bem-estar para quem trafega por ali”, enfatizou o deputado Sandro. 

Após a reunião, o superintendente do DNIT na Bahia afirmou que há grande possibilidade de realizar a obra de duplicação da BR.

Fonte: Ascom do deputado estadual Sandro Régis (DEM) 

Dias D`Ávila: Homem invade prefeitura e ameaça atear fogo em prédio; veja vídeo

Foto: Leitor BN / WhatsApp

Um homem, ainda não identificado, ameaçou atear fogo no próprio corpo e no prédio da prefeitura de Dias D`Àvila, na Região Metropolitana de Salvador (RMS) na manhã desta quinta-feira (1°). Um vídeo que circula por redes sociais mostra o pânico causado pelo ato por quem estava no prédio. 

Segundo informações da Polícia Militar, uma viatura foi deslocada para o local, que fica na Praça Lessa Ribeiro, para controlar a situação. O fato teria começado por volta das 8h30. Outras informações dão conta que o cidadão estaria cobrando por serviços prestados, e não pagos, à prefeitura no valor de R$ 90 mil.  Atualizado às 11h43

Fonte: Bahia noticias

Rússia libera uso de drogas nos estádios para fins medicinais durante Copa do Mundo

Estádio Luzhniki receberá sete jogos da Copa | Foto: Evgeny Egorov/ Luzhniki

O Comitê Organizador da Copa da Rússia liberou os torcedores de levarem drogas ao país durante o evento, desde que sejam para uso medicinal. Codeína, morfina, anfetaminas, maconha e até cocaína estão entre os entorpecentes autorizados. Segundo o jornal russo Izvestia, os torcedores, tanto russos quanto estrangeiros, deverão apresentar atestados médicos, escritos em russo ou em inglês, provando que o uso é por questão de saúde.

No entanto, os policiais do país poderão avaliar a autenticidade do documento. Cumprindo essas exigências, eles estão liberados para entrar nos estádios da Copa com até sete substâncias, pelas regras da Fifa. Quem precisar de uma quantidade maior deverá comprovar na prescrição. A lei russa proíbe o torcedor de fumar maconha nos estádios.

No caso da Copa do Mundo, a substância está liberada em outras medicinais, como gotas. A maconha é usada em tratamentos medicinais em diversos países. Além dela, a morfina e a codeína são amplamente utilizados em tratamentos de dores. No entanto, essa linha de raciocínio não pode ser aplicada ao uso da cocaína.

A substância do entorpecente já foi usada até a primeira metade do século passado, mas já não é prescrita por médicos há muito tempo. “Que eu saiba não existe uso medicinal da cocaína”, diz Juares Costa, psiquiatra e doutor em psicologia pela PUC de Campinas (SP) em entrevista ao site UOL Esportes. “Hoje não conheço um medicamento que usa cocaína em sua composição”, completou.

A liberação não foi bem vista por especialistas russos. O narcologista do Ministério da Saúde russo Yevgeny Bryun não gostou muito das permissões. Ele disse estar chocado com liberação da maconha com prescrição médica por considerar uma “propaganda para a legalização de drogas”. Porém, disse ao jornal que não vê risco das substâncias serem revendidas na Rússia.

Já o pesquisador da Academia Russa de Ciências Mikhail Paltsev, alerta para a mistura dos medicamentos com bebidas alcóolicas, “poderemos ter consequências negativas”. De acordo com o Izvestia, médicos russos fluentes em inglês estarão de prontidão em todos os estádios da Copa do Mundo. O evento vai acontecer na Rússia entre os dias 14 de junho e 15 de julho. (Informações: Bahia noticias

Projetos foram desarquivados e entraram na pauta da sessão da Câmara

A pauta da sessão ordinária que a Câmara Municipal de Ipiaú realiza nesta quinta-feira, 1º de março, contará com a leitura de sete  projetos,sendo que seis deles são os que estavam arquivados por não terem sido votados em plenário no ultimo período legislativo do ano passado.Seus autores, os vereadores  Lucas Louzado dos Santos-PSD- e Andréia Novaes de Oliveira -PTdoB- requereram o desarquivamento e retramitação das matérias  e foram atendidos pela Mesa Diretora da casa. Completa a pauta do expediente da sessão  o Projeto de Resolução , da autoria do vereador Claudio Nascimento- PSD- que propõe a concessão do titulo de Cidadão Ipiaúense, ao mecânico aposentado Braz Tito Da Cruz.(José Américo Castro/ASCOM-Câmara de Ipiaú).

Plenário aprova resoluções sobre voto impresso e pesquisas eleitorais

Foto: TSE Normas disciplinam as eleições do próximo dia 7 de outubro

Durante sessão administrativa desta quinta-feira (1º), os ministros do Tribunal Superior Eleitoral aprovaram, por unanimidade, mais duas resoluções que tratam das Eleições 2018.

Uma delas disciplina os procedimentos a serem adotados nas seções eleitorais que utilizarão o módulo impressor do voto. A Justiça Eleitoral vai adquirir 30 mil impressoras que serão acopladas às urnas, justamente para atender a determinação da Lei nº 13.165/2015, que instituiu o voto impresso a partir das eleições deste ano. A mudança em 100% das urnas deve ser gradual até 2028. De acordo com a resolução, o TSE terá até o dia 13 de abril deste ano para definir a quantidade mínima de seções com voto impresso em cada estado e caberá aos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) determinar quais municípios, zonas e seções terão a medida implementada ainda este ano.

Na prática, o ato de votar não será modificado. O que ocorrerá é que algumas urnas passarão a contar com módulos de impressão, para registrar em papel o voto, que somente poderá ser conferido pelo eleitor por meio de um visor e, após confirmação, cairá diretamente num espaço inviolável, que estará acoplado à urna eletrônica.

Para preservar a inviolabilidade e o sigilo do voto, o eleitor não poderá tocar ou levar com ele o voto impresso. Os registros impressos dos votos poderão ser utilizados para verificação da contabilização dos votos eletrônicos pela urna nas seções definidas pela Justiça Eleitoral.

A outra resolução aprovada trata das Pesquisas Eleitorais. De acordo com as regras estabelecidas em lei e disciplinadas pela resolução, a partir do dia 1º de janeiro do ano da eleição, as entidades e empresas que realizarem pesquisas de opinião pública relativas às eleições ou candidatos são obrigadas a fazer o registro no TSE com até cinco dias antes da sua divulgação.

Além da metodologia e período de realização da pesquisa, a empresa deve informar o seu CNPJ, valor e origem dos recursos despendidos no trabalho; o  plano amostral e ponderação quanto a sexo, idade, grau de instrução, nível econômico do entrevistado e área física de realização do trabalho a ser executado, nível de confiança e margem de erro, com a indicação da fonte pública dos dados utilizados; o questionário completo aplicado ou a ser aplicado; quem pagou pela realização do trabalho e seu número de inscrição no CPF ou no CNPJ; cópia da respectiva nota fiscal; nome do estatístico responsável pela pesquisa, acompanhado de sua assinatura com certificação digital e o número de seu registro no Conselho Regional de Estatística competente; e a indicação do município abrangido pela pesquisa, bem como dos cargos aos quais se refere.

No dia 7 de outubro deste ano, os eleitores brasileiros vão às urnas para escolher o novo presidente da República, bem como os governadores de estado, os senadores e os deputados federais, estaduais e distritais.

(Fonte: TSE)

Câmara aprova projeto que regulamenta apps de transporte

Uber: a votação foi uma vitória para as empresas que administram os aplicativos (Shannon Stapleton/Reuters) Como o texto já havia sido aprovado pelo Senado, segue para a sanção presidencial

Brasília – A Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira, 28, o projeto que regulamenta os aplicativos de transporte privado de passageiros, como Uber, Cabify e 99. Como o texto já havia sido aprovado pelo Senado, segue para a sanção presidencial. A votação foi uma vitória para as empresas que administram os aplicativos e uma derrota para os taxistas.

O texto original do projeto, aprovado em abril do ano passado na Câmara, era visto como favorável aos taxistas. Há quatro meses, no entanto, o Senado aprovou uma versão com mudanças que favorecem as empresas que exploram os aplicativos.

A obrigatoriedade do uso de placas vermelhas, a imposição de que apenas o dono do veículo poderia dirigi-lo e a restrição de circulação apenas na cidade onde o carro é registrado haviam sido derrubadas pelos senadores e foram aprovadas em votação simbólica na Câmara nesta quarta.

Os deputados também concordaram que o motorista dos aplicativos não precisará solicitar autorização específica das prefeituras para trabalhar. Emenda nesse sentido aprovada pelo Senado foi aceita na Câmara por 227 votos a favor, 166 contra e 11 abstenções.

Os deputados, no entanto, retomaram o texto que dá às prefeituras o poder de regulamentação e fiscalização do serviço de transporte individual de passageiros – os senadores haviam estabelecido que cabia às administrações municipais apenas a competência de fiscalização. Foram 283 votos pela rejeição da emenda, 29 a favor e quatro abstenções.

“Ninguém é contra que o município crie sua regra. O que não podemos é ter regra federal única”, disse o relator do projeto no plenário, deputado Daniel Coelho (PSDB-PE).

Pelo projeto aprovado, o veículo utilizado no serviço terá de atender os requisitos de idade máxima e as características exigidas pela autoridade de trânsito e pelo poder municipal.

Será exigida contratação de seguro de acidentes pessoais para os passageiros. O motorista terá de apresentar certidão negativa de antecedentes criminais.

Ao defender os taxistas, o petista Carlos Zarattini (SP) disse em plenário que era preciso limitar o número de veículos para garantir a sustentabilidade do sistema e a circulação urbana. “Já estamos assistindo ao aumento dos congestionamentos nas cidades”, justificou.

Durante o dia, havia dúvidas se haveria acordo para colocar o tema em votação. Com medo de se indispor com os taxistas ou com as empresas e motoristas de aplicativos, parlamentares diziam nos corredores que não queriam votar o projeto em ano eleitoral.

“Não sou a favor de votar hoje porque ou você fica de um lado ou de outro”, comentou o líder do PR, Zé Rocha (BA). O deputado Alberto Fraga (DEM-DF) foi um dos que reconheceu a dificuldade em votar o projeto. “Esse projeto é ruim para mim. Tenho uma ligação com os taxistas, que estão acabados, mas meu filho usa Uber”, contou.

Observando a pressão sobre os parlamentares, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), solicitou que os lobistas deixassem o plenário para que os deputados tivessem liberdade para votar. Grupos de taxistas acompanharam a votação das galerias e protestaram contra os deputados.

O relator Daniel Coelho defendeu a existência dos aplicativos alegando que eles renderam aos cofres públicos R$ 1,5 bilhão em pagamento de impostos no ano passado e que atualmente 700 mil famílias no País dependem dessa renda. “Não cabe a esse plenário proibir aplicativo”, pregou.

Para o tucano, criar regras para os aplicativos semelhantes às impostas aos táxis incentivaria o aluguel de licenças nesta modalidade de serviço, como já acontece nos táxis. Coelho insistiu que cabe ao usuário escolher a modalidade de transporte que quer usar. “A população tem o direito de escolher se vai usar táxi, Uber ou transporte coletivo”, completou. Fonte: EXAMA.com

 

Em SP, Bolsonaro bate Alckmin e Lula em intenção de votos

(Christopher Goodney/Bloomberg/Bloomberg)

São Paulo – O deputado federal Jair Bolsonaro lidera todos os cenários de intenções de voto dos eleitores do estado de São Paulo para a eleição presidencial deste ano, de acordo com o Instituto Paraná Pesquisas.

Sem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva na disputa, Bolsonaro tem 23,4% das intenções de voto dos paulistas, e fica na frente até do governador do estado, Geraldo Alckmin, que tem 22,1% das intenções de voto. Marina Silva tem 12,3%, e Ciro Gomes, 6,5%.

No cenário que inclui o ex-presidente, Bolsonaro amplia a vantagem: o deputado tem 22,3%; Alckmin aparece com 20,1%; e Lula, com 19,7%.

A pesquisa mostra que, se Lula não concorrer à eleição, a maioria dos seus eleitores no estado não vai votar em ninguém. Se Fernando Haddad for o candidato, ele recebe 20,9% dos votos de Lula. Sem Haddad, a maior transferência é para Marina Silva, que receberia 22,4% dos votos de Lula.

Perfis

Nos perfis apresentados pela pesquisa, Bolsonaro tem quase 10 pontos percentuais a mais de intenção de voto entre os homens do que entre as mulheres.

Em compensação, Marina Silva tem praticamente o dobro do apoio das mulheres do que dos homens. Quando Lula aparece, ele tem uma preferência equilibrada por parte dos eleitores de ambos os sexos.

A maior parte dos apoiadores de Bolsonaro é jovem, de 16 a 24 anos. Quem tem mais de 60 anos tende a preferir Geraldo Alckmin ou ninguém. Jair Bolsonaro:Réu por apologia ao estupro, deputado será interrogado em abril.

Cenário 1:

Candidato Intenções
Não sabe 3,9%
Nenhum 16,0%
Jair Bolsonaro 23,4%
Geraldo Alckmin 22,1%
Marina Silva 12,3%
Ciro Gomes 6,5%
Fernando Haddad 6,0%
Alvaro Dias 3,8%
Rodrigo Maia 1,3%
Fernando Collor 1,1%
Henrique Meirelles 1,0%
João Amoêdo 0,7%
Levy Fidelix 0,7%
Manuela D’Ávila 0,7%
Guilherme Boulos 0,5%

Cenário 2:

Candidato Intenções
Não sabe 4,3%
Nenhum 16,6%
Jair Bolsonaro 23,5%
Geraldo Alckmin 23,2%
Marina Silva 13,3%
Ciro Gomes 7,2%
Alvaro Dias 4,0%
Fernando Collor 1,5%
Rodrigo Maia 1,4%
Jaques Wagner 1,3%
Henrique Meirelles 1,0%
Manuela D’Ávila 0,8%
João Amoêdo 0,7%
Levy Fidelix 0,7%
Guilherme Boulos 0,5%

Cenário 3:

Candidato Intenções
Não sabe 3,7%
Nenhum 11,6%
Jair Bolsonaro 22,3%
Geraldo Alckmin 20,1%
Lula 19,7%
Marina Silva 8,8%
Ciro Gomes 5,3%
Alvaro Dias 3,6%
Rodrigo Maia 1,1%
Henrique Meirelles 1,0%
Fernando Collor 0,8%
João Amoêdo 0,7%
Manuela D’Ávila 0,5%
Guilherme Boulos 0,4%
Levy Fidelix 0,4%

Fonte: EXAME.com

Brasil está a um passo de sair da recessão — e agora?

PIB: O Brasil deve ter uma alta de 0,5% no Produto Interno Bruto do quarto trimestre, na comparação com os três meses anteriores (Mario Tama/Getty Images)

O Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro do quarto trimestre de 2017, a ser apresentado hoje, deve confirmar a saída da recessão do país. O Brasil deve ter uma alta de 0,5% no Produto Interno Bruto do quarto trimestre, na comparação com os três meses anteriores.
No acumulado de 2017 a expansão deve ser de 1,1%, após a perda acumulada de mais de 7% do produto nos últimos dois anos.

Se até então grande parte do crescimento vinha sendo impulsionado pelo consumo das famílias, um outro indicador deve começar a ganhar destaque nos dados do fim do ano: os investimentos.

A expectativa é que os investimentos apresentem uma alta de 1,5% no quarto trimestre, em comparação com os meses anterior e cresça ainda mais em 2018.

“Esperamos um crescimento dos investimentos para este ano de 2,2%, com viés de alta”, diz Rafael Gonçalves Cardoso, economista da Daycoval Investimentos.

“Os investimentos são importantes porque um crescimento baseado apenas no consumo das famílias não é sustentável”, completa.

Para 2018, a expectativa é de um PIB de 2,89%. Economistas ressaltam que a alta dos investimentos pode ser ainda maior em caso de uma definição do cenário político. Se ela vier até agosto, a alta do PIB pode ser ainda maior em 2018.

A partir de 2019, o avanço na economia vai depender não só da confiança de investidores no novo presidente como da retomada da agenda de reformas.

Relatório apresentado ontem pela OCDE, o clube que reúne os países mais ricos do mundo, revelou que as reformas podem fazer o PIB brasileiro crescer mais 1,4 ponto percentual por ano durante 15 anos.

Elas incluem não só medidas de ajuste interno, mas também de maior integração do Brasil à economia mundial. A instituição prevê um avanço de até 3,6% para a economia global em 2018.

Ou seja: o Brasil precisa se mexer só para não ficar para trás. Sair da recessão, como conseguiu em 2017, é só um primeiro passo.
(Fonte: EXAME.com)